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Culto na Catedral de Porto Alegre lembra as vítimas do acidente da Chapecoense

05 de dezembro de 2016 0

Neste final de semana, na mesma hora em que em muitos pontos do Brasil aconteciam os velórios das vítimas da Chapecoense, foi realizada na Catedral Metropolitana um culto em homenagem dos falecidos. O culto foi ecumênico, porque contou com representantes Católicos e Anglicanos e Inter-religioso, porque contou com a presença de um Rabino. Também se fez uma prece pela saúde e recuperação dos sobreviventes. Desde a espiritualidade nos unimos para enviar a nossa mensagem para centos de famílias que se viram afetadas pela fatalidade. Força Chape!! 

Culto Chapecoense Catedral

Intolerância religiosa no Brasil

14 de novembro de 2016 0

Dados da Secretaria Especial dos Direitos Humanos, ligada ao Ministério da Justiça.

Em caso de intolerância religiosa, lembre  discar 100, o Disque denúncia.

Intolerância religiosa no Brasil

 

Acolhida de Nossa Senhora Aparecida encerra Jubileu da Misericórdia

13 de novembro de 2016 0

Uma tarde de muitas celebrações e significados. Assim foi a programação que marcou, na tarde deste domingo, dia 13, o encerramento do Jubileu Extraordinário da Misericórdia e a acolhida solene da imagem peregrina de Nossa Senhora Aparecida na Arquidiocese de Porto Alegre. Centenas de leigos e dezenas de padres participaram do evento na Catedral Metropolitana.

Ainda no contexto do Jubileu da Misericórdia, integrantes do grupo de Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre marcaram presença na celebração. Após o pronunciamento do Rabino Guershon Kwasniewski, deram-se as mãos os líderes judaico, muçulmano, espírita e católico, reforçando o discurso de paz e reconciliação.

Dentro da Catedral, o coral da PUCRS apresentou canções em referência à devoção mariana antes da missa.

Catedral 13 novembro 2016 Misericórdia

O evento deste domingo teve ainda outra grande marca: a recepção da imagem jubilar de Nossa Senhora Aparecida, dentro das comemorações dos 300 anos da aparição da santa nas águas do rio Paraíba do Sul, no interior do Estado de São Paulo. Antes da procissão de entrada, crianças de projetos sociais e um casal conduziram a imagem até o presbitério da Catedral Metropolitana.

A missa foi transmitida ao vivo para todo o país pela TV Aparecida.

Comemoração Ano da Misericórdia 13 de novembro 2016 Catedral

Fonte, Arquidiocese de Porto Alegre

Fotografias, Amanda Fetzner Efrom

Sacrifício de animais na pauta do STF

08 de novembro de 2016 0

SUPREMO DECIDIRÁ se parágrafo que destaca licença para religiões de matriz africana deve ser retirado ou não de legislação

Pouco mais de um ano depois de os deputados gaúchos derrubarem um projeto de lei que previa a proibição do uso de animais em sacrifícios religiosos, a discussão voltou à tona, desta vez, no Supremo Tribunal Federal (STF). O STF vai decidir se um parágrafo que destaca a licença das religiões de matriz africana para realizar sacrifícios será excluído ou não do Código Estadual de Proteção aos Animais.

Está na pauta da mais alta corte da Justiça brasileira um recurso protocolado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) em 2005 que pede a retirada do texto que integra o artigo segundo do documento. O órgão recorreu após a ação de inconstitucionalidade ter sido negada por 15 votos a 10 pelo STF.

– O MP não questiona a possibilidade de haver sacrifício em rituais religiosos. Esse é um parágrafo inócuo, porque a liberdade religiosa é garantida constitucionalmente. Mas o Estado foi além de onde poderia para regulamentar – diz o promotor assessor da subprocuradoria para assuntos jurídicos, Bruno Heringer Júnior.

No entendimento do MP, o parágrafo único de autoria do então deputado estadual Edson Portilho (PT), que destaca a liberdade das religiões de matriz africana para realizarem liturgias que abatem animais, é inconstitucional por ferir os princípios da isonomia – que prevê tratamento igualitário a todos – e da laicidade do estado, porque “beneficiaria a uma única religião”. O órgão defende, ainda, que não é competência do Estado regulamentar esse tipo de questão.

PARA ENTIDADES, EXCLUSÃO PODE GERAR PERSEGUIÇÕES

Para entidades que representam religiões de matriz africana, a eventual retirada do parágrafo específico sobre o assunto é preocupante. Embora o direito à liberdade religiosa esteja previsto na Constituição Federal, os movimentos acreditam que a exclusão pode dar margem a perseguições.

– Isso vem ocorrendo há anos, em várias esferas: apegam-se no ritual para embargar as religiões afro-brasileiras. Nós não maltratamos animais, nós os tratamos muito bem e o sacralizamos para os nossos orixás. É uma religião milenar em que os fundamentos são feitos dessa forma – explica Jorge Verardi, presidente da Federação das Religiões Afro-Brasileiras (Afrobras).

Segundo Verardi, diversas entidades estão encaminhando documentos ao STF pedindo para que o texto seja mantido. Conselheiro-geral do Conselho Estadual da Umbanda e dos Cultos Afro-Brasileiros, Clovis Alberto Oliveira de Souza diz que os movimentos estão apreensivos com o julgamento de pessoas sem um conhecimento mais profundo das religiões de matriz africana. O sacrifício, para elas, é um ritual de morte e renascimento – comer sangue e vísceras de animais imolados é o que dá vida às divindades afro-brasileiras –, e é realizado com alguns tipos de animais, nunca silvestres. A carne do abate deve ser consumida por quem participa do rito.

– A natureza é o nosso altar. Somos contra maus-tratos, e os movimentos sérios têm nosso apoio. Nós abatemos os mesmos animais que têm no supermercado, e consumimos ela, o que chamamos de comida de obrigação. O que não é consumido é doado a instituições carentes, porque deixar a carne estragar invalida o ritual – afirma Souza.

Fonte ZH, 8 de novembro de 2016

 

Centro Cristão de Estudos Judaicos lança livro sobre os 50 anos de diálogo católico-judaico

07 de novembro de 2016 0

O Centro Cristão de Estudos Judaicos lançou em outubro o livro “Jubileu de Ouro do Diálogo Católico-Judaico: primeiros frutos e novos desafios”, quarta obra de sua coleção Judaísmo e Cristianismo. A obra inspira-se no 50º aniversário da declaração conciliar Nostra Aetate, a qual apresenta o desejo manifesto da Igreja em seguir e aprofundar o diálogo inter-religioso, de um modo específico com o judaísmo. A comemoração se deu em São Paulo no ano de 2015, no Teatro Tuca da PUC-SP. Na ocasião, o cardeal Kurt Koch, presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e da Comissão da Santa Sé para as Relações Religiosas com o Judaísmo, encontrou-se com o cardeal de São Paulo Odilo Pedro Scherer, com Fernando Lottenberg, presidente da Conib, e com Michel Schlesinger, rabino da CIP e representante da Conib para o diálogo inter-religioso, além de outras importantes personalidades dos meios católico e judaico. “Este livro é um novo e importante reconhecimento do trabalho de aproximação que judeus e católicos vêm desenvolvendo no país, ao longo das últimas décadas. As conquistas obtidas devem servir como evidência da capacidade que o homem possui de superar conflitos do passado e construir pontes de coexistência. É nossa tarefa estender esse entendimento para as bases de cada comunidade, bem como para estabelecer conexões com outras religiões”, declarou Lottenberg. A obra traz dois textos que abordam a Nostra Aetate sob o ponto de vista judaico: o primeiro, de um grupo de rabinos franceses ligados à Amizade Judaico-Cristã da França; o segundo, assinado por mais de 50 rabinos ortodoxos de Israel, da Europa e da América do Norte, tem o seguinte título: “Declaração do Rabinato Ortodoxo sobre o Cristianismo”. Ambos manifestam alegria pelo diálogo com o mundo católico após 50 anos da Declaração Nostra Aetate e apresentam novos desafios teológicos. O livro também apresenta duas conferências do cardeal Kurt Koch, proferidas na PUC-SP. Em sua primeira conferência, ele fala sobre “A Igreja em diálogo” e propõe uma reflexão ecumênica. Na segunda, “Nostra Aetate – bússola permanente do diálogo católico-judaico”, aborda a contribuição da Nostra Aetate para que a Igreja superasse uma série de preconceitos históricos e nota que, “para que a visão antissemita seja superada, se faz necessário lançar um novo olhar para a história e perceber as tensões que marcaram católicos e judeus”. A apresentação foi escrita pelo rabino Michel Schlesinger e pelo cônego José Bizon.

Jornada de estudos judaicos on-line com Rabinos brasileiros

07 de novembro de 2016 0

Rabinos brasileiros participarão de jornada mundial de estudos The Global Day of Jewish Learning

O PROCESSO DE CURA – DIVINO, UMA PRÁTICA NATURAL OU ALGO NO MEIO DO CAMINHO? DIA MUNDIAL DE ESTUDOS JUDAICOS – domingo, 20/11,  19 horas.

NO BRASIL, coordenado pelos rabinos Uri Lam (Congregação Israelita Mineira) e Guershon Kwasniewski (SIBRA, Porto Alegre).
Participem desta discussão via internet.

Seria “antinatural” interferir e fazer mudanças no mundo natural? A cura de uma pessoa ocorre graças a um esforço humano ou é algo divino?
Juntos, estudaremos e analisaremos como é possível abrir espaço para o divino em nossas próprias vidas, ao mesmo tempo em que adotamos o entendimento contemporâneo no tratamento da saúde.

VAGAS ILIMITADAS (via internet).

Inscrições sem custo  e informações no site http://www.theglobalday.org/

 

Igreja católica proíbe guardar ou espalhar cinzas de mortos

26 de outubro de 2016 0

Cd Igreja católica divulgou nesta terça-feira as novas diretrizes para a sepultura dos mortos e a conservação das cinzas daqueles que são cremados, através das quais proíbe espalhá-las ou mantê-las em casa.

Segundo as normas, ilustradas no Vaticano pelo cardeal alemão Gerhard Ludwig Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, as cinzas devem ser mantidas em um cemitério ou em um local sagrado.

“Não está permitida a conservação das cinzas no lar” nem “a dispersão das cinzas no ar, na terra ou na água”, ou sua conversão como lembranças, segundo as novas disposições.

“Evita-se o risco de que os mortos sejam esquecidos por suas famílias e pela comunidade cristã”, explicou à imprensa o cardeal alemão, cujo cargo costuma ser chamado de “guardião da fé”.

“Também são evitados possíveis descuidos e falta de respeito por parte das gerações sucessivas”, disse Müller.

Poucos dias antes da celebração do dia dos mortos, em 2 de novembro, a hierarquia da igreja católica lembra a importância que a morte e a ressurreição têm para os católicos.

Também lembra que desde 1963 é permitida a cremação, uma prática que, reconhece, “se difundiu notavelmente em muitos países, mas que também esteve acompanhada pela propagação de ideias que estão em desacordo com a fé”, disse.

Em casos “excepcionais e graves”, os bispos locais podem conceder a permissão de conservar as cinzas em casa, como é o caso das zonas de guerra, onde a sepultura é dificultada.

A igreja católica proíbe claramente e de forma categórica que as cinzas se convertam “em recordações, joias e outros objetos”, assim como a distribuição das cinzas de um falecido entre os diferentes parentes, uma recomendação que se aplica de forma retroativa às relíquias dos santos.

O texto do Vaticano reitera a posição tradicional da Igreja, que recomenda que os corpos dos falecidos sejam enterrados em cemitérios ou santuários.

Com isso é encorajada a memória e a oração por parte da família e de toda a comunidade cristã, lembra o texto.

“Caso o falecido tenha decidido pela cremação e dispersão de suas cinzas na natureza por razões contrárias à fé cristã, seu funeral deve ser negado, de acordo com a norma do direito”, adverte o documento.

Portanto, as pessoas que desejarem que suas cinzas sejam espalhadas não poderão ter funerais católicos, segundo a decisão aprovada pelo papa Francisco em março deste ano e divulgada sete meses depois.

* AFP

Placa descerrada no Hospital Conceição pelo Grupo de Diálogo Inter-religioso

22 de janeiro de 2016 0

Placa GHC

Encontro promoveu a paz e reuniu representantes de diversas religiões no GHC

22 de janeiro de 2016 0

 

Grupo Hospitalar Conceição
No Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, o Espaço Inter-Religioso do Hospital Conceição realizou ato de acolhimento de diferentes crenças com a participação de integrantes de denominações religiosas como Judaísmo, Islamismo e de Matriz Africana



Com o objetivo de promover a cultura da paz e da liberdade de crenças, o Espaço Inter-Religioso do Hospital Conceição realizou, nesta quinta-feira, 21 de janeiro, um encontro temático com a participação de integrantes de diversas denominações religiosas. A data, que celebra o Dia Mundial das Religiões e o Dia Nacional de Combate à Intolerância Religiosa, foi marcada pelo descerramento da placa do Espaço Inter-Religioso, que materializa o compromisso do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) de incentivar a liberdade de culto.

Convidados representantes do Judaísmo, Islamismo, Budismo, Espiritismo, Catolicismo, Anglicanismo, religiões Evangélicas e de Matriz Africana participaram da solenidade expressando a fé em prol do cuidado ao usuário. O gerente de Apoio do GHC, Márcio Belloc, defendeu que o Espaço Inter-Religioso é uma articulação importante, garantida por políticas públicas que buscam a diversidade. “É um privilégio que nossa instituição possa sustentar um espaço assim”, disse o gerente.

O diretor técnico do GHC, José Fossari, considerou de extrema importância a presença da religião no ambiente hospitalar. “Sabemos que manter o vínculo com a fé ajuda a diminuir o sofrimento, estimulando a longevidade em casos de recuperação e, nos casos terminais, um fim com conforto e qualidade que todos merecem”, declarou o diretor.

A diretora-superintendente do GHC, Sandra Fagundes, também esteve presente no encontro e destacou o respeito às dimensões da espiritualidade como um momento histórico de reafirmação do GHC em relação à população do Rio Grande do Sul. “Estamos promovendo a paz em um momento oportuno das necessidades brasileiras. Aqui é realizado um trabalho civilizatório, de reconhecer a pluralidade, aceitar e acolher cada crença, e isso faz a diferença”, enfatizou a superintendente.

O coordenador da Participação Cidadã, Elpídio de Souza, reforçou a importância do encontro como meio de integração. “Este espaço é fundamental para a saúde do usuário”, disse o coordenador.

A assistência espiritual é feita nos hospitais do Grupo Hospitalar Conceição (Conceição, Criança Conceição, Cristo Redentor e Fêmina), por meio de celebrações nos espaços inter-religiosos e conforme o calendário de atendimento com escala elaborada para contemplar todas as denominações. Também são realizadas visitas aos usuários internados, quando há solicitação. O objetivo é contribuir com a humanização e a atenção integral à saúde, levando em conta o aspecto físico, psicológico, social e espiritual.

Representantes das denominações religiosas parabenizaram o GHC e o Núcleo de Assistência Espiritual pela promoção de um espaço inter-religioso e ressaltaram a missão de incentivar a fé, a esperança e o respeito à diversidade. O espaço garante acesso à assistência espiritual e assegura aos usuários o direito de expressar sentimentos de fé, paz e solidariedade durante o tratamento médico.

Também estiveram presentes na cerimônia o gerente de Recursos Humanos do GHC, Diogo dos Santos, a coordenadora da Comissão Especial de Promoção de Políticas da Igualdade Racial (Ceppir/GHC), Ludmila Marques, a coordenadora da Comissão de Gênero do GHC, Renata Zardin ,o gerente de Administração do Hospital da Criança Conceição, Aldacir Oliboni, o representante do Conselho Estadual da Umbanda e dos Cultos Afro-brasileiros do Rio Grande do Sul Pai Clóvis de Xangô Aganju, a representante da Igreja Evangélica da Graça de Deus Carla Oliveira, a representante da Igreja Anglicana Roberta Santos.

O encontro inter-religioso integra a programação do GHC no Fórum Social Mundial 2016, e contou com a participação dos seguintes integrantes de denominações religiosas:

Ahmad Ali – Centro Cultural Islâmico do Rio Grande do Sul

Carlos Dreher – Igreja Evangélica de Confissão Luterana

Darlan Oliveira – Igreja Evangélica Assembleia de Deus

Guershon Kwasniewski – Judaísmo

Jussara Reis – Doutrina Espírita

Lea Bos Duarte – Federação Espírita do Rio Grande do Sul

Mãe Angélica de Oxum – Religião de Matriz Africana

Mãe Carmem de Oxalá – Religião de Matriz Africana

Maximiliano Zambom – Igreja Católica

Pai João de Iemanjá – Religião de Matriz Africana Umbandista



Creditos:
Mariana Ribeiro

Grupo de Diálogo Inter-religioso abriu os trabalhos do Fórum Social Mundial

19 de janeiro de 2016 0

Fórum Social Mundial 19 de janeiro de 2016

Convite aberto à população

18 de janeiro de 2016 0

Interreligioso Hospital Conceição

O Grupo de Diálogo Interreligioso estará presente no Fórum Social Mundial

15 de janeiro de 2016 0

FSM

Acreditamos no Diálogo Interreligioso

07 de janeiro de 2016 0

O Grupo de Diálogo Interreligioso de Porto Alegre em sintonia com um mundo que pede e necessita diálogo.

É possível, basta querer e começar.

Assista o vídeo produzido pelo Vaticano.

https://youtu.be/ApLt2ryh3Yw

Tempo de priorizar

04 de janeiro de 2016 0

Artigo

Guershon Kwasniewski: tempo de priorizar

Líder religioso da Sociedade Israelita Brasileira (Sibra) e coordenador do Grupo de Diálogo Interreligioso de Porto Alegre

Por: Guershon Kwasniewski
28/12/2015 – 05h05min  Zero Hora

A chegada de um novo ano motiva e gera em cada indivíduo uma série de reflexões, que ligam o passado com o futuro. O simples fato da virada do ano proporciona um olhar diferente em nossa linha do tempo.

Essa caminhada pelo tempo é desigual entre os que nos rodeiam. O jogo dos sentimentos vai de um estremo a outro, pudendo estar ansiosos, expectantes, teimosos ou alegres pelo novo, representado pelo 2016 ou tristes e saudosos pelas lembranças que deixa o 2015.

Se falarmos desde a espiritualidade, toda mudança está relacionada com o otimismo e a renovação interna e externa do ser. Escolhemos uma nova roupa, trocamos de penteado, procuramos surpreender a nós mesmos. Desde uma mudança de conduta, atitude, relacionamentos, desafios e compromissos.

Planificamos ter mais tempo para a família, os amigos, um bom livro, exercício físico, cuidados com a saúde, fazer algum trabalho voluntário, participar mais da vida religiosa e cultural da nossa comunidade.

Se avaliarmos as promessas que fazemos de um ano para outro, percebemos que mais da metade delas ficam na teoria e em nossos pensamentos.

É tempo de priorizar, devemos ser práticos e objetivos, às vezes pouco ou nada mudará de um ano para outro, mas se priorizamos com quem aproveitar o nosso efêmero tempo, a nossa vida terá outra dimensão.

Devemos ter prazer pelo que fazemos e encaramos, sabendo que existem dificuldades, mas também acertos.

O sucesso e o fracasso estão tão próximos um do outro que às vezes é uma questão de detalhes, mas devemos tentar.

Priorize em que e com quem deseja investir a sua energia e o seu tempo.

Integrantes do Grupo Interreligioso participaram das comemorações dos 83 anos do Viaduto da Otávio Rocha

15 de dezembro de 2015 0

Dirpoa Otávio Rocha