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Posts com a tag "varejo"

Lojistas de Porto Alegre acreditam em crescimento de 7% nas vendas durante a Copa do Mundo

23 de maio de 2014 0

Em levantamento feito pelo Sindilojas Porto Alegre, lojistas demonstraram boas expectativas com a realização da Copa do Mundo na Capital. Do total de consultados, 52% esperam que haja aumento de vendas durante o evento. A média de crescimento chega a 20% entre os mais otimistas. Por outro lado, um montante de 33% dos comerciantes acreditam que pode haver uma queda em cerca de 16% nas vendas, também em função do campeonato, enquanto 14% deles preveem manutenção dos patamares de negócios no período. No total, segundo os lojistas, o crescimento médio deve ficar em 7% no varejo da Capital durante a Copa do Mundo. O Sindilojas Porto Alegre, porém, acredita que os resultados podem ser mais altos.

- Acreditamos que a alta nas vendas durante o mundial possa chegar a 15%. Há um sentimento de incerteza sobre como será o resultado, mas o lojista que se preparou vai poder tirar proveito do fluxo intenso de pessoas que vão circular pela cidade – afirma o presidente da Entidade, Paulo Kruse.

A pesquisa ainda sinaliza que 57% dos lojistas de Porto Alegre espera que a Copa do Mundo altere a rotina de seus negócios, com impacto gerado pelo movimento de turistas na capital gaúcha. Outros 41% creem que o evento não deve motivar alterações nos negócios e 2% não souberam responder.

Questionados sobre ações especiais focadas no evento, 76% dos lojistas manifestaram que devem realizar promoções ou decoração motivados pelo evento na Capital. Outros 15% responderam que não pretendem seguir esta estratégia e 10% relataram que não sabem ou não definiram se realizarão alguma ação promocional. O levantamento também constatou que 37% das lojas deve permanecer em funcionamento no momento dos jogos da seleção brasileira; 32% não irá abrir os estabelecimentos e 32% dos empresários não sabe ou não definiu sobre a abertura das lojas.

Geração de emprego e qualificação

Os lojistas também foram consultados sobre adaptações na equipe de trabalho para o atendimento aos clientes durante o torneio de futebol. A maioria (88%) não pretende ampliar a equipe de funcionários para o evento, enquanto 10% responderam que pretendem contratar mão de obra para o período. Destes, 50% afirmou a intenção de recrutar trabalhadores temporários, enquanto os outros 50% afirmou que contratará colaboradores efetivos.

Além disso, 54% dos empresários afirmaram que capacitaram ou vão capacitar suas equipes para receber turistas, principalmente com cursos de idiomas. Também foram mencionados cursos de atendimento voltado ao turista. Os outros 46% dos entrevistados revelaram que não pretendem promover qualificação extra para o atendimento durante o mundial.

Lojas da Capital no clima da Copa

19 de maio de 2014 0

Com a confirmação de que o varejo funcionará nos dias de jogos, a CDL Porto Alegre inicia estratégia para estimular os lojistas a entrarem no clima e decorarem vitrines para receber o evento inédito na Capital. O material é digital e está sendo publicado nas redes sociais da entidade intercalando com as dicas que, há duas semanas estão orientando os varejistas em relação à Lei Geral da Fifa no que diz respeito à exposição de produtos e referências ao campeonato.
De acordo com levantamento da CDL POA, a projeção é de que a Copa deverá gerar um impacto entre R$ 96 milhões e R$ 101,8 milhões no comércio durante os 16 dias do evento. Incorporando serviços como hospedagem, alimentação e transporte, os valores crescem e podem atingir entre R$ 304,6 milhões e R$ 323,1 milhões.
E o Sindilojas Porto Alegre vai realizar, no dia 28, o workshop Empreendedorismo – futebol, varejo e inspiração. Com a proximidade do evento, os participantes poderão ter acesso a informações sobre decoração para seus estabelecimentos, visual merchandising e dicas de como criar um ambiente agradável e receptivo para os turistas. O workshop ainda vai abordar sobre o que é permitido quanto à utilização dos logotipos oficiais da Copa do Mundo da Fifa.

 

Apoio a novas empresas

05 de maio de 2014 0

A Wow, aceleradora de startups, está com seleção aberta para projetos que confirmem potencial de crescimento e inovação. São cinco vagas para startups que receberão de R$ 50 mil a R$ 150 mil cada uma, podendo obter também aportes futuros.
As empresas interessadas em participar podem se inscrever até o dia 15 de junho de 2014, no www.wow.ac. Desde o início do ano passado, já foram realizadas duas seleções e escolhidas sete empresas. Com capital de R$ 3,5 milhões, a previsão é contar com até 20 startups ao longo de dois anos.
Além do aporte financeiro, a aceleradora, que conta com 57 investidores, garante ainda infraestrutura, capacitação, mentoria e networking para as empresas aceleradas. Entre os mercados alvo estão: agronegócio, biotecnologia e saúde, energia e eficiência, internet, mobile, B2B, óleo e gás, tecnologias para varejo.

Iguatemi Porto Alegre promove terceira edição da Quarta-feira de Estilo

16 de abril de 2014 0

O Iguatemi Porto Alegre realiza hoje a terceira edição da Quarta-feira de Estilo. Com descontos que chegam a 70%, a ação envolverá as lojas de vários segmentos do shopping e os estacionamentos estarão com 50% de desconto.

Além disso, a primeira sessão da tarde do cinema sairá por R$ 9. A 3D, por e R$12,50. Os clientes que chegarem a partir das 17h30 no Iguatemi serão recebidos com espumante em diversos pontos.

 

Conheça as top 20 marcas de varejo da América Latina

09 de abril de 2014 0

A Interbrand, consultoria de marca líder no mundo, responsável pelo ranking Best Global Brands e Marcas Brasileiras Mais Valiosas lança o 4º relatório global dedicado ao setor de varejo. O relatório Best Retail Brands lista as top 20 marcas de varejo da América Latina, as top 50 marcas de varejo da Europa, as top 30 marcas de varejo da Ásia-Pacífico e as top 50 marcas de varejo da América do Norte, de acordo com o seu valor de marca.

O Walmart é a marca de varejo mais valiosa entre todas as quatro regiões, com o valor de marca de USD$131,877 bilhões. As marcas abaixo estão no topo do ranking em cada uma das regiões:

Natura – USD $3,156 billhões (América Latina)
H&M – USD $18,168 bilhões (Europa)
Walmart – USD131,877 bilhões (América do Norte)
Woolworths – USD $4,948 bilhões (Ásia-Pacifico)

- Olhando especificamente para a América Latina, a indústria do varejo tem visto mudanças relevantes pelo aumento do consumo da crescente classe média. Apesar do cenário econômico incerto, da desvalorização cambial e de um cenário político e social instável, as marcas de varejo da América Latina se mantiveram relevantes – analisa André Matias, diretor de estratégia da Interbrand Brasil.

De compras pelo celular a provadores de roupa virtuais, as marcas de varejo mais valiosas do mundo estão recriando a jornada do consumidor através de um olhar digital. Este estudo também indica que os principais varejistas estão olhando além de seu core business para ganhar vantagens competitivas. Eles usam as inovações digitais para conectar as operações físicas e online, desenvolvendo um entendimento estratégico das informações de venda. Encontrando assim,as necessidades e desejos dos clientes cada vez melhor e mais rápido.

Vestuário:  lojas tradicionais expandem, e-commerce inova

O grande sucesso de marcas de vestuário pode ser atribuído a sua enorme escala junto aos seus atributos de marca únicos e suas estratégias. Além da grande presença, marcas líderes conseguem habilmente manter-se no topo das tendências, alimentando o apetite dos consumidores nas mídias sociais. Players que operam somente online estão cada vez mais criando interações físicas com seus clientes, como lojas pop up, showrooms e quiosques, aumentando assim sua relação com o consumidor.

Na América Latina, a marca brasileira Hering (#13) tem mais de 130 anos no mercado e criou sua identidade com o povo brasileiro, se reinventando constantemente. Porém, nunca perdeu sua identidade de conforto, acessibilidade e qualidade. Hoje, com o seu valor percebido maior, tem planos de aumentar o preço médio dos seus produtos, com a ampliação da oferta de peças com preços mais elevados. Mas sempre mantendo a boa relação custo-benefício. O modelo de franquias não a impede de manter sua consistência – as lojas apresentam um universo visual bem definido, alinhado com o e-commerce e com toda a comunicação da marca – simples e objetiva, sempre criando percepções claras e alto grau de entendimento. A Arezzo é a maior marca de calçados femininos da América Latina e continuou sua expansão ao longo de 2013 investindo em novas lojas e criando presença nas redes sociais. Atestando sua reputação online, a Arezzo tem 1.3 milhões de fans no Facebook e ficou em 4º lugar no indexSocial 2013, ranking focado em engajamento nas redes sociais.

Eletrônicos: A batalha por market share muda para o e-commerce

A maioria das marcas de consumo de eletrônicos caiu em relação ao valor de marca esse ano. Os varejistas por todo o mundo enfrentaram um ambiente de feroz competição; os principais desafios incluem a diminuição da lealdade dos clientes e encolhimento das margens de lucro. Visando quebrar as barreiras entre lojas físicas e lojas onlines, as marcas líderes estão focando seus esforços nas suas estratégias omnichannel.

Após abandonar a estratégia de comunicação focada em descontos “Tudo pelo menor preço” em 2010, o varejista de eletrodomésticos Ponto Frio está construíndo uma estratégia premium. O posicionamento ainda está evoluindo, porém, a marca está focada no crescimento da classe media e em classes mais altas com uma identidade visual mais fresca e um novo slogan: “Viva a inovação”. Apesar do bom trabalho realizado nas redes sociais, o novo posicionamento ainda está em processo de consolidação. As ações para sua construção ainda estão no começo, como revisão do portfólio, inauguração de lojas-conceito e desenvolvimento de novas campanhas.

Supermercados: Concorrência acirrada, fragmentação e desafios de formato

Os varejistas de supermercado estão se reinventando de acordo com o desejo de compras dos consumidores. As mudanças incluem tecnologia para celular, entregas em casa, as diferenças de renda dos consumidores e a estratégica necessidade de ter um e-commerce.

O valor da marca Pão de Açúcar se deve a habilidade de entregar “Felicidade”. Assim, preenche uma posição premium, o que justifica um preço médio maior do que grandes cadeias de supermercados. Disposto a adotar modelos de varejo que nunca foram testados no mercado brasileiro, a expansão do Pão de Açúcar delivery, o lançamento do modelo de drive thru e sua loja virtual demonstram o compromisso do Pão de Açúcar com inovação.

Hipermercados: Lojas online e caixas menores

Os consumidores adoram grandiosidade, preços baixos todos os dias e lojas cheias de produtos e bens de consumo. Mas os comportamentos estão mudando. Os grandes varejistas precisam lutar cada vez mais para atrair os consumidores de baixa renda que construíram as maiores marcas de varejo do mundo. O Walmart enfrenta os mesmos desafios em todo o mundo: concorrência de preço com marcas de e-commerce – particularmente a Amazon – e a crescente popularidade de lojas da categoria de conveniência – como as Lojas Americanas. A gigante do varejo sofreu internacionalmente. Fechou lojas no Brasil e na China e está restruturando sua estratégia na Índia. Com um novo CEO Global para trazer o negócio de volta aos trilhos, o Walmart também está investindo em compras por celular e e-commerce.

O Extra continua sendo a marca mais forte do Grupo Pão de Açúcar, representando aproximadamente 33% da receita do grupo. O posicionamento “Por uma vida mais família”, lançado em 2011, continua a ser expressado em todos os pontos de contato da marca, da TV à internet. Como o Extra enfrenta grande competição de marcas em sua categoria que enfatizam preços e promoções, o desafio é se diferenciar por uma abordagem mais emocional. No espaço digital, a presença da marca está se tornando mais forte. Em um recente movimento, o portal Extra.com evoluiu de um site padrão de varejo para um shopping virtual, comparável ao Amazon.com. A marca também expandiu o minimercado Extra nos bairros, suprindo a demanda por lojas e criando grande proximidade com os consumidores.

 

 

Comércio gaúcho avalia potencial de turismo dos visitantes durante a Copa

15 de janeiro de 2014 0

O comércio gaúcho tem mais motivos para comemorar com as seleções sorteadas para jogar em Porto Alegre durante a Copa do Mundo de 2014. De forma geral, os países que virão à Capital serão um excelente atrativo para o turismo e comércio do Rio Grande do Sul. Torcedores da Argentina serão os mais numerosos, pela proximidade e pela paixão pelo futebol, tão intensa como a brasileira. Isso pode significar milhares de turistas, de acordo com a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Rio Grande do Sul – FCDL-RS.

- Acreditamos que o número de visitantes argentinos pode chegar a cerca de 40 mil, especialmente chegando pela via rodoviária, dispostos a torcer pela sua seleção e consumir – ressalta o presidente da FCDL-RS, Vitor Augusto Koch.

Um fator que facilita as vendas para o púbico argentino é que alguns de seus principais hábitos de consumo são muito similares aos gaúchos. A erva-mate e a carne bovina fazem parte do dia-a-dia do país vizinho.

As seleções europeias, França e Holanda, deverão enviar ao Rio Grande do Sul pelo menos 8 mil visitantes. Além de alimentação e hotelaria de ticket mais elevado, esse grupo de turistas tenderá a consumir mais artigos de vestuário, calçados e artigos de uso pessoal. O turismo cultural também deverá ser bastante requisitado por esses torcedores.

Argélia e Nigéria estão estreitamente ligadas à cultura árabe e tem a tradição de forte religiosidade. Os negócios que conseguirem aliar essa questão ao lazer associado à Copa do Mundo terão boas oportunidades, especialmente na hotelaria e alimentação.

- Com esses visitantes, os comerciantes precisam estar atentos às diferenças culturais. É importante, por exemplo, não colocar produtos suínos, que eles não consomem, próximos a outras carnes e lembrar que bebidas alcoólicas são proibidas para a maioria dos islâmicos – conclui Vitor.

A única seleção que não foi positiva no sorteio das chaves da Copa do Mundo é a seleção de Honduras. Na avaliação da entidade, este país não deve somar um contingente de turistas relevante para Porto Alegre. Sobre a Austrália, Koch afirma que o maior potencial de consumo deva ser a moda praia e artigos para esportes marítimos, como o surf.

- A tendência é que o turismo de australianos fique limitado a poucos milhares de visitantes, já que o futebol não é dos esportes mais populares naquele continente – explica o presidente da entidade varejista.

Mercado pet deve fechar 2013 com faturamento de R$14,39 bilhões

19 de dezembro de 2013 0

No Brasil, os pet shops, lojas agrícolas e aviculturas são responsáveis por 65,3% da venda de produtos e serviços para os animais de estimação. O Estudo Pet Brasil, da GS&MD – Gouvêa de Souza, estima que este mercado feche o ano de 2013 com um faturamento de R$ 14,39 bilhões. Dentro de uma expectativa conservadora, a consultoria prevê para 2014 R$ 15,3 bilhões e em 2015, R$ 16,2 bilhões, isso sem considerar a venda de filhotes. Neste ano, comparando o crescimento real, enquanto o varejo cresceu 4%, o mercado pet apresentou 7,5% de elevação.

Em 2012, a receita total do varejo pet correspondeu a 0,3% do PIB, contando com a venda de filhotes. No mesmo ano, a venda de produtos e serviços para cães e gatos somou R$ 14,44 bilhões, sendo R$ 13,40 bilhões somente referente aos serviços. O estudo apontou a participação de 49,3% de pet food, 14,5% de serviços veterinários, 13,1% de medicamentos veterinários, 9,1% de serviços de higiene e embelezamento, 5,2% de produtos de higiene e embelezamento, 4% snacks, 3,9% acessórios e 0,9% outros serviços.

O Estudo Pet Brasil ainda mostra o mercado Pet 2012 por canais. Pet shop com serviços veterinários representou 34,6%, super/hiper 17,2%, pet shop sem serviços veterinários 15,4%, lojas de produtos agrícolas e aviculturas 13,5%, hospitais e clínicas veterinárias 12,7%, megalojas pet 4,2%, outros 2% e e-commerce 0,4%.

A pesquisa ouviu mais de 2,7 mil pessoas em diversas cidades brasileiras, dentre elas 60% mulheres e 40% homens.

Sete dicas para quem deixou as compras para a última hora

18 de dezembro de 2013 0

Se depender do consumidor brasileiro, os corredores das lojas e dos shopping centers vão ficar lotados nesse fim de ano. Um estudo realizado pelo SPC Brasil estima que 16,5 milhões de brasileiros vão deixar para escolher os presentes na semana que antecede o Natal, motivados principalmente pelo pagamento da segunda parcela do 13º salário. De acordo com o levantamento realizado pelo SPC em todas as capitais, 54% dos entrevistados – o que corresponde a 49,5 milhões de brasileiros –, afirmaram que fariam as compras natalinas na primeira quinzena de dezembro e 18% admitiram que deixariam para comprar os presentes na última semana antes do Natal.

A pesquisa mostra ainda, que as mulheres tendem a se planejar um pouco mais do que os homens. Entre elas, 16% das mulheres entrevistadas responderam que iriam às compras somente na véspera do Natal, contra 21% da parcela masculina dos entrevistados.

Comprar de última hora é um mau negócio

Na avaliação do gerente financeiro do SPC Brasil, Flávio Borges, deixar as compras natalinas para a última hora não é uma boa opção para quem pretende gastar menos.

_ Quanto mais perto do Natal, mais caros os presentes ficam. Se o consumidor deixa para comprar em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços e, consequentemente, desembolsa mais. Sem mencionar ainda, o risco dele não encontrar o produto desejado _ explica Borges.
Confira algumas dicas para quem deixou as compras natalinas para a última hora:

1. Saia de casa tendo em mente o que pretende comprar. Estabeleça um valor máximo para gastar e seja disciplinado para não excedê-lo.

2. Procure definir faixas de preços para cada presente e priorize as compras a vista. Se o pagamento for em dinheiro, tente negociar um desconto com o lojista.

3. Fuja dos congestionamentos e da dificuldade de encontrar vagas nos estacionamentos. Avalie se não é melhor ir às compras de transporte público ou de táxi.

4. Para escapar do tumulto de shopping center, considere as lojas de rua como uma boa alternativa.

5. Se for ao shopping, procure concentrar suas compras nos horários de menos fluxo, como entre 10h e 11h ou no início da tarde, entre 14h e 15h.

6. Se for comprar pela internet, fique atento ao prazo de entrega. O atraso na entrega de encomendas é um problema que muitos consumidores enfrentam nesta época do ano.

7. Para quem não conseguiu comprar o presente desejado, uma boa ideia é aproveitar as liquidações de janeiro, quando os comerciantes apostam nos saldões e nas promoções especiais para conquistar o cliente.

Furtos no varejo aumentam até 40% no Natal

17 de dezembro de 2013 1

Na época do Natal, dezenas de consumidores ocupam os corredores do comércio e dos shopping centers. Mas receber muita gente na loja não é certeza de faturamento maior e pode se transformar em prejuízo provocado, principalmente, pelo aumento das ocorrências de furtos.

_ Nesse período do ano, os furtos aumentam entre 30% e 40%, especialmente nas seções de brinquedos, confecção e eletrônicos, porque os produtos ficam mais expostos nas prateleiras e a demanda é maior _ afirma Luiz Fernando Sambugaro, diretor de Comunicação da Gunnebo Gateway Brasil, empresa de soluções tecnológicas para a proteção eletrônica de mercadorias no varejo e uma das maiores companhias do mundo na área de segurança.

De fato, a quantidade de consumidores que circula nas lojas aumenta desproporcionalmente em relação às demais datas comemorativas. Dados da Alshop e do Ibope mostram que apenas os shopping centers receberam 472 milhões de pessoas no fim do ano passado. Para este ano, a expectativa é de que o número de compradores aumente ainda mais em todo o comércio, já que a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CDNL) e o SPC esperam que este seja o melhor Natal dos últimos dois anos.

Comércio da Capital tem horário especial nos dias 24 e 31 de dezembro

16 de dezembro de 2013 0

As lojas da Capital funcionarão nos dias 24 e 31 de dezembro até às 18h nos estabelecimentos de shoppings centers. As lojas de rua podem ficar abertas até às 19h nestas datas.

Nos demais dias da semana de Natal e de Ano Novo, o comércio poderá funcionar sem qualquer limitação. Nos dias feriados de 25 de dezembro e 1º de janeiro de 2014 as lojas não poderão atender com empregados.

Os horários são estabelecidos pela  cláusula 75ª da Convenção Coletiva de Trabalho.

Os consumidores podem ter outras informações sobre o funcionamento das lojas pelo telefone (51) 3025.8300.