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Posts de novembro 2016

Intolerância religiosa no Brasil

14 de novembro de 2016 1

Dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, ligada ao Ministério da Justiça.

Em caso de intolerância religiosa, lembre  discar 100, o Disque denúncia.

Intolerância religiosa no Brasil

 

Acolhida de Nossa Senhora Aparecida encerra Jubileu da Misericórdia

13 de novembro de 2016 0

Uma tarde de muitas celebrações e significados. Assim foi a programação que marcou, na tarde deste domingo, dia 13, o encerramento do Jubileu Extraordinário da Misericórdia e a acolhida solene da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida na Arquidiocese de Porto Alegre. Centenas de leigos e dezenas de padres participaram do evento na Catedral Metropolitana.

Ainda no contexto do Jubileu da Misericórdia, integrantes do grupo de Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre marcaram presença na celebração. Após o pronunciamento do Rabino Guershon Kwasniewski, deram-se as mãos os líderes judaico, muçulmano, espírita e católico, reforçando o discurso de paz e reconciliação.

Dentro da Catedral, o coral da PUCRS apresentou canções em referência à devoção mariana antes da missa.

Catedral 13 novembro 2016 Misericórdia

O evento deste domingo teve ainda outra grande marca: a recepção da imagem jubilar de Nossa Senhora Aparecida, dentro das comemorações dos 300 anos da aparição da santa nas águas do rio Paraíba do Sul, no interior do Estado de São Paulo. Antes da procissão de entrada, crianças de projetos sociais e um casal conduziram a imagem até o presbitério da Catedral Metropolitana.

A missa foi transmitida ao vivo para todo o país pela TV Aparecida.

Comemoração Ano da Misericórdia 13 de novembro 2016 Catedral

Fonte, Arquidiocese de Porto Alegre

Fotografias, Amanda Fetzner Efrom

Sacrifício de animais na pauta do STF

08 de novembro de 2016 0

SUPREMO DECIDIRÁ se parágrafo que destaca licença para religiões de matriz africana deve ser retirado ou não de legislação

Pouco mais de um ano depois de os deputados gaúchos derrubarem um projeto de lei que previa a proibição do uso de animais em sacrifícios religiosos, a discussão voltou à tona, desta vez, no Supremo Tribunal Federal (STF). O STF vai decidir se um parágrafo que destaca a licença das religiões de matriz africana para realizar sacrifícios será excluído ou não do Código Estadual de Proteção aos Animais.

Está na pauta da mais alta corte da Justiça brasileira um recurso protocolado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) em 2005 que pede a retirada do texto que integra o artigo segundo do documento. O órgão recorreu após a ação de inconstitucionalidade ter sido negada por 15 votos a 10 pelo STF.

– O MP não questiona a possibilidade de haver sacrifício em rituais religiosos. Esse é um parágrafo inócuo, porque a liberdade religiosa é garantida constitucionalmente. Mas o Estado foi além de onde poderia para regulamentar – diz o promotor assessor da subprocuradoria para assuntos jurídicos, Bruno Heringer Júnior.

No entendimento do MP, o parágrafo único de autoria do então deputado estadual Edson Portilho (PT), que destaca a liberdade das religiões de matriz africana para realizarem liturgias que abatem animais, é inconstitucional por ferir os princípios da isonomia – que prevê tratamento igualitário a todos – e da laicidade do estado, porque “beneficiaria a uma única religião”. O órgão defende, ainda, que não é competência do Estado regulamentar esse tipo de questão.

PARA ENTIDADES, EXCLUSÃO PODE GERAR PERSEGUIÇÕES

Para entidades que representam religiões de matriz africana, a eventual retirada do parágrafo específico sobre o assunto é preocupante. Embora o direito à liberdade religiosa esteja previsto na Constituição Federal, os movimentos acreditam que a exclusão pode dar margem a perseguições.

– Isso vem ocorrendo há anos, em várias esferas: apegam-se no ritual para embargar as religiões afro-brasileiras. Nós não maltratamos animais, nós os tratamos muito bem e o sacralizamos para os nossos orixás. É uma religião milenar em que os fundamentos são feitos dessa forma – explica Jorge Verardi, presidente da Federação das Religiões Afro-Brasileiras (Afrobras).

Segundo Verardi, diversas entidades estão encaminhando documentos ao STF pedindo para que o texto seja mantido. Conselheiro-geral do Conselho Estadual da Umbanda e dos Cultos Afro-Brasileiros, Clovis Alberto Oliveira de Souza diz que os movimentos estão apreensivos com o julgamento de pessoas sem um conhecimento mais profundo das religiões de matriz africana. O sacrifício, para elas, é um ritual de morte e renascimento – comer sangue e vísceras de animais imolados é o que dá vida às divindades afro-brasileiras –, e é realizado com alguns tipos de animais, nunca silvestres. A carne do abate deve ser consumida por quem participa do rito.

– A natureza é o nosso altar. Somos contra maus-tratos, e os movimentos sérios têm nosso apoio. Nós abatemos os mesmos animais que têm no supermercado, e consumimos ela, o que chamamos de comida de obrigação. O que não é consumido é doado a instituições carentes, porque deixar a carne estragar invalida o ritual – afirma Souza.

Fonte ZH, 8 de novembro de 2016

 

Centro Cristão de Estudos Judaicos lança livro sobre os 50 anos de diálogo católico-judaico

07 de novembro de 2016 0

O Centro Cristão de Estudos Judaicos lançou em outubro o livro “Jubileu de Ouro do Diálogo Católico-Judaico: primeiros frutos e novos desafios”, quarta obra de sua coleção Judaísmo e Cristianismo. A obra inspira-se no 50º aniversário da declaração conciliar Nostra Aetate, a qual apresenta o desejo manifesto da Igreja em seguir e aprofundar o diálogo inter-religioso, de um modo específico com o judaísmo. A comemoração se deu em São Paulo no ano de 2015, no Teatro Tuca da PUC-SP. Na ocasião, o cardeal Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e da Comissão da Santa Sé para as Relações Religiosas com o Judaísmo, encontrou-se com o cardeal de São Paulo Odilo Pedro Scherer, com Fernando Lottenberg, presidente da Conib, e com Michel Schlesinger, rabino da CIP e representante da Conib para o diálogo inter-religioso, além de outras importantes personalidades dos meios católico e judaico. “Este livro é um novo e importante reconhecimento do trabalho de aproximação que judeus e católicos vêm desenvolvendo no país, ao longo das últimas décadas. As conquistas obtidas devem servir como evidência da capacidade que o homem possui de superar conflitos do passado e construir pontes de coexistência. É nossa tarefa estender esse entendimento para as bases de cada comunidade, bem como para estabelecer conexões com outras religiões”, declarou Lottenberg. A obra traz dois textos que abordam a Nostra Aetate sob o ponto de vista judaico: o primeiro, de um grupo de rabinos franceses ligados à Amizade Judaico-Cristã da França; o segundo, assinado por mais de 50 rabinos ortodoxos de Israel, da Europa e da América do Norte, tem o seguinte título: “Declaração do Rabinato Ortodoxo sobre o Cristianismo”. Ambos manifestam alegria pelo diálogo com o mundo católico após 50 anos da Declaração Nostra Aetate e apresentam novos desafios teológicos. O livro também apresenta duas conferências do cardeal Kurt Koch, proferidas na PUC-SP. Em sua primeira conferência, ele fala sobre “A Igreja em diálogo” e propõe uma reflexão ecumênica. Na segunda, “Nostra Aetate – bússola permanente do diálogo católico-judaico”, aborda a contribuição da Nostra Aetate para que a Igreja superasse uma série de preconceitos históricos e nota que, “para que a visão antissemita seja superada, se faz necessário lançar um novo olhar para a história e perceber as tensões que marcaram católicos e judeus”. A apresentação foi escrita pelo rabino Michel Schlesinger e pelo cônego José Bizon.

Jornada de estudos judaicos on-line com Rabinos brasileiros

07 de novembro de 2016 0

Rabinos brasileiros participarão de jornada mundial de estudos The Global Day of Jewish Learning

O PROCESSO DE CURA – DIVINO, UMA PRÁTICA NATURAL OU ALGO NO MEIO DO CAMINHO? DIA MUNDIAL DE ESTUDOS JUDAICOS – domingo, 20/11,  19 horas.

NO BRASIL, coordenado pelos rabinos Uri Lam (Congregação Israelita Mineira) e Guershon Kwasniewski (SIBRA, Porto Alegre).
Participem desta discussão via internet.

Seria “antinatural” interferir e fazer mudanças no mundo natural? A cura de uma pessoa ocorre graças a um esforço humano ou é algo divino?
Juntos, estudaremos e analisaremos como é possível abrir espaço para o divino em nossas próprias vidas, ao mesmo tempo em que adotamos o entendimento contemporâneo no tratamento da saúde.

VAGAS ILIMITADAS (via internet).

Inscrições sem custo  e informações no site http://www.theglobalday.org/