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Empatados com os postulantes ao título

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Empatados com os postulantes ao título

22 de outubro de 2014 0

Libertador

A escalação mostra a tendência do Felipão de deixar o meio mais leve jogando em casa. Biteco, Riveros e Ramiro fizeram o meio de campo, enquanto Luan, Dudu e Barcos figuraram no ataque. Essa escalação tende a mostrar mais situações de 4-3-2-1 ou mesmo 4-3-3 do que o 4-1-4-1 claríssimo com o Wallace. E eu gosto muito da presença do Riveros na esquerda, chegando junto com os atacantes. O adversário era um time que estava mais pra lá do que pra cá e viria fechado.

Até por isso, demoramos muito para conseguir chegar de maneira consistente ao gol. Nossa melhor chance foi a cabeçada do Luan na trave. Mas já havíamos chegado com o Barcos que cruzou pro Zé (e não estava impedido – embora o Batista tenha inaugurado a pérola do lance onde o bandeira acertaria marcando ou não o impedimento) e com aquela cruzamento do Luan pro Dudu, quando eu tive impressão de pênalti (mas não dá pra saber, né, porque a porcaria da transmissão do Premiere não repetiu). De qualquer forma, logo depois, foi a vez do Zé entrar na área e o zagueiro carregar a bola com o braço no meio do carrinho. Lance besta, mas, pra mim, pênalti. Barcos fez seu 13º gol e 28º na temporada (olha, ainda dá tempo de fazer mais 14 e calar a boca da maldita imprensa com 28 de média em dois anos).

Fomos para o intervalo com uma boa vantagem.

Barcos comemora o 28º gol na temporada. Chupa, Benfica. Foto Lucas Uebel (Grêmio Oficial)

Barcos comemora o 28º gol na temporada. Chupa, Benfica. Foto Lucas Uebel (Grêmio Oficial)

No segundo tempo voltamos buscando sair no contra-ataque e matar o jogo. Começamos bem, ocupando os espaços mas arrematando de forma displicente. Até os 15 da primeira etapa tivemos ao menos cinco chances claras de gol, uma delas com o Barcos que preferiu enfeitar do que fazer o gol. Mas eles tinham mais organização no meio e estávamos esperando no 4-4-2, com Dudu no meio e Luan na frente. Pra tentar recuperar o setor, entrou o Wallace e tínhamos uma linha com quatro jogadores conhecidos como “volantes”.

O resultado não foi bom. Embora conseguindo afastar o time de Santa Catarina da área, dávamos muitas faltas e bolas aéreas para nos preocupar e perdemos completamente o contra-ataque. Dudu voltava demais, não sobrava pra fazer parceria com o Barcos. Em alguns momentos até o nosso camisa nove voltou pra intermediária. Pra tentar corrigir isso, a entrada do Erik, já aos 40. E até os 49 ainda entrou o Ruiz (não sem antes tirar a paciência do Felipão por algo que parece não ter entendido). Mas não havia tempo pra mais nada. O resultado tava garantido, apesar daquela expectativa que sempre temos quando é visível que perdemos alguma coisa.

Agora, bola pra frente. Vamos buscar três pontos em Curitiba. Precisamos.

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As notas do Inter contra o Flamengo

22 de outubro de 2014 0

testeira_bola

foto_20141022203551

Alisson: salvou uma, não saiu no primeiro gol, não teve culpa no segundo mas fez reposições bisonhas. Nota: 3

Ernando: Corre muito pois parece estar sempre no lugar errado na hora errada, como faz parte da defesa-que causa-depressão perde nota pelo simples fato de. Nota: 3 (-1 por fazer parte da defesa-que-causa-depressão)= 2

Alan: não pode levar culpa pelas derrotas e vidas passadas, mas dançou a dança da defesa-trapalhões, Nota: 3 (-1 por fazer parte da defesa-que-causa-depressão)= 2 + 1 por ser melhor que o Paulão= 3

Fabrício: não conseguiu cruzar, marcar, acompanhar atacantes e articular jogadas pela lateral. Está sempre envolvido em lances de gol, contra o Inter. Fardou, estivesse nu levaria um zero. Nota: 1 (-1 por fazer parte da defesa-que-causa-depressão)= nesse caso, ZERO

Wellington Silva: esforçado, machucado, perdeu o pouco da velocidade que tem, não marcou sentiu falta de parceria de alguém (um ser humano qualquer) para fazer jogadas. Nota: 2 (-1 por fazer parte da defesa-que-causa-depressão)= 1

Willians: foi o único jogador que pareceu estar preocupado em marcar e roubar a bola. Estava tão preocupado com essa tarefa que quando conseguia, fazia um passe errado para tentar roubar a bola novamente e assim entrou em loop. Nota: 4 (-1 por fazer parte da defesa-que-causa-depressão)= 3

Aránguiz: está prejudicado por uma lesão e pelos episódios de amnésia temporária – que ocorrem sempre durante as partidas do Inter, momento em que esquece como jogava futebol. Errou cruzamentos, passes, cobranças de faltas, armou contra-ataques para o Flamengo e – como todo o time do Inter – sempre que pegava a bola imprimia ao time uma velocidade que não condizia com o tamanho de suas pernas. Nota: 2

Alan Patrick: lento, mais que Aránguiz, não conseguiu acompanhar o raciocínio do Nilmar (a única coisa rápida no time – fora o Valdívia). Parecia não ter certeza que “os de branco” estavam no seu time. Nota: 3

Alex: burocrático, sem ímpeto e sem inspiração, até levar uma falta que o deixou mancando burocrático, sem ímpeto e sem inspiração. Deveria ter saído, mas se deu conta que dentro do campo era o melhor lugar para assistir o Flamengo jogar. Queimou a gordura da partida contra o Fluminense.

Nota: 4

Jorge Henrique: tenho a impressão que ele não entendeu bem as orientações do Abel na preleção pois pareceu perdido. Ou, talvez, tenha entendido com perfeição as orientações do Abel quando, aí sim, passou a ficar completamente perdido em campo. Lento para um atacante, não fazia aproximação com Nilmar. Ele estava muito longe. Ia demorar até chegar lá. Pensou em mandar um whatsapp.

Nota: 2

Nilmar: queimou a gordura de sua primeira passagem pelo Inter. Perdeu gols demais. Correu muito, não faço ideia para onde. Tentou driblar quando deveria passar. Tentou passar quando deveria chutar. Foi a maior vítima da lerdeza do Inter. Mesmo assim foi o melhor colorado em campo. Nota: 5

Valdívia: tivesse entrado antes teria levado o posto de melhor jogador colorado de Nilmar. Sempre que pegava a bola partia para cima, depois voltava porque percebia que lá (em cima) não havia ninguém de branco. Até que entrou o Moura (Rafael) lá em cima. Ao perceber isso, também voltava. Fez uma bela jogada. Só por ela merece boa nota. Nota: 5

Wellington Paulista: sem nota, sem lenço, sem documento.

Rafael Moura: PRIMEIRA OPÇÃO DE SUBSTITUIÇÃO de Abel para resolver o jogo, não desapontou a torcida: fez faltas de ataque, não conseguiu matar a bola e, mesmo sabendo que o time seria armado para abastecê-lo na área, vinha ao meio buscar o jogo. Nota: 1 (fardou e arrumou o cabelo)

Abel: tenho uma forte impressão que estamos diante de um masoquista. Ele adora levar um gol (às vezes 5) para promover alterações. Adora até a espinha arrepiar – da base dos cabelos descendo até onde a vista alcança –  ver os goleiros fazendo cera, os adversários demorarem a bater lateral, falta e escanteios. Fica com os pêlos eriçados quando leva um gol, pois sabe que sofrerá o massacre de nervos de observar o outro time catimbar. A-D-O-R-A ! Mesmo percebendo a inoperância e a lentidão do time hoje, achou melhor poupar os jogadores do banco. Manteve o estilo tomar-gol-para-mudar-e-perder. Sua marca registrada. Como o Inter não tinha o domínio do meio-de-campo, preferiu deixar o time sem articulação. Seria uma indelicadeza com os donos da casa tomar o meio deles. Ao sair do campo ligou o celular para, ansioso, esperar a ligação de Luxemburgo o consolando. Ninguém ligou até agora. Apenas o Tite, perguntando se poderia ficar com sua vaga na garagem. Nota: 1

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Procura-se clube: Adriano Gabiru está desempregado!

22 de outubro de 2014 0

Em entrevista a Rádio Gaúcha nesta terça-feira, Adriano Gabiru admitiu que quer voltar a jogar futebol e está sem clube. O herói do Inter no Mundial de 2006 ainda não desistiu e quer voltar a atuar em algum clube, só está na espera uma oportunidade. 

O Blog do Bola quer ajudar o ídolo colorado! Compartilhe essa ideia!

GABIRUNOJORNAL

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Tite: "alguns princípios que eu não abro mão"

21 de outubro de 2014 6

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Tite, técnico de futebol referência no Brasil e no mundo, foi jogador de futebol. Compartilhou com o Quero ser Jogador a importância do esporte como agente de transformação social.

- Acredito sim. Não sou ingênuo e não sou poliana de achar que ele é extremamente competitivo e que representa uma sociedade que ela é extremamente competitiva. Mas, existem alguns princípios que eu não abro mão e tenho muito orgulho de falar.

- As pessoas falavam assim: “futebol, o cara correto não vence, tu tem que fazer, tu tem que ajeitar, tu tem que compor, tu tem que fazer troca de favores”. Um dia, um atleta chegou para mim e disse (e ele já tinha parado de jogar): “pô, Tite, que bom que de alguma forma, tu venceu. Porque tu mostrou para mim que dá para ser correto e dá para vencer no futebol, um meio que a gente sempre falava que não dava.

- Eu sei que se eu mandar meu atleta dar uma porrada no outro, eu posso trancar uma jogada e daqui a pouco eu não tomar o gol. Mas, tu não vai encontrar um atleta meu, todo esse tempo, que vai dizer assim: “o Tite mandou eu dar uma porrada nele”. Isso eu me orgulho. Tu não vai encontrar em nenhum momento, vamos dizer assim: “eu vou chutar a bola para dentro do campo, duas ou três vezes a bola para dentro do campo, porque isso vai fazer com que eu ganhe mais tempo e que eu possa vencer”.

- O meu vencer tem um preço, o preço de ser melhor. Eu tenho muito orgulho. O preço de ser mais competente. O preço de ser melhor técnico. O preço de ser mentalmente muito forte. Nós fomos campeões mundiais e nós tomamos um cartão amarelo para jogar contra o Chelsea. Um. Um eu to falando, tu pode estar vencendo e dizer trunca o jogo e manda dar porrada. Então, existe uma formula. E esse é um pouquinho.

- Claro que eu errei também. Quando eu treinava o Veranópolis-RS, e mandei um atleta meu cair para que o jogo encerrasse. Errei também. Não pensa que não tem. Mas, se eu pegar a essência de todas elas, teve um erro que foi impressionante, um que outro. Mas, a grande maioria das vezes é ser melhor para vencer.

- E, como elemento de passar para quem está assistindo, com respeito ao adversário e sendo melhor, é sim uma forma de socialmente o esporte levar uma outra mensagem. Levar uma mensagem de correção, de competitividade com lealdade, de respeitar  sentimento do adversário.

- Se tu for vibrar, não precisa ir na frente da torcida adversária, vibra com a tua torcida. Isso é uma coisa que eu peço. Nós terminamos o Campeonato Paulista e vencemos o jogo dentro da Vila Belmiro. O Santos nunca havia perdido um título dentro da Vila Belmiro, agora em 2013. Nós fomos vibrar com a torcida do Corinthians. Quando teve alguma manifestação que o pessoal falou  “vamos das a volta olímpica” eu falei não, não precisa dar volta olímpica. O resto todo do estádio é só santista, não precisa ter esse tipo de manifestação. Segura, comemora aqui. E nós comemoramos ali. Sabe, esses detalhes que te passam uma escala de valores.

- Eu enquanto pessoa pública ou como professor de educação física, tive uma educação muito ligada dessa forma.

Assista ao vídeo:

Para ver mais conteúdo sobre o Tite, acesse queroserjogador.com.br

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EXCLUSIVO! Assis acredita que Ronaldinho possa voltar ao Grêmio

21 de outubro de 2014 109

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O convidado do Bola Atlântida desta segunda-feira foi Assis Moreira irmão de Ronaldinho Gaúcho. O empresário deu uma entrevista ao programa e falou sobre vários assuntos, em uma de suas respostas deixou em aberto uma possível volta do craque ao Grêmio.

- No futebol isso é um assunto muito delicado, mas acho que nossa casa é aqui no Sul, nossa vida é aqui no Sul. Quem sabe um dia isso possa acontecer – afirma o ex-jogador.

Assis também explicou o que aconteceu em 2011 quando o R10 foi para o Flamengo e não ao clube Gaúcho. – Meu desejo sempre foi o Grêmio, eu trabalhei muito focado no Grêmio – mencionou. Contou que depois de um mal entendido numa coletiva com o vice-presidente do Milan na época Adriano Galliani, levou Odone a pensar que já estava tudo acertado com o rubro-negro, assim desistindo da negociação com o meio-campo de forma precipitada.

Ainda deu tempo de falar como está o irmão no México:

 - A adaptação dele no México está sendo muito bem feita, mas temos que entender que ele é um atleta que por um tempo esteve inativo. Acho que tem muito a fazer ainda no alto nível, em um futebol que é difícil de jogar na altitude e também um futebol muito rápido – concluiu. 

Entrevista completa no vídeo abaixo.

Você gremista, gostaria de ver Ronaldinho Gaúcho no Grêmio novamente?

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Panambra 60 anos - Claiton Henrique Meirelles

20 de outubro de 2014 0

A Panambra investiu em uma nova tecnologia de revisões de automóveis Volkswagen, o chamado Mono Tech. Trata-se de boxes que otimizam tempo e espaço, com uma redução significativa da permanência do veículo na Concessionária. Cada mecânico possui uma “bancada móvel com ferramentas”, onde todos os equipamentos são devidamente organizados, dando agilidade ao serviço. Outra novidade é o sistema de abastecimento aéreo de óleo, que, além de dar agilidade ao serviço, elimina o uso de embalagens plásticas e evita a contaminação do meio ambiente. “Não tem mais óleo derramado no chão e nem embalagens que precisam ser descontaminadas para reciclagem”, garante o Supervisor de Atendimento da Assistência Técnica, Clayton Henrique Meirelles. “O óleo velho é armazenado em um recipiente próprio e recolhido por uma empresa devidamente licenciada para tratamento e reaproveitamento deste resíduo”, explica. Além da tradicional Panambra da Azenha, o sistema Mono Tech também já foi implantado nas lojas da Zona Sul, Caxias do Sul e Bento Gonçalves.

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A casa é sua

20 de outubro de 2014 1

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Elias Ricardo Figueroa Brander, foi zagueiro do nosso Radioso de Luz, Varonil, entre os anos de 1971 e 1976, com diversos títulos no currículo e personagem de jogos memoráveis, eleito o melhor jogador da América e do Mundo. Autor daquele gol iluminado, em 1975, contra o Cruzeiro, levando o Internacional ao encontro do título de Campeão Brasileiro.

Figueroa, além de ser o melhor de sua época, jogador de copa do mundo, e ter escolhido jogar no Internacional ao invés de ter ido para o Real Madri, tinha um diferencial, simbolizado pela sua clássica frase: “A grande área é a minha casa, aqui só entra quem eu quero!”. Esse objetivo ajudou Don Elias a ser o zagueiro tão admirado que é e, por consequência, o levou às conquistas pelos clubes que passou. Acredito, inclusive, que esta frase deveria ser um mantra na cabeça dos nossos zagueiros.

Portanto, com muita atenção, suplico que Ernando e Paulão repitam comigo, agora:

“A grande área é a minha casa, aqui só entra quem eu quero!”

De novo, com mais vontade:

“A grande área é a minha casa, aqui só entra quem eu quero!”

Pronto! Agora temos um objetivo, minha zaga amada! Vamos tentar jogar com mais
vontade e defender nosso território, nosso time, nossas cores, nossa torcida, enfim,
nosso clube!

Meus queridos Ernando e Paulão, nunca pedirei que tenham o brilhantismo, a habilidade e a classe do nosso Figueroa, mas que pelo menos tenham a vontade jogar e o querer proteger a nossa casa.

Portanto, não deixem acontecer novamente o que ocorreu nesse jogo contra o Corinthians. Dois gols inexplicáveis, sem sentido, sem levar em consideração a tremenda insegurança que temos quando alguma bola chega na área.

Dominamos o jogo, ficamos mais tempo com a posse de bola, porém estávamos com a nossa casa de portas e janelas abertas, prontos para um Corinthiano saquear tudo, assim como saqueou.

Peço coisas simples, proteção, só isso; pois cansei de pedir proteção divina para não tomarmos gols, e através desta minha crença e suplicas, descobri que São Jorge está com eles, logo me basta ter fé em vocês Paulão e Ernando.

 

Tiago Allmer

 

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Assis, irmão do Ronaldinho, é o convidado do Bola Atlântida! Assista ao vivo!

20 de outubro de 2014 4

IMPERDÍVEL!!! A partir das 20h no link abaixo!

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As notas de Internacional 1 x 2 Corinthinas

20 de outubro de 2014 1

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O Inter teve posse de bola mas não teve posse do jogo. Leia aqui as notas do Alambrado.

Alison: das quatro bolas chutadas a gol levou três: um foi anulado e a outra bateu no poste. Mostrou hoje que não faz mágicas e, por isso mesmo, não serve. Nota 4.

Wellington Silva: obviamente voltou fora de ritmo, em alguns lances deixou a marcação para o Dalessandro e voltou caminhando. Não teve culpa no cruzamento do primeiro gol. Nota 3

Paulão: foi o segundo pior em campo. É ele quem grita “ Mandrake “ pra zaga do Inter ficar parada em lances importantes. Só pode. Nota 1.

Ernando : errou na marcação e também ficou assistindo de camarote aos dois gols do Corinthians. Se liga, meu.  Nota 2.

Fabrício: conseguiu entregar atrás e errar na frente. Manteve a média: fez uma partida terrível. Nota zero.

Willians: quando o Inter perdia de um a zero errou um passe de dois metros. Depois, tentou o teatro. O juiz não gostou da atuação dele – eu menos ainda. Nota 2.

Aránguiz: se movimentou bem, principalmente no primeiro tempo quando meteu uma cobrança de falta na trave. Caiu de produção no segundo, os ares da seleção chilena nunca fazem muito bem pra ele.  Nota 3.

Alex: hoje foi o Soneca do time. Falta ensaiada e ele fica olhando pra torcida? Que isso, rapaz? Longe de ser o Alex que vinha empolgando no time. Hoje ficou devendo. Nota 3.

Dale: jogou com inteligência mas muito bem marcado. Deu movimentação ao time do Inter e ajudou o time a ter a posse de bola do jogo. Nota 6.

Alan Patrick: por favor, alguém avisa pra ele que o grenal acabou e que ele precisa mostrar jogo pra continuar vestindo a camisa do Inter. Nota 2.

Valdívia: Instável. Precisa amadurecer, jogar mais concentrado. Pensar menos no Instagram e mais em como dominar bem uma bola. Nota 2.

Nilmar: deu novos ares para o nosso ataque. Estava no lugar certo quando a zaga do Corinthians deu uma de zaga do Inter. Nota 7.

Jorge Henrique: cisca, cisca, cisca e nada. Seria melhor ter deixado o Wellington Silva pra pegar ritmo de jogo. Nota 3.

WP9: mostrou mais uma vez porque merece a reserva. Aprendeu com o Moura a fazer faltas de ataque ridículas. Nota 2.

Abel: é ele quem escala o Fabrício. E mais: com um centroavante como o Nilmar deve preparar o time para essa mudança. Hoje, no primeiro tempo, a única jogada dos armadores colorados foi botar o Nilmar pra correr. Precisa mais do que isso. Precisa da mão de um treinador. Nota 3.

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Confira um método para melhorar a pontaria dos atacantes do Grêmio!

20 de outubro de 2014 4

gol

O Grêmio tem o terceiro pior ataque do campeonato. Então torcedor gremista, que tal seguir o exemplo dessa torcida?

Esses torcedores encontraram uma maneira simples de empurrar seu time até a meta adversária, eles produziram cartazes em forma de setas e começaram a apontar em direção ao gol.

Talvez o Barcos não saiba muito bem onde ele tem que chutar, ou o Luan não conheça muito bem o caminho do gol, então faça seu papel de torcedor, incentive-os assim:

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Este é um blog de humor e não necessariamente as notícias aqui postadas são verdadeiras. Bom humor, galera!
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