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Posts na categoria "Temas de atualidade"

Encontro ecumênico será realizado antes de Jornada Mundial da Juventude. Evento reunirá judeus e muçulmanos em julho, no Rio de Janeiro

12 de maio de 2013 1
Pela primeira vez na história das Jornadas Mundiais da Juventude católicos, judeus e muçulmanos vão se reunir em uma atividade conjunta. O encontro acontecerá no dia 21 de julho, na PUC-Rio, dois dias antes da abertura oficial do encontro católico que reunirá pelo menos 2 milhões de fiéis. Cerca de 200 pessoas estarão presentes: 50 jovens de cada religião, vindos do país inteiro, e convidados, como o padre Fábio de Melo, que fará uma palestra.

Um jovem de cada comunidade falará sobre o tema "Juventude: força de engajamento, força de fé", haverá rodas de conversas, exibição de vídeos e exposição de objetos litúrgicos das diferentes comunidades. "Dentro da Jornada, é o primeiro trabalho com essas três religiões. É uma iniciativa ousada. O tema central é a unidade, o diálogo, o que é realmente importante para o resgate dos valores primordiais da sociedade", diz o padre Arnaldo Rodrigues, do setor de Preparação Pastoral da organização da JMJ.

Muitos participantes aproveitarão a presença no Rio para, nos dias seguintes, participarem dos eventos que terão a presença do papa Francisco, que chega à cidade no dia 22 e fica até 28 de julho, quando se encerra a JMJ.

A origem deste primeiro grande encontro é um grupo chamado Juventude Inter-Religiosa do Rio de Janeiro (JIRJ), que começou com católicos e judeus e, há pouco mais de um ano, incorporou a comunidade muçulmana. "O principal objetivo do grupo é promover o diálogo, o respeito entre as religiões, já que no meio juvenil a gente vê tantas desavenças em relação à religiosidade", diz a fiscal tributária Aline Barbosa Almeida, de 26 anos, secretária-executiva do JIRJ. "Se a gente quer passar essa ideia da coexistência, não só religiosa, tem que partir de algum lugar. Nossa proposta é disseminar essa ideia do diálogo entre religiões, discutir como funciona e como idealmente deveria funcionar. Plantar uma semente na cabeça de cada um", diz a estudante de psicologia Tamar Nigri Prais, coordenadora de projetos sociais da instituição judaica Hillel e integrante do JIRJ.

Organização

O jornalista Fernando Celino, de 31 anos, é um dos representantes da comunidade muçulmana na organização do encontro inter-religioso da Jornada. Ele trabalha na Sociedade Beneficente Muçulmana do Rio de Janeiro e integra a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa. Também faz parte do projeto Vizinhos de Portas Abertas, dos colégios Santo Inácio, católico, e Liessin, judaico, com intercâmbio de professores e alunos. "Existem cerca de 2 mil muçulmanos no Estado do Rio, não existem escolas islâmicas. Então, eu participo do projeto no Santo Inácio e no Liessin. O Islã é coberto de preconceitos. Quando surgiu o JIRJ, eu quis participar. Na Jornada, é a primeira grande ação que vamos realizar juntos. Queremos dar visibilidade ao diálogo inter-religioso, trabalhar pela destruição dos preconceitos e disseminar essa ideia no mundo inteiro", diz Fernando.

Na noite de quinta-feira passada, o grupo se reuniu na sede da Arquidiocese do Rio para acertar mais detalhes do encontro na PUC-Rio. Além dos jovens, veteranos da militância pelo diálogo entre as religiões também estão engajados. "Já demos passos para trazer as religiões de matriz africana, mas, como ainda é muito inicial, não foi possível incluir na atividade da Jornada", diz Diane Kuperman, ex-vice-presidente da Federação Israelita do Rio.

Diversidade

Sede da 28ª Jornada Mundial da Juventude, o Rio de Janeiro é um dos Estados de maior diversidade religiosa do Brasil. Menos da metade da população é católica e mais de um quarto é evangélica, uma das maiores proporções do País. Também tem porcentuais elevados, em comparação com os índices nacionais, de espíritas, praticantes de umbanda e candomblé e de pessoas que se dizem sem religião. Na semana que antecede a JMJ, durante encontro de jovens organizado pelos jesuítas, a troca de experiências das diferentes religiões também estará em foco, com visitas de jovens católicos a sinagogas, mesquitas e terreiros de umbanda.

Aos que estranham a ausência de grupos evangélicos no encontro inter-religioso, padre Arnaldo informa que haverá uma atividade específica, durante a JMJ, do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic), ainda a ser definida. "Queremos motivar os jovens de várias religiões na ideia de conhecer, respeitar, dialogar, conviver", resume padre Arnaldo.

Karen Armstrong - Compaixão como o Centro das Religiões

08 de maio de 2013 0

reproduzindo do Diário Catarinense:

Palestra de Karen Armstrong no Fronteiras do Pensamento exalta a compaixão como centro das religiões Bruno Alencastro/Agencia RBS


Karen Armstrong falou sobre história das religiões e sobre a compaixão como um fundamento moral
Foto: Bruno Alencastro / Agencia RBS


Uma das mais respeitadas historiadoras da religião em atividade, Karen Armstrong não se contenta em pesquisar em fontes antigas.

A inglesa, que proferiu ontem a primeira palestra do ciclo Fronteiras do Pensamento, vem se dedicando a uma tarefa prática e, para ela, essencial: devolver a compaixão ao centro moral de qualquer prática religiosa.

Para um salão de atos lotado, Karen Armstrong passeou, ao longo de sua fala, por diversas histórias e fundamentos de diferentes religiões ao redor do globo: judaísmo, cristianismo, islamismo, budismo, com passagens por grandes obras da tradição literária, como a Ilíada, de Homero. Todas as religiões, para ela, trazem em seu coração um princípio comum ao qual ela deu o nome de “Regra de Ouro”.

– Todas as principais religiões do mundo desenvolveram algo que pode ser chamado a Regra de Ouro. Não é uma doutrina, é um teste para a verdadeira espiritualidade: nunca trate alguém como não gostaria de ser tratado – disse.

Armstrong começou sua palestra assumindo a dificuldade de definir o que é religião – algo que sempre permeou a vida humana, mas foi transformado em algo apartado após o começo da era moderna. A religião, para ela, passa, contudo, pela capacidade de vencer ou pôr de lado o ego, aquilo que, segundo ela, “nos mantém afastados do que há de melhor em nós”. Outro elemento fundamental da prática religiosa, para ela, é a identificação do outro como alguém igual, merecedor de uma empatia que não nasce naturalmente, mas é exercitada continuamente.

- O conhecimento religioso não é algo que se faça apenas dentro da cabeça, é uma prática, como andar de bicicleta, dirigir ou nadar. Você não aprende lendo livros ou manuais, você tem de entrar no carro e pisar nos pedais, ou mergulhar, entrar na água. Religião tem mais a ver com fazer coisas do que pensar coisas – disse.

A necessidade de prática foi reforçada constantemente em seu discurso. Para ela, mitos não são, como a idade moderna os apelidou, mentiras. São guias práticos e simbólicos para a ação, e só fazem sentido dentro dos rituais práticas nos quais estavam inseridos. Karen, que investiu o dinheiro que recebeu ao ser agraciada com o TED Prize em um instituto para aprofundar sua idéia de espalhar a compaixão pelo mundo em questões práticas, como a organização das comunidades, encerrou falando de sua experiência à frente da entidade, Charter for Compassion. Ao mencionar o episódio da Ilíada, de Homero, na qual o grego Aquiles devolve ao rei troiano, seu inimigo, o cadáver do filho morto em combate, ela resumiu o que considera o centro da prática moral da compaixão:

- Ter compaixão é reconhecer que seu inimigo também sofre.

O Fronteiras do Pensamento Porto Alegre é apresentado pela Braskem e tem o patrocínio de Unimed Porto Alegre, Weinmann Laboratório, Santander, CPFL Energia, Natura e Gerdau. Promoção Grupo RBS. O projeto conta com a UFRGS como universidade parceira e com a parceria cultural de Unisinos, Prefeitura Municipal de Porto Alegre e Governo do Estado do RS.

Encontro com Karen Armstrong

07 de maio de 2013 1









Almoço de trabalho com Karen Armstrong.
Gostaria agradecer a Monja Isshin Havens e aos organizadores do Fronteiras do Pensamento que possibilitaram o valioso encontro do Grupo de Diálogo Inter-religioso com a historiadora da religião vinda da Inglaterra, que pela primeira vez visita Porto Alegre.
A Sra. Karen é autora da carta da compaixão e promove a paz entre as religiões em todo o planeta.

Rabino Guershon










Por mais compaixão

06 de maio de 2013 0

Karen Armstrong, historiadora da religião, abre o Fronteiras 2013

Se Deus de fato é amor, como explicar guerras santas e ódios religiosos? Essa é uma das questões que devem nortear a palestra com que Karen Armstrong abre hoje, às 19h30min, no Salão de Atos da UFRGS, a edição 2013 do Fronteiras do Pensamento.

Karen Armstrong é o tipo de figura que tem algo de fato a contribuir no atual debate religioso. Sua obra é uma erudita e instigante investigação não sobre os dogmas, mas sobre os fundamentos filosóficos comuns das grandes religiões do Ocidente: Cristianismo, Islamismo e Judaísmo, não por acaso definidos por ela como “religiões-irmãs”.

Armstrong fala do sofrimento como um traço comum à experiência religiosa, mas não como fundamento de virtuosismo purificador, como o foi para boa parte da teologia medieval. Para ela, dado que a experiência do sofrimento atravessa a história humana, a compaixão pela dor do próximo é o apelo moral comum a todas as religiões, e justamente aquele que vem sendo relegado pelos maniqueísmos da contemporaneidade.

– Muitos de nossos problemas atuais derivam do fato de que não adotamos a Regra de Ouro de todas as tradições religiosas, que a consideram central para a espiritualidade: nunca tratar os outros como você não gostaria de ser tratado – disse ela em entrevista publicada no caderno Cultura do último sábado.

Karen Armstrong é autora de, entre outros, Uma História de Deus (1993), Jerusalém: Uma Cidade, Três Religiões (1996) e biografias de São Paulo (1983), Buda (2001) e Maomé (1991). Em 2008, agraciada com US$ 100 mil concedidos pelo TED Prize, deu início à Charter for Compassion, iniciativa focada na promoção de paz e concórdia entre diferentes visões religiosas.

O Fronteiras do Pensamento Porto Alegre é apresentado pela Braskem e tem o patrocínio de Unimed Porto Alegre, Weinmann Laboratório, Santander, CPFL Energia, Natura e Gerdau. Promoção Grupo RBS. O projeto conta com a UFRGS como universidade parceira e com a parceria cultural de Unisinos, Prefeitura Municipal de Porto Alegre e Governo do Estado do RS.

Hoje os integrantes do Grupo Inter-religioso de Porto Alegre irão encontrar a Sra. Karen numa reunião almoço.

Fonte ZH

Após encontro no Qatar, Rabino Schlesinger avalia os desafios do diálogo inter-religioso

30 de abril de 2013 0

















Leia abaixo o depoimento do rabino Michel Schlesinger a respeito da 10ª Conferência sobre Diálogo Inter-Religioso, realizada de 23 a 25 de abril, no Qatar. Schlesinger, rabino da Congregação Israelita Paulista, é o representante da Conib para o diálogo inter-religioso.

“Judeus, muçulmanos e cristãos de diversas partes do mundo se reuniram na cidade de Doha, no Qatar. O tema do encontro foi ‘Melhores práticas no diálogo inter-religioso’. Por três dias, os religiosos tiveram a oportunidade de demonstrar suas iniciativas na área da aproximação entre os diferentes grupos religiosos.

Na abertura do evento, o professor Ibrahim Saleh Al-Naimi, coordenador da conferência e do Doha International Center of Interfaith Dialogue, proferiu sua mensagem, ao lado do padre Miguel Angel Ayuso Guixote, representante do Vaticano no encontro, e de Cláudio Epelman, diretor executivo do Congresso Judaico Latino-Americano, instituição que me convidou para este encontro.

Depois daquele ato de abertura, grupos de trabalho se formaram. Neles, um representante de cada religião apresentava seu projeto. Em cada grupo de trabalho havia um mediador, um repórter que resumia as principais conclusões e a participação ativa do público por meio de comentários e perguntas aos expositores.

Tive a oportunidade de apresentar o Lar das Crianças da CIP que completou, recentemente, 75 anos. A ênfase de minha apresentação foi na mudança que o Lar recebeu: passou de uma instituição construída para atender a comunidade judaica para um projeto social que presta serviço para a sociedade maior, independentemente da prática religiosas das casas de origem.

Um muçulmano, preocupado com a islamofobia que se fortaleceu em países ocidentais desde o atentado às Torres Gêmeas nos Estados Unidos, perguntou se o Lar tem por objetivo melhorar a imagem da comunidade judaica diante da sociedade brasileira. Respondi que temos a alegria de viver em uma sociedade de muito respeito e admiração mútua no Brasil. Portanto, o objetivo do Lar é retribuir a acolhida que a comunidade judaica recebeu na cidade de São Paulo, colocando em prática princípios fundamentais do judaísmo como tsedacá, a justiça social, e ticún olam, o aprimoramento do universo. Contudo, admiti, projetos como o Lar contribuem, incidentalmente, para promover o judaísmo diante da sociedade brasileira e, embora não seja nosso objetivo principal, ficamos extremamente orgulhosos por esta consequência.

Em alguns momentos, surgiu o tema do conflito entre israelenses e palestinos. Em cada uma destas ocasiões, foi reforçada a mensagem de que este é um conflito político e não religioso. Todos os que atribuem uma conotação religiosa ao conflito deturpam as escrituras sagradas que nos convocam, reiteradamente, a uma convivência pacífica entre os povos. Ao mesmo tempo, temos justamente nas religiões muçulmana e judaica a oportunidade, como líderes religiosos, de construir a confiança de servirá de base, um dia, para a superação das desavenças políticas.

Outros painéis discutiram a tecnologia como ferramenta de aproximação entre as religiões, mecanismos econômicos de aproximação entre pessoas de distintas fés, premiação de projetos inter-religiosos de excelência ao redor do globo. O seminário incluiu uma visita a Mesquita Imam Muhammad Ibn Abdul Wahhab, a maior do Qatar. Em diversos momentos, membros do governo do Qatar participaram do congresso como demonstração do compromisso do país com o diálogo inter-religioso. No encontro de fechamento, os repórteres das diferentes mesas de discussão resumiram as principais conclusões.

Desde bastante jovem, participo de encontros inter-religiosos. Meu falecido avô Hugo foi um dos pioneiros do diálogo com a igreja católica no Brasil, ao lado do padre Humberto Porto, recentemente falecido, do rabino Henry Sobel e de dom Paulo Evaristo Arns. Hoje, represento a Confederação Israelita do Brasil para o diálogo inter-religioso e coordeno a delegação judaica na Comissão Nacional de Diálogo Católico-Judaico da CNBB.

Penso que nos encontramos em estágios opostos no diálogo com católicos e muçulmanos. Com os primeiros, tivemos dois mil anos de uma relação bastante conturbada e experimentamos, nas últimas cinco décadas, desde a convocação do Concílio Vaticano II pelo papa João XXIII e a publicação da Nostra Aetate, no papado de Paulo VI, uma aproximação vigorosa entre a Igreja e a comunidade judaica, que apenas se aprofunda e se fortalece. As perspectivas com o papa Francisco, fundamentadas na relação fraterna que manteve com a comunidade judaica portenha enquanto arcebispo de Buenos Aires, são as melhores possíveis.

No entanto, a história com os muçulmanos é quase oposta. Desde o surgimento do islamismo, judeus e muçulmanos experimentaram momentos de cooperação e amizade que são bem representados pelo anos dourados vividos na Andaluzia espanhola, que produziram para figuras centrais do judaísmo, como Maimônides (século 12), cuja morte gerou um feriado nacional de três dias, como exemplo do quanto era querido pelo mundo muçulmano. No último século, no entanto, em função das desavenças no Oriente Médio, as relações entre judeus e muçulmanos se deterioraram.

Há 50 anos, nosso maior desafio na área do diálogo era começar a reescrever a história das relações entre católicos e judeus. Fizemos muito neste campo e as bases são sólidas para que se faça muito
mais. Hoje, acredito, o desafio está na busca de uma aproximação religiosa entre muçulmanos e judeus que crie o potencial de resgatar os séculos de entendimento e cooperação que marcaram nossa relação no passado.

Um encontro em Doha, no Qatar, um país muçulmano que acolhe a participação de judeus para o fortalecimento da confiança e do diálogo, é um oásis de esperança neste sentido”.

Fonte CONIB

O Papa Francisco é homem de diálogo Inter-religioso

02 de abril de 2013 0



















O Papa Francisco quando era Cardeal, fazendo uma visita no Seminário Rabínico Latino Americano de Buenos Aires, junto ao seu grande amigo ( esquerda) o Rabino Abraham Skorka.

Ambos escreveram  o livro










Junto aos Rabinos Bergman e Avruj ascendendo a Chanukiá na sinagoga NCI de Buenos Aires.







O diálogo se pratica com o exemplo.

A comunidade Judaica deseja sucesso ao Papa Francisco em seu papado.

Grupo de Diálogo Inter-religioso encerra atividades do ano 2012

12 de dezembro de 2012 2

Em uma cerimônia acontecida na Catedral Anglicana de Porto Alegre, o Grupo de Diálogo Inter-religioso compartilhou bênções  e refletiu sobre as atividades do ano 2012.

Cada religioso proferiu uma bênção.

O culto contou com a presença do Sr. Prefeito Municipal de Porto Alegre José Fortunati.

O representante do Judaísmo, convidou os  presentes para acender a quarta vela da festividade de Chanuka.

Um espaço foi cedido no altar para colocar o candelabro de nove braços.

Dois corais deram o toque musical do culto.

Mais de oitenta pessoas participaram do culto.

Os presentes receberam os bons desejos dos religiosos para 2013.

O culto encerrou com a bênção Araônica .


































Convite

07 de dezembro de 2012 0

O Grupo de Diálogo Inter-religioso agradece a Câmara Municipal de Porto Alegre pelo reconhecimento

05 de dezembro de 2012 2













O Prefeito Municipal José Fortunati prestigiou a sessão solene.

Obrigado Vereador Valter Nagelstein autor da proposta, obrigado Vereador Elói Guimarães por presidir a sessão.

Obrigado ao público que participou na Câmara.


Grupo de Diálogo Inter-Religioso recebe homenagem

05 de dezembro de 2012 0











Por proposição do vereador Valter Nagelstein (PMDB), a Câmara da Capital realizou, na noite de terça-feira (4/12), sessão solene para a entrega do Troféu Câmara Municipal ao Grupo de Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre (Dirpoa). A cerimônia, realizada no Plenário Otávio Rocha, foi presidida pelo vereador Elói Guimarães (PTB) e contou com a presença do prefeito José Fortunati; da coordenadora do Dirpoa, Alfa Scavone Buono; do vigário-geral da Arquidiocese de Porto Alegre, monsenhor Tarcísio Pedro Scherer; do representante-geral do Foro da Comarca de Porto Alegre, juiz Carlos Francisco Gross; representantes das mais diferentes religiões que compõem o grupo, parentes e amigos. Além do troféu, foram entregues diplomas a todos os integrantes do Dirpoa.

Paz

Nagelstein destacou a importância dos ensinamentos e valores pregados por todas as fés religiosas. Disse que todas as religiões têm o mesmo caminho e que o mais importante é compartilhar e levar a toda sociedade os princípios defendidos pelo grupo composto por diferentes costumes e tradições religiosas, para um convívio de paz, de tolerância, fraternidade e convívio harmonioso.  É  um exemplo que Porto Alegre pode repassar ao mundo”, acrescentou. Enfatizou, ainda, que o grupo busca sempre, através de diálogo e de orações pela paz, a renovação interior e a busca do espírito de reconciliação e de harmonia, diante das rupturas do mundo.

Copa

O prefeito observou que a intolerância vem se acentuado na humanidade. Lembrou que o momento difícil é mostrado diariamente nos telejornais, deixando uma sensação negativa de convívio. Mas destacou que o trabalho desenvolvido pelo Dirpoa mostra que é possível uma relação mais fraterna entre os seres humanos. Disse que pretende encaminhar à Fifa, o pedido para que, antes dos jogos da Copa do Mundo em Porto Alegre, haja um espaço para o Grupo Dirpoa mostrar ao mundo que é possível uma convivência pacífica. Também o vereador Nelcir Tessaro (PSD) falou em nome da sua bancada.

Conflitos

A coordenadora do Dirpoa, Alfa Scavone Buono, agradeceu a homenagem e apresentou um histórico da formação do grupo. Disse que começou, em 1994, motivado pelos conflitos religiosos que ocorriam pelo mundo e a necessidade de buscar um caminho para a paz. Informou que foram agregando novos integrantes a cada ano até o seu reconhecimento por Lei Municipal em 2008, proposta pelo vereador Elói Guimarães.

No final da cerimônia, líderes religiosos fizeram uma bênção e falaram da importância de uma sociedade mais fraterna, numa cultura de paz.

Lei

O Dirpoa foi reconhecido pela Lei Municipal 10.372 de 25 de janeiro de 2008, e é constituído por diferentes religiões. Integram o grupo: as igrejas Católica, Episcopal Anglicana do Brasil e Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, a Associação Zen Budista do RS, Via Zen, a Federação Espírita do Rio Grande do Sul e a filiada ao Atheneu Espírita Cruzeiro do Sul, em Porto Alegre, a comunidade Baháí de Porto Alegre, a Sociedade Islâmica e o Centro Cultural Islâmico do Rio Grande do Sul, a Sociedade Israelita Brasileira de Cultura e Beneficência de Porto Alegre (Sibra) e os representantes da Umbanda e dos Cultos Afro-brasileiros.

Troféu

O Troféu Câmara Municipal de Porto Alegre é conferido a pessoas físicas ou jurídicas que, em um período mínimo de cinco anos, tenham se destacado publicamente pela contribuição ao desenvolvimento social, econômico ou humano da cidade, por suas ações em quaisquer áreas do conhecimento.

Texto: Vítor Bley de Moraes (reg. prof. 5495)
Edição: Claudete Barcellos (reg. prof. 6481)



Grupo de Diálogo Inter-Religioso receberá Troféu Câmara Municipal de Porto Alegre

01 de dezembro de 2012 0

Na próxima terça-feira, 4 de dezembro, o Grupo de Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre (Dirpoa) receberá o Troféu Câmara Municipal de Porto Alegre. A entrega do prêmio, proposta pelo vereador Valter Nagelstein, acontecerá às 19h, em Sessão Solene, no Plenário Otávio Rocha do Palácio Aloísio Filho (Avenida Loureiro da Silva, 255).

De acordo com Nagelstein, o Troféu visa ao reconhecimento do trabalho realizado pela entidade na assistência espiritual e litúrgica celebrativa de eventos oficiais e não oficiais no Município de Porto Alegre. “O Grupo de Diálogo Inter-Religioso vem realizando um importante trabalho para o desenvolvimento do convívio harmonioso entre os povos de diferentes costumes e tradições religiosas”, destaca Nagelstein.

O Troféu Câmara Municipal de Porto Alegre é conferido a pessoas físicas ou jurídicas que, em um período mínimo de cinco anos, tenham se destacado publicamente pela contribuição ao desenvolvimento social, econômico ou humano da cidade, por suas ações em quaisquer áreas do conhecimento.

Dirpoa – O Grupo de Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre (Dirpoa) foi reconhecido pela Lei municipal n° 10.372 de 25 de janeiro de 2008 e é constituído por diferentes religiões.

Paz em São Paulo entre judeus, muçulmanos e cristãos

28 de setembro de 2012 0


Totem da palavra Paz em exposição na cidade de São Paulo. Foto: Divulgação.


A ONG Caminho de Abraão é responsável por organizar diversas ações em prol da paz entre judeus, muçulmanos e cristãos.


Uma reportagem do jornal O Estado de São Paulo, em sua edição do dia 16 de setembro, aborda ações da ONG em São Paulo: aCorrida da Amizade e a exposição de totens pela cidade.

A exposição é composta por oito totens com palavras como paz, amor e amizade. A corrida terá sua quarta edição no dia 23 de setembro, em São Paulo, com o objetivo de disseminar os ideais de união, respeito, paz e amizade.

A ONG, liderada no Brasil por um cristão, um muçulmano e um judeu, está transformando em rota turística o caminho feito por Abraão há cerca de 4 mil anos.

Fonte CONIB

Transmissão de serviços religiosos ao vivo é sucesso

27 de setembro de 2012 1

Estamos no século XXI, aplicamos a tecnologia ao serviço da religião.

O serviço religioso da SIBRA conseguiu reunir quatro gerações de associados na sinagoga de Porto Alegre, além de unir o nosso povo em diversas latitudes.
A transmissão  acompanhou inúmeras famílias no Brasil - Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Maria, Passo Fundo, Pelotas - chegamos com as nossas rezas nos seguintes países: Alemanha, Israel, Estados Unidos, Canadá, Uruguai e Argentina.


Na fotografia a Sra. Adela Kaczka, 95 anos, de Buenos Aires, Argentina, não perdeu detalhe das cerimônias e rezou conosco.
Ficamos muito felizes com este serviço que oferecemos, especialmente pensando nas pessoas que por diversos motivos não conseguem chegar até uma sinagoga.
Nos enche de orgulho em ser a primeira sinagoga do Brasil em transmitir ao vivo seus serviços religiosos.
As transmissões continuarão durante os Shabatot, nas sextas-feiras, a partir das 19 horas.
De 141.000 minutos assistidos antes do Iom Kipur, superamos os 173.00 minutos assistidos em nosso canal exclusivo www.livestream.com/SIBRARS estamos trabalhando para cada vez mais chegar com melhor imagem e som e futuramente temos o projeto de transmitir em HD



Grupo de Diálogo Inter-religioso recebe prefeito palestino

27 de setembro de 2012 0

No dia de ontem, quarta-feira, 26, o prefeito José Fortunati e a primeira-dama Regina Becker receberam no Paço Municipal o prefeito da cidade de Belém da Palestina, Victor Batarseh, acompanhado da esposa Marcelle Batarseh. A audiência teve as presenças do embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben, de integrantes da comunidade palestina e de representantes do Grupo de Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre.

Batarseh, que nesta semana esteve também em Santa Maria, manifestou a disposição de firmar acordos de amizade entre cidades brasileiras e palestinas, desejando que essas parcerias representem cooperação entre as nações. Na ocasião, Fortunati reforçou a interação da Capital com cidades na construção de uma sociedade de paz. “Porto Alegre pratica uma política de convivência, tolerância e respeito às diferenças”, afirmou o prefeito, destacando o exemplo de pluralidade presente na atuação do Grupo de Diálogo Inter-Religioso da Capital, pioneiro no país. 

Em fevereiro deste ano, Fortunati viajou ao Oriente Médio, a convite das embaixadas da Palestina e de Israel no Brasil, a fim de ampliar as relações de cooperação com cidades daqueles territórios.

Grupo de Diálogo Inter-Religioso receberá Troféu Câmara Municipal de Porto Alegre

22 de setembro de 2012 1

A Câmara Municipal de Porto Alegre aprovou por unanimidade na tarde desta quarta-feira, 19, o Projeto de Resolução do vereador Valter Nagelstein que concede o Troféu Câmara Municipal de Porto Alegre ao Grupo de Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre (Dirpoa).

De acordo com Nagelstein, o Troféu visa ao reconhecimento do trabalho realizado pela entidade na assistência espiritual e litúrgica celebrativa de eventos oficiais e não oficiais no Município de Porto Alegre. “O Grupo de Diálogo Inter-Religioso vem realizando um importante trabalho para o desenvolvimento do convívio harmonioso entre os povos de diferentes costumes e tradições religiosas”, destaca Nagelstein.

O Troféu Câmara Municipal de Porto Alegre é conferido a pessoas físicas ou jurídicas que, em um período mínimo de cinco anos, tenham se destacado publicamente pela contribuição ao desenvolvimento social, econômico ou humano da cidade, por suas ações em quaisquer áreas do conhecimento.

Dirpoa – Grupo de Diálogo Inter-Religioso de Porto Alegre (Dirpoa) foi reconhecido pela Lei municipal n° 10.372 de 25 de janeiro de 2008 e é constituído por diferentes religiões.

O DIR-POA agradece ao Vereador Valter Nagelstein pela distinção, em breve estaremos comunicando a data na qual o grupo será premiado.