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Posts de março 2012

Comunidade comemora contribuição ao Brasil no Dia da Imigração Judaica

16 de março de 2012 1

O Dia da Imigração Judaica homenageia a contribuição dos judeus para a formação da sociedade brasileira. A celebração, no dia 18 de março, foi criada por um projeto de lei do então deputado federal Marcelo Itagiba (PSDB-RJ), sancionado em 2009 pelo então presidente em exercício, José Alencar.

No Rio de Janeiro, a Federação Israelita (Fierj) e a Associação Religiosa Israelita (ARI) farão uma cerimônia especial de Shabat, no dia 16, às 18h30, na sinagoga da ARI, com a presença de Claudio Lottenberg, presidente da Confederação Israelita do Brasil; Marcelo Itagiba; lideranças políticas e comunitárias.

No dia 20, também em comemoração à data, Itagiba lançará o livro “De Olho no Rio e no Brasil”, no Clube Israelita Brasileiro, em Copacabana. A obra traz 58 artigos publicados na imprensa brasileira entre 2002 e 2012.

Em Belo Horizonte, será comemorado no dia 18 o Dia Municipal da Imigração Judaica, conforme lei de janeiro deste ano, de autoria do vereador Hugo Thomé. Haverá uma exposição sobre a imigração, depoimentos de imigrantes, música judaica e comidas típicas. A celebração foi noticiada no site da Unegro – União de Negros pela Igualdade.

A data de 18 de março marca o dia da reinauguração, em 2002 no Recife, da Sinagoga Kahal Kadosh Zur Israel (Santa Comunidade Rochedo de Israel), a primeira das Américas. Os judeus fazem parte da história do Brasil desde antes de seu descobrimento. Há historiadores que afirmam que o projeto ultramarino português só foi possível graças à participação concreta dos judeus.

Veja vídeo que homenageia, em ritmo de forró, os imigrantes judeus que se estabeleceram em todas as regiões do País, dos pampas à Amazônia.

Veja imagens antigas de imigrantes judeus no Brasil.


“Navio de Emigrantes”, de Lasar Segall. Reprodução.
Fonte CONIB

Crucifixos e perseguição

09 de março de 2012 5

A decisão vergonhosa de retirar dos prédios da Justiça os crucifixos só retrata a calamitosa perseguição que o Estado abraça em prol do ateísmo persecutório. Reprovam a manifestação social, cultural e livre de quaisquer amarras legais dos cidadãos de um país cuja população é composta em sua maioria por católicos. Haja visto que a pasma sociedade gaúcha agora é obrigada a assistir a remoção de um símbolo que, longe de qualquer tipo de legislação, figurava nos prédios de sua justiça tão somente pela força do costume social.

A manifestação religiosa a qual o Estado alude sequer figura como afronta ao texto constitucional, pois não há qualquer comando do Estado conduzindo a presença dos crucifixos, há sim, desde esta decisão vexatória, a determinação estatal em desrespeito a laicidade impondo assim a perseguição direta e oficialmente.

Não se pode apoiar tal atitude advinda de uma justiça que promove em larga escala a presença constante da deusa pagã Têmis como seu símbolo. Lança agora um discurso burocrático para atender a causa da Liga Brasileira de Lésbicas em recurso de uma decisão que, em dezembro do último ano, não acolheu o pedido de remoção dos crucifixos por entender que não havia postura preconceituosa.

Presenciamos a eliminação da identidade cultural do povo brasileiro. Tentam alegar que a presença dos crucifixos fere aqueles que não professam a fé católica, contudo, estarem eles presentes não significa adesão do Estado a tal crença, mas sim o reconhecimento de uma tradição historicamente construída dentro da cultura de nosso país. Não se trata de impor a religião católica nem sequer de ofender a sensibilidade daqueles que não a seguem, mas simplesmente de não se admitir que o povo brasileiro seja tolhido de um pedaço de sua história e de uma forte tradição.

A decisão ignora o papel marcante da cristandade na formação deste país e na construção da identidade de seus cidadãos. Testemunhamos a anulação de nossas tradições, base de nossa sociedade.

Recentemente vislumbramos o valor da Cruz ao vê-la emergida dos destroços do World Trade Center, em Manhattan, nos Estados Unidos da América. Também lá se presenciou esforços dos ateus em removê-la de seu lugar no atual memorial do 11 de Setembro. O crucifixo nos remete ao amor à Deus e é símbolo universal do amor ao próximo. Curiosamente lutamos apenas contra os símbolos católicos. A quem interessa realmente a remoção dos crucifixos?

Descartamos o humanismo em favor do relativismo. Não esquecemos da defesa constitucional na antiga União Soviética a respeito da liberdade religiosa e, contudo, aquele Estado vivenciou e alimentou uma intensa perseguição religiosa.

Qual o próximo passo? Acabar com os feriados religiosos? Implodir o Cristo Redentor? Estamos a um passo da barbárie.

Felipe José Kayser Furlan

Professor de Direito


Neve em Jerusalem

02 de março de 2012 0

A sexta-feira é a data sagrada para os musulmanos.

A sexta-feira pela noite é o Shabat, data sagrada para os judeus.

O que tem de particular este dia de máxima espiritualidades para árabes e judeus que moram no Oriente Médio, a neve que está caindo em Jerusalém.

Desejamos que a neve se transforme num manto de  paz para ambos povos.

Shabat Shalom!

A SIBRA em campanha de doação

01 de março de 2012 0

Prezados leitores

A cada ano a nossa sinagoga organiza uma campanha de Tzedaká.

A palavra tzedaká em hebraico significa justiça.

Tentamos fazer justiça ante as injustiças que se apresentam no planeta.

A pobreza é um sério problema na nossa sociedade e no Brasil todo.

Começamos a recolher donativos de roupas para doar antes da chegada do inverno.

Gostaríamos contar com a vossa ajuda para sugerir instituições  onde possamos encaminhar os nossos donativos.

Contamos com a vossa participação.

Se você estiver interessado em doar agasalhos, roupas em bom estado que já não utiliza entre em contato conosco via blog ou escreva para sibrars@terra.com.br

Entre todos podemos ajudar ao nosso próximo, sem importar qual é a religião, cor ou sexo.

Obrigado!!

Guershon Kwasniewski

Líder Religioso da SIBRA