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Posts de abril 2007

Depressão em idosos pode gerar diabetes

28 de abril de 2007 2

Depressão em idosos pode gerar diabetes

Ligação entre as duas doenças vai além de fatores de risco como obesidade.
Cientistas pedem que quadros depressivos tenham mais atenção.
Idosos com depressão prolongada, ou que só piora ao longo do tempo, podem desenvolver diabetes, segundo um estudo feito na Universidade Northwestern, dos Estados Unidos.

Segundo a pesquisa, o efeito é causado apenas pelo quadro depressivo, independentemente de fatores de comportamento, que levam, por exemplo, ao excesso de peso.

O trabalho, publicado na edição de abril da revista médica Archives of Internal Medicine, avaliou 4.681 pessoas, entre homens e mulheres, com 65 anos ou mais, e é o primeiro a comparar a progressão dos sintomas de depressão com a incidência de diabetes.

Pesquisas anteriores tinham estudado os sintomas depressivos em casos isolados, que, segundo os cientistas, poderiam ter sido causados por episódios específicos que duraram pouco tempo.

O estudo da Northwestern fez uma avaliação mais detalhada, porque mediu a evolução do quadro de depressão desde antes do surgimento dos primeiros sintomas de diabetes.

O trabalho retirou do estudo fatores como a obesidade e o sedentarismo, conhecidas causas do diabetes que também estão ligadas à depressão. Mesmo ao retirar indivíduos obesos e que não faziam exercício da avaliação, a relação entre as duas doenças permaneceu.

De acordo com o estudo, essa ligação pode ser explicada por um alto nível do hormônio do estresse cortisol, que reduz a sensibilidade à insulina e aumenta os depósitos de gordura em volta da cintura.

Para a líder do estudo, Mercedes Carnethon, os resultados indicam que os médicos precisam levar sintomas de depressão em idosos muito a sério.

– O diabetes é um grande flagelo. Ele causa problemas cardíacos, cegueira, doenças no rim, amputações e diminui a função cognitiva porque destrói vasos sangüíneos grandes e pequenos – diz ela. – Não é uma condição normal do idoso estar deprimido. Muitas pessoas dizem %27ah, eles são velhos, deveriam estar deprimidos. Que importa se eles estão um pouco tristes?%27 Bom, importa bastante e você deveria tratar esse problema agressivamente, porque ele tem conseqüências para a saúde que vão além do humor.

Postado por Sílvia Lisboa

Aborto

28 de abril de 2007 0

Estudo descarta aborto como fator de risco para câncer de mama

O aborto, intencional ou espontâneo, não aumenta o risco de desenvolver câncer de mama, de acordo com um estudo do Instituto Americano do Câncer (NCI, sigla em inglês) publicado nos Archives of Internal Medicine.

A pesquisa contradiz as conclusões de análises anteriores sobre o tema.
O NCI analisou 105 mil doentes entre 29 e 46 anos, no período de 1993 a 2003, e concluiu que aquelas que abortaram, de maneira intencional ou espontânea, não correm mais riscos de desenvolver um câncer de mama do que qualquer outra mulher.

Esses resultados são parecidos com os obtidos por um grupo internacional de especialistas em 2003, formado pelo próprio NCI.


Das 16.118 participantes (15%) que disseram em um formulário anônimo ter feito um aborto e das 21.753 (21%) que sofreram um aborto espontâneo, %22apenas%22 1.458 tiveram câncer de mama.

– Nesse grupo de mulheres sem menopausa, nem o aborto intencional nem o espontâneo estão relacionados a uma maior incidência do câncer de mama – concluíram os autores do estudo, entre eles Karin Michels, do Brigham and Women%27s Hospital, da Faculdade de Medicina de Harvard (Massachusetts, leste dos EUA), que dirigiu o trabalho.


Postado por Sílvia Lisboa

Álcool e câncer de mama

28 de abril de 2007 0

 Beber muito no fim de semana

aumenta risco de câncer de mama

Mulheres que bebem o equivalente a duas garrafas de vinho nos finais de semanas mais do que dobram suas chances de desenvolver câncer de mama, de acordo com pesquisadores dinamarqueses.

O estudo realizado pelo Centro de Pesquisa do Álcool, que analisou cerca de 17 mil enfermeiras com mais de 44 anos de idade, foi publicado na revista especializada European Journal of Public Health.

Segundo os pesquisadores, o risco de câncer de mama aumenta 2% com cada bebida adicional consumida, mas esse número sobe para 4% nos finais de semana.

Isso acontece porque o risco é maior quando as bebidas são consumidas em um espaço concentrado de tempo, como acontece aos sábados e domingos.
O risco de desenvolver câncer de mama é 130% maior em mulheres que tomam entre 22 e 27 bebidas por semana, comparado com as que consomem apenas entre uma e três unidades. A unidade de bebida foi estabelecida como uma garrafa pequena de cerveja ou uma taça de vinho.

Consumo concentrado

Entre as mulheres analisadas pela pesquisa, mais de 25% consomem mais do que a quantidade recomendada de bebidas por semana, que é de 14 unidades.

Uma em cada dez voluntárias admitiu beber durante a semana, consumindo mais do que quatro bebidas por dia, enquanto 13% costumam beber mais aos sábados e domingos.

Os pesquisadores dizem que o consumo alto de álcool pode aumentar os níveis de estrogênio, um hormônio associado com o desenvolvimento de câncer de mama. Os especialistas dizem que as mulheres deveriam tentar limitar a quantidade de álcool que consomem.

– Nossa descoberta de que o consumo de álcool nos finais de semana e o consumo excessivo concentrado aumentam o risco de câncer de mama sustentam a hipótese de que a ingestão de grandes quantidades de álcool em um curto período de tempo aumenta os riscos de conseqüências prejudiciais à saúde – disse Lina Morch, coordenadora da pesquisa.

Postado por Sílvia Lisboa

Genes e câncer

21 de abril de 2007 1

Cientistas franceses descobrem novos

mecanismos moleculares ligados ao câncer

Um grupo de cientistas franceses diz ter descoberto uma série de mecanismos moleculares que parecem estar diretamente relacionados ao desenvolvimento de processos cancerígenos.

O jornal Le Monde mostrou nessa semana as conclusões de um estudo realizado por vários laboratórios públicos e privados de Estrasburgo e Nancy, na França.

A pesquisa se baseia no exame de seqüências moleculares derivadas de milhões de análises de lesões cancerígenas, conservadas por cerca de 20 anos em bancos biológicos franceses. Mais tarde, as mesmas seqüências foram comparadas com as procedentes de tecidos saudáveis.

– Tivemos a sorte de demonstrar que o processo cancerígeno não resulta unicamente das mutações do DNA, mas está condicionado pelo entorno desse DNA. Descobrimos a chave molecular que faz com que uma lesão cancerígena apareça, já que o DNA e o RNA não respeitam as regras universais do código genético – disse o médico Bernard Bihain.

Sabia-se que as células cancerosas continham proteínas, mas sua seqüência de aminoácidos era desconhecida até agora.O trabalho parte das pesquisas sobre a genética do câncer, desenvolvidas há décadas. Esses estudos afirmam que os processos cancerígenos são conseqüência de uma série de mutações que levam à desregulação dos genes.

O genoma humano contém cerca de 30 mil genes, e o que se sabia até agora em relação às mutações potencialmente cancerígenas %22não permitia explicar a heterogeneidade molecular%22 observada nesse tipo de doença.

– Para explicar a heterogeneidade, as pesquisas focavam basicamente o DNA e as proteínas. Nós tivemos a idéia de explorar a região intermediária, situada entre o DNA e o RNA, que está na base da produção de proteínas– explicou Bihain.

Os cientistas encontraram anomalias de comunicação entre os dois tipos de ácido, e acreditam que seu estudo torne possíveis novos avanços no diaagnóstico e no tratamento do câncer.

Postado por Sílvia Lisboa

Aids

21 de abril de 2007 0

Acesso a medicamentos é limitado

Cerca de 30 mil brasileiros que precisariam receber o tratamento contra a aids não têm acesso aos remédios. A estimativa é da Organização Mundial da Saúde (OMS) em relatório sobre o acesso ao tratamento no mundo.

Segundo a OMS, o Brasil garante 180 mil tratamentos por ano, mas precisaria oferecer 210 mil. A diretora do Programa Nacional de DST/Aids, Mariângela Simão, contesta a estimativa e afirma que pedirá a revisão dos dados.

Postado por Sílvia Lisboa

Hormônios e câncer de ovário

21 de abril de 2007 0

Reposição hormonal aumenta risco

 de câncer de ovário, indica estudo

Depois de já ter sido associada ao aumento do risco de câncer da mama, a terapia de reposição hormonal (TRH) aparece agora ligada ao tumor de ovário. Pesquisa publicada ontem no The Lancet mostrou que as usuárias de TRH tiveram em média um risco 20% maior de desenvolver e morrer de câncer ovariano.

O estudo, um braço do Million Women Study, da Unidade de Epidemiologia (Cancer Research UK), em Oxford (Inglaterra), atribui à terapia cerca de mil mortes de mulheres britânicas por câncer de ovário, entre 1991 e 2005. No mesmo período, foram diagnosticados outros 1.300 casos de câncer ovariano entre as pesquisadas.

Segundo o estudo, para cada mil mulheres em TRH, 2,6 tiveram a doença no prazo de cinco anos de acompanhamento, contra 2,2 casos por mil entre as que não usaram a terapia.

O câncer de ovário é o tumor ginecológico mais difícil de ser diagnosticado. Cerca de 75% dos casos são diagnosticados tardiamente. Por isso, é o câncer ginecológico de maior letalidade, embora seja menos freqüente – afeta de 4 a 10 mulheres brasileiras a cada grupo de 100.000, dependendo da região do país, segundo o Inca (Instituto Nacional do Câncer). 

Segundo Nilson Roberto de Melo, professor de ginecologia da Faculdade de Medicina da USP e presidente da Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia, embora seja um trabalho com uma casuística grande, o Million Women Study é criticado por ser baseado em prescrições médicas – na Inglaterra, o governo tem controle sobre as receitas médicas.

Para o ginecologista Eliezer Berenstein, da Faculdade de Medicina do ABC (SP), os resultados do Million Women Study já eram esperados porque muitas mulheres foram tratadas antes de 2002, quando veio o alerta dos riscos da TRH. Naquele ano, o maior estudo controlado da terapia foi interrompido ao verificar-se que, no grupo que recebia hormônios, aumentaram eventos cardiovasculares, como o AVC, além do risco do câncer de mama.

A pesquisa, iniciada em 1995, envolveu 16 mil mulheres com idade média de 63 anos. Para reduzir os riscos, muitos médicos preconizam que a reposição hormonal seja individualizada, adaptada ao histórico familiar da mulher, e por tempo determinado, no máximo, cinco anos

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Postado por Sílvia Lisboa

Germes

14 de abril de 2007 0

Combinação de antibióticos fraca pode ser

melhor contra germes muito resistentes 

Cientistas da universidade americana de Harvard descobriram que uma combinação de antibióticos pouco potente pode ser mais eficaz contra os germes patogênicos muito resistentes que as misturas de remédios mais fortes. Esta descoberta paradoxal, apresentada na última edição da revista científica Nature, pode, segundo seus autores, contribuir para evitar o desenvolvimento de bactérias como o estafilococo áureo resistente à meticilina, que causa a maior parte das infecções nos hospitais.

O estudo indica que com uma combinação e concentração adequada de antibióticos, embora sua potência seja menor, se pode evitar o desenvolvimento de germes patogênicos resistentes e facilitar a aparecimento dos não resistentes, muito mais fáceis de controlar. A equipe de cientistas, dirigida por Roy Kishony, da faculdade de Medicina de Harvard, realizou a pesquisa com uma combinação de doxiciclina e ciprofloxacina, antibióticos usados para neutralizar a bactéria Escherichia coli.

Separadamente, a doxiciclina estimula o desenvolvimento da variante resistente do Escherichia coli, mas quando os cientistas a combinaram com o ciprofloxacina em concentrações baixas, viram que tinham desenvolvido uma variante não resistente da bactéria. No entanto, os cientistas afirmam que esta combinação de antibióticos não tem os mesmos efeitos na variante do Escherichia coli resistente ao ciprofloxacina.

Por isto, o relatório diz que seria de %22grande interesse%22 que as combinações de remédios fossem revisadas para evitar que o efeito benéfico produzido por um neutralize o do outro. Além disso, adverte que os resultados desta pesquisa devem se circunscrever ao ambiente científico dos laboratórios e diz que uma possível aplicação destas conclusões à medicina terapêutica fica fora do alcance do estudo.

 

Postado por Sílvia Lisboa

Gonorréia se tornou resistente a antibióticos

14 de abril de 2007 0

A gonorréia, doença sexualmente transmissível, está entrando para a lista dos %22supergermes%22 resistentes a antibióticos, e autoridades dos Estados Unidos anunciaram novas recomendações para combater a doença e evitar uma crise de saúde pública.

– A gonorréia agora faz parte da lista de supergermes, para os quais as opções de tratamento são perigosamente escassas – disse o médico Henry Masur, presidente da Sociedade de Doenças Infecciosas dos EUA. – Para piorar um problema que já é ruim, assistimos a um declínio no desenvolvimento de novos antibióticos para tratar essas infecções.

Desde o início dos anos 90, os pacientes de gonorréia vinham contando com um tratamento simples para uma das doenças sexualmente transmissíveis mais comuns, que pode deixar homens estéreis e aumentar o risco de se contrair aids. Mas a infecção, provocada por bactérias, vem se tornando cada vez mais resistente às fluoroquinolonas, uma classe de antibióticos, o que levou os Centros para Controle e prevenção de Doenças (CDC) dos EUA a recomendar a adoção de um novo tipo de antibiótico contra a doença. O antibiótico que passa a ser recomendado, a cefalosporina, não é tão fácil de encontrar.

O CDC decidiu emitir a nova recomendação depois de descobrir que cerca de 7% dos casos de gonorréia entre homens heterossexuais, numa pesquisa conduzida em 26 cidades dos EUA, eram resistentes ao tratamento. em 2001, apenas 0,6% dos casos de gonorréia entre heterossexuais do sexo masculino eram resistentes.

Postado por Sílvia Lisboa

Cérebro: o verdadeiro órgão sexual

14 de abril de 2007 1

Quando se trata de desejo, a evolução deixa pouco espaço para o acaso. O comportamento sexual humano não é um desempenho livre, descobriram biólogos, mas sim guiado o tempo inteiro por programações genéticas. O desejo entre os sexos não é uma questão de escolha.

Homens heterossexuais, ao que parece, possuem circuitos neurológicos que os induzem a procurar por mulheres; homens gays possuem estes impulsos para buscar outros homens. Os cérebros das mulheres podem ser organizados para selecionar homens que parecem tendentes a fornecer cuidados à elas e sua prole.

O negócio é fechado quando outras programações neurológicas que induzem uma explosão de amor romântico, seguido de uma ligação sentimental a longo prazo.

O desejo pode ser o centro do comportamento sexual humano, mas é apenas o ato principal em uma peça cujo roteiro é escrito nos genes. O corpo de um feto em desenvolvimento é feminino por definição e torna-se masculino se o gene determinante masculino conhecido como SRY estiver presente.

Este gene dominante, o bem mais valioso do cromossomo Y, desvia o tecido reprodutor de seu destino ovariano e se transforma em testículos. Hormônios dos testículos, principalmente a testosterona, então esculpem o corpo na forma masculina. No próximo ato, a puberdade, os sistemas reprodutores são preparados para a ação pelo cérebro.

Sendo a fantástica máquina elétrica que é, o cérebro também pode se comportar como uma glândula humilde. No hipotálamo, região na base central do cérebro, se encontra um amontoado de quase 2 mil neurônios que dão início à puberdade quando começam a secretar pulsações do hormônio que lança a gonadotropina, impulsionando uma série de outros hormônios. Avanços na última década enfatizaram o bizarro fato de que o cérebro é um órgão inteiramente sexual, no qual ambos os sexos possuem versões profundamente diferentes entre si.

Este é o trabalho manual da testosterona, que masculiniza o cérebro assim como o resto do corpo. É uma concepção bastante equivocada acreditar que as diferenças entre os cérebros de homens e mulheres são pequenas, erráticas ou encontradas somente em casos extremos, escreveu Larry Cahill da Universidade da Califórnia, em Irvine, na revista científica Nature Reviews of Neuroscience.

Grandes regiões do córtex, camada exterior do cérebro que executa a maioria de seus processamentos de alto nível, são mais largas nas mulheres. O hipocampo, onde memórias iniciais são formadas, também ocupa uma fração maior do cérebro feminino.

Presumidamente, a masculinização do cérebro desenvolve algum circuito neurológico que torna as mulheres desejáveis. Neste caso, tal circuito é organizado de forma diferente nos homens gays. A orientação sexual, pelo menos para os homens, parece se formar antes do nascimento.

Postado por Sílvia Lisboa

Reprodução assistida

07 de abril de 2007 0

 

Pesquisa apresenta primeiros dados brasileiros sobre crianças

nascidas de espermatozóides extraídos do testículo

Pesquisa realizada no Rio Grande Sul sobre a fertilização a partir de espermatozóides retirados do testículo levantou os primeiros dados brasileiros sobre a evolução da gravidez através deste método – única possibilidade de paternidade biológica para homens que não produzem espermatozóides e uma alternativa para aqueles que têm as vias de saída do gameta masculino obstruídas.

– Os resultados sugerem que a origem do espermatozóide interfere nos resultados laboratoriais, mas não nos aspectos clínicos. A imaturidade do espermatozóide extraído do testículo afeta o desempenho laboratorial, mas ele é tão eficiente quanto o do ejaculado na obtenção de gravidez – explica Mariangela Badalotti, autora da tese e diretora do Fertilitat – Centro de Medicina Reprodutiva.

O trabalho foi defendido junto à Fundação Faculdade Federal de Ciências Médicas de Porto Alegre (FFFCMPA). O estudo, segundo o qual a evolução, o desfecho da gravidez e o desenvolvimento fetal não dependem da fonte espermática, ou seja, não trazem riscos para o recém-nascido, foi publicado recentemente na revista norte-americana Urology, referência internacional nesta especialidade, e apresentado no Congresso Mundial de Ginecologia, em Kuala Lampur (Malásia), e no Congresso Mundial de Urologia, na Cidade do Cabo (África do Sul).

Em 2007, o trabalho será apresentado no Congresso Mundial de Infertilidade e Esterilidade, que acontece no mês de abril, em Durban, também na África do Sul.

A pesquisa comparou os resultados de 250 casais que fizeram reprodução assistida através de espermatozóide retirado do testículo e do próprio esperma.

– Nasceram 62 crianças no grupo do testículo e 53 no grupo do ejaculado. Não houve diferença na proporção de gêneros, na idade gestacional ao nascimento, peso e comprimento, índice de apgar, prematuridade e baixo peso, malformações, complicações e mortalidade neonatal – afirma Mariangela.

Os casos analisados na tese são resultado de dez anos de estudos da equipe do Fertilitat, que é reconhecida por sua atuação no tratamento da infertilidade masculina. Em 1993, a clínica foi responsável pela primeira gravidez por extração de espermatozóide do epidídimo da América Latina, estudo coordenado pelo urologista Cláudio Telöken.

Postado por Sílvia Lisboa