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Posts de setembro 2009

DIRPOA PARTICIPA DA MARCHA PELA PAZ E NÂO VIOLÊNCI

28 de setembro de 2009 1

CONVITE À COMUNIDADE/PMPA

O  GRUPO DE DIÁLOGO INTER -RELIGIOSO DE PORTO ALEGRE ESTARÁ PRESENTE NO LARGO ZUMBI DOS PALMARES, NO DIA 02 DE OUTUBRO A PARTIR DAS 14H30M QUANDO DARÁ A BENÇÃO INTER-RELIGIOSA PELO SUCESSO DA MARCHA MUNDIAL PELA PAZ E NÃO VIOLÊNCIA.

CONVIDAMOS OS LEITORES A BUSCAR NO BLOG DAS RELIGIÕES A CARTA DE PRINCIPIOS DO DIRPOA.ELA DESCREVE  A  FIRME CONVICÇÃO DO GRUPO DE QUE A PAZ É VIÁVEL DESDE QUE HAJA CONVIVÊNCIA AMOROSA E PACÍFICA ENTRE OS DIFERENTES. E QUE AS DIFERENÇAS E OS DIFERENTES  SEJAM ACEITOS E RESPEITADOS.

PORTANTO, PARTICIPAR DESSE MOMENTO HISTÓRICO MUNDIAL É MAIS UMA OPORTUNUIDADE DE  DAR O EXEMPLO DA IMPORTÃNCIA DE  VIVER A PAZ !

OGRUPO DE DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO DE PORTO ALEGRE FAZ PARTE DO PATRIMÕNIO ESPIRITUAL DE NOSSA CIDADE .

TEM TREZE ANOS DE EXISTÊNCIA E FOI RECONHECIDO PELA LEI MUNICIPAL Nº 510372 DE 25/01/08

Postado por Alfa Buono

Crack nem Pensar

25 de setembro de 2009 1

Durante a celebração do dia de Shabat, a comunidade SIBRA irá aderir a campanha Crack nem Pensar, do Grupo RBS.

Consideramos oportuno, este Shabat chamado do Arrependimento, para refletir e pensar na nossa saúde, aquilo que beneficia e aquilo que perjudica o nosso corpo e a nossa alma.

Quermos sim ser adictos ao cumprimento das Mitzvot – Preceitos e Mandamentos – que emanam da nossa Torá.

Saúde e Shabat Shalom!

Prof. Guershon Kwasniewski

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Benção Inter-religiosa

24 de setembro de 2009 0

Convidados lotaram a Catedral no dia 21 de setembro/Comunicação Social/PMPA
 Várias representações de setores da sociedade civil estiveram presentes aceitando o convite do Município de Porto Alegre para comemorar o início dos festejos do Mês do Idoso.

Postado por Alfa Buono

DIRPOA realiza cerimônia inter-religiosa

24 de setembro de 2009 0

Religiosos realizando a Benção

Grupo de Diálogo Inter-Religioso abençoa início das comemorações do

                                       Mês do Idoso

O  GRUPO DE DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO DE PORTO ALEGRE  ABRIU AS COMEMORAÇÕES DO MÊS DO IDOSO COM UMA BENÇÃO INTER-RELIGIOSA.

O EVENTO, PROMOVODO PELA PREFEITURA DE PORTO ALEGRE,  ACONTECEU NA CATEDRAL METROPOLITANA, NO DIA 21 DE SETEMBRO ÁS 10 HORAS.

COM A IGREJA COMPLETAMENTE LOTADA OS CONVIDADOS PUDERAM OUVIR AS PALAVRAS DE INCENTIVO, AGRADECIMENTO  E ALEGRIA PELAS VIDAS  TÃO BEM VIVIDAS, PELOS EXEMPLOS OFERECIDOS, PELAS EXPERIÊNCIAS  REPARTIDAS TÃO GENEROSAMENTE E PELO RECONHECIMENTO DA CONTRIBUIÇÃO LEGADA AOS MAIS JOVENS.

NUM CLIMA DE PERFEITA HARMONIA, OS PARTICIPANTES, NÃO CONTENDO O ENTUSIASMO ,  APLAUDIRAM AS ORAÇÕES PROFERIDAS PELOS RELIGIOSOS E NO FINAL RECEBERAM E REPARTIRAM AS BENÇÃOS DISTRIBUIDAS PELOS MESMOS.

FOI UMA MANHÃ DE GRANDE ESPIRITUALIDADE  E  EMOÇÃO.

TODOS SAIRAM ENRIQUECIDOS !

QUAL SERIA SUA IDADE SE VOCÊ NÃO SOUBESSE QUANTOS ANOS VOCÊ TEM ?   

           CONFÚCIO

Postado por Alfa Buono

Palestras: A Importância do Idoso na Sociedade.

24 de setembro de 2009 0

   

    A Importância do Idoso na Sociedade.

     Realizaçâo: Instituto MC Educação Social.

     Rua Hilário Ribeiro, 313 – Conj. B – Moinhos de Vento – POA. 

     Apoio: Vicariato da Cultura – Arquidiodcese de Porto Alegre.

     Objetivo: Demonstrar o significado da experiência de vida dos idosos na sociedade atual.

     Programa:

     07/10 (quarta-feira) Das l5h às 16h15m.

            Séculos XX e XXI: A aceleração da história e os novos papéis para o idoso.

     Das 16h30m às 17h30m.

     Perspectivas de envelhecimento da população na sociedade.

    

      08/10 (quinta-feira) Das 15h às 16h15m.

             A importância dos grupos de idosos e a recreação.

       Das 16h15m. às 17h30m. Idosos no Século XXI:Nova caminhada.

      

        Clientela:

        Idosos e pessoas interessadas na área.

         Local: Salão Paroquial da Paróquia Maronita Nossa Senhora do Líbano.

         Avenida Jerônimo de Ornelas, 60. Bairro Santana – POA – RS

       

        

  

Postado por Pe. João Tadeu

Religiões no Rio

21 de setembro de 2009 1


Religiões se unem no Rio para pedir liberdade e tolerância

Católicos, evangélicos, judeus, muçulmanos, budistas e hinduístas participaram da caminhada

Milhares de pessoas se reuniram hoje na orla de Copacabana, no Rio de Janeiro, em uma caminhada contra a intolerância e pela liberdade religiosa que, em uma demonstração de integração, reuniu seguidores de diferentes credos.

Católicos, evangélicos, judeus, muçulmanos, budistas e hinduístas se juntaram na 2ª Caminhada em Defesa da Liberdade Religiosa, que também contou com a participação de muitos ciganos, além de seguidores do movimento Hare Krishna e de religiões de origem africana, como o candomblé e a umbanda.

— Ainda sofremos, como em todo o mundo. No Brasil, como a mistura é muito grande, há um pouco mais de tolerância, mas ainda há muito preconceito e discriminação — disse o fundador e presidente da União Cigana do Brasil, Mio Vacite.

A mobilização percorreu a orla da praia de Copacabana ao som de tambores e cânticos africanos que deram um toque festivo à marcha. Capoeiristas também participaram do ato, junto com representantes de outros movimentos como os bahai, os Filhos de Gandhi e espíritas, entre outros.

Segundo os organizadores, delegações de países como Angola, Argentina, Congo, Nigéria, Paraguai e Uruguai também estiveram presentes na manifestação. A caminhada foi convocada para defender a paz e a tolerância religiosa, e em repúdio a demonstrações de intolerância sofridas recentemente por praticantes de crenças como a umbanda.

Além disso, algumas organizações muçulmanas denunciaram o tratamento discriminatório que, segundo afirmam, sofrem em locais como postos de controle dos aeroportos. Na manifestação, o ministro de Igualdade Racial, Edson Santos, tomou a palavra e ressaltou o trabalho que o governo tem feito para assegurar a igualdade religiosa no país.

— Estamos criando o Programa Nacional de Proteção e Promoção das Religiões de Matriz Africana em nosso país — disse o ministro da Igualdade Racial.

EFE

 

 

A mobilização percorreu a orla da praia de Copacabana ao som de tambores e cânticos africanos que deram um toque festivo à marcha - Antonio Lacerda, EFE

A mobilização percorreu a orla da praia de Copacabana ao som de tambores e cânticos africanos que deram um toque festivo à marcha
Foto:Antonio Lacerda, EFE

Fonte ZH digital, 21/09/09

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Judeus vivem momento especial: ano 5770

21 de setembro de 2009 1


O entardecer da última sexta-feira marcou o começo do ano 5770 para a comunidade judaica em todo o mundo. Em Porto Alegre, como é tradicional, famílias se reuniram em sinagogas, em momento de oração e reflexão sobre suas vidas no ano que passou.
Na Sociedade Israelita Brasileira de Cultura e Beneficência (Sibra), participaram do encontro a diretoria da Federação Israelita do RS (Firs), a secretária estadual da Cultura, Mônica Leal, representando a governadora Yeda Crusius, e membros da comunidade judaica. Após dez dias da celebração do Ano-Novo, os judeus terão outra comemoração: o Yom Kipur (Dia do Perdão). Nesse momento, eles farão jejum de 24 horas como forma de devoção e negação dos prazeres terrenos, que será quebrado no final da tarde com um grande jantar em família.
 
CRISTIANO ESTRELA

Comunidade se reuniu na Sociedade Israelita de Cultura e Beneficência

 

Fonte Correio do Povo 20 de setembro de 2009

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

FELIZ ANO NOVO !

17 de setembro de 2009 2

          QUERIDO AMIGO GUERSHON !

 O GRUPO DE DIÁLOGO INTER-RELIGIOSO DE

 PORTO ALEGRE CUMPRIMENTA  A COMUNIDADE 

 DA SIBRA ENVIANDO VOTOS DE

               FELIZ ANO NOVO!  

 EXTERNA  TAMBÉM O AGRADECIMENTO E A

 ALEGRIA POR CONTAR COM SUA PARTICIPAÇÃO

 NA CAMINHADA PELA PAZ E PELO ENTENDIMENTO ENTRE AS PESSOAS.

RECEBA NOSSO CARINHO E O TRANSMITA TAMBÉM À QUERIDA FAMILIA ESPIRITUAL.

         SHANÁ TOVÁ 5770

               DIRPOA

Postado por ALFA BUONO

Voluntários do Dharma

17 de setembro de 2009 0

No período de 1° a 07 de agosto de 2009, minha esposa e eu tivemos a
oportunidade de colaborar como voluntários nos eventos
ligados à presença de Sua Santidade, o Dalai Lama,
em Lausanne, na Suíça. Ao todo, eram 250 voluntários,
de muitas nacionalidades, de todos os continentes. Desde a
chegada, o ambiente era de boa vontade e
muita energia para o serviço. Na primeira reunião, já
ficou claro o que nos aguardava: colaborar na
preparação, organização e desmontagem do local e no
atendimento das diversas necessidades dos seis mil
participantes inscritos para cada dia desse Encontro.
Nas equipes, atuavam juntos os diversos profissionais
contratados para o evento, os membros de diversas Sanghas, e
também pessoas que sentiram-se chamadas a
colaborar, mesmo sem terem nenhum vínculo com a prática
budista. O que vale destacar é que logo percebia-se a
existência de um senso de comunidade, com
alegria no serviço, partilhas fraternas, e… alguns
conflitos, naturalmente.
Da nossa rotina – que estendia-se das 9 às 24h, dependendo
da equipe -, fazia parte a reunião preparatória no
início da manhã, o trabalho em uma escala pré-
definida por tarefa, e a possibilidade de assistir as
conferências ou passear por Lausanne, nos tempos livres.
Em alguns dias, recebemos um lanche-almoço; em
outros, cada um por si, na medida de suas possibilidades…
Nosso alojamento foi em um local peculiar, cedido pelo
Governo: um abrigo anti-bombas, com
paredes de concreto com 60 cm de espessura, teto baixo,
máquinas regulando o ar e a temperatura do ambiente o
tempo todo.
Lugar para o zazen? Sentado na cama, no 3° andar de um
beliche, num dos semi-dormitórios com mais 35
voluntários de ambos os sexos e muitos idiomas. Os
conjuntos de beliches eram separados por divisórias, e
junto conosco, em um desses espaços, dormiam os monges
tibetanos, com suas roupas e mantos coloridos e
suas recitações tocantes, sempre dispostos a partilhar e
sorrir. Entre eles, alguns muitos jovens, e outros já bem
experientes…
Em todo o tempo, muitas coisas notáveis. Destaco a
vibração sentida durante todo o evento. Pouco a pouco,
com a sequência dos trabalhos, o espaço foi tomando
forma; com a iminente chegada do Dalai Lama, uma emoção
especial passou a ser presente. Empatia de gente de todas as
cores, de todas as línguas, de todas as
linhagens e fés.
Na Conferência de abertura, como trabalhadores
voluntários já nos sentíamos abençoados por ter
colaborado em tornar possível aquele momento; nossa
sensação
era de que algo monumental iria acontecer. E aconteceu:
quando Sua Santidade entrou no imenso auditório, mais de
seis mil pessoas aguardavam em um misto de
silêncio e expectativa. Ele saudou os Rinpoches e os
monges, virou-se e reverenciou o Buddha, e sentou-se
primeiramente também como um monge, simples como é,
e fez a sua prática de recitações, acompanhado pelos
outros monges. Conduzido ao belíssimo trono, assumiu o
papel de Dalai Lama, e falou para todos.
Discorreu sobre os princípios básicos do Budismo, e
sobre a importância do respeito entre todas as
tradições. Ressaltou que o cotidiano é o teste das
nossa
práticas, e lembrou da gravidade de algumas questões que
nos dizem respeito, como seres humanos.
Ao longo dos dias, tembém tivemos a oportunidade de ouvir
o notável Sogyal Rinpoche, falando com sabedoria e bom
humor sobre a vida e a morte. E durante todo
o tempo, o espaço de aprendizado com todas as pessoas que
a vida nos colocou em contato. Partilhas de práticas,
ideais e idéias; relatos sempre
tocantes de caminhadas únicas nos Caminhos do Dharma.
Ao final, a sensação plenificante da gratidão pelo
simples fato de estar no aqui e agora de cada momento deste
evento. Novos amigos, fortalecimento das
propostas de vida, clarificação de conhecimentos.
Alegria pelos desafios superados, satisfação pela
possibilidade de sentir tanta realização em coisas tão
simples. Além de tudo, o desejo de partilhar com todos a
nossa alegria, e a disposição de seguir no Caminho, com
constância e calma, um passo de cada vez, um
mundo a cada passo.
Em gasshô,

Monge Koho

Zen Budismo.

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

5770

15 de setembro de 2009 0

Conforme o calendário hebraico, na próxima sexta-feira os judeus do mundo todo estaremos comemorando o Rosh Hashaná - Ano Novo Judaico -.
Sao 5770 anos contados desde a criaçao do mundo, nesse dia lembramos que D-s criou o primeiro homem: Adam.
Comemorar um novo ano significa alem de tudo, aceitar a passagem do tempo.
Este fato está cada vez mais distante da nossa cultura do dia a dia, onde sempre queremos parecer jovens e radiantes;  queremos reter as horas, sem envelhecer.
Santificar o tempo mediante as festas acaba dando uma outra dimensao a nossa existencia.
Somos finitos, e dentro dessa finitude, existe um ser que é criado a imagem e semelhança do Criador, que reproduz e que ainda tem a enorme responsabilidade por ser parceiro da obra de criaçao.
Somos responsaveis pela nossa vida e pela dos nossos semelhantes, somos responsáveis pelo planeta e a sua natureza.
Nada do que existe nos pertence, somos meros administradores, estamos neste mundo de passagem, apenas inquilinos.
Esta dimensao nos permite ter outros valores da vida.
Viver o hoje, comemorar o hoje.
É tempo de balanço pessoal, medimos o que fizemos bem, e o que fizemos errado.
Como agir: corrigir o que foi mail feito, continuar e melhorar  com o que fizemos bem.
O Judeu transforma  o seu Ano Novo no Dia do Julgamento – outro dos nomes com que se conhece esta data -.
Rendemos contas ante nos mesmos e frente ao Criador.
O caminho para voltar a nossa essência tem tres passos:
a Teshuvá – o arrepentimento -
a Tefilá – a oraçao -
e  a Tzedaká – atos de justiça -.
Se conseguimos cumprir com os mesmos, logramos atenuar o veredito do Criador.
Todos os seres sem importar o nivel de transgressao temos a possilidade de retornar,
O tempo impoe esta prática, está em nós aproveitar a oportunidade da renovaçao.
Shaná Tová!  Feliz Ano Novo!

Prof. Guershon Kwasniewski
Líder Religioso da SIBRA – Sociedade Israelita Brasileira – e membro do Grupo de Diálogo Inter-religioso de Porto Alegre.

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

O animismo, as religiões e as drogas

08 de setembro de 2009 1

Ante sua existência na natureza, o ser humano sempre se sentiu dependente, frágil e assustado. O homem primitivo valeu-se da onipotência de pensamento e da magia para se defender, dotando o mundo animal, vegetal e mineral de espíritos, benévolos e malévolos, com os quais esperava proteção, orientação ou vingança contra inimigos.

Com a domesticação dos animais, impôs-se a necessidade de o homem transferir para Deus(es) a onipotência de seus desejos. Com isso, as religiões iniciaram a segunda etapa do desenvolvimento intelectual da humanidade, reassumindo Deus a figura humana antes abandonada, numa clara evidência – como alega Freud (1912) – de que Deus é criado à imagem e semelhança do homem (o pai) e não o contrário. As religiões dão continuidade à desesperada busca do homem por amparo, frente às angústias criadas pelas adversidades da vida. Elas revelaram extraordinária capacidade de persuasão e pacificação dos martírios do indivíduo, ainda que distantes da sua realidade biológica. Finalmente, na etapa científica, o homem reconhece sua pequenez e se submete à morte e demais imposições da natureza. Troca a onipotência pela sapiência, a magia pela pesquisa, a fantasia pela realidade.

Toda vez que alguém usa droga, está se confessando fraco, vazio e só. Regride direto para o animismo, elegendo a própria droga como sua divindade protetora, idealizando-a tal como faziam os primitivos com seus espíritos. Por isso ela é, ao mesmo tempo, boa e má e, deste modo, permanecerá dominando seu corpo e sua mente, a menos que o dependente evolua para as etapas posteriores de sua condição intelectual.

Nesses indivíduos, vale pensar em grave interrupção do desenvolvimento afetivo e intelectual. A religiosidade – embora prática mágica e animista – cumpre a função de substituir a adição química pela espiritual, preenchendo parte da dita falha, no processo de recuperação cognitiva. Esta parece ser a causa do sucesso dos grupos terapêuticos religiosos no combate à drogadição, sobretudo na ausência do tratamento psiquiátrico. Frente à escalada do crack e limitações ao seu combate, não surpreende seu apelo.

Luiz Carlos Mabilde

*Psiquiatra e psicanalista

Fonte Zero Hora 4 de setembro de 2009

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Setembro: mês da Bíblia

07 de setembro de 2009 0

O mês de setembro é dedicado especialmente a  Bíblia pelos católicos, por ocasião da festa de São Jerônimo, tradutor da Vulgata, por volta do ano 400 d.C. Podemos então, nesta época, fazer uma reflexão sobre a história e a importância das Sagradas Escrituras em nossas vidas.

 

A Bíblia é o livro da história da fidelidade de Deus para com o povo de Israel. O “nascimento da Bíblia”, situa-se por volta de 500 a.C, após o exílio babilônico.

 

No judaísmo, a Tanakh- Bíblia hebraica-  consiste em 24 livros, sendo composta pela “Lei” ( Torá-Pentateuco) , “os Profetas” e “os Escritos”. Os cristãos chamam esse conjunto de Antigo –ou Primeiro-Testamento, e acrescentam mais sete livros, chamados de deuterocanônicos, formando 46 livros no Antigo Testamento, além dos  27 livros do Novo Testamento, sendo ao todo 73 livros que compõem a Bíblia cristã. As Sagradas Escrituras foram escritas em três idiomas: hebraico, trechos em aramaico e grego. Embora não exista nenhum manuscrito autógrafo, as versões a que temos acesso são consideradas confiáveis. 

 

Os textos Sagrados são de autoria de Deus, que enviou sua mensagem através de diferentes pessoas.  A escritura do Pentateuco, é atribuída a Moisés, e os demais textos do Primeiro Testamento foram escritos por diversas pessoas. A primeira parte do Novo Testamento é constituída pelos quatro Evangelhos, e sua autoria atribuída pelos cristãos a Mateus, Marcos, Lucas e João. Os demais foram escritos por outros apóstolos,   discípulos e por São Paulo.

 

A interpretação das Escrituras deve, antes de tudo, estar atenta aquilo que Deus quis manifestar por intermédio dos autores sagrados, para nossa salvação. Nas Sagradas Escrituras, Deus fala ao homem à maneira dos homens.  Devemos, pois, prestar atenção ao conteúdo e a unidade da Escritura inteira, pois, por mais diferentes que sejam os livros que a compõem, a Escritura é uma em razão da unidade do projeto de Deus. É necessário ler os textos Sagrados dentro da tradição de cada crença,  distinguir o sentido literal e o sentido espiritual na Escritura, levar em conta as condições da época e da cultura em que  foram escritos, gêneros literários, modo de escrever, sentir e narrar. A Palavra nos é apresentada e expressa de maneiras diferentes nos textos que são históricos, proféticos ou poéticos.

 

Existe uma linha muito tênue entre o que está escrito e o que interpretamos. E nessa linha de interpretação, as traduções são requisitos importantes para uma melhor compreensão, já que a Bíblia é a obra com maior número de traduções.  Hoje podemos encontrar diversas versões da Bíblia, algumas com uma tradução mais compreensível do que outras. Mas a Bíblia é a mesma para todos. Qualquer versão traduzida com cuidado e honestidade é ecumênica por si, serve para os cristãos e, quanto ao Primeiro Testamento, também para  judeus. Evidentemente, mesmo servindo para todos, cada tradução observa a Igreja da qual a traduziu.

 

A mensagem que a Bíblia nos passa é atual e sempre será.  É  considerada um livro histórico, mas nela há bem mais que fatos marcantes na história da humanidade, há a real e verdadeira Palavra de Deus dirigida a nós.  Nela encontramos os mandamentos, os preceitos, as atitudes que agradam a Deus e as que o desagradam. Certamente, se a humanidade respeitasse os mandamentos e os preceitos dados por Deus na Bíblia, teríamos um mundo melhor e poderíamos viver com mais tranqüilidade. Através da leitura e do estudo das Escrituras podemos ver que Deus sempre esteve conosco, compreender melhor seus desígnios, sua fidelidade, seu amor por nós e reforçar a nossa fé.

 

Podemos observar que muitas histórias e situações descritas na Bíblia se repetem ainda hoje. A Palavra de Deus é sempre a mesma, ela não muda com o tempo, pois o caminho para nossa felicidade e salvação são um só.  O relato de histórias Bíblicas a crianças, adaptadas a cada faixa etária, é um importante meio para inserir a fé e a esperança desde cedo em nossas crianças, que hoje sabem diversas fábulas, mas muitas sequer sabem alguma história bíblica. As Escrituras são fonte de bênçãos, de salvação, de esperança para quem crê. Quando nos alimentamos da Palavra de Deus, nos tornamos mais fortes para enfrentarmos as dificuldades que a vida nos apresenta.

 

A Bíblia é uma grande carta que Deus escreveu para nós. Meditemos neste mês  a resposta que damos a esse escrito. Não basta somente ter as Sagradas Escrituras em  nossos lares e deixá-la na prateleira. É  preciso estar com o coração aberto para poder ler, compreender a Palavra de acordo com sua religião, interiorizá-la e viver a luz desses Sagrados Textos.

 Ana E. Tartarotti
 

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Há setenta anos do Segunda Guerra Mundial

01 de setembro de 2009 2

Há setenta anos dava inicio a pior tragédia da história da humanidade.

Milhoes de pessoas morreram injustamente, algumas lutando outras sendo vitimas de perseguiçoes e exterminio, muitos foram alvo de bombardeios.

O certo é que numa guerra nao existem vencedores nem vencidos, quem perdeu foi a humanidade toda.

Em matéria religiosa muitos se perguntaram onde estava Deus?

Quando de fato a pergunta certa deveria ser  onde estava o Homem?

Hoje quero lhes perguntar o que aprendimos nestes 70 anos como humanidade?

A resposta é triste, muito pouco.

Continuamos tendo guerras, conflitos afloram pelos quatro cantos do planeta.

Devemos voltar aos principios, resgatemos a êtica e a moral de cada sociedade, encontremos sim nas religioes, encontremos na razao, nas ciencias o caminho que nos torne mais responsáveis pelo equilibrio em nosso planeta.

Comecemos a cultuar a paz em nossa familia, em nossa sociedade, em nosso ser, estaremos contribuindo assim com a paz universal.

Nao podemos retroceder, nao voltemos jamais há setenta anos, aprendamos das leçoes que nos deixou a história.

Shalom = Paz

Prof.Guershon Kwasniewski

 

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski