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Posts de abril 2012

Dia das Mâes

30 de abril de 2012 0

Comemoração Budista

27 de abril de 2012 0

No passado dia 21 de abril, o Grupo de Diálogo Inter-religioso de Porto Alegre, participou do evento Hanamatsuri que reuniu integrantes da comunidade Budista e público geral na Usina do Gasômetro.

O Grupo recebeu os cumprimentos do Prefeito Municial de Porto Alegre, José Fortunati.

O DIR-POA parabeniza a comunidade Budista pelo evento.


Revista Devarim on-line

25 de abril de 2012 0

A revista Devarim pertence a comunidade  judaica da ARI do Rio de Janeiro,  ela pode ser lida on-line.

Convido os leitores do Blog das Religiões a ler o meu artigo Tefilat Haderech, para conhecer  a reza que os judeus fazemos antes de empreender uma viagem – páginas 53, 54 e 55 -

Aproveitem para ler outros interessantes artigos e edições anteriores.

http://docvirt.com/docreader.net/docreader.aspx?bib=DEVARIM&pasta=Ano%2007%20-%20n%BA%2017%20-%20Abril%20de%202012&pesq=

Shabat ao vivo

20 de abril de 2012 2

A SIBRA,  primeira e única sinagoga do Brasil em transmitir ao vivo os seus serviços religiosos de Kabalat Shabat convida a todos

os interessados em conhecer a liturgia judaica a entrar em

www.livestream.com/SIBRARS

Todas as sextas-feiras, às 19 horas.

Shabat Shalom!

Novo livro da Torá chega em Porto Alegre

20 de abril de 2012 0

Doado pelos Sres. Nilma e David Igdaloff – Presidente de la Asociación Israelita de las Pampas -,  o livro chegou em Porto Alegre e fará parte dos livros sagrados da sinagoga da SIBRA.

O livro foi escrito em Jerusalem, Israel,  viajou até os Estados Unidos, país de residencia do casal Igdaloff e agora chegou definitivamente na SIBRA.

A Torá é o Antigo Testamento,  a sua escritura é feita por um escriva, com pena e tinta sobre pergaminhos de couro.

O processo de escrita pode durar até três anos; é uma tradição que passa de uma geração a outra.

Com a chegada deste novo livro a SIBRA renova o seu compromisso com a Lei Judaica, fonte de inspiração e guia dos destinos do povo de Israel.

PÁSCOA E ESPIRITISMO

08 de abril de 2012 10

As instituições espíritas não celebram a Páscoa, nem programam situações específicas para “marcar” a data, como fazem as demais religiões ou filosofias “cristãs”.

A figura de Jesus no contexto espírita está mais próxima de nós: para nós ele assume a posição de mestre e irmão, filho de Deus. A moral pregada por Jesus é a moral do Espiritismo. A civilização ocidental celebra as datas do nascimento e da morte das pessoas que nos são caras e Jesus é nosso irmão, amigo e mestre, e por tal nós o celebramos.

A Páscoa ou a celebração da dita “ressurreição” de Jesus, tem uma conotação  peculiar. É necessário buscar, no tempo, na História da Humanidade, as referências ao acontecimento.

A Páscoa, propriamente dita, não é relacionada ao martírio e sacrifício de Jesus; ela já existia anteriormente a Jesus; naquela época, era uma festa cultural. No Evangelho de Lucas (Cap. 22, v. 15 e 16), Jesus fala sobre o evento: “Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes da minha paixão. Porque vos declaro que não tornarei a comer, até que ela se cumpra no Reino de Deus.”  A Páscoa já era uma “comemoração”,

Historicamente, a Páscoa é a junção de duas festividades muito antigas, comuns entre os povos primitivos, e pelos judeus, à época de Jesus. Fala-se do “pesah”(passagem de Moisés com seu povo no Mar Vermelho), uma dança cultural, representando a vida dos povos nômades, numa fase em que a vinculação à terra (com a noção de propriedade) ainda não era flagrante. Também estava associada à “festa dos ázimos”, uma homenagem que os agricultores sedentários faziam às divindades, em razão do início da época da colheita do trigo, agradecendo aos Céus, pela fartura da produção agrícola que saciava a fome de suas famílias, e propiciavam as trocas nos mercados da época. Ambas eram comemoradas no mês de abril (nisan) e, a partir da fuga do povo hebreu do Egito (“êxodo”, em torno de 1441 a.C.) passaram a ser comemoradas juntas. Foi esta celebração de Páscoa que o Cristo desejou comemorar por ocasião da última ceia.

Mas há outros elementos da vida de Jesus que marcam a Páscoa. As quinta e a sexta-feira santas, o sábado de Aleluia e o domingo de Páscoa. Os primeiros relacionam-se ao “martírio”, ao sofrimento de Jesus e os últimos, à ressurreição e a ascensão de Jesus.

O Espiritismo não aceita a ressurreição, por considerar que a interpretação tradicional aponta para a possibilidade da manutenção do corpo do Cristo, no post-mortem, situação totalmente rechaçada pela ciência, com relação ao envoltório físico. A ressurreição diz que todas as pessoas no Juízo Final virão a ter o mesmo corpo que tiveram anteriormente, o que é impossível, pois tudo se modifica, tudo se transforma.  O Espiritismo admite o renascimento, com o nascimento de novo corpo com um espírito criado por Deus; este espírito não é eterno, pois eterno só Deus. O espírito imortal renasce para progredir, trazendo o que de bom já construiu em outras vidas e que agora precisa aprender a mais para progredir.  Foi o Espírito de Jesus que apareceu em muitas ocasiões após a sua partida deste mundo.

A Páscoa, conforme a interpretação das seitas tradicionais, se mostra envolta num contexto de culpa. Acredita-se que Jesus teria padecido em razão dos “nossos” pecados, e o sofrimento de Jesus teria sido realizado para “nos salvar”. Sabemos que todos nós somos responsáveis pelo que fazemos. Ninguém sofre por mim o mal que fiz. O momento da Páscoa pode nos mostrar o transpor, o transformar, a libertação nossa quando nos libertamos do “homem velho” que existe em nós quando nos tornamos melhores, e permanecemos perto de Jesus toda vez que fazemos o que ele nos ensinou, que foi o bem e o amor.

Os símbolos da Páscoa: os ovos(o começo da vida); o coelho(a fecundidade); o cordeiro imolado (o sacrifício de Moisés por ter saído do deserto),o círio(a vela) que ilumina os caminhos, o girassol(a flor que se volta para a luz); o pão e o vinho(significando o alimento da última refeição); o bolo da pomba da Paz(celebração doce que um confeiteiro fez a um soberano que por tal poupou uma cidade), a quaresma(quarenta dias antes da Páscoa), todos estes símbolos falam muito forte de vida, mais de vida que de morte.  Para nós a Páscoa é a vitória da vida do espírito sobre a morte, a certeza da imortalidade do espírito e da reencarnação, porque a vida, em essência, é amor, no exemplo da própria existência de Jesus, de amor ao próximo e de valorização da própria vida.

Nesta Páscoa, lembremos os belos exemplos de Jesus, o doce Rabi, que nos guia para nos tornarmos melhores, com mais amor no coração. Vamos comemorar a Páscoa com nossa transformação, rumo a uma vida mais plena de amor e paz.

Desconfessionalização de espaços religiosos e assistência religiosa em hospitais

03 de abril de 2012 1
Estou convidando vocês para a minha banca de mestrado em Ciências Sociais pela PUCRS. O título da dissertação é Desconfessionalização de espaços religiosos e assistência religiosa em hospitais de Porto Alegre. O trabalho foi realizado dentro do tema Religião e Sociedade.
Gostaria de agradecer de forma especial a todos os que me receberam, conversaram comigo e concederam uma entrevista. Em todas as ocasiões fui muito bem recebido. Também agradeço ao acesso aos hospitais e materias necessários para o trabalho. Sem a ação de vocês essa pesquisa seria inviável ou estaria grandemente comprometida. Devido à falta de material disponível ao público sobre o tema e à sensibilidade das questões que minha dissertação envolve, foi necessário focar meu trabalho de campo nas entrevistas. Elas foram o ponto central de todo o trabalho de campo.
Segue abaixo a data e o local da banca:
Data: 04/04/2012 (4ª-feira)

Horário: 14 h

Local: PUCRS, prédio 5, sala 204

A banca deve durar em torno de 1 h e 30 min. Tenho aproximadamente 20 minutos para explanação, e boa parte do tempo é arguição da banca.
Muito obrigado a todos.
Att,
Marcos Boldrini

Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul



Encontro Inter-religioso nos Estados Unidos com presença brasileira

02 de abril de 2012 0

Desde 2008, centenas de sinagogas, mesquitas e centros culturais muçulmanos e judeus, vêem promovendo ações conjuntas ao redor do mundo para criar laços de amizade e compreensão entre eles. Incentivadas e idealizadas por instituições internacionais, como a Fundação de Entendimento Étnico (FFEU), a Sociedade Islâmica da América do Norte (ISNA), entre outras, o objetivo destes encontros é mostrar que judeus e muçulmanos compartilham da mesma fé e de um mesmo destino.

Por conta disso, durante os dias 26, 27 e 28 de março aconteceu a primeira Missão de Líderes Muçulmanos e Judeus da America Latina, Estados Unidos e Canada, em Washington (DC). Para esta missão, foram convocados 5 líderes de cada tradições e entre eles, estão os rabinos brasileiros Nilton Bonder e Michel Schlesinger. O rabino já havia participado da primeira expedição pelo Oriente Médio no projeto Caminhos de Abraão promovido pela Universidade de Harvard com o objetivo de aproximar as tradições judaica, cristã e muçulmana.



A FFEU e ISNA, organizadoras desta missão e responsáveis por promover a harmonia racial e o fortalecimento das relações intergrupais, querem unir judeus e muçulmanos e mostrar que eles podem trabalhar juntos de maneira produtiva para fortalecer os laços entre as duas comunidades no Hemisfério Ocidental e ao redor do mundo.

O encontro incluiu reuniões na Casa Branca com membros muçulmanos e judeus do Congresso dos Estados Unidos, a Secretaria de Estado Hillary Clinton e os embaixadores do Brasil e da Argentina. Em tempos de instabilidade e incerteza política o encontro privilegia o diálogo e a cooperação como alternativa a fanatismo e radicalismo.

Fonte: NRJ