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Posts de maio 2009

Intercambio religioso

26 de maio de 2009 0

Alunos da EST -Escola Superior de Teologia - de São Leopoldo, orientados pela Professora Marie Krahm, visitaram a sinagoga da SIBRA durante o serviço religioso de Kabalat Shabat.

Em breve o Líder Religioso da sinagoga irá visitar a EST, promovendo o diálogo e o respeito entre a comunidad Judaica e a Luterana.

Este é o caminho da paz e do reconhecimento que faz parte da essência do ser humano e que devemos cultivar.

 

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Papa On-Line

25 de maio de 2009 0

Algumas semanas depois de criticar as redes sociais na Internet por “fragmentar a cultura”, o papa Bento 16, 82 anos, aderiu ao Facebook.

O Vaticano acaba de lançar o site multimídia Pope2you, uma ferramenta de evangelização voltada prioritariamente para os jovens católicos. Nele há um link para uma página papal no Facebook e até a possibilidade de aplicações para iPhone.

Na aplicação, o Sumo Pontífice pretende partilhar orações e fotografias com a comunidade de internautas ligada à badalada rede social.

Fonte ZH

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Perseguição Religiosa no Irã

19 de maio de 2009 0


 

                        Lideranças Bahá`ís Iranianas podem enfrentar novas acusações no aniversário de seu aprisionamento

Porto Alegre, 19 de maio – As sete lideranças Bahá’ís que se encontram presas no Irã enfrentam o aniversário de seu aprisionamento nesta quinta-feira, juntamente com acusações novas e extremamente graves, após passarem um ano na cadeia sem acusações formais ou acesso a sua advogada, Shirin Ebadi.

“Apesar de sua óbvia inocência e do apelo por diversos atores pela sua libertação imediata, estes sete homens e mulheres se encontram no limbo judicial agora já há um ano, contra todos os padrões internacionais de direitos humanos”, diz Bani Dugal, a principal representante da Comunidade Internacional Bahá`í junto às Nações Unidas.

“Além disto, suas famílias recentemente receberam informação acerca de uma nova acusação – `disseminar a corrupção na terra`, ou `Mofsede fel-Arz` em persa, que traz a ameaça de pena de morte, de acordo com o código penal da República Islâmica do Irã”, diz a Sra Dugal.

“A sequência de eventos relacionados com sua detenção expõe uma imagem distorcida de justiça. Apesar de terem sido sujeitados a intensos interrogatórios, as autoridade iranianas levaram longos sete meses para aparecer com um pretexto espúrio para sua prisão. Em 10 de fevereiro de 2009 a Agência Iraniana Estudantil de Notícias (ISNA) citou uma fala do promotor adjunto de Teerã, Hassan Haddad, que teria afirmado que a liderança bahá`í havia sido acusada de `espionar para Israel, insultar santidades religiosas e fazer propaganda contra a república islâmica` e que o caso seria `submetido na próxima semana com uma solicitação de indiciamento à Corte Revolucionária`. Os protestos internacionais provenientes de governos e da sociedade civil foram imediatos e amplos, causando a revisão de abordagem por parte das autoridades iranianas.

“Agora, relatos apontam para a inclusão de uma nova e incorreta acusação, quase três meses após a investigação ter sido supostamente concluída. A acusação de serem disseminadores da corrupção foi usada contra os bahá`ís que foram executados nos anos que se seguiram à revolução islâmica. O fato de estar sendo utilizada neste caso como uma nova demonstração de que as autoridades não têm base alguma para qualquer alegação contra estes sete indivíduos, a não ser uma gritante perseguição religiosa. Esta ação contra a liderança bahá`í reflete a notadamente crescente perseguição contra toda a comunidade bahá`í iraniana, com seus mais de 300 mil membros.

“A aproximação do aniversário de sua prisão oferece um importante marco, e solicitamos à comunidade internacional que reafirme uma vez mais e de maneira contundente a exigência de sua imediata libertação, ou pelo menos que seu julgamento seja justo e aberto, de acordo com os padrões internacionais de justiça”, diz a Sra Dugal.

A Sra Dugal ressaltou também que o presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad frequentemente enfatiza a importância da “justiça e dignidade humana” e o estabelecimento de um sistema mundial justo”, tal como o fez em seu pronunciamento às Conferência das Nações Unidas de Revisão de Durban, em Genebra mês passado.

“Como podem os clamores por justiça da liderança iraniana na esfera internacional ser levados a sério se eles não concedem justiça a seus próprios cidadãos? No Irã, direitos humanos sobre os quais há consenso universal são rotineiramente ignorados, não apenas para os bahá`ís mas também para mulheres, jornalistas e outros que buscam apenas dignidade e justiça”, afirma ela.

 

Segundo Iradj Roberto Eghrari, membro da liderança nacional bahá`í brasileira e Secretário Nacional de Ações com a Sociedade e o Governo da Comunidade Bahá`í do Brasil, as atividades que as lideranças bahá`ís desenvolviam no Irã são muito semelhantes daquelas que grupos bahá`ís realizam em todo o mundo. “A diferença”, diz ele, “está no fato de no Irã as pessoas serem perseguidas por cuidar dos seus pobres, educar suas crianças e realizar atividades administrativas corriqueiras. No Brasil, temos uma comunidade muito ativa, com indivíduos que gozam dos mesmos direitos que qualquer outro cidadão. É assim que deve ser.”

 

As sete lideranças bahá`ís presas no Irã são: Sra. Fariba Kamalabadi, Sr. Jamaloddin Khanjani, Sr. Afif Naeimi, Sr. Saeid Rezaie, Sra. Mahvash Sabet, Sr. Behrouz Tavakkoli e Sr. Vahid Tizfahm. Todos, à exceção da Sra. Sabet, foram presos em 14 de maio de 2008 em suas casas em Teerã. A Sra. Sabet foi detida em 5 de março de 2008 enquanto estava na cidade de Mashhad.

Para mais informações, acesse http://news.bahai.org.

 

Postado por Payam Neda

Kama Sutra escrito por um Padre

15 de maio de 2009 1

Gostaria compartinhar com os leitores do nosso blog, uma noticia que achei curiosa e interessante, um Padre polones escreveu um livro sobre sexo.

Leia a matéria e opine. Você que pensa, pode a religião pautar o sexo?

Sabia que no Judaísmo existem alimentos sugeridos pelo Talmud que são afrodisiacos?

Se estiver interessado em conhecer mais, escreva para os religiosos do blog.

Fonte:  jornal Clarin, da Argentina

Un cura polaco escribió el “Kama Sutra cristiano” y ya es un éxito de ventas

12:08

Se trata del franciscano Ksawery Knotz, autor de “El sexo que no conoces, para parejas casadas que aman a Dios”. La obra, que tiene el aval de la Iglesia polaca,  da consejos para disfrutar del sexo sin culpas.

Por: Idafe Martín. Bruselas

Dios es amor. Aquí no estamos para discutir verdades eternas. Pero, ¿Dios es también sexo? Muchos creyentes -en esto tienen ventaja los no creyentes- tienen complejos o sufren de culpa a la hora de tener relaciones carnales. Abrir el corazón a Dios está muy bien. Pero, ¿y del cuerpo quién se acuerda?

Libérense, desátense, rompan las amarras de las convenciones y… ¡disfruten del mejor deporte del mundo! ¿El fútbol? Nada de eso. Placer, y del bueno, es lo que propone el franciscano polaco Ksawery Knotz en su libro “El sexo que no conoces, para parejas casadas que aman a Dios”, obra que ya se conoce como “El Kama Sutra católico”.

Sostiene Knotz que los matrimonios católicos no tienen por qué privarse de una vida apasionada y de los placeres sexuales. “Dios no se ofende” por el hecho de que las parejas casadas “puedan mostrar su amor en todos los sentidos, también empleando la estimulación manual y oral”.

El éxito del libro de Knotz -porque se está convirtiendo rápidamente en un best-seller en su Polonia natal- se extiende por Europa del Este como una incitación a los placeres en plena crisis económica. Knotz contó al diario británico “The Guardian”, desde su residencia en un monasterio de las afueras de Cracovia, que “algunas personas, cuando hablan de las relaciones sexuales dentro del matrimonio católico, piensan que están privadas de alegría, pasión y fantasía. Creen que el sexo tiene que ser triste como un himno tradicional de la iglesia. Son personas que no entienden que Dios quiere que tengan una vida feliz”.

El sexo para la Iglesia siempre fue entre casados y con un fin específico: la procreación. De ahí que todo elemento de diversión o de placer fuera considerado un exceso. Pero esto, al menos según lo que propone Knotz, se terminó. Ahora, el sexo también puede ser muy católico y muy “sorprendente y lleno de fantasía”.

Knotz reconoce que en cuestiones de teorías sexuales se las sabe todas, aunque admite que no puede decir lo mismo de su práctica. Por eso, para escribir el libro -que, aunque sorprenda, tiene el apoyo de la jerarquía de la Iglesia Católica polaca- entrevistó a decenas de parejas.

“Las escuché largamente hasta que sus problemas encontraron un lugar en mi mente. Me gustaría que fueran felices en su vida sexual y que entiendan que las enseñanzas de la Iglesia no quieren que se sientan culpables”, dijo Knotz. El libro ya se traduce al inglés, al italiano y al eslovaco. Para que después digan que la Iglesia no se moderniza

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Turco que feriu Papa quer virar católico

14 de maio de 2009 1

O homem que atirou contra o papa João Paulo II em plena Praça de São Pedro, 28 anos atrás, em maio de 1981, quer se converter ao catolicismo. Por meio de seu advogado, Haci Ali Ozhan, o turco Mehmet Ali Agca, originalmente muçulmano, disse que deseja ser batizado no Vaticano assim que deixar a prisão, em janeiro de 2010. Agca cumpre pena na Turquia pelo assassinato do jornalista Abdi Ipekci.

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Bento XVI visita Israel

12 de maio de 2009 0

Em sua obra Contra o Fanatismo, Amós Oz conta que sua “sábia avó” explicou a diferença entre um judeu e um cristão. “Veja só”, disse ela, “os cristãos acreditam que o Messias já esteve aqui e que certamente voltará algum dia. Os judeus sustentam que o Messias ainda está por vir.”

“Já houve”, observou a sábia avó do romancista israelense, “tanta raiva, perseguição, tanto derramamento de sangue, ódio a respeito disso… Por quê? Se o Messias vier e disser ?oi, é muito bom revê-los?, os judeus vão ter de reconhecer o seu engano. Se, de outro modo, o Messias chegar dizendo ?muito prazer, é um prazer conhecê-los?, todo o mundo cristão terá de pedir desculpas aos judeus. Entre o dia de hoje e esse momento, apenas viva e deixe viver” (páginas 38 e 39).

Ontem o papa Bento XVI iniciou uma visita de cinco dias a Israel. Essa viagem carrega o potencial de transmitir uma mensagem inequívoca sobre a importância de se consolidar uma relação de reconhecimento entre católicos e judeus.

Ao longo da História, essas duas comunidades viveram momentos de aproximação e distanciamento. Durante a Idade Média fortaleceu-se um sentimento antijudaico baseado em absurdas afirmações de responsabilidade coletiva da comunidade judaica pela crucificação de Jesus (o deicídio) ou de que os judeus usavam sangue de crianças cristãs para preparar seus pães sem fermento (matsót). Entre os episódios mais trágicos, destacam-se a expulsão dos judeus da Espanha em 1492, durante a Inquisição ibérica, e as Cruzadas (séculos 11-13).

No século 20, a aproximação entre essas duas comunidades recebeu um grande incentivo com a publicação da Declaração Nostra Aetate pelo papa Paulo VI, durante o Concílio Vaticano II, convocado ainda no papado de João XXIII, que afirma em seu parágrafo 4º: “Sendo assim tão grande o patrimônio espiritual comum aos cristãos e aos judeus, este sagrado Concílio quer fomentar e recomendar entre eles o mútuo conhecimento e estima, os quais se alcançarão, sobretudo por meio dos estudos bíblicos e teológicos e com os diálogos fraternos.” Somente em dezembro de 1993 o Estado de Israel foi formalmente reconhecido pelo Vaticano.

Durante o papado de João Paulo II, as relações entre católicos e judeus viram o seu melhor momento. Karol Józef Wojtyla tinha uma história pessoal, desde sua infância na cidade de Wadowice, com amigos judeus poloneses e dedicou muita energia à consolidação dos princípios lançados pela Nostra Aetate. Entre os momentos mais marcantes de sua história com a comunidade judaica, destaca-se a visita que fez à sinagoga de Roma (1986).

Desde que assumiu a posição de papa, Bento XVI participou de alguns momentos de tensão com a comunidade judaica. A autorização para que a liturgia da Sexta-Feira Santa, que incentiva a conversão de judeus ao catolicismo, fosse novamente utilizada causou insatisfação de líderes israelitas. A reintegração do bispo lefebvriano Richard Williamson foi amplamente criticada, até mesmo por líderes de fora da comunidade judaica, por haver ele mitigado a importância do Holocausto, afirmando que teriam morrido “apenas” 300 mil judeus, e não 6 milhões, e que as câmaras de gás nunca existiram. Angela Merkel, chanceler da Alemanha, pediu ao papa Bento XVI que deixasse “bem claro” que rejeita a negação do Holocausto. Recentemente, o apoio do Vaticano à conferência contra o racismo, em Genebra, também disparou críticas ao papa atual, já que Israel teria preferido que o Vaticano deixasse de apoiar um evento que teria a participação do iraniano Mahmoud Ahmadinejad. Outro assunto polêmico é a beatificação de Pio XII, que viveu durante o apogeu do regime nazi-fascista e foi considerado omisso por parte significativa dos historiadores.

No Brasil, vivemos um momento extraordinário de aproximação entre católicos e judeus, o diálogo encontrou eco definitivo nas pluralistas terras brasileiras. Mantenho pessoalmente uma relação fraterna com representantes destacados da comunidade católica brasileira, como dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida e presidente do Conselho Episcopal Latino-Americano (Celam), e dom Odilo Pedro Scherer, cardeal-arcebispo de São Paulo. Estes homens, dentre tantos outros religiosos brasileiros, são verdadeiramente comprometidos com o diálogo e o respeito às diversidades.


O fanatismo é um fenômeno preocupante nas diversas comunidades religiosas. Assim como falsos religiosos manipulam as Escrituras Sagradas para propagar o ódio e a perseguição, a religião pode ser a fonte inspiradora para uma atitude pluralista. Líderes religiosos responsáveis têm um potencial valioso para o estabelecimento de pontes entre diversos grupos. A religião deve ser uma ferramenta a serviço da construção de uma sociedade de paz.


Nenhuma religião apregoa o ódio e a destruição. Líderes irresponsáveis retiram citações milenares de seu contexto histórico para corroborarem seus interesses políticos por meio de mensagens fanáticas. O Oriente Médio conheceu muitos anos de intolerância e, por esse motivo, os encontros inter-religiosos não poderiam ocorrer em terras mais apropriadas.


Assim, a visita de Bento XVI a Israel, neste momento, representa uma verdadeira oportunidade de aproximação. Trata-se de uma chance valiosa de reforçar as bases para um diálogo profundo e sincero. Que possamos nos inspirar por histórias fascinantes de amor ao próximo como aquela da avó de Amós Oz, que, segundo a avaliação do próprio escritor, “era definitivamente imune ao fanatismo. Conhecia o segredo de conviver com situações em aberto, com conflitos não resolvidos, com a diferença do outro.” 

Michel Schlesinger, advogado formado pela Faculdade de Direito da USP, é rabino da Congregação Israelita Paulista, ordenado pelo Instituto Rabínico Schechter de Jerusalém

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Entrada Solene das autoridades e dos religiosos

11 de maio de 2009 0

Início da cerimônia em Homenagem às Mães/João Luiz Guedes - PMPA/SMA

O Prefeito de Porto Alegre, José Fogaça, juntamente com o Arcebispo Metropolitano de Porto Alegre Don Dadeus Grings e o Presidente da ACM-RS Walnir Jacques conduzem os religiosos do DIRPOA até o altar da Catedral para o início da benção em homenagem ao Dia das Mães – 09 de maio de 2009.

Postado por Alfa Buono

Benção Inter-religiosas em homenagem às mães

11 de maio de 2009 0

Benção Inter-Religiosa às mães servidoras do município e da comunidade/Jornalista João Luiz Guedes - PMPA-SMA

Participantes do Grupo de Diálogo Inter-religioso realizando na Catedral Metropolitana a cerimônia de benção às mães.

Centro Cultural Islâmico – Ahmad Ali

Umbanda e Cultos Afro-Brasileiros – Babalorixá Clóvis do Xangô Agandjú

Federação Espírita do RGS – Cristina Cânovas de Moura

Igreja Episcopal Anglicana do Brasil – Bispo Orlando Santos de Oliveira

Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil – Pastor Carlos Dreher

Budismo Zen- Monge Dengaku

Fé Bahái – Payam Neda

Igrela Católica – Arcebispo Don  Dadeus Grings

Postado por alfa Buono

Prefeito participa de cerimônia inter-religiosa

11 de maio de 2009 0

Prefeito participa da Cerimônia Inter-religiosa e homenageia as mães/Site da Prefeitura de Porto Alegre em 11 de maio d

Cerimônia interreligiosa homenageia mães servidoras

Uma cerimônia interreligiosa na Catedral Metropolitana celebrou hoje, 9, o Dia das Mães, comemorado amanhã, 10, e homenageou as mães servidoras municipais. Promovido pela Secretaria Municipal da Administração (SMA), com a parceria da Associação Cristã de Moços (ACM), o ato reuniu representantes das religiões católica, espírita, islâmica, judaica, umbanda, evangélica, fé bahái, luterana, budismo zen e anglicana, integrantes do Grupo de Diálogo Inter-religioso de Porto Alegre (DirPoA).

O prefeito José Fogaça e a primeira-dama Isabela Fogaça acompanharam a celebração ao lado de secretários e funcionários do governo municipal. “É uma homenagem a todas as mães porto-alegrenses e às mães servidoras, que contribuem para essa cidade ser o que é, com uma visão plural, ampla, democrática e de convivência pacífica. Por isso, esta cerimônia tem uma característica especial, todos olham na mesma direção para celebrar a glória da maternidade”, disse o prefeito.

O evento contou com a benção das diversas religiões e finalizou com a palavra do arcebispo metropolitano Dom Dadeus Grings. A cerimônia teve a participação do coral dos servidores do Departamento Municipal de Água e Esgotos (Dmae) e da orquestra da Escola Getúlio Vargas, de Cachoeirinha.


Postado por Alfa Buono

Vice-Prefeito de Porto Alegre almoça com o DIRPOA

11 de maio de 2009 0

Reunião-almoço do Grupo de Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre/Rafael Missio Neto- MKTOficina de Marketing

  O Grupo de Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre reune-se mensalmente na Associação Cristã de Moços/RS. Na reunião-almoço do dia 06 de maio recebeu a visita de Sr. Vice Prefeito de Porto Alegre José Fortunati.O mesmo discorreu sobre os projeto da Secretaria Municipal da Copa 2014.Os religiosos colocaram-se à disposição para participar de ações que possam mostrar a importância da paz e do entendimento nas práticas espostivas.

 

Postado por Alfa Buono Porto Alegre

Campanha solidária

04 de maio de 2009 2

Prezados leitores, desejamos a vossa colaboraçao para escolher uma entidade – colégio, hospital -, público ou privado, que será beneficiada com todos os agasalhos que iremos arrecadar antes da chegada do inverno.

A SIBRA – Sociedade Israelita Brasileira de Cultura e Beneficência – organiza anualmente uma campanha de Tzedaká – Justiça Social -; ajudar ao próximo, sem importar religiao, sexo, cor, faz parte dos nossos principios.

Queremos a vossa sugestao, e motivos pelos quais a entidade sugerida merece receber a nossa ajuda.

Agradecemos a sua sugestao.

Sobre Tzedaká:

Tzedaká geralmente é traduzido como “caridade”. A palavra tzedaká vem da mesma raiz da palavra hebraica tzedek, que significa “justiça”. Tzedaká não é caridade, mas como já citamos acima, justiça.  Compreendemos o conceito de tzedaká como justiça social. Isto implica na obrigação da pessoa em dar. Portanto é dever de cada judeu, mesmo dos carentes, praticar a tzedaká de forma regular, para ajudar os mais necessitados.
Qual a origem da mitzvá de Tzedaká? Lemos na Torá, em Devarim (Deuteronômio) 15,7-8: “Se no meio de ti houver um mendigo entre teus irmãos, numa das tuas cidades, na tua terra, que o Eterno, teu Deus, te dá, não endurecerás teu coração e não fecharás tua mão a teu irmão, o mendigo; mas lhe abrirás a tua mão e lhe emprestarás o suficiente para o que lhe faltar”.
Muitos profetas e sábios diziam que os sacrifícios no Templo eram menos importantes que a tzedaká. É o caso de Isaías que critica os holocaustos que não são seguidos os e amor ao próximo e tzedaká (Is 1,11-17).  
Os rabinos se preocuparam em não ofender ou humilhar o necessitado. Daí ser preferível ajudar o necessitado de forma anônima, sem ser percebido: “O Mandamento de praticar a caridade pesa tanto quanto os outros reunidos. (…) O que dá esmolas em segredo é maior que Moisés” ( Talmud, Baba Batra, 9b).
Outra questão importante: a tzedaká não deve ser dirigida somente aos judeus, mas a todos os necessitados: “A caridade não distingue raça nem credo” ( Talmud, Guitin 61 a).
Contudo, a tzedaká deve ser limitada a um percentual das posses ou rendimentos da pessoa, pois não deve haver um exagero na bondade: “Seja o homem generoso na sua caridade, mas guarde-se de dar tudo o que tem” ( Talmud, Arachim, 28 a).

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski