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Posts de dezembro 2009

Feliz Natal!

24 de dezembro de 2009 0

Prezados leitores, em nome da comunidade Judaica desejo lhes cumprimentar com os melhores desejos de Feliz Natal!

Que seja um tempo de encontro, de família e amizade.

Nos judeus nao comemoramos o Natal, mas mesmo assim  alegramo-nos com a vossa comemoraçao.

Que seja um tempo de PAZ.

Shalom a todos, FELIZ Natal, e um próspero ano 2010!

Prof. Guershon Kwasniewski

Lider Religioso da Sociedade Israelita Brasileira

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

O verdadeiro natal cristão

22 de dezembro de 2009 3

Época de natal é tempo de encantamento. Os cenários lúdicos das decorações natalinas nos fazem sonhar. As árvores repletas de luzes e cada vez maiores, o Papai Noel presente  em todos os lugares, nos levam a entrar de vez no espírito natalino. A correria às lojas, quase sempre de última hora, para a compra dos presentes de natal já é uma tradição, que se torna, a cada ano, mais enraizada em nossa cultura. Afinal, é natal.

 

Mas, em meio a tantos apelos nada religiosos, muitas vezes, acabamos por deixar para trás o verdadeiro sentido do natal. As decorações belíssimas dos locais públicos que nos deslumbram, deixam de lado o presépio. Dificilmente o encontramos.  Até mesmo em lares católicos a tradição de montar o presépio já está se perdendo. A representação do nascimento de Jesus, criada por São Francisco, em 1223, está cada vez menos presente em nosso meio, ao contrário do Papai Noel. Natal é uma festa cristã. Muitos esquecem isso e adotam outros valores. Descuidam da espiritualidade. Para o natal, tudo está preparado: decoração, presentes, ceia. Mas, é necessário nos preparamos para o essencial: o nascimento de Jesus em nosso coração. Não é preciso deixar de enfeitar nossas casas, de nos preparar externamente, mas é imprescindível preparar o coração, com amor, generosidade, perdão e compreensão, para celebrar bem o natal.  Esse é o verdadeiro natal cristão.

 

Jesus nasce em nosso meio. E é em uma cidade pequena, em uma família pobre e na humildade de um estábulo que Cristo vem até nós. É nesta pobreza que se manifesta a glória de Deus. A cada ano, temos o privilégio de celebrarmos o amor, que é o que o natal representa. O amor incondicional de Deus por cada um de nós é o que nos revela o natal. Um amor que não só vem até nós, mas que nos eleva, fazendo-nos participar dele. Um amor que deve ser partilhado com todos e por todos, especialmente neste tempo de festa. Crentes e não crentes podem e devem se deixar contagiar pela alegria natalina, renovar os bons sentimentos e exercer a generosidade, que costuma se acentuar no natal, e  que deve nos acompanhar durante todo o ano. Natal é um desejo de paz, que pode ser concretizado através de nós.

 

Que neste natal, possamos olhar para dentro de nós mesmos e deixar-nos renascer no amor de Deus.

Ana Elisa Tartarotti


Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Grupo Inter-religioso na TVCOM

22 de dezembro de 2009 0

O Grupo de Diálogo Inter-religioso de Porto Alegre participou do programa Estilo Zen da TVCOM.

Assista a entrevista dos integrantes do Grupo, a partir do minuto 11.

Agradecemos a apresentadora Lu Adams pelo convite.

www.tvcom.com.br/estilozen

http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=1&local=1&template=3948.dwt&section=Blogs&post=257952&blog=423&coldir=1&topo=3994.dwt

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Harmonia, união, espiritualidade

19 de dezembro de 2009 0

Estamos todos de passagem por este mundo. A encarnação de um corpo traz a busca de harmonia. Nas várias encarnações buscamos sempre nos melhorar. Se em uma encarnação não conseguimos nos transformar para melhor, estaremos somente estacionados, pois a lei universal é de amor, de transformação para melhor, de progresso. O homem não é somente o que faz. Ele vive e cria a sua atmosfera, a sua circunstância; se esta atmosfera é de tristeza, ele deve se conscientizar que tem o poder de melhorar esta atmosfera pelo amor, pela dedicação, por fazer cada coisa um pouco melhor. E isto se transformará em harmonia. Mas se vivermos só materialmente, sem imaginarmos que todos nós somos criaturas de Deus, entes destinados a viver com mais amor e no amor, em união e em espiritualidade, o nosso universo será muito restrito, sem vida, sem amor, sem construção.

Todos necessitamos uns dos outros; nada faremos sozinhos; por isso a necessidade de união,  o estar junto, a empatia que admite a existência do outro, por poder pensar como o outro nos aceita, sentindo como nos vê e assim aceitando, compreendendo e realizando o amor maior da harmonia, em união com a espiritualidade.

O DIRPOA uniu e reuniu pessoas de vários credos religiosos: islamita, da fé bahai, budistas, israelita, protestante, evangélicos, anglicana, umbandista, católica, espírita, que se envolvem espiritualmente com carinho e que se encontram com alegria, irmanados espiritualmente. E isto é precioso; todos nos sentimos como uma grande família, filhos de Deus e irmãos de Jesus.

Estamos perto do Natal: quanto pensamos em Natal, imaginamos presentes para toda a família, festas, reunião de todos. E muitas vezes não convidamos nosso irmão maior Jesus para a festa dEle.

É o aniversário dEle que comemoramos. E poderíamos comemorá-lo, com mais amor a cada pessoa que nos cerca, na busca da paz interior, com harmonia, buscando a união com a espiritualidade.

Que seja esta a nossa festa de Natal: mais amor, mais carinho a tudo e a todos, com luz, paz, união, harmonia e espiritualidade.

 

Postado por Cristina Canovas de Moura

Chanuka, a festa das luzes

15 de dezembro de 2009 0



 

              Histórico da Revolta dos Macabeus

No ano 333 a.E.C., Alexandre Magno conquistou a Judéia e assim começou o governo grego na Judéia e em toda Eretz Israel. Alexandre Magno outorgou aos judeus o direito de viver segundo seus costumes, gozando de autonomia religiosa e nacional.

Depois de sua morte, o reino foi dividido entre os Ptolomaicos, que reinavam no Egito, e os Selêucidas, que governavam na Síria. Estes reinos lutavam entre si pelo governo da Judéia. Em 198 a.e.c., Antíoco III, Rei da Síria, conquistou Eretz Israel e novamente outorgou autonomia nacional e religiosa aos judeus.

A situação mudou em 175 a.e.c., quando subiu ao governo da Síria Antíoco IV, Antíoco Epifanes. Antíoco Epifanes se via como representante da cultura grega (helenista) e queria promover esta cultura em todos os domínios do reino. Nesta época, havia na Judéia duas posições fortes: os “Helenistas” e os “Chassidim”. Os que apoiavam a cultura grega, falavam grego e adotavam os costumes gregos, eram conhecidos como Helenistas. A maioria dos Helenistas vinha das classes médias e altas.

A maioria do povo permaneceu fiel à religião e à tradição judaicas, e não adotou a cultura grega. Do povo, se levantou um grupo de pessoas que se chamou a si mesmo de Chassidim. Eles viam como sua principal missão a preservação dos valores nacionais e religiosos. Eles se opuseram à imposição da cultura helenista, dado que isto aniquilaria a cultura judaica.

Antíoco Epifanes queria transformar Jerusalém numa cidade grega. Impôs editos contra a religião judaica; proibiu a observância do Shabat; a mitzvá da circuncisão e o estudo da Torá. Construiu um altar no Templo, e obrigou os judeus a fazerem oferendas aos deuses gregos. Também em toda Jerusalém foram construídos altares aos deuses gregos.

O ressentimento entre o Povo Judeu foi se acumulando, e em 167 a.e.c. estourou a revolta contra o governo grego na Judéia. A revolta começou no povoado de Modiin. Encabeçando os rebeldes, estava o ancião e sacerdote Matitiahu, o Hasmoneu.

Matitiahu matou o soldado grego que quis fazer a oferenda de um porco no altar de sacríficios dos judeus, destruiu o altar construído pelos soldados gregos e fugiu para as montanhas. Junto a ele, partiram seus cinco filhos: Iochanan, Shimon, Yehudá, Yonatan e Eleazar. Muitos judeus, que na maioria eram camponeses, se juntaram a Matitiahu e seus filhos para lutar contra os gregos. Encabeçando os combatentes judeus, estava o filho de Matitiahu, Yehudá, o Macabeu.

O lema dos combatentes judeus era “Mi Camochá baElim, Ado-nai” – Macabi – Quem é como Tu entre os deuses, nosso D`us”. Os judeus lutaram com heroísmo. Era uma guerra entre forças díspares: poucos contra muitos, camponeses sem armas contra um exército organizado e treinado. A guerra foi popular e de guerrilhas. Nesta luta caíram muitos judeus, entre eles Eleazar, o Hasmoneu. Yehudá, o Macabeu, deu um duro golpe no exército de Antíoco, e libertou Jerusalém. Isto ocorreu em 165 a.e.c. Ele purificou o Templo, e renovou o serviço sagrado. No dia 25 do mês de Kislev, os judeus inauguraram o Templo e fizeram a primeira oferenda a D`us no novo altar. A festa de inauguração do Templo se estendeu por 8 dias. Depois da inauguração do Templo, continuaram as lutas. Yehudá HaMacabi, caiu em combate, mas sua luta foi continuada por seus irmãos, Yonatan e Shimon, que fortaleceram o reino, anularam os editos de Antíoco, e transformaram a Judéia num reino independente. Shimon foi o primeiro príncipe da Judéia, e assim começou a dinastia dos Hasmoneus.
A dinastia dos Hasmoneus continuou até depois da conquista romana, em 67 a.E.C e até a morte do último Rei da Dinastia, em 37 a.E.C.

 

O que comemoramos em Chanucá

 

Durante o período em que os Selêucidas dominaram o Templo, eles fizeram sacrifícios com animais impuros. Quando Yehuda, o Macabeu, conquistou Jerusalém, o Templo foi purificado e reinaugurado. Isto aconteceu no ano de 165 a.e.c., 25 de Kislev. A Menorá foi acessa, mas havia óleo suficiente para somente um dia. Milagrosamente, este óleo especial durou oito dias, o tempo necessário para poderem fabricar este óleo puro.

 

 

 

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Costumes de Chanucá:

 

 

 

Como Acender a Chanuquiá


Uma  de Chanucá tem oito braços numa fila reta de igual altura. O shamash (vela auxiliar), usado para acender a chanuquiá, é colocado mais alto ou à parte das outras. Uma que funcione com eletricidade pode ser usada como decoração de çhanucá, mas não cumpre a mitsvá (conexão com D’us) de acendimento da. chanuquiá

Parte da mitsvá de Chanucá é a divulgação do milagre de Chanucá, portanto colocamos a chanuquiá no batente oposto à mezuzá, ou numa janela, claramente visível do lado de fora. Velas podem ser usadas, mas devido ao seu papel no milagre de Chanucá, uma chanuquiá com azeite é especialmente significativa.

Na primeira noite de Chanucá, reúna a família para o acendimento da chanuquiá antes de acender, recite a bênção apropriada. Utilize o shamash para acender a primeira vela, no extremo direito da chanuquiá.

Na segunda noite, acenda uma vela adicional à esquerda da vela acesa na noite anterior. Repita o mesmo processo a cada noite de Chanucá, onde a vela a ser acesa é sempre a nova, procedendo da esquerda para a direita. As velas devem arder durante pelo menos meia hora.

Se uma vela apagar durante o período em que deveria estar ardendo, deve ser reacendida. Na noite seguinte, os pavios e o azeite restantes podem ser reaproveitados.

A luz da chanuquiá é sagrada e não pode ser utilizada para outro fim, como leitura ou trabalho.

Acendimento na véspera e após o Shabat

Na tarde de sexta-feira, acendemos as velas de Chanucá pouco antes das velas de Shabat. (No Shabat, o sagrado dia de repouso, é proibido acender uma chama). A chanuquiá não pode ser tocada ou removida depois de seu acendimento na sexta-feira até sábado após o anoitecer. No sábado, as velas de Chanucá somente são acesas após o final do Shabat, depois que a prece de Havdalá é recitada.

Luzes, velas, ação!

Primeiro, acende-se o shamash, depois pronuncia-se as seguintes bênçãos:

1. Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, asher kideshánu bemitsvotav, vetsivánu lehadlic ner Chanucá.

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D`us, Rei do Universo, que nos santificou com Seus mandamentos, e nos ordenou acender a vela de Chanucá.

2. Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, sheassá nissim laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê.

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D`us, Rei do Universo, que fez milagres para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época.

Na primeira noite ou pela primeira vez, acrescenta-se:

Baruch Atá A-do-nai, E-lo-hê-nu Mêlech Haolam, shehecheyánu vekiyemánu vehiguiyánu lizman hazê.

Bendito és Tu, A-do-nai, nosso D`us, Rei do Universo, que nos deu vida, nos manteve e nos fez chegar até a presente época.

Em seguida, acendem-se as velas da chanuquiá com o shamash, da esquerda para a direita. Após acender as velas, coloca-se o shamash à esquerda da chanuquiá de modo que fique mais alto do que as chamas da chanuquiá, e recita-se:

Hanerot halálu ánu madlikin al hateshuot, veal hanissim, veal haniflaot, sheassíta laavotênu, bayamim hahêm, bizman hazê, al yedê cohanêcha hakedoshim. Vechol shemonat yemê Chanucá, hanerot halálu côdesh hem, veen lánu reshut lehishtamesh bahen, êla lir`otan bilvad, kedê lehodot ul`halel leshimechá hagadol, al nissêcha, veal nifleotêcha, veal yeshuotêcha.

Nós acendemos estas luzes em virtude das redenções, milagres e feitos maravilhosos que realizaste para nossos antepassados, naqueles dias, nesta época, por intermédio de Teus sagrados sacerdotes. Durante todos os oito dias de Chanucá, estas luzes são sagradas, e não nos é permitido fazer qualquer uso delas, apenas mirá-las, a fim de que possamos agradecer e louvar Teu grande nome, por Teus milagres, Teus feitos maravilhosos e Tuas salvações.

 

 

 É costumes dar para as crianças Chanucá Guelt, um dinheiro para que possam praticar alguma mitzvá.

 

 

 

 

 

Crianças judias jogam um jogo onde eles giram um pião de quadro faces com letras hebraicas chamado de dreidel (סביבון sevivon em hebraico) .

 

 

 

 

Material compilado pelo Prof. Ilton Gitz

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Celibato em crise?

03 de dezembro de 2009 0

03 de dezembro de 2009 | N° 16174

ARTIGOS ZH

Celibato em crise?, por Felipe Klafke Konzen*

 

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Passam os tempos e alguns assuntos continuam a despertar o interesse em muitas pessoas. Um deles é o celibato. É incrível como a maneira de viver de uma minoria possa causar tantas discussões. E o mais interessante é que poucos desses debates são polemizados por aqueles que vivem essa opção, os sacerdotes e religiosos em sua maioria. Os artigos e as lamúrias inflamadas partem justamente de quem muitas vezes não tem nada a ver com isso. É curioso, mas não se vê, por exemplo, um padre dizendo com quem esse ou aquele deve se casar ou para que time seus paroquianos devem torcer. Isto porque não lhes diz respeito. Então, por que tantos se julgam no direito de optar ou não por uma escolha da qual não são eles que devem fazer, mas sim os padres e as freiras?

A resposta talvez seja porque justamente a vida de perfeita castidade por amor ao Reino de Deus, a razão última do celibato é o amor e não a privação deste, seja um grito silencioso nos ouvidos de consciências entorpecidas por uma sexualidade mal vivida, como que a dizer a estas que a pureza ainda hoje é possível!

A Igreja nos ensina que: “Chamados a consagrar-se com indiviso coração ao Senhor e a cuidar das Suas coisas, entregam-se – os sacerdotes – inteiramente a Deus e aos homens. O celibato é um sinal desta nova vida a serviço da qual o ministro da Igreja é consagrado; aceito com coração alegre, ele anuncia de modo radiante o Reino de Deus!”.

O fundamento da vida celibatária encontra-se no “amor ao Reino dos Céus” (Mt 19,12). Ele não existe por questões econômicas, portanto, ou por desprezo às mulheres, porque muitas delas também vivem este estilo de vida, ou porque se é contra relações sexuais, a Igreja é a entidade no mundo que mais defende a família e o matrimônio! O celibato existe primeiramente por um desejo de maior identificação a Cristo, também Ele celibatário. Depois, para permitir uma maior fecundidade apostólica no mundo. Lembremos aqui, por exemplo, João Paulo II e Madre Teresa de Calcutá, exemplos concretos de paternidade e maternidade espirituais que justamente por serem célebes é que puderam amar tanto e tão bem.

É claro que nem todos aqueles que se propuseram livremente viver a vida celibatária a fizeram de maneira exemplar, mas com toda a certeza falamos aqui de uma minoria. Ora, não é porque alguns maridos ou algumas esposas são infiéis, que a solução para o matrimônio esteja na poligamia ou em uma vida de infidelidades. Porque uma técnica em enfermagem é acusada de causar a morte de crianças, fecharemos todas as pediatrias? Claro que não!

Vivemos em uma sociedade dita bastante liberal, aberta aos vários tipos de vida, a liberdade de expressão. Então, deixemos que aqueles que encontraram-se com a fonte do amor, o expressem de maneira livre! É urgente reconhecer o celibato consagrado como valor para nossa sociedade e é urgente deixarmos que eles, que testemunham este valor, possam viver sua opção em paz!

*Padre, reitor do Seminário Menor Maria Auxiliadora, de Dois Irmãos

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski

Inauguração do DEMHAB

02 de dezembro de 2009 0

DEMHAB

O Grupo de Diálogo Inter-religioso de Porto Alegre, participou no ato de inauguração do DEMHAB (Departamento Municipal de Habitação).

Os religiosos proferiram diferentes mensagens e benções para os funcionários e diretores.

Foi marcada a importancia e a dignidade de oferecer um teto para as famlias carentes do municipio.

O ato contou com a presença do Prefeito e Vice-Prefeito de Porto Alegre.

O novo prédio fica na rua Princesa Isabel 1115.

Desejamos que o DEMHAB possa ajudar a muitos cidadãos a realizar o sonho de viver numa casa própria.

Postado por Prof. Guershon Kwasniewski