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Posts com a tag "pesquisa"

Quatro em dez entram na informalidade para não depender de patrão, aponta SPC Brasil

29 de maio de 2013 0

Não depender de horários fixos e conquistar a autonomia profissional é uma das razões que explicam a migração de trabalhadores com carteira assinada para empreender em um negócio ainda não formalizado. No entanto, a maioria acaba lidando com uma jornada de trabalho extensiva e tem dificuldades para fazer a gestão do próprio negócio.

A conclusão é de estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) que observa o comportamento e hábitos dos empreendedores dos setores do comércio e serviços que trabalham no mercado informal, além de identificar os motivos para a situação de informalidade.

Segundo o levantamento, quatro em cada dez empresários informais garantem que estão no mercado informal para não depender de patrões. Outras razões ainda citadas que justificam a migração estão mais atreladas às necessidades pessoais, como o desemprego após uma demissão (48%) e a busca por um retorno financeiro mais atrativo (41%).

Mais de 80% dos entrevistados alegam não adotar qualquer tipo de gestão financeira, seja para controlar, analisar ou planejar o dinheiro acumulado com o negócio. Isso pode ser verificado pelo fato de que em cada 10, pelo menos oito empresários afirmam se dedicar inteiramente ao negócio.

O percentual de trabalhadores informais que já trabalharam com carteira assinada em algum momento de suas vidas é de 78%, mas somente 2% do universo dos entrevistados mantém “vida dupla”, ou seja, acumulam esse tipo de atividades com algum vinculo formal. O dado comprova que nem todos os trabalhadores recorrem à informalidade para complementar a renda familiar, mas que a maioria absoluta sobrevive integralmente da prática informal.

Para o presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, Roque Pellizzaro Junior, uma das mais graves dificuldades do empreendedor informal é a limitação que o modelo clandestino impõe ao próprio negócio.

— A informalidade impede que o empresário desenvolva seus negócios. Por isso ele perde em competitividade — explica.

Brasileiros aprovam carros que dispensam motorista

20 de maio de 2013 0

O uso da tecnologia desde o processo de escolha e compra à manutenção e à direção do veículo é cada vez maior entre os consumidores interessados em adquirir carros, mostra pesquisa da Cisco feita com mais de 1,5 mil pessoas de 10 países, inclusive o Brasil. Os resultados mostram que aproximadamente a metade (47%) dos consumidores globais valoriza a reputação da marca na adoção da tecnologia ao comprar um veículo.

Estudo mostrou também o impacto do preço do combustível na experiência do cliente: 52% dos consumidores querem monitorar o preço do combustível a partir de um veículo. Esta foi a prioridade máxima, comparada a 46% dos consumidores que querem monitorar preços de seguro, 35% que gostariam de monitorar disponibilidade de assistência automotiva em estradas e 32% querendo monitorar informações de recall.

Outro dado curioso se refere aos veículos não pilotados. Mais da metade dos consumidores globais (57%) afirmou que provavelmente andariam em um carro totalmente controlado por tecnologia que dispensa um motorista humano. No Brasil, o índice chega a a 96%.

700 restaurantes abrem para comemorações do Dia das Mães

10 de maio de 2013 0

O Sindicato da Hotelaria e Gastronomia de Porto Alegre (Sindpoa) fez uma pesquisa por amostragem sobre o movimento dos restaurantes da capital no Dia das Mães.

A estimativa da entidade é de que haverá um acréscimo de 38% na oferta de estabelecimentos abertos por conta da data, considerada uma das mais importantes para o setor. Com base no número de casas cadastradas no seu banco de dados, cerca de 700 estabelecimentos estarão à disposição dos consumidores neste dia em Porto Alegre.

Internet brasileira atinge a marca de 102 milhões de internautas, segundo Navegg

07 de maio de 2013 0

No mês de abril, a internet brasileira atingiu a marca de 102 milhões de internautas, segundo dados da Navegg, empresa de dados de audiência online da América Latina. Presente nos maiores portais do Brasil e em mais de 8 mil sites, a tecnologia da Navegg analisa todos os visitantes destes sites sem a utilização de técnicas de amostragem, o que torna a medição mais precisa. Foi a primeira vez em que a Navegg contabilizou mais de 100 milhões de usuários únicos no Brasil, num período de um mês.

Sobre o perfil dos internautas, a pesquisa mostra que os homens representam 56% e que a audiência é relativamente jovem, com 28% dos usuários com idades entre 18 e 24 anos e 42% entre 25-34. Relativamente a poder aquisitivo, destaca-se a classe C com 55% dos internautas.

Segundo dados da IAB Brasil, a internet em 2012 foi o terceiro meio mais consumido no Brasil, ficando atrás apenas de TV e rádio. Além disso, no último ano, o mercado publicitário digital cresceu 32% e se consolidou como o segundo maior meio em participação no bolo publicitário, ultrapassando jornais e ficando atrás apenas da TV.

— Os números comprovam como a internet no Brasil está atingindo um número crescente de usuários – cada vez mais conectados e passando mais tempo online. Estamos felizes em verificar a penetração da internet através da nossa tecnologia e constatar o fortalecimento do meio online — afirma o diretor comercial da Navegg, Adriano Brandão.

Pesquisa mostra quais são as marcas mais amadas no país

02 de maio de 2013 0

Um estudo inédito, chamado de "Marcas mais Amadas do Brasil", avaliou o conjunto de experiências que o consumidor tem com uma marca – desde ligar para o call center e ser bem atendido até se encantar com a vitrine da loja -, que são determinantes para que uma marca vire objeto de amor. Pelo estudo, nos cinco primeiros lugares das marcas mais amadas se destacam Havaianas, MAC, O Boticário, Nestlé e Rolex.

O levantamento foi realizado em março pela agência de conhecimento aplicado Officina Sophia, a pedido da revista Consumidor Moderno e teve como base 1.475 entrevistas distribuídas entre as principais regiões do Brasil, com homens e mulheres entre 18 a 59 anos.

— Uma das conclusões do estudo é que o consumidor valoriza atualmente o potencial de experiência cultural que uma marca pode proporcionar. Isso quer dizer que ele pode amar uma marca mesmo sem consumir seus produtos. É o caso da Rolex: o consumidor vivencia sonhos e fantasias com a marca, ele aspira o significado que usar um relógio desses pode ter na sociedade. São essas fantasias e aspirações que justificam o fato de muitas marcas bastante consumidas não figurarem entre as mais amadas — comenta Roberto Meir, especialista internacional em relações de consumo e varejo.

Para Paulo Secches, presidente da Officina Sophia e responsável pelo estudo, diferentemente do que ocorre com humanos, na relação com as marcas há pouco romance.

— É uma lógica diferente, estamos falando de um amor utilitário, por interesse. Se a marca não oferecer produto ou serviço de qualidade, o amor deixa de existir.

Sem transparência, empresas perdem jovens talentos

02 de abril de 2013 0

Uma pesquisa realizada com cerca de 1 mil jovens entre 18 e 25 anos mostrou que os gestores devem ficar bem atentos às informações que pretendem repassar aos estagiários no momento da contratação. Conforme o estudo realizado pela Page Talent, unidade de negócios da Page Personnel, dedicada ao recrutamento de estagiários e trainees, 68% dos estagiários estão dispostos a trocar de emprego se não houver clareza nas atividades que eles devem realizar na empresa.

De acordo com o mapeamento, a transparência e clareza nas informações são itens fundamentais para a permanência de um estagiário numa organização. Do total de respondentes, 65% deles continuariam no estágio, mas buscariam outras oportunidades se a empresa não fosse coerente em relação às informações passadas inicialmente. Há 3% afirmando que desistiriam da oportunidade logo de cara. Para outros 32%, não haveria desistência por se tratar de um período de aprendizado.

— Essa geração que está entrando no mercado de trabalho preza muito pela realização pessoal. Eles não buscam apenas um trabalho, e sim algo que traga a eles um sentido maior, de realização. Quando percebem que a empresa não foi transparente na hora da contratação, e que as atividades que vão desenvolver não estão de acordo com os objetivos que queriam atingir com o estágio, eles desistem e partem à procura de outro — afirma Manoela Costa, gerente da consultoria Page Talent.

A consultora faz algumas recomendações aos estagiários que foram contratados para exercer uma atividade e estão realizando outras funções:

– Tente se envolver em atividades importantes mostrando, com fatos, por quê acredita estar preparado para tal;
– Pense no impacto de suas ações antes de tomar qualquer atitude; Busque, no seu dia-a-dia de trabalho, aspectos que podem trazê-lo a um local mais próximo de seu objetivo, e saiba traduzir suas atividades de acordo com o que pretendia atingir no início do estágio;
– Converse com seu chefe e procure entender o que pode fazer para se aproximar do seu objetivo e para conseguir crescer;
– Esteja disponível e tente ver as oportunidades disponíveis em tudo o que executar.

Região Sul é a segunda que mais exporta, revela pesquisa

26 de março de 2013 0

Um estudo realizado pela Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), feita com 3.623 empresários de todo o país para traçar o perfil do empreendedor brasileiro, mostrou que 6% das empresas da região Sul exportam seus produtos. O índice é inferior apenas ao do Sudeste, com 7% de exportações.

A pesquisa também mostrou que a região é a segunda com mais empresas que não contratam profissionais informais (46%), atrás apenas do Norte (53%).

O levantamento apurou também em quais setores da economia essas empresas atuam. Os dados mostraram que 24% das empresas do Sul são da indústria, região com mais empresas deste setor na comparação com outros estados. Os setores de Comércio e Serviços encabeçam o ranking com 50% das empresas do Sul nestes segmentos.

Outro aspecto analisado foi com relação às mídias sociais: a pesquisa revelou que 99% das empresas da região Sul utilizam a rede social Facebook para alavancar seus negócios e manter relacionamento com o cliente, 41% utilizam o Twitter e 24% o Linkedin (nesta pergunta os respondentes poderiam escolher mais que uma alternativa).

Quanto às dificuldades enfrentadas durante a trajetória empresarial, 63% apontaram dificuldade para encontrar funcionários qualificados, seguida de carga tributária (58%) e falta de capital de giro (42%). Dificuldade em lidar com sócios e falta de experiência no mercado de atuação foram questões menos citadas pelos respondentes.

Smartphone é o eletrônico mais desejado pelos jovens da periferia, aponta pesquisa

19 de março de 2013 0

Uma pesquisa realizada entre setembro e dezembro de 2012 avaliou o comportamento e os sonhos de consumo de equipamentos eletrônicos dos jovens (15 a 24 anos) moradores de bairros da periferia urbana da Grande São Paulo. Durante quatro meses, foram levantadas informações qualitativas por meio de entrevistas individuais e grupos focais que indicaram que a aquisição de equipamentos eletrônicos é uma das grandes prioridades dos jovens da periferia, junto com formação universitária e busca de uma carreira profissional.

— Estes resultados foram coerentes com outros estudos realizados anteriormente, pois mostraram que os jovens moradores da periferia desejam ter profissões que gerem recursos para adquirir produtos e serviços relevantes para as suas vidas. Em outras palavras, os jovens da periferia desejam participar da sociedade do consumo tanto como trabalhadores quanto como consumidores — afirma Andrea Costtanzi, diretora da empresa Di Capire, especializada em pesquisa de mercado, que realizou este trabalho.

De acordo com o estudo, se pudessem, os jovens teriam todos os aparelhos eletrônicos possíveis, mas como os recursos são limitados eles acabam priorizando a aquisição de acordo com o seu estilo de vida. No entanto, os smartphones são a prioridade de aquisição da maioria dos jovens da periferia hoje.

Segundo os jovens ouvidos pela Di Capire, essa preferência ocorre por um motivo prático: os smartphones têm “tudo em um”, ou seja, são telefones que permitem fotografar, filmar, jogar, ouvir música e acessar a internet e as redes sociais.

— Além disso, existe um motivo simbólico, que é o status social que esses aparelhos geram nos jovens da periferia, especialmente quando são produzidos pelas marcas mais cobiçadas do mercado, como Apple e Samsung — explica Andrea Costtanzi.

Brasileiro tem mais confiança na mídia e empresas do que no governo

08 de março de 2013 0

Os brasileiros têm menos crença no governo, confiam mais na mídia e depositam nas empresas grande expectativa não apenas em relação aos seus produtos e serviços, mas também sobre a postura ética que adotam, mostra estudo da Edelman feito em 26 países. Na pesquisa, o nível geral de confiança do brasileiro teve leve alta em relação ao ano anterior, passando de 51% para 55% _ o país ocupa a 12º posição no ranking global.
Entre os segmentos analisados, a mídia aparece como o mais crível do Brasil (66%). Para Yacoff Sarkovas, CEO da Edelman, "a massiva cobertura de episódios, como o do mensalão, contribuiu fortemente para a melhoria da percepção do segmento entre a opinião pública". Logo após, surgem as empresas (64%), as ONGs (59%) e, por último, o governo (33%). Globalmente, a confiança atribuída cresceu em todos os setores e as ONGs ainda ocupam a liderança histórica - desde 2007 são as mais confiáveis e, neste ano, ainda recuperaram posições, passando de 54% para 61%. As empresas estão em segundo lugar (56%), seguidas pela mídia (55%). O governoaparece como a instituição de menor prestígio e ocupa a última posição, com um índice de apenas 46%.

Pesquisa mostra que comprador de imóvel espera fechar negócio em 6 meses

05 de março de 2013 0

Um estudo realizado pela Lopes, empresa de intermediação e consultoria de lançamentos imobiliários, mostra que 75% dos interessados em comprar um novo imóvel visitam estandes de lançamentos, passando em média entre 2 e 5 estandes de vendas. Com idade média de 32 anos, 72% dos prospectadores pretendem fechar negócio em até 6 meses e 60% buscam realizar a compra do primeiro imóvel.

A pesquisa, que contou com a participação de 1.166 entrevistados e que pretendem comprar um apartamento novo, indica que a maioria quer pagar de R$ 200 mil a R$ 500 mil pelo imóvel.

Outro indicador da pesquisa é o crescimento do interesse no mercado secundário, do total pesquisado, 18% também visitaram imóveis usados ou prontos novos nunca habitados.

— Com condições mais favoráveis para obtenção de financiamento imobiliário, o imóvel pronto passa a ser uma opção de investimento e o valor final pago no financiamento é menor. Além disto, o mercado conta com uma nova safra de imóveis lançados de 2007 a 2009 que estão sendo entregues com plantas e conceitos mais modernos que agradam o público comprador — explica Arthur Schunck Sindoni, diretor de Expansão da Pronto Participações, segmento da Lopes responsável pelo mercado secundário.