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Instabilidade

18 de dezembro de 2014 0

A quinta-feira é outro dia onde vamos ter predomínio de nuvens em todas as regiões que terão períodos de aberturas de sol. No entanto, a imagem de satélite do amanhecer do dia mostra como há nebulosidade sobre SC:

S11235231_201412041030

Desta forma, a previsão é que uma chuva passageira ocorra no decorrer do dia em todas as regiões, mas com uma distribuição bem irregular. As temperaturas da tarde variam entre 26 e 28ºC boa parte das cidades sendo que Serra e Planalto Norte ficam com 23 a 25ºC.

SEXTA-FEIRA

O sol vai voltar a aparecer entre nuvens em todas as cidades trazendo outra tarde com o aquecimento que estamos tendo nesses últimos dias. Chance de chuva há, mais entre tarde/noite com destaque para as cidades próximas do PR.

SÁBADO

O sol estará presente em todas as regiões com calor predominando ao longo do dia. Devido o aquecimento poderemos ter chuva de verão entre final de tarde/noite, mais entre Oeste, Vale do Itajaí e Norte com chance pequena para Grande Florianópolis e Sul.

DOMINGO

A passagem de uma frente fria, sistema de chuva e não de frio, traz um dia com muitas nuvens e chuva ao longo do dia sendo que de manhã a possibilidade é maior para Oeste, Serra e Sul. Chamo atenção para a chance de chuva forte com destaque para o Oeste/Extremo Oeste!!! Ao longo do dia teremos vento Sul

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Estudo da Meteorologia - Parte 2

17 de dezembro de 2014 0

Dando continuidade no nosso projeto de levar ao grande público os trabalhos realizados nas Instituições de ensino em Meteorologia, separei hoje um trabalho feito pelos técnicos em Meteorologia do IFSC:

José Rodrigo; Tayani Vieira; Tayara Tavares e Thays Pereira.

Sob orientação do Prof. Daniel Calearo eles fizeram um trabalho para saber se os termos técnicos meteorológicos são bem interpretados pelo público em geral:

A INTERPRETAÇÃO DOS TERMOS TÉCNICOS UTILIZADOS NA METEOROLOGIA

JUSTIFICATIVA

A justificativa do trabalho foi que apesar da meteorologia ter evoluído, ainda temos muitas incertezas e certa desconfiança por parte do público. Um dos grandes gargalos é a forma com que o público compreende a terminologia usando pelos meteorologistas e pelos produtos divulgados na mídia, o que pode resultar em rejeição. Esse trabalho é uma atualização do trabalho: Pesquisa popular sobre termos técnicos da Meteorologia, 2006, feito por Anderson Rodrigues et al.

METODOLOGIA

Uma das perguntas do questionário era:

Qual a importância da previsão do tempo em suas tarefas diárias?

O gráfico abaixo mostra a resposta comparando os dois trabalhos:

grafico 1

Observando os dados percebemos que a resposta: muita importância, diminui do primeiro questionário de 2006 para o segundo em 2012 que teve uma maior quantidade de resposta na opção: Depende do dia.

Qual meio de comunicação que apresenta a previsão do tempo de uma forma que você entende melhor?

grafico 2

Pelo gráfico observamos que a forma de apresentar o tempo na TV é melhor, mesmo que a internet tenha ganho espaço entre um e outro trabalho.

O trabalho também teve o interesse de saber o que as pessoas entendiam de termos como:

Frente fria é

grafico 3

Vejam que a relação, para a população de Florianópolis, do termo frente fria é com a troca de vento e temperatura. Sem fazer muita relação com chuva que é o que basicamente a frente fria provoca!!

Um questionamento interessante do trabalho foi sobre:

Qual desses fenômenos causa mais medo em você?

Muitas pessoas são meteorosensíveis, ou seja, tem tanto física quanto emocionalmente reações de acordo com o tempo. Vejam as respostas:

grafico 4

O interessante nessa resposta é que o maior medo é de um dos fenômenos mais raros em SC, o Furacão que até agora na história só ocorreu uma única vez, o Catarina. Essas respostas mostras que as pessoas conhecem pouco sobre cada um dos fenômenos.

CONCLUSÃO

Os pesquisadores concluíram que a previsão do tempo é acompanhada mais pela TV, que as pessoas dão muita importância e a frequência de acompanhamento depende do dia. Fora isso, a diferença do primeiro questionamento em 2006 para o segundo em 2012 mostra que o interesse mudou e que a internet cresceu como meio para se informar do tempo.

Para ler todo o trabalho é só clicar aqui

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Outro dia de muitas nuvens

17 de dezembro de 2014 0

Começo as informações de hoje chamando atenção de vocês para a imagem do amanhecer dessa quarta-feira. Observem que ela mostra que temos nuvens muito carregadas sobre a Argentina e Paraguai que por ação de ventos em altitude avançam para o nosso Estado, mas perdendo força:

S11235231_201412041030A previsão é que essa condição permaneça o dia todo trazendo para Oeste, Serra e Sul um dia com muitas nuvens, períodos de melhoria (mais no Sul) e chuva passageira (mais no Oeste). Nas demais regiões, uma quarta-feira com muitas nuvens, mas com o sol aparecendo bem mais. As temperaturas da tarde sobem para trazer um período de 28 a 30ºC boa parte das cidades só não subindo tanto na Serra onde fica entre 22 e 24ºC.

QUINTA-FEIRA

As nuvens ainda irão predominar permitindo aberturas de sol, mas o deslocamento da nebulosidade do RS e dos Países vizinhos traz previsão de chuva ao longo do dia em todas as regiões sendo que isoladamente poderemos ter chuva forte, especialmente no Oeste. As temperaturas ainda irão manter a condição de abafamento.

 SEXTA-FEIRA

As nuvens mais carregadas de quinta se afastam permitindo aberturas de sol, mas no decorrer do dia outra instabilidade do PR se aproxima trazendo novamente previsão de chuva entre tarde/noite, mas mal distribuída e mais para as cidades próximas do PR do que as próximas do RS.

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Retrospectiva do Tempo

16 de dezembro de 2014 0

Ontem relembramos a histórica onda de calor que marcou os meses de Janeiro e Fevereiro. Hoje vamos falar dos fatos que marcaram o mês de Março, Abril e Maio deste ano.

No mês de Março de 2014  não tivemos nenhum evento meteorológico marcante, mas um dos principais acontecimentos já ocorridos na história do clima catarinense completou 10 anos.

Em 26 de Março de 2004 o primeiro furacão do Atlântico Sul, o CATARINA, atingiu o sul do estado.

O furacão se originou de um ciclone extratropical como vários que passam pelo litoral ao longo dos anos. No entanto, este ciclone começou a intrigar meteorologistas de todo o mundo. O ciclone extratropical assumiu uma forma circular associado a um “olho” típico de furacão com deslocamento do mar para a costa, deslocamento este completamente fora dos padrões dos sistemas meteorológicos na nossa região.

Furacão-Catarina-3

Além da velocidade um furacão pode ser classificado pela destruição que provoca.Na região do Catarina tivemos grandes árvores derrubadas, casas de alvenaria, destruição completa de casas de madeira e presença de muitos projéteis.

Este tipo de dano e a velocidade observada fizeram do Catarina um furacão  nas primeiras cidades onde ele passou, ou seja, cidades litorâneas como Bal. Arroio do Silva, Bal, Gaivota, Passo de Torres e Sombrio.

O mapa abaixo mostra os pontos atingidos em SC de acordo com a intensidade:

catarina

Em Abril o que marcou foi os primeiros episódios de geadas, que deixaram diversas cidades da serra com as paisagens branquinhas. Separamos algumas fotos que recebemos dos nossos telespectadores.

Em Urupema os termômetros marcaram 2,1°C negativos e a nossa amiga Marília Oliveira registrou essas belas imagens:

urupema2 urupema

 

Já em São Joaquim os registros foram feitos pelo  Dionata Costa.

saojoaquim saojoaquim2

No mês de Maio o destaque foi para a instalação, realizada pelo Grupo RBS,  de uma estação meteorológica na cidade de Urubici, na serra.

estacao urubici1

A cidade possuía uma estação meteorológica instalada no Morro da Igreja. Mas com a retificação dos municípios dessa região, a estação passou a pertencer ao município vizinho de Bom Jardim da Serra. Por isso Urubici deixou de ter informações do tempo.

A estação meteorológica informa quantidade de chuva, vento, temperatura e umidade não só para a população da cidade, mas para todos que se interessam pelo tempo!

 

Responsáveis:

Leandro Puchalski – Meteorologista

Bianca Souza – Técnica em Meteorologia

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Aumento de nuvens

16 de dezembro de 2014 4

A presença de ventos em altitude traz ao longo do dia nuvens dos Países. No entanto, observem pela imagem do amanhecer dessa terça-feira que isso ocorre mais  em direção ao RS:

S11235231_201412041030

A terça-feira em SC terá muitas nuvens e só alguns momentos de aberturas de sol que ocorrem mais de manhã. As nuvens mais carregadas ficam no RS, mas aqui não se descarta uma chuva passageira na faixa do Oeste a Serra. Por causa da umidade vinda do mar pouquíssimas cidades do Litoral, mais as do Norte, poderão ter um chuvisco passageiro. As temperaturas sobre durante à tarde ficando entre 27 e 29ºC boa parte das cidades.

QUARTA-FEIRA AINDA COM MUITAS NUVENS

O tempo não muda muito o que faz o sol aparecer pouco ao longo do dia. As nuvens mais carregadas seguem muito no RS e por isso aqui a chuva é fraca e passageira com chance maior para Oeste, Serra e Sul ficando as demais regiões mais com nuvens do que com instabilidade. As temperaturas permanecem elevadas com máximas se aproximando dos 30ºC boa parte das cidades devido um ar quente e úmido.

QUINTA-FEIRA

A previsão é que o sol ainda apareça pouco com mais nuvens ao longo do dia que aumentam a chance de chuva para todas as cidades, especialmente entre tarde/noite.

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Bate-papo com outros meteorologistas - Conversa 2

15 de dezembro de 2014 0

Na semana passada publicamos aqui no blog um bate papo com o Meteorologista Gustavo Verardo. As informações passadas por ele mostram que o nosso verão deve ter menos chuva e temperaturas um pouco mais altas do que normalmente ocorre neste período do ano.

Para entender melhor como essas duas situações (menos chuva e temperaturas mais altas) podem interferir na produção de alimentos no nosso estado, conversamos com o meteorologista Rosandro Minuzzi.

Rosandro é meteorologista formado pela Universidade Federal de Pelotas (2001), Mestre (2003) e Doutor (2006) em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa.  Atualmente é professor na área de Meteorologia Agrícola na Universidade de Federal de Santa Catarina, e também é um dos participantes do Fórum Permanente de Clima.

Rosandro, você se especializou e atualmente trabalha na área da Meteorologia Agrícola. Conta pra gente qual é a principal função de um agrometeorologista?

A principal função de um profissional que se especialize em agrometeorologia é avaliar a influência do tempo e do clima no ambiente rural. No contexto de ambiente rural, entende-se como o cultivo de plantas e a criação de animais domésticos. Estamos num país em que as atividades agrícolas são um grande suporte para a economia e a sociedade, por isso agricultores necessitam tanto das informações do tempo e do clima para as tomadas de decisões. 

O sul do estado registrou no mês de Novembro uma chuva ligeiramente abaixo do normal, o que levou preocupação para alguns agricultores, principalmente no cultivo do arroz.  No início da nossa conversa mostramos que a previsão das condições do tempo para o verão indicam menos chuva e temperaturas mais elevadas aqui em Santa Catarina. O que isso muda para os agricultores?

No Centro Sul do país a safra de verão começou atrasada em razão da estiagem, e os prognósticos já indicam como certo que isto irá afetar negativamente a produção da safra 2014/15. Em Santa Catarina, as semeaduras das principais culturas anuais da safra de verão (milho, feijão, arroz e soja) se concentram predominantemente entre setembro e novembro. Destes meses, apenas em outubro as chuvas ficaram abaixo da média (exceto no Sul) e em novembro, apenas no Sul do estado. No âmbito geral, percebe-se que o início da safra de verão não teve prejuízos devido a intempéries. Porém, as culturas já estando em desenvolvimento, uma situação de déficit de água no solo (pouca chuva e maior evapotranspiração, em razão das temperaturas elevadas) durante o verão, os efeitos na produtividade serão bem maiores, caso esta adversidade meteorológica ocorresse em outro período. Isto deve-se, pois entre janeiro e fevereiro boa parte das citadas culturas anuais estarão na fase de florescimento e granação, ou seja, as fases mais sensíveis ao déficit hídrico. Assim, como são cultivos de grande abrangência no espaço, não há muito que se fazer, exceto recorrer a irrigação, algo que nem todos agricultores tem a disposição em suas propriedades, ou medidas preventivas que devem ser tomadas previamente ao início do cultivo, como realizar semeadura escalonada e plantio direto. Como exemplo da eficiência destas medidas, na última estiagem ocorrida em Santa Catarina, os efeitos nas culturas anuais de verão foram minimizadas nas propriedades que adotaram o plantio direto. Porém, é sabido que para a agricultura, o mais importante é a distribuição das chuvas. Assim, mesmo que em dado mês os totais pluviométricos fiquem abaixo da climatologia, havendo uma boa distribuição, os efeitos no desempenho agronômico das culturas poderão ser minimizados.

E para as culturas que estão em época de plantio? Devem ter mudanças? 

Dentre as principais culturas anuais de verão adotadas em Santa Catarina,a soja é a que tarda em finalizar a sua semeadura. Desde que o solo não esteja com baixa umidade, não há motivo para impedir a semeadura, pois em relação ao feijão e o milho, como exemplos, a soja é mais resistente ao déficit hídrico, além da fase inicial da cultura não ser a mais exigente de água. Além disso, o agricultor tem que ter em mente que no mês de dezembro em algumas regiões, se encerra o período de semeadura da cultura de acordo com o indicado pelo zoneamento agroclimático. As informações desta ferramenta são fundamentais para o agricultor segui-la, com vistas a solicitação de seguro agrícola. Se confirmar a previsão climática para o verão, outro efeito na agricultura será para o cultivo da segunda safra (‘safrinha’) que inicia em janeiro e tem crescido gradativamente nos últimos anos (em área cultivada e produção), sendo adotado principalmente no Oeste, Alto Vale do Itajaí e Norte de Santa Catarina para o cultivo do milho e do feijão. Assim, o agricultor deve estar sempre atento as informações da previsão do tempo e clima e a aqueles que ainda irão realizar semeaduras da safra 2014/15, devem tomar medidas (como as citadas anteriormente) que venham e minimizar os efeitos adversos de estiagens que possam ocorrer.

 

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Retrospectiva do Tempo

15 de dezembro de 2014 2

Ao longo desta semana vamos trazer informações do tempo que de alguma forma entraram para a história do clima de Santa Catarina ao longo de 2014.

Começamos hoje, falando do calor forte que tivemos no início do ano, que foi marcante, e que realmente entrou para a história do clima do estado. Dizemos isso não só por sua intensidade, mas também pela extensão, que durou 18 dias, entre 27/01 a 13/02.

Em extensão (número de dias) foi à maior desde 1911, ou seja, há 103 anos não tínhamos uma onda de calor atuando por tantos dias seguidos.

imagem

O mês de janeiro de 2014, foi considerado o janeiro mais quente da história das observações meteorológicas do Instituto Nacional de

Meteorologia, o INMET.

Levando em consideração a média da temperatura máxima (que normalmente ocorre à tarde) de janeiro de 2014 nas estações do INMET podemos dizer que:

- Desde 1926, ou seja, 88 anos não tínhamos um janeiro tão quente em Florianópolis como neste ano. A cidade teve em média a máxima da tarde na casa dos 30,9ºC.

- Em Blumenau, dados da FURB, não tínhamos na média um janeiro tão quente desde 1923, ou seja, 91 anos.

- Desde 2001, 13 anos, não tínhamos um janeiro tão quente em Indaial como neste ano. A cidade teve em média máxima da tarde em 33,6ºC, perdendo para Janeiro de 2001 quando tivemos média de 33,8ºC.

A histórica onda de calor seguiu em Fevereiro batendo recordes de temperatura: (Dados do dia 06/02):

- Indaial, Lages e Urussanga tiveram um calor tão forte que só perdeu para o calor ocorrido em fevereiro em 2010 com destaque para Urussanga que teve 39,7ºC, praticamente os 40,7ºC registrado na cidade lá em 1975, maior temperatura de Urussanga na história das suas observações;

- Em São Joaquim  tivemos o dia mais quente de fevereiro dos últimos 41 anos quando o turno da tarde a temperatura chegou a 29,9ºC, só perdendo para os 30,1ºC ocorrido em 1973.

Responsáveis:

Leandro Puchalski – Meteorologista

Bianca Souza – Técnica em Meteorologia

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Sol e nuvens

15 de dezembro de 2014 2

A semana começa sob o domínio da massa de ar seco que ontem aos poucos começou a tomar conta do Estado.  A imagem do amanhecer mostrava alguma nebulosidade passando pelo Estado nas primeiras horas do dia:

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A segunda-feira será de sol e nuvens que em alguns momentos aparecem mais em todas as regiões. No Extremo-Oeste há pequena chance de chuva fraca. As temperaturas da tarde sobem para trazer 26 e 29ºC boa parte das cidades ficando Serra e Planalto Norte com 23 a 25ºC.

TERÇA-FEIRA

Apesar do sol aparecer vamos ter maior presença das nuvens em todas as regiões. No Oeste e Extremo-Oeste essa maior cobertura de nuvens poderá trazer uma chuva fraca em poucas cidades. As temperaturas pouco mudam em relação a hoje.

QUARTA-FEIRA

As nuvens que aumentam na terça vão predominar na quarta-feira em todas as cidades que deverão ter apenas alguns períodos de melhoria. Há chance de chuva fraca em momentos do dia, mas poucas cidades com chance maior para Oeste, Serra e Sul.

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Mais nuvens do Centro ao Litoral

13 de dezembro de 2014 0

O sábado começou com muitas nuvens na maior parte das cidades, na imagem de satélite desta manhã podemos observar bem isso.

Temos céu aberto por enquanto só no Oeste, nas demais regiões ainda temos muitas nuvens que até trazem uma chuva fraca no período da manhã nas cidades entro Centro e o Litoral.

Destaque para o Litoral Norte que tem previsão de chuva persistente ao longo do dia.

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Aos poucos essas nuvens de chuva vão se afastando para o Oceano e permitem que o sol apareça acompanhado de nuvens em todas as áreas do estado.

Essa condição faz com que tenhamos o aquecimento ao longo da tarde, os termômetros ficam entre 27 e 29°C na maior parte das cidades.  Segue a condição de tempo abafado.

Devido ao aquecimento não está descartada a possibilidade de pancadas de chuva rápidas durante a noite de hoje.

imagem

 

DOMINGO

O sol deverá aparecer entre nuvens em todas as cidades com tempo seco predominando na maior parte do dia. Só chamo atenção que o vento passando para Sudeste ao longo do domingo traz umidade do mar que mantém a chance de chuva fraca e em poucas cidades do Centro ao Litoral.  A temperatura não sobe tanto à tarde ficando entre 25 e 27ºC boa parte das regiões.

Postado por:

Bianca Souza – Técnica em Meteorologia

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Frente fria no mar

12 de dezembro de 2014 0

A semana termina sob o domínio de uma frente fria, sistema de chuva e não de frio como o nome sugere, sobre o Oceano que junto com ventos em altitude, que trazem umidade do Norte do Brasil, fazem do dia de hoje um período de muitas nuvens com chuva que intercala com períodos de melhoria. A imagem de satélite do amanhecer já mostrava a presença das nuvens pelo Estado:

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Destaco que há chance de chuva forte com temporais mais para o final do dia na faixa do Centro até o Litoral, mas isoladamente! As temperaturas ao longo da tarde se aproximam dos 25 a 27ºC boa parte das cidades. O vento predomina de Norte/Nordeste.

SÁBADO

Amanhã teremos o sol aparecendo, mas ainda bons momentos de muitas nuvens com destaque para de manhã do Centro ao Litoral. Ainda há previsão de chuva passageira e mal distribuída no decorrer do dia. As temperaturas sobem um pouco mais do que hoje ficando entre 28 e 30ºC boa parte das cidades. Ao longo do dia o vento entra de Sul.

DOMINGO

O sol deverá aparecer entre nuvens em todas as cidades com tempo seco predominando na maior parte do dia. Só chamo atenção que o vento passando para Sudeste ao longo do domingo traz umidade do mar que mantém a chance de chuva fraca e em poucas cidades do Centro ao Litoral.  A temperatura não sobe tanto à tarde ficando entre 25 e 27ºC boa parte das regiões.

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