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Posts de março 2009

Ciúme

31 de março de 2009 1

Fernando Gomes

A Jornada de Abertura de 2009 da Associação Psicanalítica de Porto Alegre (Appoa) discutirá, no próximo sábado, o ciúme.

Confira o programa da atividade que será realizada no Santander Cultural (Rua Siqueira Campos, 1.025), das 9h30min às 18h:

9h30min

Abertura — Lucia Serrano Pereira, presidente da APPOA

Ciúmes, eu? — Maria Ângela Brasil

Do ciúme à inveja. Danos do amar — Marcia Helena Ribeiro

14h30min

Delírio de ciúme — Nilson Sibemberg

Sobre os tipos de ciúme — Lúcia Mees

Informações na sede da Appoa, na Rua Faria Santos, 258, em Porto Alegre, pelo telefone (51) 3333-2140 e no site www.appoa.com.br

Postado por Larissa Roso

Contra o envelhecimento das mãos

30 de março de 2009 0

A pele, assim como os demais órgãos do corpo, passa por alterações ao longo do tempo. Essas mudanças provocam o envelhecimento, que já se inicia no nascimento, mas começa a dar os primeiros sinais mais visíveis a partir dos 25 anos. No entanto, o trabalho para reduzir o ritmo desse processo deve ser contínuo. Tem começo, mas não tem fim.

As mãos ganham destaque por estarem mais expostas ao fotoenvelhecimento e às agressões inerentes do cotidiano, como, por exemplo, a utilização de detergentes e o frequente uso de água, que, juntos, afetam o estado da pele e a aparência das mãos.

— A mão, como qualquer outra parte do corpo, merece cuidados específicos porque é um importante cartão de visitas — diz a dermatoligista Marjorie Melo.

A mão envelhece como qualquer outra parte do corpo?

A derme, camada da pele composta principalmente por fibras de colágeno, possui espessuras variáveis no corpo. Na mão, sua espessura é menor, portanto existe uma menor quantidade de fibras colágenas se comparada, por exemplo, a um dorso. Podemos concluir que a mão pode envelhecer mais rápido que outras partes do corpo.

Por que se fala tanto em proteção facial e pouco sobre as mãos?

A fotoproteção deve ser a mesma para rosto, colo e dorso de mãos. Lembrando que, nas mãos, a reaplicação deve ser mais frequente devido ao hábito de lavá-las.

Quais são os cuidados diários que devemos ter?

Lavar as mãos com sabonete de PH fisiológico para não ressecá-las e hidratar com um creme ou loção com FPS.

Pessoas que transpiram muito devem ter cuidados redobrados?

Essas pessoas têm um risco maior de desenvolver patologias como a disidrose, que corresponde à formação de vesículas na palma das mãos e dos pés de caráter recidivante (evolui em surtos) e que, muitas vezes, são associadas a infecções fúngicas. Outra patologia comum e indesejável são as melanoses solares (manchas), decorrentes do acúmulo de sol, mas que não têm nada a ver com o suor.

Como tratar essas manchas?

As melanoses são tratadas com o laser Alexandrita (gentlelaser), um aparelho que emite uma luz vermelha direcionada apenas à melanina existente nas lesões pigmentadas. As regiões ao redor da área tratada ficam intactas. É a minha primeira opção.

No mercado já existem diversas opções de produtos específicos para as mãos. O que se deve observar antes da compra?

É sempre interessante observar a presença de filtro solar, pelo menos FPS 15, e de hidratantes.

Quais outros cuidados que se deve ter para prevenir o envelhecimento?

Podemos estimular a produção de colágeno também nas mãos com o uso de ácidos e aparelhos como a luz pulsada, que, além de clareá-las, promove um aquecimento que estimula a produção de colágeno.

Existe peeling para as mãos? Qual o melhor?

Praticamente todos os peelings de rosto podem ser feitos nas mãos. Toma-se sempre muito cuidado para que não seja muito agressivo porque o processo de cicatrização na mão é pior do que no rosto. Gosto muito do resultado do peeling de pasta de ATA (ácido tricloroacético _ que pode ser líquido ou em pasta) 15% nessa região. Na forma de pasta, o ácido é mais fácil de ser aplicado, porque garante uma distribuição homogênea. O resultado é uma descamação da área, promovendo uma renovação celular e clareamento da mão.

Qual a melhor técnica para suavizar os sulcos que aparecem com a idade?

Com a idade, perdemos tecido gorduroso nas mãos, deixando aquele aspecto de mão enrugada, sem sustentação. Uma boa técnica é o uso de preenchedores com o ácido hialurônico.

Os hidratantes diários para as mãos devem conter que tipos de ativos?

Para as mãos, hidratantes à base de ureia, óleo de uvas, fomblim (um ativo que promove um filme protetor resistente à água e a produtos químicos em geral, sem efeito oclusivo), óleo de silicone, manteiga de manga (com uma ação emoliente e nutritiva).

E as unhas, envelhecem?

As unhas são compostas por queratina. Quando saudáveis, são fortes e lisas, com um tom rosado. Elas também envelhecem e podem ficar doentes. Alterações sistêmicas como problemas de tireoide, anemia, problemas de circulação e deficiências nutricionais podem afetá-las.

Algumas pessoas têm unhas com ondulações. Isso é sinal de algum problema?

No processo de envelhecimento das unhas, podemos ter alterações definitivas como as ondulações ungueais, que não representam nenhuma doença.

Como tratá-las?

Nas ondulações ungueais, é sempre importante descartar algumas patologias associadas, como infecções fúngicas e doenças sistêmicas.

Como deixar as unhas saudáveis?

É muito importante uma alimentação rica em ferro, proteínas de alta qualidade e vitaminas do complexo B e C. Para as mulheres, deve-se evitar o uso excessivo de acetona e removedores de esmalte. Além disso, sempre que hidratarmos o corpo, não podemos esquecer das unhas e cutículas.

Fonte: Marjorie Melo, dermatologista, especialista em Dermatologia Clínica e Cosmiatria, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Academia Americana de Dermatologia

Postado por Larissa Roso

Pressão alta também é problema de adolescente

28 de março de 2009 1

Ser do sexo masculino, apresentar obesidade ou sobrepeso e não praticar atividades físicas: estes três fatores estão associados à ocorrência de hipertensão arterial sistêmica, mais conhecida como pressão alta, entre adolescentes e jovens. É o que revela uma pesquisa que envolveu alunos de 14 a 20 anos matriculados em escolas públicas de Ensino Médio da Região Metropolitana do Recife (PE).

Dos mais de 1,8 mil alunos avaliados, 17,3% apresentaram pressão arterial elevada, um percentual maior do que os encontrados em estudos nacionais e internacionais, nos quais a prevalência variou de 1% a 13%. Assinado por Betânia da Mata Ribeiro Gomes e João Guilherme Bezerra Alves, do Instituto Materno Infantil Professor Fernando Figueira, o trabalho acaba de ser publicado na revista Cadernos de Saúde Pública, periódico científico da Fiocruz.

 

Nas Américas, estima-se que 140 milhões de pessoas tenham hipertensão, mas metade delas não sabe que apresenta a doença, pois não exibe sintomas nem utiliza serviços de saúde. Entre as que se descobrem hipertensas, 30% não fazem tratamento por falta de motivação ou de recursos. "Embora a maior parte dos diagnósticos de hipertensão arterial sistêmica seja firmada em pacientes com idade avançada, a síndrome pode ter seu início na infância", destacam os autores no artigo. "É importante o rastreamento de crianças e adolescentes com risco aumentado de se tornarem adultos hipertensos, para que sejam adotadas medidas preventivas em idade precoce, reduzindo os riscos de doenças cardiovasculares e acidente vascular encefálico", completam.

De acordo com os resultados do trabalho, estudantes com sobrepeso tinham duas vezes mais risco de apresentar pressão alta do que aqueles com peso normal. Já para alunos obesos, o risco chegava a ser quatro vezes maior. "Esses dados comprovaram que, desde a adolescência, o sobrepeso e a obesidade desempenham um papel deletério para o sistema cardiovascular", dizem os autores.

Os pesquisadores também observaram que a prevalência de hipertensão era maior entre os alunos que não comiam frutas, mas a diferença não foi estatisticamente significativa. Betânia e João Guilherme esperam que, com a divulgação de seus resultados junto aos professores, estes se tornem mais engajados e coloquem a promoção da saúde dos alunos dentro das rotinas escolares. "Dessa forma, a grande campanha de recuperação e manutenção da saúde dos adolescentes será feita naturalmente, sem programas pontuais, cujos efeitos são efêmeros", argumentam.

Os dois acreditam que a pesquisa poderá subsidiar mudanças como a oferta de merenda escolar mais balanceada, o incentivo a práticas esportivas como atividades extracurriculares e a inclusão da hipertensão entre os temas debatidos em sala de aula.

Postado por Larissa Roso

Obesidade infantil

28 de março de 2009 0

Do caderno Vida de hoje

A obesidade infantil aumenta as chances de:

— Hipertensão arterial

— Diabetes

— Colesterol

— Infecções respiratórias e de pele

— Problemas nas articulações, como joelho e coluna

— Pedras na vesícula

— Problemas de coração em idade relativamente jovem, entre 30 e 40 anos

— Cirrose hepática por excesso de gordura no fígado

— Problemas emocionais que podem desencadear compulsão alimentar e anorexia na idade adulta 

Tendência

— A predisposição genética para a obesidade é um fenômeno biológico complexo, que envolve a interação de mais de 250 genes.

— Se a mãe engorda muito durante a gravidez, as chances de ter um filho obeso são grandes.

— Se os pais são gordos, além da genética com propensão àobesidade, os filhos podem imitar seus maus hábitos.

— O alto consumo de alimentos doces e gordurosos faz com que as células de gordura se desenvolvam antes. Hoje, crianças com quatro, cinco anos, produzem um tecido gorduroso que só deveria ser formado aos sete anos.

— Essas células vão aumentando de tamanho até que estouram e se multiplicam, o que resulta em ganho de peso.

— Uma pessoa nunca perde as células de gordura que ganhou ao engordar. Quando emagrece, essas células murcham, mas permanecem no organismo. Se, após conquistar o peso ideal, a pessoa não der continuidade a uma dieta saudável, essas células vão novamente inchar e se multiplicar.

Fonte: As Grandes Séries do Fantástico —  Questão de Peso, com o médico Dráuzio Varella, revista Nature, Endocrinologia para o Pediatra, de Osmar Monte e outros (Editora Atheneu) 

Números que preocupam

— 41% da população brasileira estão acima do peso ideal. Desse total, 15% são crianças.

— 3% dos brasileiros, cerca de 3,7 milhões de pessoas, sofrem de obesidade mórbida, ou seja, estão com 45 quilos ou mais de excesso de peso.

— O número de pessoas com excesso de peso ou obesidade praticamente dobrou nos últimos 30 anos. Uma em cada três com idades entre sete e 12 anos sofrem com excesso de peso.

— Quando ambos os pais são obesos, os filhos têm 80% de chances de seguirem os mesmos maus hábitos e se tornarem gordos.

— Uma criança rechonchuda tem 30% de probabilidade de se tornar obesa quando adulta. Já um adolescente com excesso de peso tem 70% de chances de se tornar um obeso ao crescer.

— A taxa de mortalidade entre homens obesos de 25 a 40 anos é 12 vezes maior quando comparada à taxa de mortalidade entre indivíduos de peso normal.

Fonte: Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (Abeso), Pesquisa Nacional sobre Saúde e Nutrição, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

Postado por Larissa Roso

Envelhecimento

28 de março de 2009 0

Do caderno Vida de hoje

Uma precaução que não pode ser esquecida na tentativa de garantir um envelhecimento mais tranquilo é a escolha de um bom plano de saúde. Para isso, é necessário saber exatamente qual a cobertura do convênio, para não ser surpreendido no momento em que mais se precisa dele. O geriatra Rodolfo Herberto Schneider, chefe do serviço de geriatria do Hospital São Lucas da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), alerta para alguns detalhes que fazem a diferença.

— É muito importante que a pessoa tenha acesso a exames de prevenção. Eles costumam ser caros, mas muito requisitados. É o caso de ecografia, tomografia, ressonância magnética e cateterismo. Não adianta fazer consultas e não fazer os exames necessários — ressalta.

Consultas que costumam ficar mais frequentes com o passar dos anos. Quem tem mais de 65 anos vai ao médico, em média, nove vezes ao ano. Os adultos se consultam apenas três vezes. Além disso, os idosos consomem três vezes mais remédios, são três vezes mais hospitalizados e ficam 50% de tempo a mais internados.

Saiba mais

Aos 30 anos

— Diminui a lubrificação das articulações e ocorrem alterações neurológicas de percepção, ou seja, a pessoa demora mais a reagir a estímulos.

— Começam os processos de calcificação de alguns ligamentos de sustentação das vértebras e endurecimendo dos discos intervertebrais. Esse processo limita os movimentos da coluna.

Aos 40 anos

— A pessoa passa a perder um centímetro de altura a cada 10 anos. Isso ocorre por causa da desidratação nos discos intravertebrais e também devido à osteoporose, o que provoca a diminuição de alguns ossos.

Aos 50 anos

— Começam a aumentar os casos de insônia e de outros distúrbios do sono.

Aos 60 anos

— Dorme-se menos, e a insônia é uma doença comum. Metade dos idosos sofre com algum grau de distúrbio de sono.

— Aumenta a incidência de doenças degenerativas, como o Alzheimer.

— A capacidade de regeneração dos tecidos é menor. Osteoporose e redução da atividade física aumentam o tempo para a recuperação de traumas.

Postado por Larissa Roso

Perda de peso melhora vida sexual de operadas

28 de março de 2009 0

Um estudo apresentado na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) buscou compreender quais sentidos e significados a mulher obesa atribui a sua vida afetivo-sexual com a nova imagem corporal proporcionada pela perda de peso após a cirurgia bariátrica, popularmente conhecida como cirurgia da redução do estômago.

— O interesse por este tema surgiu a partir de minha experiência no Hospital Regional de Assis, no qual tive a oportunidade de ter um contato com mulheres obesas de grau 3 que, ao revelarem suas histórias de vida, verbalizavam de maneira sofrida sua afetividade/sexualidade, além de algumas delas terem sofrido abuso sexual — afirma a psicóloga Érica Helena Martins de Godoy, autora da dissertação de mestrado Histórias da Vivência Sexual de Mulheres Submetidas à Cirurgia da Obesidade.

A forma mais amplamente indicada para avaliação do peso corporal em adultos é o Índice de Massa Corporal (IMC), recomendado inclusive pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Esse índice é calculado dividindo-se o peso do paciente em quilogramas pela sua altura em metros elevada ao quadrado. Quando o IMC é igual ou superior a 40, trata-se da obesidade de grau 3 (mórbida), doença grave, com risco de morte.

— Sabemos que o tratamento mais eficaz para a obesidade mórbida é a cirurgia bariátrica, que contribui para o emagrecimento gerando uma modificação na imagem corporal e em diversos fatores da vida do operado — explica a psicóloga.

O estudo

A pesquisa foi realizada com 10 mulheres, entre 31 e 56 anos, sendo que seis delas se submeteram a cirurgia em instituições privadas e as demais (quatro) em hospitais públicos, há pelo menos seis meses. Na amostragem, o IMC antes da cirurgia variava de 37,5 a 67. Depois da intervenção cirúrgica, o IMC mostrou que duas avaliadas estavam com o peso normal, seis tinham quadro de sobrepeso e duas mantinham o quadro de obesidade grau 3.

— A psicoterapia no pré-operatório foi realizada por nove mulheres, mas apenas três receberam a mesma orientação após a cirurgia — diz Érica Godoy.

O perfeito entrosamento da equipe multidisciplinar, formada por médico cirurgião, gastroenterologista, nutricionista, psicólogo, fisioterapeuta e fonoaudiólogo, entre outros, é fundamental para o sucesso da cirurgia.

— Apesar de esse tipo de cirurgia ter como principal objetivo a melhora da qualidade de vida por intermédio da perda de peso, é fundamental o tratamento multidisciplinar nas etapas que antecedem e sucedem a operação — informa.

De acordo com a psicóloga, a partir do momento em que as mulheres perderam peso, uma melhora nas vivências da afetividade e sexualidade pôde ser observada.

— Constatamos que a diminuição da forma física pode contribuir para uma melhoria no desempenho do ato sexual, com menor fadiga e mais criatividade, além da presença mais afetiva e constante do companheiro ou parceiro — conta.

Postado por Larissa Roso

Fisioterapia para doenças respiratórias

28 de março de 2009 0

Respirar é um ato involuntário e, talvez por isso, seja tratado com certa displicência pelas pessoas. Só que um tratamento insuficiente de pequenas infecções, exposição a elementos alérgicos e até mesmo vícios posturais pode contribuir para o avanço de doenças respiratórias, como bronquite e asma. Outras, no entanto, são predeterminadas por fatores genéticos. É o caso da fibrose cística, uma disfunção genética na produção do muco.

A fisioterapia é uma velha aliada para aliviar quadros respiratórios. Na década de 1980, a prática clínica da fisioterapeuta carioca Mariângela Pinheiro de Lima fez com que ela repensasse alguns dos exercícios clássicos. Na tentativa de desenvolver manobras mais eficientes e que oferecessem maior conforto ao paciente, ela criou o Reequilíbrio Torácico-Abdominal (RTA).

A técnica visa corrigir posturas e deformidades provocadas pelas doenças respiratórias no corpo do paciente. O constante esforço ao tossir, por exemplo, pode levar à projeção do peito e a afundamentos na região das costelas.

— O trabalho visa devolver ao paciente o máximo possível da capacidade respiratória para que diminua o esforço e o gasto de energia nessa função — explica a criadora da técnica.

Saiba mais

Qual a eficiência da fisioterapia no tratamento de problemas respiratórios?

Ela age como uma forte aliada, especialmente em pacientes crônicos que apresentam acúmulo de secreção, como asma, discinesia ciliar e fibrose cística. Sem a eliminação natural do muco, há uma gradativa diminuição da função pulmonar. Os exercícios fisioterápicos estimulam a limpeza dos brônquios e a expectoração. O trabalho deve ser progressivo e contínuo, e não dispensa o tratamento medicamentoso. Funciona como uma terapia auxiliar.

O RTA apresenta quais vantagens?

A técnica aparece como um método alternativo. Isso faz com que o maior instrumento de medição de eficiência seja a prática clínica, e não os estudos comparativos com outros métodos. No cotidiano dos hospitais, o RTA tem se mostrado eficaz para o tratamento de patologias crônicas. A maioria dos pacientes apresenta uma melhora imediata do quadro clínico após a sessão, com elevação dos níveis de oxigenação.

A forma como respiramos pode interferir no surgimento de patologias?

Fica difícil pensar em uma forma correta de respirar, por ser um ato involuntário. Mas nossa postura, sim, interfere diretamente na eficiência da respiração. Manter uma postura curvada, por exemplo, pode desencadear ou agravar doenças em decorrência de uma ventilação irregular do pulmão. Além disso, ela favorece o acúmulo de secreções em determinadas áreas, levando a inflamações ou infecções.

Fonte: Luciana Monte, pneumologista pediátrica

Postado por Larissa Roso

Palestras

26 de março de 2009 0

Doença de Alzheimer

O Grupo de Apoio a Familiares e Portadores da Doença de Alzheimer do Hospital de Clínicas de Porto Alegre promove a palestra gratuita Diagnóstico e Características da Doença de Alzheimer com a neurologista Cláudia Godinho.

A atividade, aberta a todos os interessados, será na próxima segunda-feira, às 17h, na sala 160 do hospital (Ramiro Barcelos, 2.350, térreo). Será distribuído um manual sobre a enfermidade. Mais informações pelo telefone (51) 2101-8182.

Doença pulmonar obstrutiva crônica

O Pavilhão Pereira Filho, unidade de pneumologia da Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre, realiza palestra com o pneumologista Adalberto Rubin sobre doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) na segunda-feira, às 14h.

O encontro, dirigido a pacientes com enfisema pulmonar e bronquite crônica, familiares e demais interessados, será realizado no anfiteatro, no 1º andar, com entrada franca. Mais informações pelos telefones (51) 3214-8315 e 3214-8304, em horário comercial.

Postado por Larissa Roso

Anemia falciforme em afrodescendentes

24 de março de 2009 0

O Núcleo de Estudos Afrobrasileiros do Hospital de Clínicas de Porto Alegre promove, amanhã, o seminário Anemia Falciforme e População Afrobrasileira, com o professor João Ricardo Friedrish. Será às 14h, no auditório José Baldi, no 2º andar da instituição (Rua Ramiro Barcelos, 2.350), com inscrições gratuitas no local. Mais informações pelo telefone (51) 2101-8090.

 

Postado por Larissa Roso

Palestra sobre cirurgia da obesidade

23 de março de 2009 0

Amanhã, às 19h, o Grupo de Estudos da Cirurgia de Obesidade Mórbida (Gecom) promove palestra na Associação Médica do Rio Grande do Sul (Amrigs), na Avenida Ipiranga, 5.311, em Porto Alegre.

O tema, a cargo do cirurgião digestivo Jorge Ruttkay Pereira, será cirurgia da obesidade e a importância do acompanhamento de uma equipe interdisciplinar no processo de emagrecimento. O médico é coordenador do Gecom, membro titular do Colégio Brasileiro de Cirurgiões e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica (filiada à Federação Internacional da Cirurgia de Obesidade).

O evento será aberto ao público. Mais informações pelo telefone (51) 3332-1131.

Postado por Larissa Roso