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Posts de agosto 2009

Fibrose cística: diagnóstico difícil

31 de agosto de 2009 0

A falta de diagnóstico preciso para fibrose cística (mucoviscidose) no Rio Grande do Sul leva muitos pacientes a iniciarem o tratamento tardio da doença, o que acaba comprometendo a saúde e agravando os sintomas. Em outros casos, a enfermidade chega a ser confundida com outras e nunca é descoberta, causando mortes.
Para alertar tanto a população quanto a classe médica, a Associação de Apoio a Portadores de Mucoviscidose do Rio Grande do Sul (Amucors) aproveita o Dia Nacional de Conscientização e Divulgação da Fibrose Cística, em 5 de setembro, para cobrar do governo gaúcho a inclusão do exame no teste do pezinho. Apesar de uma portaria do Ministério da Saúde (MS) de 2001 acrescentar a doença no procedimento, isso apenas ocorre em Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais e Espírito Santo.

"Pesquisas do Grupo Brasileiro de Estudos da Fibrose cística (GBEFC) revelam que um para cada dois mil nascidos vivos têm a doença, o que corresponderia a 95 novos diagnósticos por ano no Estado", salienta o professor doutor Fernando Abreu e Silva, coordenador do centro de referência do Hospital de Clínicas de Porto Alegre.

O médico explica que a inclusão de fibrose cística no teste do pezinho não garante o diagnóstico da doença.
— A triagem neonatal apenas indica uma suspeita de que a criança pode ser portadora de mucoviscidose, que precisa ser confirmada depois do primeiro mês de vida com o teste de suor — relata.
O médico acrescenta que outro forte indício para a doença é a obstrução intestinal do recém-nascido.
— Em cerca de 80% a 90% dos casos trata-se de fibrose cística — destaca.

Além de dar assistência aos pacientes, as ações da Amucors são focadas na divulgação da doença, para que tanto pais quanto pediatras e pneumologistas desconfiem que pneumonias de repetição, tosse com escarro, diarreia crônica e desidratação podem indicar uma doença mais grave.

— A fibrose cística não tem cura, por ser genética, mas tem tratamento que pode minimizar o sofrimento do paciente e garantir uma vida normal, desde que a enfermidade seja diagnosticada cedo — frisa a presidente da entidade, Elisabeth Backes.

Sobre a fibrose cística
É uma doença hereditária e sem cura. Atualmente, um em cada dois mil nascidos vivos no Rio Grande do Sul é portador da enfermidade. A mucoviscidose provoca o mau funcionamento das glândulas do suor, da lágrima, da saliva e do muco, afetando a digestão e a respiração. A fibrose cística faz com que tais secreções fiquem muito espessas, entupindo os canais e causando problemas digestivos e respiratórios.

Sintomas mais comuns são:
Tosse crônica, geralmente com muito escarro
Chiado de peito freqüente
Pneumonias constantes
Suor excessivo e muito salgado
Desidratação sem causa aparente
Obstrução intestinal
Dificuldade em ganhar peso e altura
Fezes volumosas e diarréia freqüente
Dor abdominal
Doença no fígado
Extremidades dos dedos dilatadas
Pólipos nasais (espécie de carne esponjosa)

Postado por Daniel Cardoso

Novo tratamento para a rinite grave

29 de agosto de 2009 0

Especialistas de todo o Brasil estarão reunidos para uma atualização médica sobre as doenças que atingem o nariz, a garganta e a orelha.

Entre as principais novidades do evento científico, realizado em Gramado nesta semana, está um novo tratamento para a rinite alérgica grave e persistente. O principal diferencial da nova susbtância, chamada de ciclesonida, é o fato de ser ativada somente quando entra em contato com a mucosa nasal.

– Quando isso acontece, ela se transforma em des-ciclesonida, substância ativa, diminuindo os efeitos adversos comuns aos outros tratamentos existentes – explica Renato Rhoitmann, Presidente da Academia Brasileira de Rinologia, otorrinolaringologista do Hospital do Pronto-Socorro Municipal de Porto Alegre e professor-adjunto da Universidade Luterana do Brasil.

Entre as doenças alérgicas, a rinite é a mais comum, atingindo em torno de 25% da população, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). O problema é uma reação de defesa exagerada do organismo dos alérgicos contra agentes externos que possam chegar aos pulmões. Por causa disso, o nariz acaba produzindo muito mais muco (ou secreção) e provocando espirros e/ou obstrução nasal – tudo para impedir a entrada da substância entendida pelo corpo como uma ameaça.

Um estudo publicado recentemente, denominado AILA (Allergies in Latin America), avaliou 1.088 adultos (sendo 285 no Brasil) e 4.618 crianças (sendo 123 no Brasil) identificados com polinose (alergia causada pela sensibilização a polens), alergia nasal ou tratados por alergia nasal nos últimos 12 meses em oito países da América Latina: Argentina, Brasil, México, Chile, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela.

A rinite alérgica pode ser classificada como intermitente (menos de quatro dias por semana ou menos de um mês) ou persistente (contínua) e a intensidade dos sintomas é dividida em leve (quando os sintomas não incomodam), moderada e grave (quando os sintomas atrapalham a qualidade de vida da pessoa).

Postado por Sílvia Lisboa

Chupar bico ou o dedo: o que é pior?

29 de agosto de 2009 0

Nos dias de hoje, estima-se que cerca de 90% das crianças com idade até três anos tem o hábito de chupar dedo ou bico.

Veja as recomendações do dentista Gabriel Schmidt Dolci, de Porto Alegre, para como lidar com a situação e as suas consequências para a saúde bucal:

 

A sucção de bico ou dedo sempre gera alterações na dentição da criança?

Não, três características do hábito de chupar o dedo ou o bico irão determinar seus efeitos sobre os dentes da criança:

1) A freqüência do hábito - crianças que chupam o dedo todo o dia (maior freqüência), têm mais propensão ao desenvolvimento de alterações dento- esqueléticas;

2) Sua duração - crianças que iniciam a chupar o dedo ou bico muito cedo (menos que 1 ano) e largam o hábito muito tarde (4 anos ou mais), provavelmente apresentarão alterações nos dentes.

3) A intensidade -refere-se ao fato de a criança fazer ou não força com os lábios, bochechas e língua durante o ato de chupar o dedo/bico. As crianças que fazem força terão maior probabilidade de apresentar problemas dentários.

O que é pior, chupar o dedo ou o bico?

O que determina os prejuízos sobre a dentição é a duração, freqüência e intensidade do hábito. Contudo vale salientar que a prevalência do hábito de chupar o bico é muito maior do que o de chupar o dedo (90% e 10% respectivamente). Por outro lado, a remoção do hábito de chupar o dedo é muito mais difícil quando comparada à remoção do bico. Assim, muitos especialistas indicam que a sucção do bico é menos maléfica, visto a maior facilidade da criança remover o hábito.

 

Quais são as conseqüências da sucção do dedo ou bico?

As duas principais alterações dentárias associadas ao hábito de chupar dedo ou bico são:

1) A falta de contato entre os dentes de cima e os de baixo (mordida aberta)– essa alteração pode ser vista na região onde o bico/dedo é colocado. Caso não seja tratada, a criança poderá adquirir um hábito secundário de projetar a língua para este espaço durante a deglutição ou até mesmo durante a fala.

2) A mordida alterada entre os dentes de trás (mordida cruzada posterior) - essa alteração, se não for tratada precocemente, tende a evoluir para uma alteração bem mais complexa e de difícil tratamento.

 

Meu filho(a) chupa bico ou dedo, o que eu faço?

A sucção digital é um habito que se inicia na vida intra-uterina e, deve ser considerado normal até os três anos. Após essa idade, deve-se procurar um cirurgião-dentista especialista em Ortodontia ou Odontopediatria, para acompanhar do caso. Em determinadas situações será necessário a instalação de aparelhos ortodônticos fixos ou removíveis. Tais dispositivos poderão ser importantes auxiliares para a remoção do hábito de chupar o dedo ou bico e correção das alterações dentárias e para impedir a aquisição de hábitos secundários (fonação e deglutição alteradas).

Postado por Sílvia Lisboa

Como NY abandonou a gordura trans

29 de agosto de 2009 0

O fato é tão sensacional que mereceu a publicação em uma das mais importantes revistas médicas dos Estados Unidos, a Annals of Internal Medicine. O artigo, publicado em julho, não é um ensaio clínico, uma pesquisa ou um texto de revisão de literatura.

Trata-se de cinco páginas com a descrição orgulhosa da metodologia usada pela cidade de Nova York para conseguir mudar o perfil dos cardápios da cidade. "A ação atingiu todos os estabelecimentos licenciados para comercializar alimentos, incluindo restaurantes, lanchonetes, cantinas escolares, cafeterias, empresas fornecedoras de alimentos e até mesmo o comércio ambulante", informa a endocrinologista Ellen Simone Paiva, diretora do Citen (Centro Integrado de Terapia Nutricional).

O fato, descrito em detalhes na revista, foi capitaneado pela secretaria municipal de Saúde da cidade, que desenvolveu várias estratégias que culminaram com a redução, a níveis muito baixos, do consumo de gordura hidrogenada pelos restaurantes da cidade de Nova York. "Essa vitória só foi possível graças a uma emenda ao Código de Saúde da Cidade, pois as várias tentativas anteriores, utilizando apenas campanhas educacionais não obtiveram sucesso", diz a médica.

Em 2003, uma cidadezinha da Califórnia chamada Tiburon, situada ao norte de São Francisco, já havia iniciado com sucesso uma campanha para eliminar a gordura trans dos óleos utilizados nas cozinhas dos seus 18 restaurantes locais. Em 2006, a Dinamarca também já havia provado que o feito era possível, sem ônus social ou econômico, ao conseguir abolir a gordura hidrogenada de toda a sua rede de comércio de alimentos.

 

A descoberta do vilão

A gordura hidrogenada ou gordura trans foi idealizada e produzida artificialmente para reduzir a concentração de gordura saturada dos alimentos, substituindo-a na preparação dos mesmos. O objetivo era tornar o alimento industrializado mais saudável e livre da gordura saturada, até então tida como a grande causa da elevação do colesterol dos consumidores de tais alimentos.

Com a gordura trans, as frituras ficam sequinhas, crocantes, irresistíveis. Com ela, os alimentos são mais facilmente estocados e transportados, apresentam um maior tempo de validade e um preço mais competitivo.

Mas, a partir dos anos 80, o cenário começou a mudar, uma vez que trabalhos científicos davam conta de uma síndrome que envolvia obesidade abdominal, diabetes, alterações no perfil de gorduras do sangue, hipertensão arterial e maior predisposição às doenças cardiovasculares.

A coincidência desses fatos com a explosão do consumo dos alimentos ricos em gordura hidrogenada no mundo e, principalmente, na América do Norte, passou a alertar a comunidade científica a respeito do poder devastador da gordura hidrogenada. Novas pesquisas atestaram que o seu consumo, além de elevar as frações deletérias do colesterol no sangue, o LDL, fazia também com que os níveis das frações protetoras do colesterol, o HDL, despencassem.

_ As mudanças também não impuseram custos extras aos donos de restaurantes e os alimentos normalmente consumidos nas ruas de Nova York – diz Ellen Paiva.

Postado por Sílvia Lisboa

O que fazer em caso de emergência?

25 de agosto de 2009 0

O Vitta Exercício e Clínica de Saúde promove nesta quarta-feira, às 20 horas, a palestra: "O que fazer em caso de emergência?", com o cardiologista Fábio Alves Torres, que atua na área de Clínica Médica do Vitta e é responsável pelo Ambulatório de Cardiologia do Hospital São Lucas da PUC-RS. A atividade integra as comemorações de 15 anos do centro de saúde, que organiza palestras para os clientes e abertas à comunidade.

Torres vai transmitir orientações ao público em geral sobre procedimentos de
primeiros socorros, especialmente para se lidar com situações graves, como
parada cardiorrespiratória, ataque cardíaco, infarto agudo do miocárdio,
acidente vascular cerebral e convulsão.

A palestra é gratuita. Para se inscrever, basta ligar para 51 3333-6135.
O endereço do Vitta é Rua Comendador Rheingantz, 880, no Bairro Bela Vista.

Postado por Sílvia Lisboa

Alergia agrava ceratocone, diz estudo

22 de agosto de 2009 0

O ceratocone responde pela maior parte dos transplantes de córnea no Brasil e 75% dos portadores encaminhados para cirurgia são alérgicos. É o que mostra estudo realizado nos últimos dois anos com 168 pacientes pelo oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto.

A doença afina e dilata a parte central da córnea que responde pelo eixo da visão, tornando as imagens desfocadas tanto para perto como para longe. Atinge um em cada 1000 brasileiros e o diagnóstico é feito por topografia computadorizada. Geralmente aparece na adolescência sendo que 40% dos portadores têm idade entre 17 e 27 anos.

Embora a maioria dos casos não apresente histórico familiar, a herança genética pode ser a causa. É isso que explica o desenvolvimento da doença associada à Síndrome de Down, comenta Queiroz Neto.

O uso permanente de lentes de contato rígidas, doenças sistêmicas e os diversos tipos de alergia que desorganizam as fibras de colágeno, observa, também estão associados ao ceratocone que tende a crescer no Brasil. Isso porque, ressalta, a maior exposição aos poluentes, o uso indiscriminado de medicamentos e a queda da imunidade decorrente do stress facilitam o surgimento de alergias.

A prova disso é que nos últimos anos a incidência de doenças alérgicas no país saltou de 10% para 20% e 6 em cada 10 alérgicos manifestam o problema nos olhos segundo o Estudo Multicêntrico Internacional de Asma e Alergias na Infância (ISSAC).

O especialista explica que o hábito de coçar os olhos não só predispõe ao ceratocone como agrava a doença porque intensifica o desordenamento das fibrilas de colágeno da córnea que se torna menos rígida. Ele diz que inicialmente o tratamento é feito com óculos de grau, mas conforme o ceratocone evolui a correção da visão exige o uso de lentes rígidas que aplanam a parte central da córnea.

A boa notícia é que está em processo de normatização no Brasil uma nova técnica cirúrgica, o cross link, que tem preço acessível e estaciona o ceratocone por aumentar a rigidez da córnea em até 3 vezes.

Queiroz Neto explica que o procedimento consiste em aplicar riboflavina (vitamina B2) associada à luz ultravioleta que estaciona a evolução da doença, reorganizando as fibrilas de colágeno da córnea. O procedimento, ressalta, não devolve o formato original da córnea. Por isso, explica, quando a deformação da membrana está em estágio avançado, o tratamento continua sendo o transplante, única terapia curativa do ceratocone.

SAIBA IDENTIFICAR OS SINAIS DO CERATOCONE

O estudo também mostra que 43% dos portadores só descobrem a doença em estágio intermediário. O médico explica que isso acontece porque mesmo com a mudança rápida da refração que caracteriza o ceratocone, estes pacientes permanecem usando óculos desatualizados.


Os sinais de alerta da doença são:

·

Visão distorcida para perto e longe.

·

Poliopia _ visão de várias imagens.

·

Diplopia _ visão dupla.

·

Excessiva fotofobia (aversão à luz).

 

DICAS PARA O DIA-A-DIA


·

Usar óculos de leitura com lentes anti-reflexo.

·

No computador os óculos de meia distância cansam menos.

·

Monitor LCD melhora a visão por eliminar reflexos.

·

Lentes dos óculos fechadas nas laterais evitam o ressecamento dos olhos

·

Óculos escuros com lentes polarizadas reduzem o desconforto no sol.

·

Nas atividades esportivas óculos protetores evitam a perda das lentes.

Postado por Sílvia Lisboa

Livre-se da mentalidade da dieta

22 de agosto de 2009 0

Fica muito mais fácil emagrecer e manter o peso quando você consegue tirar da mente o pensamento de que está de dieta. Dessa forma, a idéia de sacrifício também é eliminada. O segredo é mudar os hábitos, adotando um estilo de vida mais saudável. Conheça seis estratégias que o Vigilantes do Peso recomendam para alcançar o emagrecimento duradouro:

1. Inclua guloseimas no seu cardápio diário

Privar-se do que você gosta não vai contribuir para o seu emagrecimento. Não adianta prometer que nunca mais comerá chocolates, por exemplo, e acreditar que dessa forma vai emagrecer mais rápido. Restrições excessivas são difíceis de manter e só vão deixá-lo infeliz. Por isso, o programa do Vigilantes do Peso é flexível. Consuma guloseimas com moderação, levando em conta a sua Cota Diária de pontos.

2. Varie as suas refeições

Observe o seu cardápio diário. Você toma o mesmo café da manhã e come o mesmo no almoço todos os dias? Se a sua resposta é "sim", você está de dieta. Não experimenta novos pratos por medo de sair da linha. Saiba que essa é a receita do fracasso. A sua prioridade deve ser experimentar novos pratos e alimentos. Crie uma lista de alimentos saudáveis de que você gosta e que contribuirão para o seu emagrecimento e para a manutenção do seu peso saudável.

3. Leia mais sobre saúde e atividades físicas

Conheça melhor o seu novo estilo de vida. Saiba o que os especialistas dizem sobre como comprar e preparar alimentos, mexer-se mais, alcançar e manter um peso saudável.

4. Pese-se apenas uma vez por semana

O peso varia ao longo do dia. Pesar-se com muita freqüência pode ser frustrante e fazer com que você não enxergue o progresso de maneira geral. Para garantir a motivação, preste atenção no que muda além do número na balança: o caimento da roupa e os elogios que você recebe, por exemplo.

5. Concentre-se nas mudanças de hábitos

Dê aos seus hábitos a mesma atenção que dá aos números da balança. Comemore cada mudança de comportamento que realizar. Preste muita atenção em como você se comporta nas reuniões com os amigos, no trabalho e em casa. Começou a levar o almoço para o escritório? Fantástico! Essa pequena mudança é uma grande conquista que resultará num emagrecimento duradouro.

5. Compartilhe com um grupo os seus objetivos

Pesquisas comprovam: quem assiste às reuniões do Vigilantes do Peso perde até três vezes mais peso do que aqueles que tentam emagrecer sozinhos. Quando você se junta a um grupo que compartilha os mesmos objetivos fica mais fácil atingir a sua meta.

6. Seja persistente.

No final do dia, os "perdedores" mais bem-sucedidos são aqueles que simplesmente se recusam a desistir. Eles não se abalam quando o número na balança sobe e não deixam que a negatividade os atrapalhe. Esqueça o perfeccionismo e mude definitivamente.

 

 

Postado por Sílvia Lisboa

Morango para o bem do cérebro

22 de agosto de 2009 0

Estudos publicados no Berry Health Symposium de 2009 revelam que o morango é um excelente aliado para a melhora da nossa função cognitiva.

À medida que o corpo envelhece, a função cerebral diminui e aumentam a dificuldade de aprendizagem, lentidão na parte motora e a perda de memória. Isso ocorre principalmente, pois as células inflamam e oxidam. ]

A fruta tem antioxidantes capazes de prevenir essa inflamação e oxidação das células, conseqüentemente melhorando nossa memória e função motora.

Postado por Sílvia Lisboa

Dicas para o clareamento dos dentes

15 de agosto de 2009 0


O clareamento dental, realizado pela técnica a laser ou com gel, é um dos recursos mais procurados para melhorar o sorriso. Mas é preciso se levar em conta alguns cuidados. Leia as dicas do cirurgião-dentista Marcelo Rezende, membro da Sociedade Brasileira de Odontologia Estética:

O clareamento dental é contraindicado para gestantes, mulheres que estão amamentando, ou mesmo para quem sofre de retração severa de gengiva _ quando a raiz chega a ficar exposta;

Próteses de porcelana ou mesmo resinas empregadas na restauração dos dentes não sofrem ação de clareamento. Dependendo do caso, consulte um especialista para encontrar a melhor opção de tratamento estético;

Métodos caseiros de clareamento, como o uso de bicarbonato de sódio, vinagre e pasta de morango, entre outros, são altamente contraindicados por serem abrasivos e químicos. Além disso, os resultados temporários se devem à remoção da camada superficial do esmalte;

Cremes dentais com promessas de clarear os dentes contém pequenas concentrações do ativo clareador. Seu efeito é mais abrasivo, removendo manchas superficiais e contribuindo com a manutenção do tratamento odontológico;

Uma vez realizado o clareamento, evite alimentos que podem contribuir para que os dentes voltem a escurecer: café, chá preto, chocolate, vinho tinto, refrigerantes à base de cola, ketchup, molho de tomate etc.;

Quem respira pela boca não deve prosseguir com o clareamento dos dentes sem tratar também o problema de base. Pessoas com dificuldades respiratórias geralmente têm a boca mais seca e os dentes mais manchados;

Necrose nos dentes, causada por quedas ou traumas, também costuma escurecer o sorriso já que os dentes resistem mais ao clareamento, podendo comprometer o resultado final;

– A perfeita higiene diária dos dentes desempenha papel fundamental na manutenção do sorriso. Portanto, é sempre bom lembrar de escovar os dentes logo após as principais refeições e antes de dormir. O uso de fio ou fita dental também é altamente recomendável para eliminar sujeiras de difícil alcance pela escovação;

Os efeitos do clareamento dental podem ser mais ou menos duradouros em função dos hábitos pessoais. Em média, os resultados podem ser observados por até cinco anos;

– Valorizar a saúde bucal e visitar o dentista regularmente também contribui para preservar os dentes brancos por mais tempo.

Postado por Sílvia Lisboa

Reforce as vacinas das crianças

15 de agosto de 2009 0


Ao retomar a rotina, os pais devem ficar atentos ao calendário de vacinação de seus filhos. O final do inverno é uma ótima ocasião para as crianças, entre quatro e seis anos, receberem o reforço das vacinas contra coqueluche, sarampo, caxumba, rubéola, difteria e tétano, conforme recomenda a Sociedade Brasileira de Pediatria e a Sociedade Brasileira de Imunizações. Algumas estão disponíveis no SUS, outras devem ser pagas.

Confira o calendário de vacinação recomendado ás crianças pela Sociedade Brasileira de Imunizações.

Na opinião da hepatologista Edna Strauss, professora da Faculdade de Medicina da USP e presidente da Associação Paulista para o Estudo do Fígado, é preciso também proteger as crianças contra a hepatite A, porque a aglomeração pode favorecer a disseminação da doença em creches, pré-escolas e escolas. De transmissão fecal-oral, essa infecção no fígado é causada por um vírus muito resistente, capaz de sobreviver 30 dias em alimentos secos (pães, bolachas, etc), 10 meses em frutas congeladas a 30°C negativos e 89 dias em água mineral conservada a 20° C. 

O médico Aroldo Prohmann de Carvalho, professor-adjunto de Pediatria da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI), alerta aos pais para prestarem atenção especial ao reforço da vacina contra a coqueluche.

– Nem a doença nem a vacina conferem ao indivíduo imunidade prolongada –esclarece o médico, que também é membro do Conselho Científico do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Ao contrário do sarampo e da varicela, a popular "tosse comprida" pode ocorrer mais de uma vez na vida. A partir da idade escolar, a coqueluche geralmente se manifesta de forma atípica, sem os sintomas clássicos - acessos prolongados de tosse, guinchos e falta de ar. O doente muitas vezes tem apenas tosse prolongada, que é confundida com doenças respiratórias mais leves.

Sem saber que estão doentes, as crianças maiores acabam contagiando os lactentes, que não têm idade para receber a vacina ou não completaram o esquema de vacinação.

Quando atinge menores de dois anos, a coqueluche pode provocar diversas complicações, é motivo freqüente de hospitalização por pneumonia e insuficiência respiratória aguda, podendo inclusive causar paradas respiratórias.

O final do inverno também é um bom período para o reforço da vacina contra o sarampo, doença típica da primavera. Aroldo Prohmann de Carvalho lembra que, até 2002, as crianças eram imunizadas aos nove meses, idade na qual a eficácia da vacina beira aos 80%. Devido à baixa circulação do vírus selvagem do sarampo, o Ministério da Saúde determinou que as crianças fossem vacinadas aos 12 meses com a tríplice viral (sarampo-caxumba e rubéola).

Postado por Sílvia Lisboa