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Posts de dezembro 2008

CEUCAB/RS, UMBANDA E CULTOS AFRO-BRASILEIROS.

30 de dezembro de 2008 4

CONSELHO ESTADUAL DA UMBANDA E DOS CULTOS AFRO-BRASILEIROS DO

RIO GRANDE DO SUL

-  CEUCAB/RS  -

                  O CONSELHO ESTADUAL DA UMBANDA E DOS CULTOS AFRO-BRASILEIROS DO RIO GRANDE DO SUL – CEUCAB/RS, é entidade federativa oficial com personalidade jurídica, sucessora da UNIÃO DE UMBANDA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, fundada em 07 de junho de 1953. É composto e administrado unicamente por SACERDOTES, que são Dirigentes Espirituais das Instituições filiadas. Cada Instituição é representada por um Sacerdote. Congrega os interesses dos Sacerdotes, dos praticantes, beneficiários, freqüentadores e simpatizantes da Umbanda, das Religiões Afro-brasileiras e das Religiões de Matriz Africana. Tem em seus registros mais de 5.000 (cinco mil) casas umbandistas e africanistas freqüentadas por mais de 500 mil pessoas num universo de milhões de Afro-Umbandistas gaúchos ainda não filiados e legitimados.

                  Ao formatar esta matéria o Sacerdote Africanista e/ou Umbandista conscientizou-se das grandes lições tiradas desta oportunidade e que, na religiosidade, além de exercer o papel de “reeducador”, “formador”, “balizador” e “condutor”  de opiniões, deve  agir  sempre  em consonância  com as exigências democráticas  e republicanas. Conduta esta que nos remete à necessidade de sempre cumprir a

MISSÃO do CEUCAB/RS: levar orientação aos seus filiados e divulgar a nossa raiz religiosa  e a nossa bagagem cultural à sociedade brasileira.

O que é a UMBANDA.

                    Para o CEUCAB/RS, UMBANDA é a Religião Brasileira originária de Cultos AFRO-AMERÍNDIOS- BRASILEIROS de Louvação e Respeito aos Elementos e Seres Elementais dos Reinos da Natureza, de filosofia Ecológica, Ecumênica, Inter-religiosa, Multi-étnica, Conciliadora, e Agregadora. É MONOTEÍSTA e nascida na Filosofia e disciplinação Espírito Kardecista e baseada nos milenares princípios judaicos, cristãos e islamitas. Prega o exercício pleno de AMOR, VERDADE, FRATERNIDADE, JUSTIÇA E CARIDADE  e homenageia os Grandes Benfeitores e Grandes Datas da Humanidade. A Umbanda tem milhões de adeptos e seguidores em diversos países e não sacrifica animais em seus rituais. Alguns umbandistas são até mesmo vegetarianos.  Utiliza ervas, flores, sementes, mel, frutos, perfumes e água em seus rituais. Anunciada em 15 de novembro de 1908, no Rio de Janeiro, por ZÉLIO DE MORAES, temos agora, 

2008 – ANO DO CENTENÁRIO DA UMBANDA!

O que são as RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS e de MATRIZ AFRICANA.

Para o CEUCAB/RS, são as originárias das Religiões Africanas trazidas na bagagem cultural milenar dos nativos do continente africano, cativos ou não.  

No exercício do seu CULTO, o RITO das RELIGIÕES AFRO-BRASILEIRAS e das de MATRIZ AFRICANA prevê a sacralização e imolação na Consagração de animais que, pela filosofia Africanista, já nascem SAGRADOS. Não aceita o martírio e o maltrato de animais ou plantas e nem a dilapidação de recursos hidrominerais. Também utiliza ervas, flores, sementes, mel, frutos, perfumes e água em seus rituais. É MONOTEÍSTA – em YORUBÁ, DEUS é OLORUM. Na Filosofia Africanista algumas pedras são consagradas e veneradas, por terem VIDA em estado letárgico, perene e com faixas vibratórias específicas.

SEDE PROVISÓRIA: Rua Gen. LIMA E SILVA, 395 – 01  CEP 90 050-101

Bairro CIDADE BAIXA – Porto Alegre/RS  FONE: (51) 3224 9875 

Site em formação: www.ceucab-rs.org.br    E-mail: ceucabrs@yahoo.com.br

Clovis Alberto Oliveira de Souza

CONSELHEIRO GERAL

FONES: (51) 3211 0423 E (51) 9156 4715

Postado por Clovis Alberto Oliveira de Souza. Porto Alegre-RS

Natal

24 de dezembro de 2008 0

“É Natal,

Sempre que duas pessoas se perdoam mutuamente.

É Natal,

Sempre que alguém opta pela honestidade.

 É Natal, Sempre que nasce uma criança. É Natal,

Sempre que você mostra compreensão para com seus semelhantes.

 É Natal,

Sempre que você ajuda a alguém.

É Natal,

Sempre que você experimenta dar à sua vida um novo sentido.

É Natal, Sempre que você renova em sua vida a esperança;

É Natal,

 Sempre que você olha as outras pessoas com os olhos do coração,

E com um sorriso nos lábios semeia a fraternidade.

Sempre é Natal,

Pois, nasceu o amor, nasceu a paz!”

 

Nesta época do ano sentimos a forte presença do Emanuel, Deus Conosco, iluminando nossas vidas e renovando todas as coisas! Este é também o tempo de renovarmos nossos laços com Deus e de rendermos graças pelo nascimento de nosso Redentor, o Cristo.

Vamos neste santo Natal lembrar antes de tudo do aniversariante. Que juntamente com os pastores e os magos sejamos capazes de adorar ao nosso rei messias, que como José e Maria sejamos capazes de acolhe-lo e amá-lo; e que na noite de Natal nossos lares se tornem o lar de Deus.

Feliz Natal!

Postado por Revda. Marinez Rosa dos Santos Bassotto

Resgatando o Paraíso

18 de dezembro de 2008 1

O espírito gerado pelas festas de final de ano, remete-nos dentro de uma atmosfera de paraíso.

Conforme o livro de Gênesis, o paraíso era aquele local ideal para viver, não temos registros de brigas, doenças, assassinatos e discussões.

Vejam o que acontece no mês de dezembro até o reveillon, a simpatia brota pelas ruas, nos cumprimentamos, somos amáveis, tentamos não brigar, temos mais tempo para a família e os amigos.

Parece inacreditável, mas as pessoas baixam menos no hospital, e o astral da cidade é outro.

Meu grande desejo é que o clima festivo de dezembro nos acompanhe o ano todo.

A luz brilha e é a grande protagonista nesta época do ano.

Como judeu aprecio muito ver as famílias cristãs  preparando-se para o Natal, as árvores, os presentes e o jantar.

A espiritualidade faz bem, e neste ponto ninguém pode discutir.

Deixamos o material de lado e colocamos a espiritualidade acima de tudo.

Esta é a grande conquista das festas.

Na tradição judaica não comemoramos o Natal, mas temos uma festividade que ás vezes coincide com o Natal.

A festividade chama-se Chánuka, significa inauguração. Nos judeus lembramos o milagre acontecido no Grande Tempo de Jerusalém nos tempos dos Macabeus.

Um candelabro de nove braços é acesso do lado das janelas nos lares judaicos para lembrar o milagre acontecido.

Detalhe: o candelabro se coloca junto à janela para compartilhar a luz com os nossos semelhantes.

Quando os Macabeus retomaram o templo após este ter sido profanado pelos Seléucidas encontraram só um recipiente com óleo sagrado que iria manter o fogo acesso por um dia.

E por milagre esse óleo acabou durando oito dias.

Que as luzes de Natal e Chánuka se unam para iluminar um mundo melhor.

Boas e abençoadas festas para todos!

 

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Mais próximos da Terra Santa

17 de dezembro de 2008 0

A empresa aérea israelense El Al, garante que a partir de abril do ano 2009,oferecerá três vôos semanais, que partirão de São Paulo para Tel Aviv.

Acho uma ótima noticia que irá beneficiar a minhares de pessoas, especialmente de peregrinos e público em geral.

Visitei Israel alguns anos atrás e tenho na minha lembrança, longas viagens via Europa.

Aproximadamente a viagem levava entre 22 e 24 horas saindo desde Porto Alegre. Acho que o tempo da viagem vai cair pela metade.

Agora teremos uma ótima oportunidade de sentir-mos mais próximos da Terra Santa.

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Dicionário Brasileiro de Teologia

15 de dezembro de 2008 1

Na próxima quinta-feira, 18 de dezembro, será lançado o Dicionário Brasileiro de Teologia, obra do Professor Nelson Kilpp.

O lançamento acontecerá no Seminário Concordia de Sao Leopoldo, Rio Grande do Sul, às 11 horas, no contexto do Simpósio ASTE 2008, Leitura e ensino da Bíblia no Brasil.

Este projeto durou dez anos até chegar ao resultado final.

Caro Prof. Nelson Kilpp, está de parabéns, após receber a obra iréi comentar com os leitores do Blog.

Fico grato pelo convite que me fez alguns anos atrás para participar deste projeto.

Nao tenho dúvida que será um grande aporte para todos.

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

NO DÉCIMO SÉTIMO MÊS

14 de dezembro de 2008 1

 Estivemos ontem à noite (13/12/08) no Hotel Embaixador no Encontro com os parentes das vítimas do acidente da TAM. Era a segunda vez que nos encontrávamos; a primeira fora no Parcão em 17 de maio de 2008. Na tarde ensolarada de maio, sentimos no ar a revolta pelo acontecimento, a insatisfação e a premente necessidade de externar as emoções que se mostravam no olhar, na lágrima, na palavra. E nos indagamos se aquela atitude estaria sendo a mais agradável aos que haviam partido. Ou a revolta, a dor expressa, humana e compreensível, seria motivo de renovado sofrimento aos que haviam partido, e, assim relembrados, eram forçados a repetir os dolorosos momentos de final de sua jornada.

Ontem à tardinha, início da noite, estivemos junto aos que se encontraram para um momento de oração. Enorme foi a surpresa ao constatarmos a leveza do ambiente e o amadurecimento do grupo em si. As pessoas se reencontram, e trazem a cada encontro um tema a ser meditado.

O tema de ontem era A REENCARNAÇÃO. Lembramos a mensagem de um espírito transcrita no Capítulo XI de O Evangelho Segundo o Espiritismo, que fala sobre A Lei do Amor. Nela vemos que o amor em sua origem é só instinto; mais avançado é sensação, e depurado é sentimento, e o ponto delicado deste sentimento é o amor. O amor se torna imortal pela reencarnação, e esta palavra pertence ao alfabeto divino.

Mas o amor não nasce feito: ele necessita cuidados. As rosas, tão belas e que ornam os encontros, são belas por cuidadas.

A sensação do ambiente, as vibrações, já não traziam a revolta, mas estavam em busca de compreensão. Esta procura unia a todos. Todos estavam irmanados na procura do entendimento, do porque. Irmanados fraternalmente, formando uma família. Não mais eram pessoas que se encontravam sem ver nas portas e pelos corredores de aeroportos, mas seres humanos que se olhavam, se viam, se sentiam, compartilhavam sentimentos e afetos. A família é uma sociedade de afetos.

E os queridos que estavam sendo lembrados sentiam que poderiam continuar sua missão, aqui cumprida, com um sorriso, e levemente ouviam o etéreo e as canções de amor que os corações lhes entoavam. Agradeciam a oportunidade de terem convivido com pessoas tão especiais como as que ali se encontravam, a quem haviam escolhido como mães, pais, filhos, parentes. Voltarão trazendo a alegria de continuar a missão que se propuseram, sem a prisão da revolta dos que ficaram, mas com a compreensão do progresso a cada encarnação, a cada existência, na imortalidade de espírito.

Que o Natal, nascimento de Jesus anunciado pelos Mensageiros Divinos: “Glória a Deus nas Alturas, paz na terra, e boa vontade aos homens”, esteja em cada coração, e que continue a ser cultivado nesta família o amor que se formou da fraternidade pura que vive entre os que ficaram.

Postado por CristinaCanovasdeMoura

É tempo de festas

14 de dezembro de 2008 1

O nosso amigo João Felício escreveu uma mensagem muito bonita que transcrevo:

 

É TEMPO DE FESTAS. COMO COMEMORAR?


Final de ano: luzes, enfeites, pacotes, comida, bebida, abraços, fogos de artifício!

Todo ano é assim, mas ao mesmo tempo, solidão, fome, vazio, espera sem fim.

Ruas cheias, gente indo e vindo, pensamentos enredados. São as festas de Natal e Ano Novo que estão chegando!

E o que vamos comemorar?

Por que tantos presentes, tantas trocas, tanto movimento na época em que se comemora o nascimento de Jesus?

O Natal é mais que uma tradição oriunda do processo histórico. É, isto sim, um proposta de reflexão ousada, para nortear nossa caminhada na Terra.

Certamente, Jesus nascerá novamente no coração dos homens quando despertarmos a consciência para edificarmos a harmonia em nossas vidas, justamente pela ação do bem em suas múltiplas formas. Pensando e agindo retamente. Quando nos propusermos o desafio do Bem enquanto filosofia de vida, estaremos restaurando o sentindo original do Natal.

Não meramente como uma tradição comercial, mas como uma mensagem de vida, esperança e solidariedade.

Na verdade, por não vivermos exatamente os ensinos de Jesus é que desvirtuamos sua mensagem e preferimos as trocas mútuas, as doações momentâneas, para compensarmos o esquecimento de nossos deveres.

Não bastasse a frieza e a fragilidade de nossos votos aos nossos semelhantes, enfrentamos ainda os excessos, seja de comida, de álcool ou de regalos que nada têm a ver com o verdadeiro espírito de Natal, que significa nascimento de Jesus em nossos corações, o nascimento da esperança, esperança esta que nos trará a renovação na maneira de vermos o mundo, de avaliarmos as oportunidades que cada dia nos proporciona.

Natal, portanto, significa recomeço pois, com a mensagem de Jesus em nossos corações, podemos acolher o próximo que cruza o nosso caminho, muitas vezes tremendamente necessitado de afeto ou de pão. Podemos perdoar. Podemos amar sem exigir.

Com estes conceitos, evidentemente, nossa comemoração de Natal passa a ter outro sentido, onde se valoriza mais o abraço fraterno, sentido; os votos de “Muita Paz” são ditos com voz forte, convicta, transmitindo o real desejo de que a PAZ em cada coração seja MUITA, por longo tempo! Os presentes distribuídos, independentemente de seu valor econômico, devem traduzir apenas o gesto de dar, sem esperar retribuição, sem desejar que o outro lhe “presenteie” também, de preferência, com algo melhor…

Muitas atitudes cristãs podem ser realizadas nesta época, se não temos o hábito de fazer algo pelos outros durante o ano todo. Por exemplo, visitar algum orfanato ou asilo de idosos, onde certamente muitos deserdados não terão a quem abraçar, pelo menos. Outra possibilidade: engajar-nos em alguma campanha em favor do próximo, mas não apenas depositando o “quilo” disponível para matar a fome por um dia. O engajar-nos é fazer algo por alguém, efetivamente, por obra de nossas próprias ações.

Ou quem sabe, proporcionar a alguém um minuto de alegria, fazendo-lhe uma visita, doando um pouco do seu tempo para ouvir os lamentos alheios ou, simplesmente, dando uma oportunidade de trabalho a alguém, para que mãos desocupadas possam ganhar dignamente o seu pão, ou seu “panetone”.

As bebedeiras usuais das festas pagãs e frívolas nada têm a ver com o Natal! Muito menos a comilança sem fim, enquanto tantos continuam famintos.

O Natal e o Ano Novo são comemorações a que todos os homens, independente de suas convicções políticas ou religiosas, estão sujeitos, pois o calendário humano as integrou na vida de cada um. Entretanto, o modo de fazer tal comemoração depende de cada um de nós.

Por essas razões, o espírita consciente deve saber exatamente o que está comemorando nesses dias de festas de final de ano.

Ao comemorar o Natal, sem dúvida, sua postura será a da compenetração, da observância, do verdadeiro sentido do Natal, propondo-se uma renovação íntima.

Enviará, aos seus semelhantes, mensagens positivas, de fortalecimento, de construção.

Ouvirá as doces músicas que embalam as festas natalinas, músicas estas que evocam sentimentos de fraternidade e de aproximação.

Fará sua festa com seus familiares e amigos, sem esquecer o momentos do agradecimento a Deus pela mensagem consoladora que Jesus trouxe aos homens e pela compreensão que o Espiritismo nos dá com relação ao advento do Natal.

O Natal não é apenas uma festa no coração e no lar. É também a reafirmação da nossa atitude cristã perante a vida.

O Natal não significa somente o nascimento de Jesus, em um dia específico, mas também o nascimento do Cristo na consciência do homem integral, em qualquer hora, em qualquer dia.

Que lugar ocupa Jesus, em nossos corações, onde está Jesus neste Natal. Ele nos prepara o lugar. E que lugar lhe damos em nossas vidas.

Ter espírito do natal quer dizer dar e doar-se.


Natal!… o mundo é todo um lar festivo!…

Claros guizos no ar vibram em bando…

E Jesus continua procurando.

A humilde manjedoura do amor vivo.

Natal! Eis a divina redenção!…

Regozija-te e canta, renovado,

Mas não negues ao mestre desprezado

A Estalagem do próprio coração.”

Postado por CristinaCanovasdeMoura

Catedral anglicana volta às suas formas originais

12 de dezembro de 2008 1

Celebração especial marcará a reabertura do templo neste domingo

 

Domingo será um dia histórico para a comunidade da Catedral da Santíssima Trindade, sede da Igreja Episcopal Anglicana no Brasil, no centro de Porto Alegre. Depois de 11 meses em obras, a fachada, a cobertura e parte da estrutura do templo – fechado desde março – recuperaram as feições originais e serão apresentadas à população em uma celebração especial.

A recuperação, segundo a reverenda e deã da Catedral, Marinez Rosa dos Santos Bassotto, foi viabilizada pelo Programa Monumenta, do Ministério da Cultura, em parceria com a prefeitura e a Igreja Anglicana. Ao todo, foram investidos R$ 264 mil nos trabalhos de restauração.

Localizada na Rua dos Andradas, em pleno coração da Capital, a edificação inaugurada em 1903 foi concebida pelo engenheiro Rudolph Ahrons e, desde 1981, é tombada pelo Patrimônio Histórico Municipal. Para recuperar as formas originais do templo, uma equipe de especialistas estudou em detalhes a história e as características do prédio, marcado por elementos arquitetônicos neogóticos.

Para reproduzir a textura do reboco original foi usada argamassa à base de cal e areia, sem cimento. A busca pela cor inicial da fachada – coberta por oito camadas de tinta – também exigiu um trabalho minucioso. Os arcos de madeira aparente que compunham a nave principal estavam corroídos por cupins e danificados pelo tempo. Por conta da situação delicada, tiveram de ser substituídos em parte.

– Foi um trabalho gratificante. Agora, nossa meta é ajudar a comunidade a conseguir novo financiamento para revitalizar a parte interna em 2009, o que inclui pinturas, vitrais e o retábulo – conta a arquiteta Simone Pretto Ruschel, uma das autoras do projeto, com as colegas Catia Ceccarelli, Letícia Coelho e Larissa Gransotto.

Enquanto isso não acontece, a reverenda Marinez e os cerca de 400 membros da paróquia se preparam para a celebração de domingo – que deverá contar com a presença de autoridades políticas e eclesiásticas, entre elas o bispo diocesano da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, dom Orlando Santos de Oliveira. A partir das 10h, segundo a deã, os festejos começarão com uma cerimônia de reconsagração do templo, seguida da apresentação de todas as etapas da restauração e, por fim, da entrega oficial das obras.

Programe-se
O que: reinauguração da Catedral da Santíssima Trindade
Quando: domingo
Onde: na Catedral, Rua dos Andradas, 880, centro de Porto Alegre
Horário: a partir das 10h

 

Fonte: ZH 12/12/08

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Perdão, a visão da Igreja Católica, última parte

10 de dezembro de 2008 0

Compartilhamos a última parte do interessante trabalho do Pe. Aldo Aldenor Alves de Lima.

A temática do Perdão foi abordada pela Comissão Nacional do Diálogo Católico Judaico reunida em São Paulo, no dia 7 de novembro.

 

Prática do perdão

            O Catecismo da Igreja ( ed. 1993) ensina que: §1446 – “Cristo instituiu o sacramento da Penitência para todos os membros pecadores de sua Igreja, antes de tudo para aqueles que, depois do Batismo, cometeram pecado grave e com isso perderam a graça batismal e feriram a comunhão eclesial. É a eles que o sacramento da Penitência oferece uma nova possibilidade de converter-se e de recobrar a graça da justificação.

            Só Deus perdoa os pecados. Por ser o Filho de Deus, Jesus diz de se  mesmo: O Filho do Homem  tem poder de perdoar pecados na terra ( Mc2,10) e exerce poder divino; “ teus pecados estão perdoados” ( Mc 2,5) mais ainda: em virtude de sua autoridade divina, transmite esse poder aos homens ( Jo 20, 21-23) para que o exerçam em seu nome. ( CIC 1441)

            Não há pecado algum, por mais grave que seja, que a Santa Igreja não possa perdoar. “não existe ninguém, por mau ou culpado que seja, que não deva esperar com segurança seu perdão, desde que seu arrependimento seja sincero . Cristo que morreu por todos os homens, quer que, em sua Igreja, as portas do perdão estejam sempre abertas a todo aquele que recua do pecado”. ( CIC) 1473

            Se na Igreja não existisse a remissão dos pecados não existiria nenhuma esperança, nenhuma perspectiva de uma vida eterna e de uma libertação eterna.

      Pela vontade de Cristo, a Igreja possui o poder de perdoar os pecados dos batizados e o exerce por meio dos bispos e dos presbíteros de maneira habitual no sacramento da penitência. ( CIC 983)

Na remissão dos pecados, os presbíteros e os sacramentos são meros instrumentos dos quais            nosso Senhor Jesus Cristo, único autor e dispensador de nossa Salvação, se apraz em servir para           apagar nossas iniqüidades e dar-nos a graça da justificação 86).

 

            Como recebemos o perdão?

 

Assim como é vária e múltipla a ferida do pecado na vida dos indivíduos e da comunidade, assim também é diverso o remédio que nos é proporcionado pela penitência. Pois os que pelo pecado grave se apartaram da comunhão com a caridade de Deus são reconduzidos pelo sacramento da penitência à vida cotidiana, adquirem forças pela celebração freqüente da penitência, para alcançar a plena liberdade dos filhos de Deus. 

            O Sacramento da Penitência e suas partes: 

            Contrição – Confissão – Satisfação –Absolvição ( ritual da penitência)

Exame de consciência – Arrependimento – Acusação dos pecados – Absolvição – Satisfação ((José Bortolini)

 

Contrição – não basta perceber que às vezes a gente foi um fugitivo diante de Deus; um acusador dos irmãos; uma imagem desfigurada do pai. É necessário o arrependimento: “Oxalá ouvísseis hoje a sua voz. Não endureçais os vossos corações” ( Sl 94). É o arrependimento que nos motiva à confissão. Ele está ligado à conversão: É preciso mudar a orientação da nossa vida; é preciso melhorar, ser mais santo, mais puro, mais justo. Sem arrependimento não existe confissão. E sem propósito de melhorar, o perdão de Deus não realiza sua ação.

Confissão – A confissão exige do penitente a vontade de abrir seu coração ao ministro de Deus; e da parte deste, um julgamento espiritual pelo qual, agindo em nome de Cristo, pronuncia, em virtude do poder das chaves, a senteça da remissão ou da retenção dos pecados.

Satisfação -  A verdadeira conversão se completa pela satisfação das culpas, pela mudança de vida e pela reparação do dano causado. As obras e a medida da satisfação devem adaptar-se a cada penitente para que cada um restaure a ordem que lesou e possa curar-se com o remédio adequado. É necessário, por conseguinte, que a satisfação imposta seja realmente remédio para o pecado, de algum modo, renovação da vida. Assim, o penitente, esquecendo o que passou ( Fl 3, 13), integra-se de novo no mistério da salvação lançando-se para frente.

Absolvição  - Ao pecador que manifestou sua conversão ao ministro da Igreja, pela confissão sacramental, Deus concede o perdão mediante o sinal da absolvição, e assim se realiza o sacramento da penitência. Pois, segundo o plano salvífico divino, pelo qual aparecem aos homens visivelmente a humanidade e a bondade de Deus nosso Salvador, Deus quer conceder-nos a salvação e renovar a aliança rompida por meio de sinais visíveis.

            A celebração deste sacramento é sempre uma ação pela qual a Igreja proclama a sua fé, dá graças a Deus pela liberdade com que Cristo nos libertou, e oferece sua vida com sacrifício espiritual para o louvor da glória de Deus, enquanto se apressa ao encontro de Cristo.

 

O Exercício deste Sacramento:

Para que o confessor possa desempenhar fiel e retamente o seu ofício, deve discernir as enfermidades espirituais, aplicar-lhes os remédios convenientes exercer com sabedoria seu ofício de juiz; deve adquirir a ciência e a prudência necessárias, pelo estudo assíduo guiado pelo magistério da Igreja e, sobretudo, recorrendo a Deus pela oração.

 

 

                                                                                             

 

 

 

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

O Rabino que mora na casa do Papai Noel

09 de dezembro de 2008 2

http://www.recados.net/buscar/search/2/noel.htm              

É dificil acreditar, mas é assim mesmo.

Nesta êpoca do ano, quando toda a cidade se prepara para o Natal, aparece  um personagem que chama a atenção de todo o mundo.

Mesmo sendo judeu, vejo com simpatia a figura que representa este velhinho.

Crianças e adultos adoram, batem fotografias, se preparam para receber os seus presentes.

Agora, morar em baixo do mesmo teto de Papai Noel é privilegio de poucos, e ainda mais para um rabino.

Pelo mês de outubro, ele deixa crescer bem a sua barba branca, a sua barriga é discreta na maior parte do ano, é educado, sempre me cumprimenta.

Ele tem respeito pelos judeus, sempre me conta alguma história relacionada ao meu povo.

Não contem para ninguem, mas este Papai Noel é o meu vizinho de sexto andar.

Ele não anda de trenó, estaciona o seu carro na frente do meu.Durante dezembro fica bem ocupado, todos os dias sai com as suas roupas vermelhas, já que recebe as crianças de um dos principais shoppings de Porto Alegre para bater fotografias.

Para mim é um prazer viver na mesma casa de Papai Noel.

- Esta história é verídica -.

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Mais conceitos sobre o Perdão

09 de dezembro de 2008 0

Continuamos a partilha das interessantes reflexões que surgiram na Comissão Nacional do Diálogo Católico Judaico sobre a temática do Perdão.

Compartilhamos o trabalho do Pe. Aldo Aldenor Alves de Lima.

 

O que é o Perdão?

 

            A palavra grega traduzida como “perdoar” significa literalmente cancelar ou remir. Significa a liberação ou cancelamento de uma obrigação e foi algumas vezes usada no sentido de perdoar um débito financeiro. Para entendermos o significado desta palavra dentro do conceito bíblico de perdão, precisamos entender que o pecador é um devedor espiritual. Até Jesus usou esta linguagem figurativa quando ensinou aos discípulos como orar: “e perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós temos perdoado aos nossos devedores” (Mateus 6:12). Uma pessoa se torna devedora quando transgride a lei de Deus (1 João 3:4). Cada pessoa que peca precisa suportar a culpa de sua própria transgressão (Ezequiel 18:4,20).

 

O Perdão na Igreja Católica

O Sacramento da Confissão é a aplicação imediata a cada cristão da copiosa Redenção que Jesus conquistou para toda a humanidade. É o momento em que o Seu Sagrado Coração se dilata de amor e misericórdia para com qualquer pecador arrependido que venha a Ele pedir perdão.

No Sacramento o sacerdote nos perdoa “em Nome de Cristo” e pela autoridade que Ele conferiu somente à Igreja Católica. A fórmula da absolvição que o Sacerdote da Igreja latina usa,  exprime os elementos essenciais deste sacramento: o Pai das misericórdias é a fonte de todo perdão. Ele opera a reconciliação dos pecadores pela páscoa de seu Filho e pelo dom de seu Espírito, através da oração e ministério da Igreja:  através da oração de absolvição o ministro deste sacramento assim reza; “Deus, Pai de misericórdia, que, pela Morte e Ressurreição de seu Filho, reconciliou o mundo consigo e enviou o Espírito Santo para remissão dos pecados, te conceda, pelo ministério da Igreja, o perdão e a paz. E eu te absolvo dos teus pecados, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.”

            Os Padres da Igreja apresentam este sacramento como “a Segunda tábua (de salvação) depois do naufrágio que é a perda da graça”. 

            Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona, doutor da Igreja: 

“Se na Igreja não existisse a remissão dos pecados, não existiria nenhuma esperança, nenhuma perspectiva de uma vida eterna e de uma libertação eterna. Rendamos graças a Deus que deu à Sua Igreja um tal dom”.  “Fazei penitência, como é costume na Igreja, se quereis que ela ore por vós. Ninguém diga – eu faço penitência secretamente diante de Deus. Ele sabe-o e perdoa-me, porque faço penitência em meu coração… Poderemos nós anular o Evangelho e a palavra de Cristo?” 

            São Leão Magno (400-461), Papa e doutor da Igreja: 

 Deus em sua infinita misericórdia, preparou dois remédios para os pecados dos homens: o batismo e a penitência. Pelo batismo nascemos para a vida da graça; pela penitência recuperamo-lo, se tivermos a infelicidade de perdê-la. Todo cristão, portanto, deve examinar a sua consciência, não adiando dia a dia a sua conversão. Ninguém espere satisfazer a justiça de Deus na hora da morte. É um perigo para os fracos e ignorantes adiar a sua conversão para os últimos dias de sua vida.” 

 

 

 

            São Gregório Magno (540-604), Papa e doutor da Igreja: 

“Os  Apóstolos  receberam, pois, o Espírito Santo para  desligar  os  pecadores da cadeia dos seus pecados. Deus  fê-los  participantes  do seu direito de julgar; e eles julgam em Seu Nome e em Seu lugar. Ora, como  os  bispos  são os sucessores dos Apóstolos têm o mesmo direito”.“O  pecador, ao confessar sincera e contritamente os seus pecados, é como Lázaro: já vive, mas está ainda ligado com as ataduras de seus pecados. Precisa  de  que  o  Sacerdote lhas corte; e corte-lhas absolvendo-o”. 

            A Igreja ensina que não há pecado, por mais grave que seja, que não possa ser perdoado na Confissão Sacramental, desde que o pecador esteja arrependido e se confesse com o propósito de abandonar o erro.  

            Durante sua vida pública, Jesus não só perdoou os pecados, mas também manifestou o efeito desse perdão: reintegrou os pecadores perdoados na comunidade do povo de Deus, do qual o pecado os havia afastado ou até excluído. Um sinal evidente disso é o fato de Jesus admitir os pecadores à sua mesa e, mais ainda, de Ele mesmo sentar-se à sua mesa, gesto que exprime de modo estupendo o perdão de Deus e o retorno ao seio do povo de Deus.

 

 

 

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Reflexões sobre o Perdão

08 de dezembro de 2008 1

A Comissão Nacional para o Diálogo Católico Judaico compartilha as suas reflexões sobre o conceito do Perdão para ambas religiões. 

Judaísmo

            - No Judaísmo, não existe pessoa ou instrumento que possa conferir o perdão.

            - A oração, o arrependimento e a boa ação podem inverter a situação.

            - Princípio de fé no Judaísmo: só Deus pode perdoar e Deus é plena misericórdia e só Ele pode avaliar se o arrependimento é verdadeiro.  Mas, fica a questão: como ter a esperança de ter obtido o perdão?

            - Na oração diária, há o momento da confissão dos pecados (existe pecado para cada letra do alfabeto), e evoca-se os atributos do perdão de Deus.

            - No grande dia de Kipur, o conceito do arrependimento é indispensável.  Para isso é necessário reconhecer a falta, repará-la e ter o propósito de não repeti-la.

            - Não há intermediário para se obter o perdão de Deus.  Nessa situação, o rabino pode apenas ajudar.

            - Para que a confissão do pecado seja completa, a pessoa tem que pedir perdão à pessoa ofendida. E quando a pessoa está  confessando seu pecado e a pessoa ofendida já morreu, o que se faz?  Deve-se ir ao túmulo da pessoa ofendida.

            - Considerar a índole do ser humano: a fraqueza da natureza humana. Mas, o processo é válido e pode recomeçar.

            - O problema do sigilo: há um limite. O limite legal existe, mas eu posso não me submeter a este limite.

 

            Igreja Católica

            - A oração, o arrependimento e a boa ação podem inverter a situação de pecado.

            - O Cristianismo permite ao cristão partilhar seu problema, oferece intermediação entre o ser humano e Deus.

            - O cristão tem o ato declaratório do padre afirmando que o perdão foi concedido.

            - No Cristianismo há a possibilidade da pessoa partilhar seu problema

            - Basicamente o conceito de teshuva – arrependimento – é comum. Mas, o cristão tem, na pessoa de Jesus Cristo, um Redentor. A confissão é a aplicação dos méritos de Jesus Cristo. E o conceito de Jesus – Messias foi levado a ser Jesus-Redentor.

 

            - Posso pedir perdão e a pessoa ofendida não me perdoar!

            - Às vezes, você não consegue se corrigir daquilo que você se arrepende e por este motivo repete as mesmas faltas.

            - Se alguém me diz que vai cometer um crime, não posso denunciá-lo. Posso aconselhá-lo a procurar um advogado para se entregar. Mas, o segredo da confissão permanece.

 

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Madonna não quer comida brasileira

05 de dezembro de 2008 4

Quem quiser saber as exigências alimentares do camarim de Madonna  durante a sua estadia em SP e no Rio poderá surpreender-se. Ao contrário de outras estrelas, a rainha do pop não usará os serviços de um bufê brasileiro para suas comidinhas no backstage.

Por conta de seus estudos de Cabala, Madonna trará ao Brasil um chef especializado em comida kosher, que a acompanha desde o início da turnê. Os pratos seguem preceitos baseados nas diversas exigências estabelecidas na Torá e na Halachá -Lei Judaica -.

A carne, por exemplo, só pode provir de animais que ruminam, o que exclui o porco da nossa feijoada de cada dia. Frutos do mar, só os peixes que possuem escamas e barbatanas, ou seja nada de polvos, mariscos, caranguejos e camarões. A moqueca fica para outro dia.

Quem quiser saber mais sobre comida Kosher, pode procurar nos principios do Judaísmo, neste blog

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

NA SINAGOGA BEIT CHABAD DE PORTO ALEGRE.

04 de dezembro de 2008 0
O ato realizado dia 02 de dezembro de 2008 na sinagoga do Beit Chabad foi bastante significativo e cheio de solidariedade. Qualquer sentimento de exclusão deve ser banido até do pensamento das pessoas, ainda mais da própria realidade. O que vimos naquele dia 02/12 foi a união de muitas pessoas buscando continuar se afirmando, e o direito dos mesmos de assim o fazerem.
A homenagem que se prestou a Gavriel e a Rivka foi de coração; todos nós pertencemos à grande família HUMANIDADE e assim devemos continuar pensando. Moshe, filho do casal, foi salvo e está com os avós que o cuidarão. Os avós de Moshe voltarão à India com o menino, para continuar a obra de Gavriel e Rivka. Já se imaginou o que de humano isto tudo quer dizer? A construção que existe nestes momentos é algo que só encontramos usualmente na ficção.
O sentimento das pessoas que compartilharam daquele ato foi de admiração a um povo cheio de inteligência, realizações, perseverança e futuro. Que todos estes momentos de união e de entrelaçamento entre os povos persista com muita fé, e que o trabalho, a solidariedade e a tolerância continue a persistir e a existir entre nós.
É a união, o amor  e a solidariedade que nos distingue dos animais. E amor quer dizer: a=não; mor=morte. Portanto amor=não à morte.
Que esta união, o amor e a solidariedade entre os povos seja a nota importante de nossas vidas.
As Escrituras nos dizem das Leis trazidas por Moisés. Que tenhamos olhos para ver e ouvidos para ouvir a  mensagem do pequeno Moshe, que como Moisés, foi salvo da barbárie para trazer a luz e ensinamentos à Humanidade.
 

Postado por CristinaCanovasdeMoura – representante da FERGS

Solidariedade Luterana para Santa Catarina

04 de dezembro de 2008 0

A  IECLB  -  Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, em solidariedade às vítimas da calamidade em Santa Catarina, abriu uma uma conta exclusiva para receber e encaminhar doações  destinadas à reconstrução dos lares das pessoas atingidas.

Nome da conta:  IECLB Camp Calamidade SC
CNPJ: 92.926.864/0001-57
Banco do Brasil
Ag. 0010-8
C/C: 40.000-9

Mais informações no site: www.luteranos.com.br

 

Oração de intercessão distribuída pela IECLB  para  os cultos das comunidades:

Bondoso Deus: O que nossos ouvidos têm escutado e nossos olhos visto, acerca da calamidade que afetou Santa Catarina, nos deixa espantados e tristes. É uma catástrofe natural, que temos dificuldade em entender, mas bem sabemos também que a ação humana, descuidada de tua bela criação, muito tem contribuído para o sofrimento que agora testemunhamos de tantas formas. Conforta enlutados, dá força e ânimo a quem tenha sido atingido e desperta em nós todos um autêntico sentido de solidariedade e cuidado com tua criação. Não nos deixes esquecer o quanto de bom nos dás a cada dia de nossas vidas.  Em nome de Jesus Cristo.  Amém.

 

Postado por Pastor Carlos Dreher