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20 de setembro de 2014 0

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O Blog do Bola é um blog de humor. Não acredite em tudo o que lê. Mais humor, menos violência. ;)

Anonymus Gourmet: "o cara que é um perna de pau não adianta"

20 de setembro de 2014 0

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José Antônio Pinheiro Machado, advogado, escritor e apresentador do programa Anonymus Gourmet na RBSTV, deu dicas para quem quer ser jogador de futebol.

 – Eu diria que vai fundo. Se ele tiver essa habilidade, tiver condições, eu diria vai em frente. Leva a sério. Porque tudo o que eu posso deixar para um jovem, tudo que o cara faz com seriedade e tem um mínimo de talento para fazer (porque o cara que é um “perna de pau” não adianta ele tentar, ele não vai. Se bem que tem muito perna de pau” aplicado que termina fazendo carreira por ai), mas em geral, o cara que tem habilidade, que tem condições, ele tem que ver: “bom agora o que eu tenho que fazer para que tudo isso que eu tenho, que Deus me deu (vamos dizer assim) para que eu possa usar da melhor maneira possível”. Essa é a grande questão.

Assista ao vídeo:

Para ver mais dicas do Anonymus, clique aqui.

Acesse: www.queroserjogador.com.br

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Roberta Salinet: Sobre a entrevista com o Aranha

19 de setembro de 2014 0

Como ser humano e como jornalista prezo a verdade em todas as circunstâncias.

Por isso faço questão de falar sobre o que aconteceu durante a entrevista com o goleiro Aranha do Santos, na Arena do Grêmio.

Acompanhei durante toda a partida as manifestações da torcida, parte dela, agressiva com Aranha, o que também me incomodou bastante.

No final do jogo, como é o meu dever, fiz algumas perguntas ao goleiro do Santos. Queria uma declaração dele.

Em nenhum momento disse ou sugeri que as vaias eram normais ou nada semelhante, até porque ouvi termos muito agressivos. Apenas perguntei. É a principal função de um repórter. Outros, também fizeram a mesma pergunta.

Aranha não me respondeu e talvez pelo calor da situação, possa ter interpretado mal o que perguntei, me devolvendo o questionamento. 

Isso deu a impressão , ao vivo para o todo o país, que eu concordava com o que aconteceu há três semanas, quando ele foi vítima de injuria racial por parte da torcida.

Eu jamais concordaria com tal crime.

Quem me conhece sabe dos meus valores e do imenso respeito que tenho por todas as pessoas. Tenho vinte dois anos de profissão, uma carreira sempre norteada pela busca da verdade, pela luta contra qualquer tipo de discriminação e pela igualdade entre todos os seres humanos.

Não há nenhuma possibilidade de eu ser racista, isso não existe em mim, tanto que, uma das mais belas experiências da minha vida foi no período em que morei na África, fazendo documentários e conhecendo o continente.

O que aconteceu em seguida, foi uma reação normal diante do inesperado. Eu jamais iria rir do goleiro Aranha. Apenas virei para o lado e procurei o meu cinegrafista com uma expressão de espanto pelo que tinha acabado de acontecer. Basta olhar o vídeo que isso está evidente.

Não há nada que precise ser escondido nesse fato.

Porém , houve interpretações errôneas e agressões desnecessárias. Mas quanto a isso, cabe a cada um fazer sua reflexão.

Quero agradecer aos amigos e familiares que compreenderam a situação e que em nenhum momento cogitaram a possibilidade de que eu tenha tido uma postura racista para com o entrevistado.

Roberta Salinet

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Grêmio vence o GRENAL dos desocupados

19 de setembro de 2014 3

Enquanto muita gente estava trabalhando, outros tantos estavam lá, recebendo os “velhos” ídolos do Grêmio e Inter que chegam para evitar o desastre no Brasileirão.

E depois de muito tempo o Grêmio levou vantagem no clássico, e de goleada!!

grenal_desocupados

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60 anos do Olímpico: homenagem da torcida colorada ao estádio imortal

19 de setembro de 2014 0

19 de setembro de 1954. Nesta data, o estádio Olímpico Monumental foi inaugurado pelo Grêmio. Em seu último aniversário, com demolição prevista para o ano que vem, os colorados não podiam deixar de homenagear este estádio que reservou tantas alegrias nos últimos anos. Selecionamos quatro grandes momentos do Olímpico para vocês!

 

Olímpico, eternas saudades!

Olímpico, eternas saudades!

Muitas alegrias você me deste, velho amigo!

Obrigado, Olímpico! 

E adeus… 

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Os números incríveis da invencibilidade de Marcelo Grohe

19 de setembro de 2014 0

zzzzgrohe

Último gol sofrido: 28/08 – 0×2 Santos aos 45’ do 1º tempo.

Número de Jogos sem sofrer gol: 05

Total de minutos sem sofrer gol: 531

Dias sem sofrer gol: 24 (21/09).

 

 Jogos no período: 05. Atuou em 05 como titular.

 

 28/08 – Santos – levou gol aos 45’ do 1º tempo. Ficou 54’ sem levar (3’ do 1º e 51’ do 2º).

31/08 – Bahia – 95’ sem levar gol.

06/09 – Flamengo – 95’ sem levar gol.

10/09 – Atlético/PR – 95’ sem levar gol.

14/09 – Atlético/MG – 95’ sem levar gol.

18/09 – Santos – 97’ sem levar gol.

Merece Seleção Brasileira?

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Injustiça, violência e contextos

19 de setembro de 2014 1

Libertador

(Esse texto só faz sentido se lido depois do pós-jogo Grêmio 0 x 0 Santos, pelo Campeonato Brasileiro de 2014. Leia ao menos a nota no final antes de prosseguir).

Como assim, se ofenderam? Por acaso eu não posso mais chamar de otário? Qual é o problema em chamar assim? Por acaso é ofensivo?

(…)

Vocês precisam entender que eu vim do calor do jogo, onde vi isso e escrevi assim, por escrever. A intenção não era ofender. Só escrevi porque a galera do bem estava fazendo o mesmo.

(…)

Olha, pelos comentários de vocês ao post, eu é que estou ofendido! Como vocês podem me chamar assim! Meu deus! Vocês são monstros! Eu tenho sentimentos, sabia?

(…)

Descobri! Vocês tão fazendo esse draminha aí só pra me ferrar! Seus merdas! Vocês tão me prejudicando! Estão passando por cima de um direito meu pra criar aprovação da imprensa pra essa palhaçada! Da próxima vez vai ser pior! Espera o próximo post! Torcida, otária! Torcida, otária!

Essa justificativa parece ridícula? Não te preocupa. É mesmo. E tem um objetivo. O post de ontem e o post de hoje se completam e procuram copiar os passos do “caso Aranha”. Esses dois posts tem as três coisas que o título desse anuncia. A injustiça é clara: como é que eu simplesmente saio por aí xingando toda a torcida do Grêmio que vaiou  o Aranha ontem? Eu estava lá, vi de perto a reação da torcida. Na primeira vez que ele pegou na bola, rolou vaia -  uma daquelas que parece pedir autorização, daquele tipo que só a concordância da “galera” consegue dar confiança pra seguir fazendo. E, nesse primeiro momento, o comportamento da Geral (do lado sul da Arena, onde estava) pareceu exemplar: cantaram e deslocaram o foco da vaia. Porém, depois disso, o Aranha foi manhoso, esperando mais vaias. Coisa que qualquer goleiro faria e que já vaiamos milhares de vezes. Porém, esse não era um jogo qualquer, como eu já escrevi. Era um jogo onde a gente precisava não ser burro, não “cair na do Aranha”, como disse o Felipão ao longo da semana. Não foi o que ocorreu.

Aí vem a segunda parte do título. A torcida não se comportou como deveria. Não foi inteligente. Pode ser (e vai ser) interpretada exatamente como o Aranha fez: a torcida que vaiou é porque dá apoio pra Parícia “Única racista do Mundo” Moreira. Em resumo, me irritou. Então, eu descarreguei violência. Tomei o cuidado de não usar nenhum tipo de xingamento que pudesse ser levado pelo lado da homofobia, misoginia, racismo, etc. Isso fez eu deixar de ser babaca por isso? Fez o meu argumento ter mais razão? Pois é. É o que a violência (como chamar de macaco, dar um soco ou proibir) faz com os argumentos. Deixa eles ofensivos, arrogantes, sem razão.

A justificativa que coloco no início é o que nos leva ao final do título: o contexto. Vamos deixar o caso concreto de lado e vamos pensar nesse caso. Eu não tinha o direito de ofender os leitores. Muitos deles nem mesmo estiveram na Arena ontem. Muitos dos que efetivamente vaiaram fizeram como fariam em qualquer partida. Mas há um contexto muito claro aí. E esse contexto não permite que as coisas sejam lidas pelos outros de forma diferente. A reação que descrevi, me colocando como vítima, é forçar a barra. Ela se sustenta no direito que eu tenho de chamar alguém de otário e exigir que essa pessoa não se ofenda. E esse direito simplesmente não existe. Como a base é irreal, todo o processo de me transformar em vítima se torna sem sentido, ridículo. Como vocês notaram.

Existe um agravante que eu não consigo passar para vocês, mas que o esse cara aí de baixo possa (perde um tempinho e olha com o coração aberto). Racismo não é nem palavrão. É uma ofensa muito maior que uma palavra.

Por falar em ofensa, espero que vocês tenham entendido o que quis fazer. E me perdoem pelo método violento de fazer. A gente sempre pode evitar. Eu simplesmente não quis. Achei que ia ser mais fácil assim.

Pensem nos seus atos.

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Goleiro Aranha discute com repórter

19 de setembro de 2014 17

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Apesar de não sofrer injúrias racistas na noite de hoje no confronto entre Grêmio e Santos na Arena em Porto Alegre o goleiro Aranha voltou a discutir o comportamento da torcida. “Vocês sabem que essa vaia é diferente, por tudo o que aconteceu no outro jogo”. O goleiro do Santos ainda discutiu com uma repórter na saída de campo.

As imagens são do Premiere Futebol Clube.

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Era outro jogo

19 de setembro de 2014 0

Libertador

A primeira coisa que mais me irritou hoje é, parece, ninguém ter percebido que o Santos que veio jogar aqui não era o Santos que jogou a Copa do Brasil. Explico: ao invés de ter aquele técnico famoso por fazer times competitivos (e, geralmente, faltando alguma coisa) e jogar de igual pra igual aqui, na Bombonera ou no Cáucaso, não estar mais treinando a equipe. Veio pro jogo um Playmobil de tendência Rothiana. Era óbvio, portanto, que seria um jogo muito complicado em razão do não-jogo que teríamos que enfrentar.

Felipão foi extremamente conservador ao manter o esquema que vinha jogando bem contra times abertos e parindo uma bigorna contra times fechados. Porém, principalmente uma bigorna precisa de uma ajudinha para ser parida. E essa ajudinha passava por três situações: o Fillipe Bastos jogar entre as linhas de defesa do adversário, forçando o erro e puxando contra-ataques; a entrada na área do Giuliano para ajudar o Barcos; a própria presença do Barcos. Não tínhamos duas três coisas. Os zagueiros não tem medo do Lucas Coelho e jogam bem tranquilos. E, pra ajudar, o filho do Ender sabe jogar como time pequeno.

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O Santos veio com um 4-2-3-1 claríssimo pro jogo. Defendia no manjado 4-3-2-1, com o Robinho bem aberto dando combate no nosso pior lado (ou seja, qualquer um dos dois que quisesse, mas no Rodriguez). Como tinha sempre no mínimo dois entre as linhas, o Bastos não achou espaço, não marcou, não apoiou, não fez absolutamente nada. Mesmo quando o Luan descia e dava o mano a mano, o cara não entrava na ponta e perdíamos um atacante para armar. Mas, mesmo assim, essa foi nossa melhor jogada: Dudu ou Luan descer para o meio e, de frente para a jogada, lançar para o atacante em velocidade. Assim quase fizemos o gol duas vezes no primeiro tempo e cavamos diversos escanteios. Enquanto isso, o Grohe ficou fazendo polichinelo.

Antes do fim o Riveros já estava aquecendo. Estava completamente óbvio que precisávamos de mais alguém junto com o Lucas para enfrentar a defesa quando ela estava montada. O lateral marcava o ponta quando ele ia pra ponta; o volante que subia para ajudar na tabela ficava marcado e o lateral quase não podia subir porque tinha alguém sempre nas suas costas. E, mesmo quando ia no fundo,  tinha que mandar para um brigar contra dois zagueiros, com um lateral sobrando. O paraguaio é o único além do Giuliano dos meias do Grêmio que não tem medo de fazer isso. Aliás, El Loco chega muito bem na frente e foi um diferencial com o Renato por isso. Ele deu uns dois piques, quase cabeceou uma bola e quase chegou  para dividir com o Aranha uma enfiada de bola. E MORREU. O que era de esperar de um cara com mais de 30 e diversas semanas parado.

Pra mim era claro:  a única maneira de fazermos gols era com alguém enfiando bolas de trás pra velocidade. E foi assim que o Lucas foi lançado mais uma vez e perdeu um gol sozinho com o goleiro, praticamente. Mas o Felipão não enxergou assim: preferiu botar mais um atacante, o Fernandinho, e tirar o cara que mais estava participando (embora apagado naquele momento de domínio Enderson – ou seja, improdutivo – do Santos), o Luan. Aí os passes errados do Biteco e do Ramiro, que era a única opção sempre pra sair de trás, simplesmente tiraram todo o estádio do sério. Na frente, ficou pior ainda: um ponta espetado em cada lado, pra ser facilmente marcado pelo lateral; um centroavante pra dois zagueiros; ninguém entrando na área (Riveros mortinho) pra dar trabalho pros dois volantes que podiam cobrir muito facilmente.

Aí entrou o Wallace e não havia mais possibilidade lógica de fazer gol. 0×0, um segundo empate seguido (o que é mais merda que ganhar uma e perder outra) e um putaquepariu entalado na garganta. Perdemos a melhor chance de ingressar no G-4 e abrir no final de semana (duvido que o Corinthians ganhe do São Paulo). E se o Ruiz tivesse entrado e os dois pontas tivessem ido para a entrada da área, hein, Felipão? Abrindo espaço pros laterais irem no fundo ou tabelarem? Pensa nisso pro próximo momento retranca. Ele tá logo ali, na frente. E dois empates só são melhores que merda se tem uma vitória no próximo jogo.

Nota ao imbecil que foi ao estádio vaiar o Aranha: tu é o tio do Pavê. Um cara completamente sem noção exigindo o direito de ser escroto. Um nenê de três aninhos babo com o tio Alanha bobo e cala de meleca que num mi dexa xingá. A tua vaia foi a coisa mais vergonhosa de TODOS os tempos do Grêmio. Um imbecil sem moral que se acha injustiçado como um cara que atropelou uma criança e põe a culpa nela porque ela estava fora da faixa. Tu é o que eu mais desprezo no mundo. E espero mesmo que o Grêmio tome 145 jogos de suspensão, só pra tu te foder mesmo. Cresce, otário.

(Não se aplica, obviamente, à minoria irrisória que não se deixou levar pelos babacas. A vocês, muito obrigado por serem gente).

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Escanteio e raciocínio curtos. O mal do Inter em 2014.

18 de setembro de 2014 1

testeira_bola

Mais uma vez, o Inter perdeu a oportunidade de faturar 3 pontos. O jogo estava na mão. Depois dos 5 primeiros minutos, o time se acertou, tomou o controle da partida e já estava com volume pra abrir o placar.

E abriria, se no lugar do Wellington Paulista estivesse a minha vó, um temaki Filadélfia com bastante cream cheese e cebolinha ou um saco bem cheio de serragem.

Não vou mais bater na tecla do “por que, ao invés de dar mil chances para caras como Wellington Paulista e Rafael Moura, o Abel não dá uma, uma, só uma chance pro Aylon?”.

Mas o segundo tempo veio e com ele um bom resumo do que tem sido o Inter em 2014.

Alex, que vinha sendo um dos destaques da partida, saiu para a entrada de Valdívia. Bom, neste caso, até dá pra absolver o professor sob o pretexto de que tava entrando um cara com todo o gás, descansadinho, pronto pra dar mais intensidade pro time.

Mas mesmo com a entrada do Valdívia, o Inter já não apresentava o mesmo volume do primeiro tempo. Pior, passou a oferecer campo para contra ataques do Sport que só não resultaram em gols por dois singelos motivos: os atacantes deles são sofríveis e Paulão estava numa noite de gala, talvez muito em razão do primeiro motivo já destacado.

Aí, pra resolver o problema do ataque, o que o glorioso Abel faz? Tira D’Alessandro e coloca Rafael Moura. Neste momento, estávamos sem armadores, com três homens no ataque.

Bom, se a intenção era acabar com qualquer chance de gol, Abel foi cirúrgico. O ataque deixou de existir, não sem antes de o Rafael Moura tropeçar pateticamente dentro da área e perder a última possibilidade de gol.

Aí, inoperância do ataque resolvido, Abel começou a pensar no que fazer para tomar um gol. Claro! Tirar um volante e colocar um armador na equipe já que, naquela altura, era o Paulão quem fazia esta função. Bom, aí saiu o Wellington e entrou o Alan Patrick. Daí em diante, o Sport só não fez o seu gol pelos motivos já citados anteriormente. Faça um teste: coloque este monstrengo de time no campo e tente definir suas funções táticas.

Para completar, como se ainda precisássemos de mais alguma coisa, conseguimos um escanteio nos últimos segundos da partida. Último lance, todo mundo na área, inclusive os dois atacantes mangolões do Inter. Vai que a bola pega num deles sem querer e entra, né?

Aí, o que o Valdívia faz? Cobra um escanteio curto que não dá em absolutamente nada. Assim como mais um ano do Inter. Assim como as teimosias do Abel. Assim como as nossas reclamações.

Feliz 2015 pra você, colorado.

Te dedico, Colorado!

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Este é um blog de humor e não necessariamente as notícias aqui postadas são verdadeiras. Bom humor, galera!
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