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Posts de setembro 2008

Cólica afeta 70% da produtividade no trabalho

30 de setembro de 2008 0

A cólica menstrual afeta em torno de 65% das mulheres brasileiras e causa a redução de produtividade profissional em 70% delas. Esses índices são resultados do primeiro estudo farmacoeconômico brasileiro sobre a prevalência da dor menstrual e seus impactos na produtividade no trabalho.

Batizado de Disab (Dismenorréia & Absenteísmo no Brasil), o estudo mostra que a idade média das mulheres que trabalham e sofrem de cólica menstrual é de 26,3 anos. Estes elevados índices de dor menstrual levam 30% das mulheres a se ausentarem do trabalho por pequenos períodos durante o dia. Quando analisado o impacto negativo no percentual nas horas trabalhadas, obtemos redução de 66,8% no rendimento. Ambos os resultados totalizam cerca de duas faltas por mês, da média dos cinco dias do ciclo.

Como foi feito o estudo

Para mensurar o prejuízo causado pela cólica menstrual primária, a pesquisa multiplicou o número de dias que cada mulher apresentava cólicas pelo número de horas de trabalho diário. A seguir, aplicou o percentual de redução de produtividade relacionado à cólica menstrual. Somando este resultado ao número de horas ausentes, foi obtido o total de horas de trabalho perdidas por conta das dores do período. Se este número for multiplicado pela remuneração por hora de trabalho, obtém-se o valor em reais gerado pela perda de produtividade.

Postado por Sílvia Lisboa

Frio pode estimular ataques cardíacos

30 de setembro de 2008 0

Estudos têm considerado uma possível relação entre o tempo frio e os ataques cardíacos. A hipótese teria vários possíveis culpados: inflamação causada por gripe comum, o estresse de final de ano, além da maior pressão sangüínea em decorrência da constrição das veias. Somente recentemente os estudos epidemiológicos buscaram uma relação, e a maioria descobriu uma.

Em 2004, por exemplo, um grupo de cientistas britânicos usou informações da OMS para observar mudanças no tempo e as taxas de ocorrência de ataques cardíacos em mulheres com mais de 50 anos em 17 países de quatro continentes. O estudo descobriu que uma queda de temperatura de cinco graus Celsius estava associada, em geral, a um aumento de 7% no número de entradas em hospitais por derrames e um acréscimo de 12% para casos de ataques cardíacos.

Outro estudo, realizado na França, analisou 700 casos de baixas em hospitais em dois anos. Descobriu-se que, em pessoas com hipertensão, o risco de sofrer um ataque cardíaco dobrou quando a temperatura caiu para menos de 2,9ºC negativos. A maioria dos estudos teve resultados similares. Mas um deles, elaborado por cientistas canadenses, que analisou taxas de ataques cardíacos e ventos Chinook em Calgary – que podem causar grandes variações na temperatura –, não encontrou nenhuma relação entre eles.

 

Postado por Sílvia Lisboa

Malária no Brasil preocupa autoridades

29 de setembro de 2008 0

O Brasil é um dos 30 países com maior incidência de malária no mundo, segundo informações divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre a doença que é considerada uma "assassina de crianças".

O relatório afirma que as crianças são as vítimas fatais em 85% dos casos e que a África representa 91% do total de mortes. Estima-se que houve 1,4 milhão de casos de malária em 2006 no Brasil, com concentração maior na região amazônica, onde de 10% a 15% da população está em risco.

A Colômbia também é citada no levantamento entre os 30 países com alta incidência da doença, com 408 mil casos em 2006. No Brasil e na Colômbia, quase todos os casos reportados foram confirmados. No mundo, 247 milhões de pessoas sofriam de malária em 2006, e 881 mil delas morreram, segundo a OMS.

A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, destacou que a malária pode matar em 24 horas e que é necessário colocar ao alcance da população os tratamentos mais eficientes existentes. O maior uso de mosquiteiros tratados com inseticidas contribuiu em grande medida para o avanço na luta contra o problema, e calcula-se que 39% da população do continente africano use esse método de proteção.

Postado por Silvia Lisboa

Cientistas estudam imunoterapia contra o câncer

28 de setembro de 2008 0

Pesquisadores reunidos na semana passada em um congresso na Universidade de Zaragoza, na Espanha, anunciaram que estão trabalhando na aplicação da imunoterapia para a destruição dos tumores cancerígenos.

A nova linha de testes, segundo ressaltam, não se trata de uma vacina contra o câncer. O estudo procura compreender os mecanismos pelos quais determinadas células do organismo são capazes de matar as células tumorais.

Entendendo esses mecanismos, será possível intervir nos tumores e em outras doenças produzidas por vírus ou bactérias. Essa pesquisa básica poderá ser transferida, em um futuro não muito distante, para as clínicas.

– O câncer é muito complicado, é uma doença quase individualizada, que necessita de um tratamento específico e de um estudo em cada caso – afirmou Peter Krammer, do Centro Alemão de Pesquisa sobre o Câncer.

Segundo o especialista, para eliminá-lo totalmente devem ser aplicados tratamentos combinados, e é absolutamente necessária a pesquisa e a busca por diferentes vias de matar as células tumorais.

Krammer disse que, em seu centro de pesquisa, são estudados os anticorpos, armas do sistema imunitário que são capazes de destruir as células tumorais, e os linfócitos T, encarregados de acabar de forma específica com essas células.

Postado por Sílvia Lisboa

Boas opções de saladas

27 de setembro de 2008 0

Fernando Gomes, Banco de Dados

 

Com o objetivo de aliar sabor e nutrição, duas nutricionistas elaboraram, cada uma, dois modelos de salada: com 10 ingredientes, ideal para quem tem tempo para apreciar uma boa entrada antes do prato principal, e com quatro itens, perfeita para quem opta por comer a salada junto das refeições.

Sugestões de Sarah Peres, professora do curso de nutrição da Universidade Católica de Brasília

10 ingredientes

Alface americana

Tomate

Rúcula

Cenoura crua ralada

Couve-flor

Limão, azeite e sal para temperar

Gergelim

Brócolis

Batata

Milho

Comentário: as folhagens devem predominar na salada. Elas são ricas em fibras, que auxiliam a digestão e evitam que o indivíduo coma mais que o necessário, já que despertam a sensação de saciedade. A rúcula é fonte de ferro e zinco. Sempre tempere a salada com limão, porque o ácido faz com que os nutrientes sejam absorvidos com mais facilidade pelo organismo. O vinagre também pode ser usado, mas, com o limão, aproveitam-se também as vitaminas C e A presentes no fruto. No tomate, encontram-se as vitaminas A, B e C e sais minerais, como fósforo, ferro, potássio e magnésio. A cenoura é rica em vitamina A e betacaroteno. Gergelim contém cálcio e antioxidantes. A batata substitui os croutons e entra como fonte de carboidrato. O milho, de sabor agradável, contribui com carboidratos, proteínas, vitaminas e sais minerais, como ferro, fósforo, potássio e cálcio.

4 ingredientes

Couve-manteiga picadinha

Tomate

Beterraba

Inhame cozido

Comentário: a couve é muito rica em ferro e pode ser degustada crua, não apenas refogada. A beterraba é fonte de açúcar, proteínas, vitamina A, B1, B2, B5, C, potássio, sódio, fósforo, cálcio, zinco, ferro e manganês. E o inhame é rico em carboidratos, vitaminas do complexo B e sais minerais, como cálcio. Aqui, também vale temperar a salada com limão, sal e azeite cru.

Sugestões de Carina Tafas, nutricionista e personal diet

10 ingredientes

Alface

Rúcula

Tomate

Cenoura ralada

Beterraba

Azeite, limão e sal

Linhaça

Palmito

Milho

Abacaxi picadinho

Comentário: a linhaça, além de contribuir para uma textura diferenciada na salada, é fonte de proteínas, fibras alimentares e ácidos graxos poliinsaturados (ômega 3 e ômega 6). O palmito tem sabor agradável e contribui com cálcio, fósforo e ferro. Ele ainda fornece pequenas quantidades de vitaminas C e do complexo B. O abacaxi picadinho é rico em vitamina C, betacaroneto, vitaminas do complexo B e minerais, como potássio, manganês e cálcio. Além disso, confere novo sabor aos alimentos. Uma dica: complemente sua salada com frutas da estação que satisfaçam seu paladar. Desse jeito, a degustação de legumes e vegetais se torna mais prazerosa. Também vale investir em temperos naturais, como salsinha, cebolinha e manjericão, para evitar molhos industriais que pouco contribuem para o conteúdo nutritivo da alimentação.

4 ingredientes

Agrião

Tomate

Cebola

Cenoura

Comentário: o agrião, de gosto forte, como a rúcula, é considerado uma das principais fontes de vitamina A, é rico em vitamina C, sais minerais, como iodo, enxofre, fósforo, e tem mais ferro que a couve e o espinafre. Já a cebola é rica em flavonóides, sais minerais, como ferro, potássio, sódio, fósforo e cálcio, e vitaminas C e do complexo B.

Postado por Larissa

Saiba mais sobre o vinho

27 de setembro de 2008 2

Ricardo Wolffenbüttel, Banco de Dados

 

Os polifenóis

— A baixa dosagem de álcool e os polifenóis são apontados como os principais responsáveis pelos benefícios do vinho para a saúde.

— Os polifenóis são compostos produzidos pelos vegetais, encontrados nas cascas e sementes de frutos e nas folhas. Existem mais de 200 diferentes tipos, e o mais conhecido é o reverastrol.

— Cabe a eles proteger as plantas dos ataques físicos, como a radiação ultravioleta do sol, e biológicos, como fungos, vírus e bactérias.

— Por sua função, os polifenóis têm ação antibiótica e potente efeito antioxidante.

— Como os vinhos tintos são fermentados com a casca e as sementes, têm cerca de 10 vezes mais polifenóis que os brancos.

— O álcool é o melhor solvente (que faz a extração) dos polifenóis das cascas e sementes da uva e também favorece sua absorção pelo organismo. Por isso, parte dos benefícios proporcionados pelo vinho não é oferecida pelo suco de uva.

Os benefícios da bebida

Contra radicais livres

— Os polifenóis têm ação antioxidante, ou seja, neutralizam os radicais livres. Dessa forma, previnem uma série de doenças relacionadas à ação desses compostos, como reumatismo, câncer, arteriosclerose, doenças cardíacas, catarata, entre outras.

Coração

— Inúmeros estudos nessa área apontam que a ingestão moderada de vinho diminui a ocorrência de doenças cardíacas e circulatórias entre 40% e 60%.

— Aumenta os níveis de HDL (o chamado bom colesterol) e diminui os de LDL (mau colesterol).

— Previne a formação de coágulos, principal causa de obstrução de vasos sangüíneos, que causam o infarto, derrame cerebral e gangrenas.

— Aumenta a resistência e a elasticidade da parede vascular.

— Dilata os vasos sangüíneos, diminuindo a resistência ao trabalho do coração.

Acidente Vascular Cerebral (AVC)

— Pessoas que mantêm o hábito de beber vinho de forma regular e moderada têm de 40% a 60% menos riscos de desenvolver o AVC isquêmico, que é resultante da obstrução de vasos, provocando a redução do fluxo de sangue no tecido cerebral.

— Por outro lado, o consumo abusivo, mais de cinco copos por dia, aumenta o risco de AVC hemorrágico, provocado pelo rompimento de vasos e vazamento de sangue no sistema nervoso.

Pressão arterial

— É bastante controverso o efeito do vinho nesse caso. Mas não há dúvidas que o consumo excessivo de álcool, mais de cinco copos por dia, por exemplo, aumenta a pressão arterial.

— Há quem defenda que o consumo em pequenas doses — até três copos por dia, por exemplo — baixa a pressão arterial, tanto a sistólica (máxima) como a diastólica (mínima).

Câncer

— As pessoas que têm o hábito de consumo regular e moderado de vinho têm 20% menos chances de desenvolver câncer de qualquer tipo. Essa proteção se deve aos polifenóis, que agem bloqueando tanto o início quanto o crescimento e a disseminação da doença.

— Alguns cânceres têm relação direta com o consumo de bebidas alcoólicas, como a cerveja e os destilados em altas doses. Entre eles estão o de boca, pulmão, próstata, mama e intestino.

— Nas mulheres, o vinho reduz em 50% as chances de desenvolvimento de câncer de ovário.

Envelhecimento

— Como o envelhecimento das células, dos tecidos e do organismo como um todo é uma ação dos radicais livres, e os vinhos têm uma potente ação antioxidante, quem consome vinho junto às refeições, de forma moderada e regular, tem melhor qualidade de vida.

Fonte: Vinho e Saúde — Como Estamos em 2007, de Jairo Monson de Souza Filho, especialista em clínica médica

Postado por Larissa

Malhação cerebral

24 de setembro de 2008 1

Um grande esforço mental pode queimar calorias? Segundo David A. Levitsky, professor de nutrição e psicologia da Universidade Cornell, nos Estados Unidos, sim, "mas levaria anos para que a diferença aparecesse nas escalas".

— É verdade que a taxa metabólica aumenta quando se está envolvido em atividade mental — diz Levitsky. — Entretanto, a quantidade de calorias em termos de influxo diário total é insignificante.

A quantidade de energia gasta em todos os tipos diferentes de atividade mental é bastante pequena, segundo o professor.

— Há estudos sofisticados que mostram que a atividade mental concentrada, como resolver um problema de multiplicação de cabeça, aumenta a absorção de glicose no cérebro — afirma.

Isso significaria o gasto de quantas calorias?

— Menos de 20 — estima Levitsky.

Mas você não se envolve por tanto tempo em tal atividade, então a diferença pode se limitar a cerca de 10 calorias por dia. Isso significa que quebrar a cabeça não é uma boa maneira de perder peso.

Há várias maneiras de medir a absorção de glicose no cérebro, de acordo com o professor. A tomografia por emissão de pósitrons (PET, na sigla em inglês) do cérebro é uma técnica não-invasiva, e também há medidas reais da glicose no sangue que corre para o cérebro ou vem dele.

Postado por Larissa

Novos neurônios para cheiro e movimento

22 de setembro de 2008 0

O cérebro adulto gera novos neurônios para substituir as células nervosas do bulbo olfatório, que controla o olfato, e do hipocampo, que contribui para a aprendizagem espacial e a memória. Em artigo publicado na revista científica britânica Nature Neuroscience, pesquisadores da Universidade de Kioto, no Japão, explicam que essas duas áreas precisam de um fluxo contínuo de novos neurônios para manutenção.

Os especialistas sabem há alguns anos que o cérebro adulto perde gradualmente células nervosas e que é capaz de gerar outras novas, em um processo denominado neurogênese. No entanto, era desconhecido se esses novos neurônios desempenhavam um papel importante. Agora, a equipe dirigida por Ryoichiro Kageyama identificou as áreas do cérebro que se nutrem das novas células nervosas.

Para isso, modificou geneticamente ratos de laboratório para que sintetizassem uma proteína fluorescente nas novas células nervosas produzidas no cérebro e contou o número de neurônios fluorescentes originados em um ano. Nesse tempo, quase todos os neurônios de uma camada do bulbo olfatório foram substituídos por outros novos, enquanto, no hipocampo, a substituição neuronal foi de 15%.

Então, os autores do estudo investigaram se a interrupção da neurogênese interfere no olfato e na aprendizagem. Sem novos neurônios disponíveis, os bulbos olfatórios diminuíram, mas o sentido do olfato dos ratos permaneceu inalterado durante quatro meses. No entanto, os animais esqueceram como se movimentar por um determinado labirinto.

Postado por Larissa

Causas da enxaqueca infantil

20 de setembro de 2008 2

 

Predisposição genética, dieta, alterações hormonais e até mesmo privação de sono estão entre as principais causas de uma doença muito mais freqüente em crianças do que se imagina: a enxaqueca. A constatação é de uma pesquisa realizada no Ambulatório de Cefaléia na Infância do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da USP. O autor é o neurologista Marco Antônio Arruda, um dos pioneiros no estudo das cefaléias na infância do país.

Há quase duas décadas, em 1989, Arruda criou o Ambulatório de Cefaléia na Infância, o primeiro do gênero na América Latina. Lá desenvolveu numerosas pesquisas, conduzindo, em 1994, sua dissertação de mestrado. Em 1999, concluiu sua tese de doutorado, que consiste no levantamento feito com 417 crianças e adolescentes que sofriam de dor de cabeça.

Durante mais de três anos, a partir do acompanhamento de meninos e meninas, com idade entre seis e 16 anos, que apresentavam queixas recorrentes de dor de cabeça, o especialista constatou que 94% tinham enxaqueca, e apenas 1% dos avaliados apresentava problemas visuais, como, por exemplo, miopia e astigmatismo.

— Como é desencadeada, principalmente, após longos períodos de esforço visual, pais, professores e até mesmo os médicos costumam associar a dor de cabeça aos problemas oftalmológicos, quando, na verdade, eles se mostraram raros no ranking de causas — afirma Arruda. — A enxaqueca é hereditária. Mais de 80% dos pais das crianças com a doença estudadas na amostra também apresentavam enxaqueca.

Segundo a literatura atual, a enxaqueca é uma doença genética que provoca alterações químicas no cérebro que tornarão esse órgão mais sensível a uma série de fatores internos e externos, que acabam desencadeando as crises de dor típicas. Entre os fatores externos destacam-se o excesso de luminosidade, determinados alimentos e bebidas (álcool, chocolate, condimentos e derivados do leite), odores e esforço visual. Como exemplos de fatores internos, o pesquisador cita as emoções (tanto negativas quanto positivas), a menstruação e as variações do ciclo do sono (privação ou excesso de sono), "tão freqüentes hoje em dia nas crianças e adolescentes".

Dor breve e pulsante

Os principais sintomas são dores concentradas em um lado da cabeça, náuseas, vômitos, palidez e maior sensibilidade a luz e barulho.

— É uma dor que pulsa, lateja e piora com o esforço físico. É muito comum a criança com enxaqueca parar de pular ou correr na hora em que sente dor de cabeça. Há indícios de que as crises costumam ser mais breves na infância, com duração de meia hora ou até menos — descreve Arruda, orientando que o melhor a fazer nesses momentos é colocar a criança para descansar em um lugar bem ventilado, escuro e silencioso.

Segundo as estimativas da Academia Brasileira de Neurologia, entidade da qual o especialista é membro titular, a enxaqueca atinge cerca de 18% da população brasileira.

— Na parcela infanto-juvenil, as pesquisas sobre o assunto ainda são escassas, mas os dados epidemiológicos computados no estudo indicam que 12% dos meninos e meninas, a partir dos 10 anos, têm predisposição genética para o problema.

Postado por Larissa

Atenção para o baixo nível de vitamina D

15 de setembro de 2008 2

A falta de vitamina D, segundo alguns estudos, desempenha um papel não identificado na morte de pessoas que sofrem de uma variedade de problemas médicos, incluindo doenças cardíacas e câncer. Pesquisadores afirmam que há evidências de que, mesmo na população em geral, uma quantidade pequena da vitamina aparentemente está associada a um maior risco de morte.

No Archives of Internal Medicine, pesquisadores afirmam ter observado os níveis de vitamina D e as taxas de mortalidade de mais de 13 mil pessoas em um período de seis anos. Aqueles que chegaram aos níveis mais baixos de vitamina D tinham um risco de morte 26% maior, por qualquer causa, do que aqueles com os níveis mais altos, segundo o estudo conduzido por Michal L. Melamed, do Albert Einstein College of Medicine. Cerca de 40% dos homens e 53% das mulheres dos Estados Unidos têm níveis de vitamina considerados muito baixos.

Os pesquisadores apontaram outros estudos que analisam o papel da vitamina D, que pode ser encontrada no leite e também é obtida através da exposição ao sol. Descobriu-se, por exemplo, que o número de mortes por doenças cardiovasculares é bem maior no inverno, quando menos exposição ao sol leva a níveis mais baixos de vitamina D. A questão agora, segundo estudo, é descobrir se os suplementos que aumentam os níveis de vitamina poderiam diminuir o risco de morte.

Postado por Sílvia Lisboa