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Posts de abril 2009

Como prevenir cáries em crianças

29 de abril de 2009 0

Balas, chocolates, salgadinhos. Frequentes na alimentação da maioria das crianças, essas guloseimas, ricas em sacarose, podem provocar as temidas cáries dentárias. O que muitos não sabem, porém, é que a cárie é uma doença infecciosa que pode ser transmitida pela saliva — por meio de beijos, tosse, talheres compartilhados ou até mesmo no ato de a mãe soprar a papinha do bebê.

As mães têm papel importantíssimo na prevenção. Logo na sexta semana de vida intrauterina, já se inicia a formação dos dentes decíduos (de leite), e a dieta da gestante, nesse período, influenciará na formação dentária. Após o nascimento, o cuidado deve permanecer.

Além dos benefícios imunológicos já conhecidos do leite materno, a amamentação também contribui para a proteção dos dentes, que devem começar a surgir por volta dos seis meses de vida.

— A força e os movimentos realizados pela criança durante o ato de sugar o leite da mãe são um excelente exercício para o desenvolvimento ósseo e muscular da face. Estudos apontam que a prevalência da cárie dentária é menor quando há maior duração do período de amamentação, principalmente por conta das chamadas cáries de mamadeira — explica a dentista Cássia Gil.

A partir do sexto mês, são introduzidos outros alimentos na dieta infantil, e os pais devem atentar à higiene bucal e à qualidade da alimentação dos filhos. Dados do Ministério da Saúde apontam que 27% das crianças de 18 a 36 meses têm cárie.

— Se a criança mostra interesse, mas não apresenta coordenação motora suficiente para fazer a escovação sozinha, deixe que ela comece e você finaliza — ensina.

A especialista alerta: a cárie pode ser prevenida com uma dieta balanceada e com uma adequada higiene bucal. O consumo exagerado de açúcar pode afetar não só a saúde da boca, mas também a saúde integral, acarretando problemas como diabetes, obesidade, aumento da pressão arterial, labirintite e agravamento de doenças crônicas.

Como escovar os dentes

— Ao contrário do que muita gente pensa, a melhor posição não é na frente da criança, e sim atrás dela, com a cabeça apoiada no corpo do adulto.

— Afaste os lábios e as bochechas com uma mão e escove os dentes com a outra.

— A tendência é sempre escovar somente a parte que se usa para mastigar, mas lembre-se das partes voltadas para a língua e também daquelas voltadas para as bochecha.

— A higiene deve ser feita após as principais refeições e a ingestão de doces, sendo a noturna a principal delas.

Outra dicas para prevenção de cáries

— Evite uma dieta rica em açúcar (principalmente na refeição noturna).

— Não adicione açúcar ou achocolatado nas mamadeiras e faça a higiene bucal na criança após a última mamadeira antes de dormir.

— Supervisione a escovação, principalmente a das crianças que ainda não têm coordenação motora para fazer a higiene bucal adequadamente.

— Tenha cuidado com a alimentação da criança e opte por lanches mais saudáveis, ricos em nutrientes e fibras, como frutas, queijos, pipoca, amendoim.

— Leve seu filho ao dentista periodicamente.

— Use creme dental fluoretado de acordo com a recomendação do dentista.

Postado por Larissa Roso

Deficientes auditivos demoram a procurar ajuda

27 de abril de 2009 0

Júlio Cordeiro
Nas ruas é comum encontrarmos pessoas de todas as idades usando óculos, mas não é isso o que acontece no caso da deficiência auditiva. Apenas 40% das pessoas com perda de audição reconhecem que ouvem mal. A falta de informação e o preconceito fazem com que a maioria demore, em média, seis anos para tomar uma providência.

 

Ao sentir alguma dificuldade para ouvir, a pessoa deve consultar um especialista que avaliará a causa, o tipo e o grau da perda auditiva. A partir do resultado dos testes, como o de audiometria, será indicado o tratamento mais adequado. Muitas vezes, o uso de aparelho auditivo resolve o problema.

— Não há demérito algum em usar um aparelho auditivo. Atualmente, existem modernos aparelhos, com tecnologia digital, pequenos e quase imperceptíveis, que não ofendem a vaidade de quem usa. Por que não fazer uso dessa tecnologia e ouvir melhor, sentindo-se mais confiante para conversar com seus familiares, amigos e colegas de trabalho? O aparelho com certeza contribui para melhorar a autoestima e a qualidade de vida — afirma a fonoaudióloga Isabela Gomes.

Mais de 15 milhões de brasileiros têm problemas de audição, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS). Neste balanço, estão incluídos os 12 millhões de brasileiros com mais de 65 anos que sofrem algum grau de perda auditiva. No caso dos idosos, o déficit de audição pode ocorrer por causa de mudanças degenerativas naturais do envelhecimento, chamadas de presbiacusia.

Quando a indicação é o uso de aparelho auditivo, alguns pacientes se sentem punidos por isto.

— Infelizmente, muitas vezes, quando a pesssoa procura tratamento o caso já está mais grave. A perda se dá de maneira lenta e progressiva, e com o decorrer dos anos a deficiência atinge um estágio mais avançado — explica Isabela.

Cabe à fonoaudióloga indicar o tipo e o modelo para atender às necessidades do deficiente auditivo. O aparelho será então regulado para tornar os sons audíveis para o paciente. Isabela, no entanto, lembra que nem sempre o ajuste certo é obtido nos primeiros dias de uso:

— Alguns passam tantos anos sem ouvir direito que estranham quando voltam a escutar determinados sons. Por isso, é necessário um acompanhamento.

Ainda há um grande preconceito em relação ao uso de aparelhos de audição e falta de informação sobre os avanços tecnológicos da área.

— As pessoas têm que estar conscientes de que o uso do aparelho não diminui ninguém. A audição é muito importante nas nossas relações, no nosso dia a dia. A perda da audição muda o perfil psicológico do indivíduo. Por que não mudar esse quadro?

Postado por Larissa Roso

Entrevista

25 de abril de 2009 0

Do caderno Vida de hoje

Entrevista: P. Reed Larsen, professor de Medicina de Harvard

Um dos destaques internacionais do 13º Congresso Latino-Americano de Tireoide, que começa no dia 30 em Gramdo, é o médico P. Reed Larsen, professor de medicina da Harvard Medical School e chefe da Divisão de Tireoide do Brigham and Women`s Hospital, em Boston (EUA).

Em entrevista a Zero Hora, o endocrinologista fala dos avanços da medicina e da importância do tratamento adequado contra as doenças da tireoide.

Zero Hora — Na sua opinião, qual foi o mais significante avanço, nos últimos anos, para o tratamento das doenças da tireoide?

P. Reed Larsen — A capacidade de obter células de um nódulo da tireoide a partir de uma simples punção com uma agulha fina e determinar se o nódulo é maligno. Como a maioria dos nódulos é benigna, essa técnica é excelente para médicos e pacientes. Se realizado por um endocrinologista/tireoidologista experiente, esse procedimento leva alguns minutos e é muito confiável. Antes dessa técnica, o paciente tinha que ser submetido a uma cirurgia para o diagnóstico, o que certamente é muito mais complicado.

ZH — Quais as principais causas das doenças da tireoide? É possível evitá-las?

Larsen — São as doenças autoimunes que podem provocar tanto ativação como diminuição da função tireoidiana. Não temos como evitá-las, mas são facilmente diagnosticadas e tratadas. A principal causa que se pode prevenir é a deficiência de iodo. Essa condição ocorre em determinadas regiões, e a prevenção é com a colocação do iodo no sal, a melhor maneira de evitar a enfermidade.

ZH — A deficiência de iodo altera a função da tireoide. No entanto, estudos recentes sugerem que o excesso de iodo também pode ser perigoso. Como resolver essa equação?

Larsen — É muito difícil que alguém tenha excesso de iodo a partir das medidas utilizadas para corrigir a deficiência (por exemplo, iodização do sal). Ocasionalmente, pacientes podem apresentar reações adversas a medicações contendo o iodo, como corantes para visualização das estruturas do coração, rins ou outros tipos de radiografias. Uma dose realmente elevada de iodo é muito rara, e o nosso organismo tem maneiras de se defender. O excesso é excretado na urina.

ZH — Quais as consequências das doenças da tireoide se não tratadas?

Larsen — Dependerão do tipo de disfunção. Se for hipertireoidismo, geralmente a doença começa devagar, e os pacientes não notam o que está acontecendo até ficar grave. Em alguns casos o paciente pode ficar muito doente, sem controle da doença, sendo necessário ir para a emergência de um hospital. Se o paciente desenvolver outra doença com a alteração tireoidiana, isso vai complicar ainda mais o quadro.

ZH — E no hipotireoidismo?

Larsen — Se for ignorado, os pacientes podem desenvolver aumento do colesterol e aterosclerose, além de alterações mentais. É particularmente importante evitar o hipotireoidismo na infância porque pode comprometer o desenvolvimento intelectual e resultar em baixa estatura.

Postado por Larissa Roso

Atenção ao excesso de pelos em mulheres

25 de abril de 2009 0


O excesso de pelos nas mulheres pode ser sintoma de algum problema que deve ser tratado, segundo um relatório do Royal College de Obstetras e Ginecologistas do Reino Unido divulgado nesta semana, no qual é um feito um apelo a quem sofre desse problema para não ter medo na hora de procurar um médico.

 

O relatório indica que entre 5% e 15% das mulheres têm excesso de pelos e que, na maioria dos casos (entre 70% e 80%), o problema tem a ver com a síndrome dos ovários policísticos. A autora do estudo é Rebecca Swingler, que trabalha no Hospital Saint Michael`s, de Bristol, e que explicou que essa circunstância, conhecida cientificamente como hirsutismo, causa angústia e transtornos psicológicos entre muitas portadoras.

O hirsutismo é o crescimento excessivo de pelos em regiões consideradas andrógeno-dependentes, como o lábio superior, as costeletas, o queixo, o pescoço, em volta dos mamilos, no tórax, na área imediatamente superior ou inferior ao umbigo, nas virilhas, nas coxas e nas costas.

Frequentemente, está associado a acne, queda de cabelo e irregularidades menstruais. Em muitas ocasiões, segundo Rebecca, as mulheres não buscam ajuda médica porque têm vergonha ou porque consideram que não é um problema grave. Os casos menos severos podem ser tratados com cirurgia estética, mas frente aos quadros mais intensos o tratamento hormonal — como o uso da pílula contraceptiva — é o mais efetivo. Também a perda de peso em mulheres obesas pode ajudar a reduzir os altos níveis de testosterona, responsáveis, em alguns casos, pelo excesso de pelos.

— Comumente, as mulheres demoram anos até enfrentar o hirsutismo. Elas devem se observar no contexto de sua família e origem étnica, fixando-se no que é normal para elas — diz a médica.

Postado por Larissa Roso

Tratamento contra a degeneração macular

25 de abril de 2009 2

Cientistas britânicos desenvolveram o primeiro tratamento mundial contra a causa mais comum de cegueira — a degeneração macular relacionada à idade (DMRI) — a partir do uso de células-tronco, que poderia começar a ser aplicado até 2015. O tratamento é obra de oftalmologistas do University College London (UCL) e do hospital Moorfields de Londres e consiste em substituir a camada de células oculares que sofreram um processo degenerativo devido à idade por células novas, obtidas a partir da manipulação de células-tronco embrionárias.

 

A DMRI é uma doença ocular causada por degeneração, danos ou deterioração da mácula, uma camada amarelada de tecido sensível à luz que se encontra no centro da retina e que proporciona a acuidade visual que permite ao olho notar detalhes. O tabagismo, a idade avançada, antecedentes familiares, o alto nível de colesterol no sangue e a hipertensão arterial são os fatores que mais comumente causam DMRI, um problema que afeta 30 milhões de pessoas no mundo. Estima-se que um em cada 10 indivíduos afetados acabe desenvolvendo cegueira absoluta.

O professor Peter Coffey, do Instituto Oftalmológico da UCL, afirmou que um quarto da população com mais de 65 anos sofre de diferentes graus de DMRI e assegurou que os exames realizados até agora tiveram um resultado satisfatório.

— Há uma camada de células na parte posterior do olho que é o suporte da parte do olho que vê, a retina. Essa camada de células começa a se degenerar e morre, e o resultado é que a pessoa fica cega porque a parte da retina que nos ajuda a ver já não tem o respaldo do qual necessita — explica o cientista. — O que estamos estudando é se podemos voltar a colocar células para regenerar essa camada — acrescenta.

Os pesquisadores envolvidos no projeto, que trabalham agora para produzir células que possam ser utilizadas clinicamente, esperam fazer os primeiros testes a partir de 2011, assim que tiverem autorização das autoridades médicas do Reino Unido.

Postado por Larissa Roso

Saiba mais sobre a tireoide

25 de abril de 2009 0

Do caderno Vida de hoje

Quem deseja saber mais sobre os tratamentos de câncer da tireoide e de outras doenças (hipotireoidismo e hipertireoidismo) terá uma boa oportunidade durante o 13º Congresso Latino-Americano de Tireoide, em Gramado, entre os dias 30/4 e 3/5. No primeiro dia do evento, será realizada uma palestra voltada para pessoas que não são profissionais da área médica. Os especialistas esclarecerão dúvidas dos participantes, conscientizando-os da importância de se preocupar com a saúde da tireoide.

O que: encontro Converse com o Especialista

Para quem: público leigo

Quando: 30 de abril, às 14h

Onde: no centro de convenções do Hotel Serrano, em Gramado

Mais informações: www.lats2009.com.br

Postado por Larissa Roso

Diabetes no idoso

21 de abril de 2009 0

 

Na próxima quinta-feira, a farmacêutica Cristiane Trentin ministrará palestra sobre os cuidados que os idosos precisam ter com o diabetes. A atividade faz parte do Programa Geriatria e Gerontologia para a Comunidade, promovido pelo Instituto de Geriatria e Gerontologia (IGG).

O evento tem entrada franca e se realiza às 11h, no 3º andar do Hospital São Lucas (Avenida Ipiranga, 6.690, Porto Alegre). As inscrições podem ser feitas pelo telefone (51) 3336-8153.

Postado por Larissa Roso

Fisioterapia uroginecológica

20 de abril de 2009 0

A fisioterapeuta especialista em uroginecologia Janine Cardoso Soares Lazzarotto ministrará uma palestra gratuita sobre a importância da fisioterapia nas incontinências urinárias e nas disfunções sexuais femininas. Será na sexta-feira, dia 24 de abril, às 8h30min, no Parque Municipal Getúlio Vargas, na Rua Dona Rafaela, 700, em Canoas.

Os participantes devem estar vestindo roupa de ginástica para a prática de exercícios demonstrativos. Mais informações pelos telefones (51) 3462-1629 ou 9245-0236, com Rosaura.

Postado por Larissa Roso

Dor de cabeça é a mais comum entre universitários

18 de abril de 2009 0

Intitulada A Prevalência da Dor no Intervalo de 24 Horas em Estudantes Universitários, a pesquisa realizada pela médica Roberta Padilha de Souza, membro da Sociedade Brasileira de Cefaleia, mapeou as principais dores sentidas por alunos universitários. Realizada, entre agosto e setembro de 2007, na Universidade Federal de Pernambuco, a pesquisa coletou dados de 417 estudantes. A partir das informações, registrou-se que cerca de um quinto (18,9%) sente dores de cabeça. Em seguida, a dor nas costas (11,8%) aparece com maior frequência.

Alguns aspectos como gênero masculino e feminino, satisfação com horas de sono e nível de estresse mostraram ter significativa influência sobre os episódios de cefaleia. Dentre os estudantes que apresentam cefaleia, as mulheres revelaram ter o dobro da frequência registrada entre homens. Em relação à satisfação com as horas de sono, a chance de dor entre os estudantes que não se satisfazem com seu sono é 2,6 vezes maior do que entre aqueles que têm satisfação com as horas de sono. Quanto ao nível de estresse, a possibilidade de os estudantes apresentarem cefaleia é 2,92 vezes maior entre aqueles que informam ter um nível de estresse regular ou alto em comparação com aqueles que dizem sentir um nível de estresse baixo ou inexistente.

Como conclusão, a pesquisadora destaca que, abordando todos os critérios da pesquisa, os estudantes com nível de estresse regular ou alto, que não estão satisfeitos com as horas de sono e são do gênero feminino têm probabilidade de 31,8% de apresentarem cefaleia. O tipo de cefaleia mais prevalente foi a cefaleia de padrão tensional, que pode ser causada pelo estudante que fica exposto a calor ou frio intensos, passa privação ou excesso de sono e tem má alimentação, além de fatores genéticos, no caso da enxaqueca.

O presidente da Sociedade Brasileira de Cefaleia, Carlos Bordini, atenta que, apesar de comum, a dor de cabeça pode gerar prejuízos no desempenho acadêmico, social e inclusive no desempenho sexual dos estudantes. Por isso é recomendado que haja um equilíbrio entre alimentação, descanso e cuidados com a saúde, além da prática de exercícios físicos.

Postado por Larissa Roso

Parturiente deve evitar ficar deitada

18 de abril de 2009 0

Deixar a mulher deitada nas primeiras fases do parto prolonga o processo em aproximadamente uma hora. Por isso, é muito melhor que a futura mãe fique de pé, sentada ou caminhando, segundo uma recompilação de estudos sobre o tema.

Pesquisadores da Cochrane Collaboration, formada por voluntários que realizam relatórios com dados recolhidos do mundo inteiro, chegaram a esta conclusão após analisar 21 levantamentos realizados em países desenvolvidos desde os anos 60, com a participação de 3,706 mil mulheres.

 

A primeira fase do parto foi reduzida em aproximadamente uma hora entre as mulheres que ficaram em posição erguida, em comparação às que ficaram deitadas, segundo o artigo publicado no site da Cochrane Library, instituição sem fins lucrativos com base no Reino Unido.

— Na maioria dos países em desenvolvimento, as mulheres permanecem em pé ou caminham durante as fases adiantadas do parto sem sofrer efeitos adversos — afirma a autora principal do estudo, Annemarie Lawrence, do instituto de saúde materno-infantil do hospital de Townsville, em Queensland, na Austrália.

Segundo Lawrence, os dados mostram que "há benefícios e nenhum risco ao ficar erguida ou em movimento durante a primeira fase do parto". Por isso, recomenda-se que as mulheres adotem qualquer posição que considerarem mais confortável e evitem ficar na horizontal.

Os pesquisadores indicam que são necessárias outras investigações para entender como as diversas posições para dar à luz influem nos níveis de dor, controle e satisfação entre as parturientes.

Postado por Larissa Roso