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PÁSCOA E ESPIRITISMO

08 de abril de 2012 12

As instituições espíritas não celebram a Páscoa, nem programam situações específicas para “marcar” a data, como fazem as demais religiões ou filosofias “cristãs”.

A figura de Jesus no contexto espírita está mais próxima de nós: para nós ele assume a posição de mestre e irmão, filho de Deus. A moral pregada por Jesus é a moral do Espiritismo. A civilização ocidental celebra as datas do nascimento e da morte das pessoas que nos são caras e Jesus é nosso irmão, amigo e mestre, e por tal nós o celebramos.

A Páscoa ou a celebração da dita “ressurreição” de Jesus, tem uma conotação  peculiar. É necessário buscar, no tempo, na História da Humanidade, as referências ao acontecimento.

A Páscoa, propriamente dita, não é relacionada ao martírio e sacrifício de Jesus; ela já existia anteriormente a Jesus; naquela época, era uma festa cultural. No Evangelho de Lucas (Cap. 22, v. 15 e 16), Jesus fala sobre o evento: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes da minha paixão. Porque vos declaro que não tornarei a comer, até que ela se cumpra no Reino de Deus.”  A Páscoa já era uma “comemoração”,

Historicamente, a Páscoa é a junção de duas festividades muito antigas, comuns entre os povos primitivos, e pelos judeus, à época de Jesus. Fala-se do “pesah”(passagem de Moisés com seu povo no Mar Vermelho), uma dança cultural, representando a vida dos povos nômades, numa fase em que a vinculação à terra (com a noção de propriedade) ainda não era flagrante. Também estava associada à “festa dos ázimos”, uma homenagem que os agricultores sedentários faziam às divindades, em razão do início da época da colheita do trigo, agradecendo aos Céus, pela fartura da produção agrícola que saciava a fome de suas famílias, e propiciavam as trocas nos mercados da época. Ambas eram comemoradas no mês de abril (nisan) e, a partir da fuga do povo hebreu do Egito (“êxodo”, em torno de 1441 a.C.) passaram a ser comemoradas juntas. Foi esta celebração de Páscoa que o Cristo desejou comemorar por ocasião da última ceia.

Mas há outros elementos da vida de Jesus que marcam a Páscoa. As quinta e a sexta-feira santas, o sábado de Aleluia e o domingo de Páscoa. Os primeiros relacionam-se ao “martírio”, ao sofrimento de Jesus e os últimos, à ressurreição e a ascensão de Jesus.

O Espiritismo não aceita a ressurreição, por considerar que a interpretação tradicional aponta para a possibilidade da manutenção do corpo do Cristo, no post-mortem, situação totalmente rechaçada pela ciência, com relação ao envoltório físico. A ressurreição diz que todas as pessoas no Juízo Final virão a ter o mesmo corpo que tiveram anteriormente, o que é impossível, pois tudo se modifica, tudo se transforma.  O Espiritismo admite o renascimento, com o nascimento de novo corpo com um espírito criado por Deus; este espírito não é eterno, pois eterno só Deus. O espírito imortal renasce para progredir, trazendo o que de bom já construiu em outras vidas e que agora precisa aprender a mais para progredir.  Foi o Espírito de Jesus que apareceu em muitas ocasiões após a sua partida deste mundo.

A Páscoa, conforme a interpretação das seitas tradicionais, se mostra envolta num contexto de culpa. Acredita-se que Jesus teria padecido em razão dos “nossos” pecados, e o sofrimento de Jesus teria sido realizado para “nos salvar”. Sabemos que todos nós somos responsáveis pelo que fazemos. Ninguém sofre por mim o mal que fiz. O momento da Páscoa pode nos mostrar o transpor, o transformar, a libertação nossa quando nos libertamos do “homem velho” que existe em nós quando nos tornamos melhores, e permanecemos perto de Jesus toda vez que fazemos o que ele nos ensinou, que foi o bem e o amor.

Os símbolos da Páscoa: os ovos(o começo da vida); o coelho(a fecundidade); o cordeiro imolado (o sacrifício de Moisés por ter saído do deserto),o círio(a vela) que ilumina os caminhos, o girassol(a flor que se volta para a luz); o pão e o vinho(significando o alimento da última refeição); o bolo da pomba da Paz(celebração doce que um confeiteiro fez a um soberano que por tal poupou uma cidade), a quaresma(quarenta dias antes da Páscoa), todos estes símbolos falam muito forte de vida, mais de vida que de morte.  Para nós a Páscoa é a vitória da vida do espírito sobre a morte, a certeza da imortalidade do espírito e da reencarnação, porque a vida, em essência, é amor, no exemplo da própria existência de Jesus, de amor ao próximo e de valorização da própria vida.

Nesta Páscoa, lembremos os belos exemplos de Jesus, o doce Rabi, que nos guia para nos tornarmos melhores, com mais amor no coração. Vamos comemorar a Páscoa com nossa transformação, rumo a uma vida mais plena de amor e paz.

Comentários (12)

  • Daniel diz: 9 de abril de 2012

    Olá!
    Sou cristão e gostaria de deixar claro que aceito todas as formas de fé, pois creio que essa é inerente ao ser humano. Embora, como qualquer cristão sério, não aprove a exploração que determinadas religiões de cunho neopentecostal imputam a seus seguidores. Mas não desejo falar sobre isso agora.
    Confesso que não entendo muito bem o espiritismo. Vocês afirmam que “Ninguém sofre por mim o mal que fiz”. Tudo bem, mas quem anuncia a mensagem bíblica não tem como fugir dessa compreensão. A menos que ignore a mensagem central da Bíblia e baseie-se em pouquíssimos textos pontuais, a morte sacrificial de Cristo é expressa em vários textos (Sl 22, Jo 10.11, Is 53.6 e outros), tanto do Antigo como do Novo Testamento. A prática do Bode Expiatório (que era sacrificado para pagar os pecados do povo) foi claramente utilizada por Cristo, sendo lembrada por ele na Eucaristia. Com todo o respeito, não entendo como vocês conseguem se dizer cristãos e não aceitam o escopo bíblico – a morte do filho de Deus por nós? Acho que o espiritismo pode crer no que quiser; mas, se quer ser cristão, precisa aceitar o Livro Sagrado do Cristianismo no que é central – o amor de Deus e seu sacrifício por nós. Abraço.

  • Alfa Buono diz: 12 de abril de 2012

    Prezada Cristina, muito interessantes os comentários sobre a Páscoa na visão do Espiritismo. Que bom que esse espaço do Blog Das Religiões pode acolher os pensamentos do Grupo de Diálogo Inter-religioso de Porto Alegre através de seus membros, assim como também os comentários dos leitores.
    Um só Criador ,mas um espaço democrático para demonstrar respeito pelos seres criados por Ele e para conprovar que desse respeito se origina a paz tão desejada.

  • lucas diz: 17 de abril de 2012

    Ola, senhores. Realmente não consigo entender essa mescla de crenças com um objetivo comum…não que eu seja contra, pois nada pode ser mais nocivo que o fundamentalismo religioso levando a inexorável desunião entre os homens e discriminação e violência. Não entendo como tanta diversidade pode convergir com a explicação de que o objetivo é a paz em sociedade e o louvor a Deus. Que Deus? Tantas opções não seriam evidencia de que o mais provável é que todos estejam errados em relação ao sobrenatural? Porque definitivamente nao podem todos estar certos. Nesse artigo, lí sobre amor ao proximo. A biblia apresenta diversos trechos que mostram claramente que o amor ao proximo é o amor a outro irmão que professa a mesma fé. Intolerancia religiosa é o ponto chave do livro, basta le-lo com bem atenção. O proprio Deus teria legislado sobre punições para quem discordar dessa premissa basica de salvação. Vemos tambem que os escravos (e os escravizados eram preferencialmente os estrangeiros, segundo Deus) não eram tão PROXIMOS assim. Temos todas as evidencias para afirmar categoricamente que o Deus de Abraão não permitiria sincretismo religioso e não aceitaria gente mexendo com espíritos (bons ou maus) e muito menos com umbanda. Alguem discorda da minha tese de que a religião não é, de forma nenhuma, mandatório para que as pessoas passem a se comportar melhor?
    Lucas
    odontologo

  • Prof. Guershon Kwasniewski diz: 20 de abril de 2012

    Prezado Lucas
    O dia que tu conhecer melhor o trabalho do Grupo de Diálogo Inter-religioso de Porto Alegre, irás perceber que não existe sincretismo, muito pelo contrário, existe respeito.
    Ninguém tenta convencer ninguém que a religião do outro é melhor, mas entendendo o que cada um de nós acredita e faz, conseguimos ter uma melhor visão do mundo.
    Nosso espaço é democrático, podes concordar ou discordar estás no teu direito.

  • lucas diz: 20 de abril de 2012

    no meu comentario eu deixei bem claro que não há nada pior que intolerancia religiosa levando ao envenenamento das relações sociais, no entanto nao entendo como se pode ser um verdadeiro seguidor da fé sem ser fundamentalista. Ou voce segue tudo o que está no livro sagrado (se sua religião tiver um, ou voce é só um arremedo de fiel). A religião judaico-cristã, por exemplo, prega em seu livro que não há outra opção digna para os seres a nao ser a crença em Deus e Jesus…qualquer coisa fora disso é penalidade máxima, danação eterna. O livro fala sobre intolerancia religiosa e divide a humanidade entre crentes e nao crentes…portanto, quando se tenta conciliar e unir a humanidade apesar das crenças, os cristãos incluidos estão livrando-se (felizmente) do fundamentalismo dogmatico do seu ^cânone, que prega a divisão (Como Jesus diz). Que bom, mudam-se os tempos, mudam-se as vontades…no entanto eu nunca poderei acreditar num judeu que come carrne de porco. Ou voce descarta tudo que está nas sagradas escrituras, ou aceita tudo e segue ipsis literis. Quero reafirmar que nao estimulo fundamentalismo religioso, apenas questiono a validade de dizer-se seguidor da fé se nao segue-se os fundamentos do livro divino. Só para concluir: Há religiões que aparentemente convivem mais naturalmente com fieis de outra crença, no entanto, a biblia revela explicitamente que não deveria ser esse o caminho do povo escolhido de Deus, pois os pagãos e adoradores de ídolos são a raiz e a razão de todo o mal (esta escrito no texto, apesar de nossa discordancia).
    lucas.couto@terra.com.br

  • Cléber Fontoura Marcolan diz: 25 de abril de 2012

    Lucas

    A pior coisa que existe é a ignorância em relação a qualquer assunto. Em relação as tuas postagens, tu colocas tuas opiniões baseado no teu conhecimento do cristianismo, porém engloba tudo no conceito “judaico-cristão”. Porém, para o Judaísmo NÃO EXISTE exclusividade em relação ao relacionamento com D’us – HaKadosh Baruch Hú – pois o mesmo é o Criador de toda a humanidade.
    Na visão judaica, a Torá e as mitzvót (mandamentos e preceitos – num total de 613) foram dadas aos judeus. Porém aos não-judeus (a humanidade como um todo) foi dada 7 leis, as 7 leis dos filhos de Noé (B’nei Nôach). Um não-judeu que cumpra essas 7 leis (que são leis UNIVERSAIS) é considerado tão justo quanto um judeu que cumpre as 613 mitzvót.
    Sugiro conhecer mais sobre o assunto. Recomendo o link abaixo:
    http://www.chabad.org.br/tora/7leis/index.htm

  • Cléber Fontoura Marcolan diz: 25 de abril de 2012

    Lucas

    Além disso, de acordo com a visão judaica, os mandamentos não são para “agradar” a D’us e sim para APERFEIÇOAR O SER HUMANO.
    O fato de não conseguirmos cumprir todos os mandamentos também nos ensina que não somos melhores nem piores do que os outros.
    Um judeu que come carne de porco é tão judeu como aquele que não come.
    O Rebe de Lubavitch, Menachem Mendel Schneerson (Z”L) dizia que existem 3 tipos de judeus:
    1) aqueles que cumprem mitzvót
    2) aqueles que cumprem mais mitzvót
    3) aqueles que cumprem ainda mais mitzvót

    Mas todos são igualmente judeus.

  • lucas diz: 26 de abril de 2012

    O amigo Cleber comenta que a pior coisa é a ignorancia…nao gostaria de entrar profundamente nessa questão, mas hoje temos evidencias suficientes para dizer que a ciencia é muito mais provável que as explicações sobrenaturais religiosas, que tem demonstrado ser fruto justamente da ignorancia do ser humano sobre as explicações naturais, caso contrario nao estariamos no seculo XXI sem nenhum acontecimento sobrenatural ter sido jamais provado. Fugindo dessa questão no momento, o Cleber cita que eu mencionei o cristianismo, mas identifiquei como religiao judaico-cristã…justamente é aí onde deveriamos esquecer o judaismo e considerar o cristianismo como religiao judaico cristã, ja que considera o antigo testamento como suas verdades. No antigo testamento aprendemos sobre preconceito contra homossexuais, escravidão de povos conquistados, disputa tribal, intolerancia religiosa, possessão forçada de terras, destruição dos templos e cultura dos povos dominados, subjugação das mulheres, receita para curar lepra, o nauseante conceito de bode expiatório, punição física para escravos, justos pagando pelos pecadores e que doenças sao possessões demoníacas…e tudo isso dentro do contexto do pai celestial legislando sobre esses absurdos. Deus aparece normatizando e legislando e comandando atrocidades e conceitos erroneos, todos com uma moral absolutamente a nossa moral atual. Definitivamente a ignorancia é a coisa mais perigosa que existe, principalmente quando conceitos advindos de uma civilização mistica e ignorante sobre tudo chega aos dias atuais ainda como ferramente de opressão e diferenças e preconceito. Religião nunca foi o meio eficaz de definir a união entre os homens. E o cristianismo demonstra isso explicitamente através de suas sagradas escrituras.
    lucas.couto@terra.com.br

  • Cleber diz: 15 de maio de 2012

    Lucas

    Engraçado dizer que a ciência é mais provável do que as experiências sobrenaturais quando as mais conceituadas UNIVERSIDADES do mundo (Harvard, por exemplo) possui grupos de pesquisa sobre tais experiências para demonstrar a veracidade e não para desacreditá-las.
    É interessante ver que os céticos e ateus creem tanto na fé “atéia” que professam que tentam minimizar as coisas.
    Quanto a tentativa de expor sua concepção de religião “judaico-cristã” nunca esteve mais longe da verdade. Cristianismo NÃO É um ramo do Judaísmo. Parafraseando o dito popular: “são mais diferentes do que água e vinho”.
    Seria mais prudente conhecer o assunto antes de tratá-lo de forma tão superficial.
    A interpretação cristã literal do “antigo testamento” NADA TEM A VER com a forma JUDAICA de interpretar a TANACH.
    E eu acho tão engraçado que “conceitos advindos de uma civilização mistica e ignorante” são a base da JUSTIÇA SOCIAL, E DO CONCEITO DE CIVILIDADE QUE TEMOS HOJE.
    O maior problema é quando pessoas se apropriam daquilo que não é seu e tentam interpretar de acordo com sua visão particular. Isso foi o que aconteceu com o mundo “judaico-cristão”.
    Como eu disse anteriormente, a pior coisa que existe é a ignorância em relação a qualquer assunto.

  • lucas diz: 15 de maio de 2012

    Cleber,
    Pode ate existir pesquisas sobre efeitos sobrenaturais nas Universidades (que eu confesso desconhecer), no entanto sei e afirmo que NÃO EXISTE NENHUM EVENTO SOBRENATURAL COMPROVADO ATE O SECULO XXI. Isso sim é um fato. Nada foi estabelecido como sobrenatural. E voce precisa definir o que é sobrenatural, porque todo o corpo cientifico mundial afirma que se é sobrenatural, então está acima do mundo natural e isso não é terreno cientifico. Ciencia estuda o mundo natural. Se voce não parte dessa premissa, voce entendeu tudo errado. Assisti as ultimas palestras dos doutores Michael Shermer e PZ Myers e eles afirmam que o sobrenatural não existe ATE QUE SE PROVE O CONTRARIO. O próprio James Randi esta oferecendo 1 milhão de dólares para qualquer um que comprove um evento sobrenatural e o dinheiro está lá há uns 20 anos. Portanto…francamente…
    Voce demonstra uma outra falácia quando comenta sobre a fé professada pelos ateus…outra premissa inválida, considerando que ateísmo NÃO É NADA MAIS NADA MENOS DO QUE A NÃO-CRENÇA. Ateísmo não é nada, não é filosofia, é simplesmente a não crença em deuses. Voce sabe disso, afinal de contas VOCÊ TAMBÉM É UM ATEU em relação a uma infinidade de deuses…sei que não acredita em Thor, shiva, Nana, Coatlicu, Zeus, Rá, Osíris…
    Cristianismo não é ramo do judaísmo porque a partir dos séculos I e II essas 2 religioes começaram a se distanciar por questões teológicas, principalmente por causa de Jesus. As desavenças eram tamanhas que causaram inclusive mudanças nos textos bíblicos (reflexo das alterações dos textos por copistas e difusores da fé). O inegável, e que não é possível que voce desconheça é que, ironicamente, Jesus era um judeu, que seguia os costumes de judeus, que afirmava a lei judaica (leia a bíblia com atenção hein?), que tinha discípulos judeus, que o aceitavam com um messias judeu. Enquanto voce não concordar com isso, é voce que não sabe nada. Eu sei que a interpretação do AT é diferente, isso é reflexo justamente dos ramos teológicos diversos que existiam na época (Gnosticos, Docetas, etc). Existiam ramos que nem acreditavam que Jesus era divino, outros que afirmavam que um anjo mau causou a má interpretação dos textos antigos pelos judeus. Havia toda tipo de absurdo antes de alguém decidir (arbitrariamente) por voce quais os livros que deveriam fazer parte do cânone.
    Voce parece desconhecer esse aspecto histórico que influenciou fortemente no que é a bíblia hoje. Eu poderia focar na sua ignorância em relação a isso.
    È inegável que conceitos cristãos fazem parte de nossa vida. Afinal conceitos básicos como compaixão não foram criados por Jesus (francamente!) e fazem parte da historia humana como um todo. È inegável também que Jesus não foi necessário para a criação de todos os conceitos bons existentes no livro, já os conhecíamos todos. E os maus conceitos também são plenamente humanos. Divisão, exclusão, preconceito, intolerância religiosa, disputa tribal, escravidão, culpabilidade merecedora de punição por duvidar. Conceitos plenamente humanos…e dispensáveis.
    Lucas.couto@terra.com.br

  • CLEBER FONTOURA MARCOLAN diz: 27 de dezembro de 2014

    Michael Shermer? Psicólogo? Daqueles que acreditam na psique mas desconhecem o real funcionamento dos neurotransmissores? Como diz uma colega minha: aonde está a tal de psique? Eu explico aonde estão os neurotransmissores e as sinapses neuronais.
    Ateísmo é uma “filosofia”e como tal ACREDITA em algo que não pode provar.
    Conheço mais teologia do que pensa. Sou formado em teologia e estudioso há mais de 20 anos. Dou palestras em faculdades de teologia. Ah…..pequeno detalhe,sou BIÓLOGO, bacharel e licenciado em Ciências Biológicas, Mestre em Biologia Celular e Estrutural e Doutorando em Genética e Biologia Molecular.
    Por isso, estude mais antes de falar asneiras.

    Abraço.

  • Eloisa Helena diz: 18 de março de 2016

    Gostei muito de sua iniciativa do diálogo entre as religiões, pois Jesus afirma que um dia seremos um só rebanho com um só pastor. Segundo a oração que Jesus nos ensinou: “O pai Nosso” ( Deus), não é de um seguimento religioso ou outro, e sim Pai de todos nós. Assim somos todos irmãos, independente de filosofia e dogma religioso. O diálogo com respeito ao pensamento do outro diante de uma fé raciocinada nos fortalece, nos une,nos melhora. Para que possamos vivenciar a máxima do Cristo ” amai uns aos outros como irmãos.”.

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