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Posts de agosto 2015

Em Buenos Aires, Rabino fala da experiência do diálogo interreligioso de Porto Alegre

31 de agosto de 2015 0

O Rabino da  SIBRA e Coordenador do Grupo de Diálogo Interreligioso de Porto Alegre, Guershon Kwasniewski, ministrou palestra sobre a experiência do Diálogo Interreligioso, na Legislatura Portenha, à convite da Conselho de Planejamento Estratégico do Governo da cidade de Buenos Aires.

http://www.buenosaires.gob.ar/noticias/conferencia-del-rabino-guershon-kwasniewski

LP 2015 Legislatura Portenha Guershon agosto 2015

Líderes religiosos pedem diálogo e respeito para combater discursos odiosos

28 de agosto de 2015 0
Líderes religiosos pediram diálogo e respeito às diferenças para combater a propagação de intolerâncias e discursos odiosos. As declarações foram feitas em encontro ecumênico durante audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados.

Números do Disque 100, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, mostram que seguidores de umbanda e candomblé e evangélicos lideram a lista de vítimas das denúncias de intolerância religiosa no País. Os deputados também receberam dados da Secretaria de Assistência Social do Rio de Janeiro, que registrou 948 queixas relacionadas a religião em todo o estado, entre 2012 e 2014.

Para ilustrar a crescente violência contra os cultos afros, a líder do candomblé no Pará, Oneide Rodrigues, mais conhecida como Mam’etu Nangetu, citou o caso da menina Kayllane Campos, de 11 anos, apedrejada, na zona norte do Rio, quando voltava para casa com roupas típicas do candomblé. Mam’etu Nangetu fez um apelo dramático por paz e respeito.

“O ódio religioso a cada dia cresce mais. Estamos vendo pessoas invadirem os nossos terreiros e destruírem o nosso sagrado. Então, eu vim pedir socorro pelo meu povo. Tem que se dar um basta nisso. Nós temos que fazer campanha e todas as religiões se unirem para que o povo veja que nós só cultuamos um Deus diferente, mas nós somos todos iguais. Nós somos humanos e merecemos respeito”, declarou.

Mam’etu Nangetu afirmou que, por causa de suas crenças e vestes, seguidores de cultos afros são perseguidos cotidianamente em ambiente público e que muitas denúncias são ignoradas pelas autoridades.

Vítimas de intolerância
Líderes evangélicos também afirmaram que os seguidores da religião são vítimas históricas de intolerância no país, resultante de resistências da maioria esmagadoramente católica da população, até o fim do século passado. Em nome dos evangélicos, o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ) atribuiu os casos de intolerância religiosa a fanatismos.

“Nós, evangélicos, talvez tenhamos episódios a lamentar por parte de certos segmentos que, no afã de defender seus ideais e a fé, esbarram no fanatismo. Mas não se pode, de maneira nenhuma, sob pena de cometermos uma injustiça histórica, generalizarmos isso. Na sua imensa maioria, o povo evangélico é um povo tolerante, pacífico e amoroso sem arredar um milímetro de suas convicções”, disse o senador.

O encontro também contou com religiosos católicos e anglicanos. O bispo anglicano e presidente do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs (CONIC), dom Flávio Irala, defendeu o Estado laico e afirmou que toda forma de intolerância e discriminação atinge a dignidade humana. “Sou anglicano e busco a inclusividade. Para nós, a diferença é uma bênção”, declarou.

Já o escritor, teólogo e monge católico beneditino Marcelo Barros reconheceu “erros históricos” da Igreja Católica, que, segundo ele, “foi uma das religiões mais intolerantes, durante séculos”.
Ao fazer essa espécie de autocrítica, ele lamentou que alguns seguidores de grupos pentecostais mantenham hoje discursos discriminatórios, sobretudo contra cultos afros. “As igrejas dominantes têm dívidas históricas. A religião surgiu para ser instrumento de amor universal e não tem a ver com intolerância, discriminação e crueldade”, disse Barros.

Ele defendeu ainda o Estado laico como “um bem, uma dádiva; seria muito ruim se o Brasil fosse só católico”.

Diálogo inter-religioso

O presidente da Comissão de Direitos Humanos, deputado Paulo Pimenta (PT-RS), informou que este foi apenas o primeiro de uma série de debates que o colegiado vai promover, a fim de contemplar pronunciamentos de todas as religiões existentes no Brasil.

“O objetivo é contribuir para a promoção do diálogo inter-religioso, a liberdade e convivência respeitosa entre os diversos cultos e a laicidade do Estado. Todos nós sabemos que as instituições religiosas são vocacionadas à formação de valores humanistas, mas há também uma outra realidade histórica, que é a ocorrência de episódios de violência e de intolerância entre as religiões”, afirmou o deputado.

A Câmara analisa uma proposta (PL 1219/15) que cria o Estatuto da Liberdade Religiosa, incluindo as liberdades de consciência, pensamento, discurso, culto e organização religiosa.

Fonte: Centro de Estudos Bíblicos.
Post sugerido pelo Pastor Carlos Dreher
Interreligioso

 

 

 

 

 

 

 

 

Diálogo Interreligioso em Buenos Aires

19 de agosto de 2015 0

É uma grande honra para mim ter recebido o convite do Conselho de Planejamento do Governo da Cidade de Buenos Aires, para falar sobre a experiência em Porto Alegre na área interreligiosa.

A minha palestra será na terça-feira, 25 de agosto, às 10 horas, no Palácio da Legislatura Portenha – conforme fotografia -, Salão Montevideu, na Rua Bolivar 130.

Na viagem estarei acompanhando ao Prefeito Municipal de Porto Alegre, José Fortunati, quem também fará palestra para os integrantes do Conselho de Planejamento.
Agradeço a Gastón Fernández Fellini e a Dr. Alejandro Ale Liberman que se encarregaram das agendas.

Prof. Legislatura PorteñaGuershon Kwasniewski, Coordenador do Grupo de Diálogo Interreligioso de Porto Alegre

 

 

 

 

 

 

Jewish, Christian and Muslim youth promote dialogue for peace

13 de agosto de 2015 0

Participants in the WCC interfaith summer course at the Ecumenical Institute in Bossey.

13 August 2015

Young participants in a World Council of Churches (WCC) interfaith summer course representing Christian, Jewish and Muslim traditions hope to make a strong contribution towards dialogue in their home countries. Dialogue can break down stereotypes and build up peaceful communities, they say.

According to a Muslim participant, 25 years old activist and journalist, the key to dialogue is knowledge: “As religious people, we need to delve deeper into our own identities. We must seek knowledge about religions different from ours and find common ground to build communities that may remain diverse but peaceful.”

The WCC summer course was held from 27 July to 13 August at the WCC’s Ecumenical Institute in Bossey, Switzerland.

Melting prejudices with love and friendship

“The differences we have amongst religious traditions are fundamental. There are limits to our mutual understanding. But through love and friendship I hope we can melt away our religious prejudices,” says Yonina Cohen, a 23-year-old representative of Jewish tradition.

Cohen, who comes from Jerusalem and is a student of Islamic and Jewish thought and philosophy, shares her opinion that dialogue is in its “infancy” in Israel. “Despite that some organizations are working, we still do not have a strong tradition of dialogue with Muslims, or people of other religions.”

For Cohen, just the experience of talking to her Muslim and Christian classmates, and living with them in a multi-faith community at the Ecumenical Institute, is a manifestation of dialogue.

“Here we communicate face to face. We do not rely on media narratives. Just having heart to heart conversations and addressing our differences is a sign of peace. Through our sharing and learning in this course, I feel we are already changing the world,” Cohen says.

Scriptural reasoning – understanding the “other”

Through scriptural reasoning sessions, where religious texts from Christian, Muslim and Jewish traditions were studied, 33-year-old Tsegahun Assefa from the Ethiopian Evangelical Church Mekane Yesus has been able to learn, reflect and challenge misconceptions.

“When we read and compare texts from the Quran, Bible, Torah, we challenge popular misconceptions that exist about our religious traditions,” he said. For Assefa, such readings are a pertinent way to eliminate religious stereotypes and to find common ground among different religions.

Assefa expresses concern about the influence of extremist groups in Ethiopia. “While we live together as a community, we still need dialogue among different religious communities so that we can challenge the agenda of extremist groups. Recently, Christians have experienced persecution, and churches have been attacked by the extremist groups,” he says.

Assefa, who works with children and youth ministry as well as the Inter-religious Council of Ethiopia, says that his learning will help him strengthen dialogue initiatives in his country.

The interfaith summer course is co-sponsored by the Ecumenical Institute in Bossey with the WCC programme on inter-religious dialogue and cooperation, the Fondation pour l’entre-connaissance (Inter Knowing Foundation) and the Fondation Racines et Sources (Roots and Sources Foundation).

Common message from interfaith summer course – Reducing the gap: Interfaith riches

WCC programme on inter-religious dialogue and cooperation

Youth in the ecumenical movement

Informação compartilhada pelo Pastor Carlos Dreher.

 

Que mal fiz eu a Deus?

10 de agosto de 2015 0

Recomendação para os amantes do bom cinema.
Filme: Que mal eu fiz a Deus?
Esta comédia francesa é imperdível. A trama gira em torno de um casal francês e católico, que deve conviver com os seus quatro genros de origens e religiões diversas. Não vou contar para você o filme, mas o destaque é o resgate da diversidade, que é maravilhoso. Vivemos num mundo globalizado, onde a globalização também entra dentro da família.

A convivência e o respeito entre os diferentes é essencial para a vida.

que mal eu