Pular a barra do clicRBS e ir direto para o cabeçalho.
clicRBS
Nova busca - outros

Posts com a tag "varejo"

Conheça as top 20 marcas de varejo da América Latina

09 de abril de 2014 0

A Interbrand, consultoria de marca líder no mundo, responsável pelo ranking Best Global Brands e Marcas Brasileiras Mais Valiosas lança o 4º relatório global dedicado ao setor de varejo. O relatório Best Retail Brands lista as top 20 marcas de varejo da América Latina, as top 50 marcas de varejo da Europa, as top 30 marcas de varejo da Ásia-Pacífico e as top 50 marcas de varejo da América do Norte, de acordo com o seu valor de marca.

O Walmart é a marca de varejo mais valiosa entre todas as quatro regiões, com o valor de marca de USD$131,877 bilhões. As marcas abaixo estão no topo do ranking em cada uma das regiões:

Natura – USD $3,156 billhões (América Latina)
H&M – USD $18,168 bilhões (Europa)
Walmart – USD131,877 bilhões (América do Norte)
Woolworths – USD $4,948 bilhões (Ásia-Pacifico)

- Olhando especificamente para a América Latina, a indústria do varejo tem visto mudanças relevantes pelo aumento do consumo da crescente classe média. Apesar do cenário econômico incerto, da desvalorização cambial e de um cenário político e social instável, as marcas de varejo da América Latina se mantiveram relevantes – analisa André Matias, diretor de estratégia da Interbrand Brasil.

De compras pelo celular a provadores de roupa virtuais, as marcas de varejo mais valiosas do mundo estão recriando a jornada do consumidor através de um olhar digital. Este estudo também indica que os principais varejistas estão olhando além de seu core business para ganhar vantagens competitivas. Eles usam as inovações digitais para conectar as operações físicas e online, desenvolvendo um entendimento estratégico das informações de venda. Encontrando assim,as necessidades e desejos dos clientes cada vez melhor e mais rápido.

Vestuário:  lojas tradicionais expandem, e-commerce inova

O grande sucesso de marcas de vestuário pode ser atribuído a sua enorme escala junto aos seus atributos de marca únicos e suas estratégias. Além da grande presença, marcas líderes conseguem habilmente manter-se no topo das tendências, alimentando o apetite dos consumidores nas mídias sociais. Players que operam somente online estão cada vez mais criando interações físicas com seus clientes, como lojas pop up, showrooms e quiosques, aumentando assim sua relação com o consumidor.

Na América Latina, a marca brasileira Hering (#13) tem mais de 130 anos no mercado e criou sua identidade com o povo brasileiro, se reinventando constantemente. Porém, nunca perdeu sua identidade de conforto, acessibilidade e qualidade. Hoje, com o seu valor percebido maior, tem planos de aumentar o preço médio dos seus produtos, com a ampliação da oferta de peças com preços mais elevados. Mas sempre mantendo a boa relação custo-benefício. O modelo de franquias não a impede de manter sua consistência – as lojas apresentam um universo visual bem definido, alinhado com o e-commerce e com toda a comunicação da marca – simples e objetiva, sempre criando percepções claras e alto grau de entendimento. A Arezzo é a maior marca de calçados femininos da América Latina e continuou sua expansão ao longo de 2013 investindo em novas lojas e criando presença nas redes sociais. Atestando sua reputação online, a Arezzo tem 1.3 milhões de fans no Facebook e ficou em 4º lugar no indexSocial 2013, ranking focado em engajamento nas redes sociais.

Eletrônicos: A batalha por market share muda para o e-commerce

A maioria das marcas de consumo de eletrônicos caiu em relação ao valor de marca esse ano. Os varejistas por todo o mundo enfrentaram um ambiente de feroz competição; os principais desafios incluem a diminuição da lealdade dos clientes e encolhimento das margens de lucro. Visando quebrar as barreiras entre lojas físicas e lojas onlines, as marcas líderes estão focando seus esforços nas suas estratégias omnichannel.

Após abandonar a estratégia de comunicação focada em descontos “Tudo pelo menor preço” em 2010, o varejista de eletrodomésticos Ponto Frio está construíndo uma estratégia premium. O posicionamento ainda está evoluindo, porém, a marca está focada no crescimento da classe media e em classes mais altas com uma identidade visual mais fresca e um novo slogan: “Viva a inovação”. Apesar do bom trabalho realizado nas redes sociais, o novo posicionamento ainda está em processo de consolidação. As ações para sua construção ainda estão no começo, como revisão do portfólio, inauguração de lojas-conceito e desenvolvimento de novas campanhas.

Supermercados: Concorrência acirrada, fragmentação e desafios de formato

Os varejistas de supermercado estão se reinventando de acordo com o desejo de compras dos consumidores. As mudanças incluem tecnologia para celular, entregas em casa, as diferenças de renda dos consumidores e a estratégica necessidade de ter um e-commerce.

O valor da marca Pão de Açúcar se deve a habilidade de entregar “Felicidade”. Assim, preenche uma posição premium, o que justifica um preço médio maior do que grandes cadeias de supermercados. Disposto a adotar modelos de varejo que nunca foram testados no mercado brasileiro, a expansão do Pão de Açúcar delivery, o lançamento do modelo de drive thru e sua loja virtual demonstram o compromisso do Pão de Açúcar com inovação.

Hipermercados: Lojas online e caixas menores

Os consumidores adoram grandiosidade, preços baixos todos os dias e lojas cheias de produtos e bens de consumo. Mas os comportamentos estão mudando. Os grandes varejistas precisam lutar cada vez mais para atrair os consumidores de baixa renda que construíram as maiores marcas de varejo do mundo. O Walmart enfrenta os mesmos desafios em todo o mundo: concorrência de preço com marcas de e-commerce – particularmente a Amazon – e a crescente popularidade de lojas da categoria de conveniência – como as Lojas Americanas. A gigante do varejo sofreu internacionalmente. Fechou lojas no Brasil e na China e está restruturando sua estratégia na Índia. Com um novo CEO Global para trazer o negócio de volta aos trilhos, o Walmart também está investindo em compras por celular e e-commerce.

O Extra continua sendo a marca mais forte do Grupo Pão de Açúcar, representando aproximadamente 33% da receita do grupo. O posicionamento “Por uma vida mais família”, lançado em 2011, continua a ser expressado em todos os pontos de contato da marca, da TV à internet. Como o Extra enfrenta grande competição de marcas em sua categoria que enfatizam preços e promoções, o desafio é se diferenciar por uma abordagem mais emocional. No espaço digital, a presença da marca está se tornando mais forte. Em um recente movimento, o portal Extra.com evoluiu de um site padrão de varejo para um shopping virtual, comparável ao Amazon.com. A marca também expandiu o minimercado Extra nos bairros, suprindo a demanda por lojas e criando grande proximidade com os consumidores.

 

 

Comércio gaúcho avalia potencial de turismo dos visitantes durante a Copa

15 de janeiro de 2014 0

O comércio gaúcho tem mais motivos para comemorar com as seleções sorteadas para jogar em Porto Alegre durante a Copa do Mundo de 2014. De forma geral, os países que virão à Capital serão um excelente atrativo para o turismo e comércio do Rio Grande do Sul. Torcedores da Argentina serão os mais numerosos, pela proximidade e pela paixão pelo futebol, tão intensa como a brasileira. Isso pode significar milhares de turistas, de acordo com a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS.

- Acreditamos que o número de visitantes argentinos pode chegar a cerca de 40 mil, especialmente chegando pela via rodoviária, dispostos a torcer pela sua seleção e consumir – ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Um fator que facilita as vendas para o púbico argentino é que alguns de seus principais hábitos de consumo são muito similares aos gaúchos. A erva-mate e a carne bovina fazem parte do dia-a-dia do país vizinho.

As seleções europeias, França e Holanda, deverão enviar ao Rio Grande do Sul pelo menos 8 mil visitantes. Além de alimentação e hotelaria de ticket mais elevado, esse grupo de turistas tenderá a consumir mais artigos de vestuário, calçados e artigos de uso pessoal. O turismo cultural também deverá ser bastante requisitado por esses torcedores.

Argélia e Nigéria estão estreitamente ligadas à cultura árabe e tem a tradição de forte religiosidade. Os negócios que conseguirem aliar essa questão ao lazer associado à Copa do Mundo terão boas oportunidades, especialmente na hotelaria e alimentação.

- Com esses visitantes, os comerciantes precisam estar atentos às diferenças culturais. É importante, por exemplo, não colocar produtos suínos, que eles não consomem, próximos a outras carnes e lembrar que bebidas alcoólicas são proibidas para a maioria dos islâmicos – conclui Vitor.

A única seleção que não foi positiva no sorteio das chaves da Copa do Mundo é a seleção de Honduras. Na avaliação da entidade, este país não deve somar um contingente de turistas relevante para Porto Alegre. Sobre a Austrália, Koch afirma que o maior potencial de consumo deva ser a moda praia e artigos para esportes marítimos, como o surf.

- A tendência é que o turismo de australianos fique limitado a poucos milhares de visitantes, já que o futebol não é dos esportes mais populares naquele continente – explica o presidente da entidade varejista.

Mercado pet deve fechar 2013 com faturamento de R$14,39 bilhões

19 de dezembro de 2013 0

No Brasil, os pet shops, lojas agrícolas e aviculturas são responsáveis por 65,3% da venda de produtos e serviços para os animais de estimação. O Estudo Pet Brasil, da GS&MD – Gouvêa de Souza, estima que este mercado feche o ano de 2013 com um faturamento de R$ 14,39 bilhões. Dentro de uma expectativa conservadora, a consultoria prevê para 2014 R$ 15,3 bilhões e em 2015, R$ 16,2 bilhões, isso sem considerar a venda de filhotes. Neste ano, comparando o crescimento real, enquanto o varejo cresceu 4%, o mercado pet apresentou 7,5% de elevação.

Em 2012, a receita total do varejo pet correspondeu a 0,3% do PIB, contando com a venda de filhotes. No mesmo ano, a venda de produtos e serviços para cães e gatos somou R$ 14,44 bilhões, sendo R$ 13,40 bilhões somente referente aos serviços. O estudo apontou a participação de 49,3% de pet food, 14,5% de serviços veterinários, 13,1% de medicamentos veterinários, 9,1% de serviços de higiene e embelezamento, 5,2% de produtos de higiene e embelezamento, 4% snacks, 3,9% acessórios e 0,9% outros serviços.

O Estudo Pet Brasil ainda mostra o mercado Pet 2012 por canais. Pet shop com serviços veterinários representou 34,6%, super/hiper 17,2%, pet shop sem serviços veterinários 15,4%, lojas de produtos agrícolas e aviculturas 13,5%, hospitais e clínicas veterinárias 12,7%, megalojas pet 4,2%, outros 2% e e-commerce 0,4%.

A pesquisa ouviu mais de 2,7 mil pessoas em diversas cidades brasileiras, dentre elas 60% mulheres e 40% homens.

Sete dicas para quem deixou as compras para a última hora

18 de dezembro de 2013 0

Se depender do consumidor brasileiro, os corredores das lojas e dos shopping centers vão ficar lotados nesse fim de ano. Um estudo realizado pelo SPC Brasil estima que 16,5 milhões de brasileiros vão deixar para escolher os presentes na semana que antecede o Natal, motivados principalmente pelo pagamento da segunda parcela do 13º salário. De acordo com o levantamento realizado pelo SPC em todas as capitais, 54% dos entrevistados – o que corresponde a 49,5 milhões de brasileiros –, afirmaram que fariam as compras natalinas na primeira quinzena de dezembro e 18% admitiram que deixariam para comprar os presentes na última semana antes do Natal.

A pesquisa mostra ainda, que as mulheres tendem a se planejar um pouco mais do que os homens. Entre elas, 16% das mulheres entrevistadas responderam que iriam às compras somente na véspera do Natal, contra 21% da parcela masculina dos entrevistados.

Comprar de última hora é um mau negócio

Na avaliação do gerente financeiro do SPC Brasil, Flávio Borges, deixar as compras natalinas para a última hora não é uma boa opção para quem pretende gastar menos.

_ Quanto mais perto do Natal, mais caros os presentes ficam. Se o consumidor deixa para comprar em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços e, consequentemente, desembolsa mais. Sem mencionar ainda, o risco dele não encontrar o produto desejado _ explica Borges.
Confira algumas dicas para quem deixou as compras natalinas para a última hora:

1. Saia de casa tendo em mente o que pretende comprar. Estabeleça um valor máximo para gastar e seja disciplinado para não excedê-lo.

2. Procure definir faixas de preços para cada presente e priorize as compras a vista. Se o pagamento for em dinheiro, tente negociar um desconto com o lojista.

3. Fuja dos congestionamentos e da dificuldade de encontrar vagas nos estacionamentos. Avalie se não é melhor ir às compras de transporte público ou de táxi.

4. Para escapar do tumulto de shopping center, considere as lojas de rua como uma boa alternativa.

5. Se for ao shopping, procure concentrar suas compras nos horários de menos fluxo, como entre 10h e 11h ou no início da tarde, entre 14h e 15h.

6. Se for comprar pela internet, fique atento ao prazo de entrega. O atraso na entrega de encomendas é um problema que muitos consumidores enfrentam nesta época do ano.

7. Para quem não conseguiu comprar o presente desejado, uma boa ideia é aproveitar as liquidações de janeiro, quando os comerciantes apostam nos saldões e nas promoções especiais para conquistar o cliente.

Furtos no varejo aumentam até 40% no Natal

17 de dezembro de 2013 1

Na época do Natal, dezenas de consumidores ocupam os corredores do comércio e dos shopping centers. Mas receber muita gente na loja não é certeza de faturamento maior e pode se transformar em prejuízo provocado, principalmente, pelo aumento das ocorrências de furtos.

_ Nesse período do ano, os furtos aumentam entre 30% e 40%, especialmente nas seções de brinquedos, confecção e eletrônicos, porque os produtos ficam mais expostos nas prateleiras e a demanda é maior _ afirma Luiz Fernando Sambugaro, diretor de Comunicação da Gunnebo Gateway Brasil, empresa de soluções tecnológicas para a proteção eletrônica de mercadorias no varejo e uma das maiores companhias do mundo na área de segurança.

De fato, a quantidade de consumidores que circula nas lojas aumenta desproporcionalmente em relação às demais datas comemorativas. Dados da Alshop e do Ibope mostram que apenas os shopping centers receberam 472 milhões de pessoas no fim do ano passado. Para este ano, a expectativa é de que o número de compradores aumente ainda mais em todo o comércio, já que a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CDNL) e o SPC esperam que este seja o melhor Natal dos últimos dois anos.

Comércio da Capital tem horário especial nos dias 24 e 31 de dezembro

16 de dezembro de 2013 0

As lojas da Capital funcionarão nos dias 24 e 31 de dezembro até às 18h nos estabelecimentos de shoppings centers. As lojas de rua podem ficar abertas até às 19h nestas datas.

Nos demais dias da semana de Natal e de Ano Novo, o comércio poderá funcionar sem qualquer limitação. Nos dias feriados de 25 de dezembro e 1º de janeiro de 2014 as lojas não poderão atender com empregados.

Os horários são estabelecidos pela  cláusula 75ª da Convenção Coletiva de Trabalho.

Os consumidores podem ter outras informações sobre o funcionamento das lojas pelo telefone (51) 3025.8300.

Cinco dicas para organizar as compras de final de ano

10 de dezembro de 2013 0

Perto do Natal, as ofertas nas vitrines parecem sedutoras aos olhos dos consumidores. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) oferece algumas dicas simples para ajudar o consumidor a organizar o orçamento nesta fase.

A organização das despesas nem sempre é fácil, “exige disciplina e acompanhamento constante”, afirma Fábio Moraes, diretor de educação financeira da Febraban. Entretanto, existem ferramentas que podem ajudar no planejamento, como planilhas, cadernetas ou até mesmo um software.

1. Amigos secretos e eventos corporativos

Não dá para fugir destes eventos e também é fácil perder o controle diante de tantas confraternizações que ocorrem no fim do ano. Se a pessoa já está com o orçamento apertado ela tem que priorizar alguns eventos sociais.

_ Faça uma lista de todos os eventos sociais que irá participar e estipule um valor conforme sua situação _ diz o executivo.

2. Presentes das crianças

Quem tem filhos sabe que é muito difícil não presenteá-los nesta época. Se houver folga no orçamento no próximo mês você pode recorrer ao cartão de crédito e até mesmo um parcelamento, mas fique atento para que o valor caiba no seu orçamento.

_ Antes de gastar, avalie a idade da criança, pois crianças muito pequeninas ainda não tem noção do valor do dinheiro. Para elas o que vale é brincar e não importa se vai ser com um tablet ou com uma boneca de pano. O mais difícil nesta hora é lidar com as crianças maiores e também os adolescentes, que já entendem a diferença entre estes brinquedos e até fazem exigências _ avalia.

3. Ceia de Natal

O consumidor pode dividir os gastos com os familiares, estipulando os valores os alimentos que serão comprados. Outra dica é comprar com antecedência, por exemplo, produtos não perecíveis, como bebidas, enlatados e grãos. Essa atitude pode garantir alguma economia e também diminuir o estresse na ida ao supermercado nas vésperas do Natal.

4. Despesas de janeiro

Tradicionalmente, no começo do ano, há diversas despesas, como o IPVA, o IPTU, a taxa de licenciamento do veículo, despesas com o material escolar e matrículas. Como essas contas devem ser pagas logo no começo do ano, o ideal é que o consumidor já se programe para o pagamento destas despesas. Utilizar parte do 13º salário pode ser uma solução para arcar com estes gastos.

5. Parcelamentos e fatura dos cartões de crédito

É muito comum ver as pessoas se empolgarem com as compras no fim do ano. As vezes, gasta-se mais no cartão de crédito ou com compras parceladas, justamente por ser um dinheiro que não sai da conta na hora da compra. Quem vai usar essa modalidade de pagamento deve controlar o orçamento para não deixar que a fatura destas compras superem a capacidade de pagamento em janeiro.

Outlet de colchões abre na Capital

03 de dezembro de 2013 0

A Vivar Sleep Center abrirá amanhã seu primeiro Outlet na Capital. O empreendimento ficará localizado na Avenida Ipiranga, onde poderão ser encontrados colchões com preços mais baratos. O diretor da Vivar, Bruno Dias, acredita no investimento para atrair os clientes:

_ Nossos colchões já são reconhecidos no mercado gaúcho como marca de conforto, bem-estar e padrão internacional, a novidade é que alguns desses produtos estarão disponíveis em nosso Outlet por valores muito abaixo do que valem realmente.

Mais de 159 mil vagas temporárias estão disponíveis

02 de dezembro de 2013 0

A poucos dias do Natal, o comércio ainda busca profissionais para preencher vagas de trabalho temporário. De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Serviços Terceirizáveis e de Trabalho Temporário (Asserttem), a oferta é de 159 mil vagas neste fim de ano, 1,3% maior em relação ao mesmo período do ano passado.

O alerta pode ser dado aos empregadores, que tem de tomar cuidado no processo de contratação de trabalhadores temporários devido às diferenças na legislação.

_ As cláusulas para cada tipo de contrato mudam e as regras são bastante diferentes, principalmente em relação aos direitos e deveres da mão de obra _ afirma o professor dos Cursos Contmatic, Sidney dos Santos.

Consumidor vai comprar mais (e pesquisar melhor) neste Natal

28 de novembro de 2013 0

A época das festas natalinas se aproxima e traz um consumidor otimista, disposto a comprar mais e pesquisar melhor os preços. O perfil foi traçado através da pesquisa da Deloitte, que presta consultoria a diferentes setores do mercado.

Neste Natal, o brasileiro pretende pesquisar mais antes de comprar, conforme indicam 54% dos respondentes, o que revela, novamente, uma decisão mais consciente. Em média, os entrevistados apontam que deverão gastar R$ 61,85 por presente, 11% a mais do que no ano passado. Vale lembrar ainda que, na pesquisa realizada em 2012, o ticket médio pretendido por presente era de R$ 55,60, mas o gasto efetivo acabou sendo de R$ 57,59.

_ Isso não é falta de planejamento. É o perfil otimista do brasileiro, principalmente em épocas festivas. Ele estabelece um patamar de consumo inferior ao que efetivamente desembolsará, e, no momento da compra, pelo impulso emocional, acaba despendendo mais dinheiro _ analisa Saad.

O levantamento também apontou para o fato de que o brasileiro está passando por uma mudança em seus hábitos de consumo e em seu planejamento financeiro. Prova disso é que a parcela de consumidores que planejam economizar o 13º salário subiu neste ano 50% em relação ao que foi registrado na pesquisa de 2012, atingindo agora o correspondente a 36% do total dos entrevistados.

Outros 35% planejam quitar dívidas com esse recurso extra. Essa predisposição não implicará, no entanto, em redução de volume de compras e gastos natalinos, já que 59% dos consumidores pretendem gastar mais ou o mesmo do que gastou em 2012.

Cartão de crédito

Pela primeira vez em quatro anos de pesquisas da Deloitte sobre expectativas de consumo para o período de Natal, o cartão de crédito em “única parcela” e o “parcelado” foram apontados como principais meios de pagamento a serem utilizados pelos consumidores (somam 74% os que indicaram essas alternativas). Aparecem na sequência, como meios de pagamento mais utilizados, o dinheiro, com 69%, e o cartão de débito, com 49%.

E-commerce

Quanto aos canais de compras empregados, confirmou-se a tendência de crescimento do comércio eletrônico, com 64% dos respondentes afirmando que a internet será o canal mais utilizado, seguido por 61% que apontam as lojas de departamento e 56% que indicam os shoppings centers. Apesar de ser o canal online o preferido dos respondentes neste Natal, as lojas físicas deverão ser visitadas, segundo eles próprios, motivados pela experiência de compra, seja por conta do atendimento pessoal, das promoções ou do contato mais direto com o produto antes da realização da compra.

Já quando questionados sobre os motivos que os levam a realizar as compras no ambiente online, 73% dos respondentes disseram ser devido aos preços mais baixos, 53% pela praticidade, e 51% destacaram o frete grátis.