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Posts de maio 2013

Palestra na PUC-RS

29 de maio de 2013 0

Agradeço ao Padre Érico Hammes pelo convite para ministrar palestra na disciplina Humanismo e Cultura Religiosa.

Mais uma ponte da SIBRA no diálogo inter-religioso.































Rabino Kwasniewski fala sobre judaísmo, em loja maçônica de Porto Alegre

24 de maio de 2013 0










Sergio Caraver e Guershon Kwasniewski (1º e 2º à esq.), na Loja Maçônica Filhos de Hiram, em Porto Alegre. Foto: SIBRA.
O rabino Guershon Kwasniewski, da SIBRA – Sociedade Israelita de Cultura e Beneficência de Porto Alegre, proferiu uma palestra sobre judaísmo na Loja Maçônica Filhos de Hiram, na capital gaúcha.

O presidente da SIBRA, Sergio Caraver, também participou do encontro. Ele e o rabino foram recebidos de forma cordial e respeitosa.

Entre os objetivos da SIBRA está o combate a qualquer tipo de preconceito contra o judaísmo. A entidade faz partedo Grupo de Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre.



Cerimônia de Benção pelo Dia das Mães

23 de maio de 2013 0

Foi realizada, no dia 11 de maio, a Cerimônia de Benção pelo Dia das Mães, no Catedral Metropolitana com a participação do Grupo de Diálogo Interreligioso por convite da ACM, comemorando os 95 anos da introdução do Dia das Mães em Porto Alegre.

Encontro ecumênico será realizado antes de Jornada Mundial da Juventude. Evento reunirá judeus e muçulmanos em julho, no Rio de Janeiro

12 de maio de 2013 1
Pela primeira vez na história das Jornadas Mundiais da Juventude católicos, judeus e muçulmanos vão se reunir em uma atividade conjunta. O encontro acontecerá no dia 21 de julho, na PUC-Rio, dois dias antes da abertura oficial do encontro católico que reunirá pelo menos 2 milhões de fiéis. Cerca de 200 pessoas estarão presentes: 50 jovens de cada religião, vindos do país inteiro, e convidados, como o padre Fábio de Melo, que fará uma palestra.

Um jovem de cada comunidade falará sobre o tema “Juventude: força de engajamento, força de fé”, haverá rodas de conversas, exibição de vídeos e exposição de objetos litúrgicos das diferentes comunidades. “Dentro da Jornada, é o primeiro trabalho com essas três religiões. É uma iniciativa ousada. O tema central é a unidade, o diálogo, o que é realmente importante para o resgate dos valores primordiais da sociedade”, diz o padre Arnaldo Rodrigues, do setor de Preparação Pastoral da organização da JMJ.

Muitos participantes aproveitarão a presença no Rio para, nos dias seguintes, participarem dos eventos que terão a presença do papa Francisco, que chega à cidade no dia 22 e fica até 28 de julho, quando se encerra a JMJ.

A origem deste primeiro grande encontro é um grupo chamado Juventude Inter-Religiosa do Rio de Janeiro (JIRJ), que começou com católicos e judeus e, há pouco mais de um ano, incorporou a comunidade muçulmana. “O principal objetivo do grupo é promover o diálogo, o respeito entre as religiões, já que no meio juvenil a gente vê tantas desavenças em relação à religiosidade”, diz a fiscal tributária Aline Barbosa Almeida, de 26 anos, secretária-executiva do JIRJ. “Se a gente quer passar essa ideia da coexistência, não só religiosa, tem que partir de algum lugar. Nossa proposta é disseminar essa ideia do diálogo entre religiões, discutir como funciona e como idealmente deveria funcionar. Plantar uma semente na cabeça de cada um”, diz a estudante de psicologia Tamar Nigri Prais, coordenadora de projetos sociais da instituição judaica Hillel e integrante do JIRJ.

Organização

O jornalista Fernando Celino, de 31 anos, é um dos representantes da comunidade muçulmana na organização do encontro inter-religioso da Jornada. Ele trabalha na Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro e integra a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa. Também faz parte do projeto Vizinhos de Portas Abertas, dos colégios Santo Inácio, católico, e Liessin, judaico, com intercâmbio de professores e alunos. “Existem cerca de 2 mil muçulmanos no Estado do Rio, não existem escolas islâmicas. Então, eu participo do projeto no Santo Inácio e no Liessin. O Islã é coberto de preconceitos. Quando surgiu o JIRJ, eu quis participar. Na Jornada, é a primeira grande ação que vamos realizar juntos. Queremos dar visibilidade ao diálogo inter-religioso, trabalhar pela destruição dos preconceitos e disseminar essa ideia no mundo inteiro”, diz Fernando.

Na noite de quinta-feira passada, o grupo se reuniu na sede da Arquidiocese do Rio para acertar mais detalhes do encontro na PUC-Rio. Além dos jovens, veteranos da militância pelo diálogo entre as religiões também estão engajados. “Já demos passos para trazer as religiões de matriz africana, mas, como ainda é muito inicial, não foi possível incluir na atividade da Jornada”, diz Diane Kuperman, ex-vice-presidente da Federação Israelita do Rio.

Diversidade

Sede da 28ª Jornada Mundial da Juventude, o Rio de Janeiro é um dos Estados de maior diversidade religiosa do Brasil. Menos da metade da população é católica e mais de um quarto é evangélica, uma das maiores proporções do País. Também tem porcentuais elevados, em comparação com os índices nacionais, de espíritas, praticantes de umbanda e candomblé e de pessoas que se dizem sem religião. Na semana que antecede a JMJ, durante encontro de jovens organizado pelos jesuítas, a troca de experiências das diferentes religiões também estará em foco, com visitas de jovens católicos a sinagogas, mesquitas e terreiros de umbanda.

Aos que estranham a ausência de grupos evangélicos no encontro inter-religioso, padre Arnaldo informa que haverá uma atividade específica, durante a JMJ, do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), ainda a ser definida. “Queremos motivar os jovens de várias religiões na ideia de conhecer, respeitar, dialogar, conviver”, resume padre Arnaldo.

Karen Armstrong - Compaixão como o Centro das Religiões

08 de maio de 2013 0

reproduzindo do Diário Catarinense:

Palestra de Karen Armstrong no Fronteiras do Pensamento exalta a compaixão como centro das religiões Bruno Alencastro/Agencia RBS


Karen Armstrong falou sobre história das religiões e sobre a compaixão como um fundamento moral
Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS


Uma das mais respeitadas historiadoras da religião em atividade, Karen Armstrong não se contenta em pesquisar em fontes antigas.

A inglesa, que proferiu ontem a primeira palestra do ciclo Fronteiras do Pensamento, vem se dedicando a uma tarefa prática e, para ela, essencial: devolver a compaixão ao centro moral de qualquer prática religiosa.

Para um salão de atos lotado, Karen Armstrong passeou, ao longo de sua fala, por diversas histórias e fundamentos de diferentes religiões ao redor do globo: judaísmo, cristianismo, islamismo, budismo, com passagens por grandes obras da tradição literária, como a Ilíada, de Homero. Todas as religiões, para ela, trazem em seu coração um princípio comum ao qual ela deu o nome de “Regra de Ouro”.

– Todas as principais religiões do mundo desenvolveram algo que pode ser chamado a Regra de Ouro. Não é uma doutrina, é um teste para a verdadeira espiritualidade: nunca trate alguém como não gostaria de ser tratado – disse.

Armstrong começou sua palestra assumindo a dificuldade de definir o que é religião – algo que sempre permeou a vida humana, mas foi transformado em algo apartado após o começo da era moderna. A religião, para ela, passa, contudo, pela capacidade de vencer ou pôr de lado o ego, aquilo que, segundo ela, “nos mantém afastados do que há de melhor em nós”. Outro elemento fundamental da prática religiosa, para ela, é a identificação do outro como alguém igual, merecedor de uma empatia que não nasce naturalmente, mas é exercitada continuamente.

- O conhecimento religioso não é algo que se faça apenas dentro da cabeça, é uma prática, como andar de bicicleta, dirigir ou nadar. Você não aprende lendo livros ou manuais, você tem de entrar no carro e pisar nos pedais, ou mergulhar, entrar na água. Religião tem mais a ver com fazer coisas do que pensar coisas – disse.

A necessidade de prática foi reforçada constantemente em seu discurso. Para ela, mitos não são, como a idade moderna os apelidou, mentiras. São guias práticos e simbólicos para a ação, e só fazem sentido dentro dos rituais práticas nos quais estavam inseridos. Karen, que investiu o dinheiro que recebeu ao ser agraciada com o TED Prize em um instituto para aprofundar sua idéia de espalhar a compaixão pelo mundo em questões práticas, como a organização das comunidades, encerrou falando de sua experiência à frente da entidade, Charter for Compassion. Ao mencionar o episódio da Ilíada, de Homero, na qual o grego Aquiles devolve ao rei troiano, seu inimigo, o cadáver do filho morto em combate, ela resumiu o que considera o centro da prática moral da compaixão:

- Ter compaixão é reconhecer que seu inimigo também sofre.

O Fronteiras do Pensamento Porto Alegre é apresentado pela Braskem e tem o patrocínio de Unimed Porto Alegre, Weinmann Laboratório, Santander, CPFL Energia, Natura e Gerdau. Promoção Grupo RBS. O projeto conta com a UFRGS como universidade parceira e com a parceria cultural de Unisinos, Prefeitura Municipal de Porto Alegre e Governo do Estado do RS.

Encontro com Karen Armstrong

07 de maio de 2013 1









Almoço de trabalho com Karen Armstrong.
Gostaria agradecer a Monja Isshin Havens e aos organizadores do Fronteiras do Pensamento que possibilitaram o valioso encontro do Grupo de Diálogo Inter-religioso com a historiadora da religião vinda da Inglaterra, que pela primeira vez visita Porto Alegre.
A Sra. Karen é autora da carta da compaixão e promove a paz entre as religiões em todo o planeta.

Rabino Guershon










São Jorge

07 de maio de 2013 0

O texto a seguir circulou no Facebook recentemente:

Sobre São Jorge aquilo que talvez você não soubesse.:)

O dia de São Jorge é o dia de seu falecimento, 23 de Abril de 303, na Nicomédia. Seus restos mortais estão na Igreja de São Jorge, na Lídia, Israel.

– De acordo com a lenda, São Jorge nasceu no ano 275, na Capadócia, hoje território da Turquia. Ingressou no exército romano e, aos 23 anos, se tornou tribuno militar na Nicomédia. Ao ver que o imperador Diocleciano perseguia e matava os cristãos, passou a defendê-los. Por este motivo, foi torturado e degolado.

– São Jorge é um santo que, de certa forma, une diversas tradições cristãs ligadas ao catolicismo. Ele é um dos santos mais venerados na Igreja Católica Apostólica Romana, na Igreja Ortodoxa e na Igreja Anglicana.

– São Jorge é um dos catorze santos auxiliares do catolicismo. Os outros treze são: Santo Acácio, Santa Bárbara, São Brás, Santa Catarina de Alexandria, São Cristóvão, São Ciríaco, São Dênis, São Erasmo, Santo Eustáquio, Santo Egídio, Santa Margarida de Antioquia, São Pantaleão e São Vito.

– Países que celebram o Dia de São Jorge incluem Inglaterra, Canadá, Croácia, Portugal, Chipre, Grécia, Geórgia, Sérvia, Bulgária, Roménia, Bósnia e Herzegovina e República da Macedónia. Cidades incluem Moscou, na Rússia, Genova , na Itália, Ljubljana , na Eslovénia, Beirute , no Líbano, Qormi e Victoria em Malta e muitos outros. Ele também é comemorado na antiga Coroa de Aragão, na Espanha, Aragão , Catalunha , Valência e Maiorca .

Dia de São Jorge é conhecida como a Festa de São Jorge por palestinos e é celebrada no Mosteiro de São Jorge , em al-Khader , perto de Belém . É também conhecido como Georgemas.

– A cruz de São Jorge foi adotada pelo rei Ricardo Coração de Leão, no século XII. Os soldados do rei utilizavam este símbolo em suas túnicas para evitar confusão em batalha.

– O Papa Paulo VI, em 1963, rebaixou São Jorge para santo menor de terceira categoria. Em 2000, o Papa João Paulo II restaurou a relevância do santo, que voltou a aparecer nos missais como santo patrono da Inglaterra.

– Para fugir da perseguição, os praticantes do candomblé associavam um orixá a um santo católico. Desta forma, Ogum, o deus guerreiro, é associado a São Jorge.

– São Jorge é o padroeiro da Catalunha. Uma lenda regional diz que, após matar o dragão, ele deu à princesa uma rosa vermelha. Assim, no dia 23 de abril, especialmente em Barcelona, é comum que o homem dê à sua esposa ou namorada uma rosa vermelha.

– De acordo com tradição que surgiu apenas em meados do século XII, São Jorge matou um dragão. O dragão simboliza a idolatria destruída com as armas da fé cristã. Diz a tradição que as manchas na lua representam o milagroso santo e sua espada pronto para defender aqueles que buscam sua ajuda.

– A representação de São Jorge matando o dragão pode ter origem na mitologia nórdica, pela figura de Sigurd, o caçador de dragões.

– William Shakespeare nasceu e morreu no dia de São Jorge. Nasceu em 23 de abril de 1564 e morreu em 23 de abril de 1616.

– São Jorge é sincretizado também com o Orixá Ogum na Umbanda, São Jorge representa a vitoria sobre o mal que existe na alma de todos os seres, males como o egoísmo, medo e tantos outros, que deverão ser derrotados pelo guerreiro que existe dentro de nós.

– No Brasil, São Jorge também é padroeiro dos escoteiros, da cavalaria do exército. As tatuagens associadas a este santo estão entre as mais populares no país. No Rio de Janeiro, a data da morte do santo se tornou feriado devido à grande quantidade de devotos.

– Na música nacional, São Jorge já foi homenageado em canções por Jorge Ben, Caetano Veloso, Maria Bethânia, Fernanda Abreu, Racionais MC’s, Zeca Pagodinho e pela banda Angra. Na música internacional, a banda Iron Maiden fala do santo na música “Flash of Blade”, no álbum Powerslave.

Carta pela Compaixão

06 de maio de 2013 0

Lembrando da visita da autora e historiadora da religiões Karen Armstrong, reproduzimos a Carta pela Compaixão e o seu convite de adicionar a sua assinatura ao compromisso de cultivar a compaixão na sua vida diária, no seu local de trabalho e na sua cidade:

Carta pela Compaixão

O princípio da compaixão é o cerne de todas as tradições religiosas, éticas e espirituais, nos conclamando sempre a tratar todos os outros da mesma maneira como gostaríamos de ser tratados. A compaixão nos impele a trabalhar incessantemente com o intuito de aliviarmos o sofrimento do nosso próximo, o que inclui todas as criaturas, de nos destronarmos do centro do nosso mundo e, no lugar, colocar os outros, e de honrarmos a santidade inviolável de todo ser humano, tratando todas as pessoas, sem exceção, com absoluta justiça, eqüidade e respeito.

É necessário também, tanto na vida pública como na vida privada, nos abstermos, de forma consistente e empática, de infligir dor. Agir ou falar de maneira violenta devido a maldade, chauvinismo ou interesse próprio a fim de depauperar, explorar ou negar direitos básicos a alguém e incitar o ódio ao denegrir os outros – mesmo os nossos inimigos – é uma negação da nossa humanidade em comum. Reconhecemos que falhamos na tentativa de viver de forma compassiva e que alguns de nós até mesmo aumentaram a soma da miséria humana em nome da religião.

Portanto, conclamamos todos os homens e mulheres ~ a restaurar a compaixão ao centro da moralidade e da religião ~ a retornar ao antigo princípio de que é ilegítima qualquer interpretação das escrituras que gere ódio, violência ou desprezo ~ garantir que os jovens recebam informações exatas e respeitosas a respeito de outras tradições, religiões e culturas ~ incentivar uma apreciação positiva da diversidade religiosa e cultural ~ cultivar uma empatia bem-informada pelo sofrimento de todos os seres humanos – mesmo daqueles considerados inimigos

É urgente que façamos da compaixão uma força clara, luminosa e dinâmica no nosso mundo polarizado. Com raízes em uma determinação de princípios de transcender o egoísmo, a compaixão pode quebrar barreiras políticas, dogmáticas, ideológicas e religiosas. Nascida da nossa profunda interdependência, a compaixão é essencial para os relacionamentos humanos e para uma humanidade realizada. É o caminho para a iluminação e é indispensável para a criação de uma economia justa e de uma comunidade global pacífica.

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Assine a Carta pela Compaixão no site oficial do movimento. Junte-se às quase 100.000 pessoas e organizações que já assinaram a determinação de colaborar para a restauração da compaixão ao centro da moralidade e da religião.

. O Encontro do Grupo de Diálogo Interreligioso com a Karen Armstrong

. Reportagem sobre a Palestra dela em Porto Alegre

Por mais compaixão

06 de maio de 2013 0

Karen Armstrong, historiadora da religião, abre o Fronteiras 2013

Se Deus de fato é amor, como explicar guerras santas e ódios religiosos? Essa é uma das questões que devem nortear a palestra com que Karen Armstrong abre hoje, às 19h30min, no Salão de Atos da UFRGS, a edição 2013 do Fronteiras do Pensamento.

Karen Armstrong é o tipo de figura que tem algo de fato a contribuir no atual debate religioso. Sua obra é uma erudita e instigante investigação não sobre os dogmas, mas sobre os fundamentos filosóficos comuns das grandes religiões do Ocidente: Cristianismo, Islamismo e Judaísmo, não por acaso definidos por ela como “religiões-irmãs”.

Armstrong fala do sofrimento como um traço comum à experiência religiosa, mas não como fundamento de virtuosismo purificador, como o foi para boa parte da teologia medieval. Para ela, dado que a experiência do sofrimento atravessa a história humana, a compaixão pela dor do próximo é o apelo moral comum a todas as religiões, e justamente aquele que vem sendo relegado pelos maniqueísmos da contemporaneidade.

– Muitos de nossos problemas atuais derivam do fato de que não adotamos a Regra de Ouro de todas as tradições religiosas, que a consideram central para a espiritualidade: nunca tratar os outros como você não gostaria de ser tratado – disse ela em entrevista publicada no caderno Cultura do último sábado.

Karen Armstrong é autora de, entre outros, Uma História de Deus (1993), Jerusalém: Uma Cidade, Três Religiões (1996) e biografias de São Paulo (1983), Buda (2001) e Maomé (1991). Em 2008, agraciada com US$ 100 mil concedidos pelo TED Prize, deu início à Charter for Compassion, iniciativa focada na promoção de paz e concórdia entre diferentes visões religiosas.

O Fronteiras do Pensamento Porto Alegre é apresentado pela Braskem e tem o patrocínio de Unimed Porto Alegre, Weinmann Laboratório, Santander, CPFL Energia, Natura e Gerdau. Promoção Grupo RBS. O projeto conta com a UFRGS como universidade parceira e com a parceria cultural de Unisinos, Prefeitura Municipal de Porto Alegre e Governo do Estado do RS.

Hoje os integrantes do Grupo Inter-religioso de Porto Alegre irão encontrar a Sra. Karen numa reunião almoço.

Fonte ZH