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Posts de abril 2011

Magrinha apimentada

27 de abril de 2011 0

Se você está de dieta e está planejando férias, agora sobram motivos para você não adiar aquela viagem ao México. Um estudo inedito, conduzido pela Universidade de Purdue e publicado recentemente na revista científica Physiology & Behavior, observou os efeitos da pimenta vermelha e chegou ao veredicto de que o condimento reduz, sim, o apetite. Os cientistas observaram os efeitos de uma quantidade considerada suportável para todas as pessoas, e analisou os resultados da ingestão do alimento durante seis semanas.

Segundo a pesquisa, o efeito ocorre apenas entre aqueles que não costumam comer pimenta. Quando o organismo acostuma com ela, o "benefício" deixa de existir. A substância responsável pela inibição é a capsaicina, que dá a ardência típica das pimentas vermelhas. Outros estudos já mostraram que ela reduz a fome, aumenta o gasto de energia e a queima de calorias.

A pimenta vermelha mostra que pode ser uma boa aliada para quem está de dieta. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Purdue, dos Estados Unidos, ela ajuda a inibir o apetite por comidas consideradas pouco saudáveis, como as gordurosas. Em geral, o consumo de pimenta vermelha aumentou a temperatura corporal e a queima de calorias por meio de um processo natural de gasto de energia. Aqueles que não costumavam comer alimentos apimentados apresentaram uma queda na sensação de fome, principalmente em relação às comidas gordurosas, salgadas e doces.

Mesmo com os resultados animadores, os pesquisadores lembram que apenas comer pimenta vermelha não fará a pessoa perder peso. "Esta descoberta deve ser considerada uma peça no quebra-cabeça porque a ideia de que uma pequena mudança irá reverter a epidemia de obesidade simplesmente não é verdade. No entanto, se outras mudanças forem adicionadas, elas serão significativas em termos de gerenciamento do peso. Mudanças na dieta que não requerem grandes esforços, como salpicar pimenta vermelha na sua refeição, podem ser sustentáveis e benéficas no longo prazo, especialmente quando combinadas com exercícios e uma alimentação saudável", explica Richard Mattes, diretor do Centro de Pesquisa do Comportamento Ingestivo de Purdue.



Alerta vermelho para o coração

27 de abril de 2011 0

No dia 26 de abril, foi comemorado o Dia Nacional de Combate à Hipertensão. Uma recente pesquisa do Ministério da Saúde identificou que os porto-alegrenses ocupam quase o topo de um ranking indesejável: é a segunda capital do país com o maior percentual de doentes com hipertensão arterial.

Com 25,5% de hipertensos (número idêntico a Belo Horizonte), Porto Alegre perde apenas para o Rio de Janeiro, que tem preocupantes 29,2% de doentes. A enfermidade tem tudo a ver com o acúmulo de gordura na região do abdômen e ao sobrepeso. E uma triste notícia para as mulheres gaúchas é que elas são as que mais contribuem para os elevados índices de obesidade no Rio Grande do Sul. Provavelmente, seja devido a este fato que ocorra a maior prevalência de hipertensão no sexo feminino.

O alerta vermelho é, sobretudo, para as mulheres acima dos 45 anos, época em que começam os sinais da menopausa. Isto porque, sem proteção hormonal, a pressão alta tende a ser diagnosticada com mais frequência. 

Um estudo feito com mais de 9 mil pacientes em 11 países, recentemente publicado no Hypertension: Journal of the American Heart Association, revelou que a redução da pressão arterial em mulheres pode ter um impacto significativo na prevenção de eventos cardiovasculares. De acordo com o estudo, a diminuição da pressão sistólica em 15 mm Hg causaria um benefício maior em termos de qualidade de vida e prevenção de eventos de cerca de 40% entre as mulheres em comparação com 20% entre os homens. Isso significa que existiria um potencial importante de prevenção de problemas como infarto e acidente vascular cerebral a partir do tratamento correto dessas mulheres.

Estima-se que até os 45 anos a hipertensão seja mais frequente em homens do que em mulheres. Entre 45 e 64 anos, a incidência é similar em ambos os sexos. No entanto, após os 65 anos, a porcentagem de mulheres hipertensas ultrapassa a dos homens. Apesar disso, grande parte delas não é diagnosticada ou tratada corretamente. Um levantamento  feito pelo governo dos Estados Unidos, revelou que apenas 29% das mulheres hipertensas com idade entre 70 e 79 anos estavam sendo tratadas para controlar o problema.

Menopausa agrava problema

“Após entrar na menopausa, a mulher fica mais propensa a ter pressão alta, pois perde as proteções hormonais. Sem estrógeno e progesterona o risco para doenças cardiovasculares aumenta”, explica o médico nefrologista da Unifesp e especialista no tratamento da hipertensão, Osvaldo Kohlmann Júnior.

A pressão descontrolada causa uma série de consequências no organismo, entre elas o maior risco de infarto ou acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e renal, impotência sexual, além de outras complicações que alteram significantemente a qualidade de vida.

Sedentarismo, hábitos alimentares inadequados, consumo de sal em excesso, consumo exagerado de bebidas alcoólicas, diabetes ou histórico de hipertensão na família são fatores que elevam os riscos de desenvolver a doença. 

Adotar um estilo de vida mais saudável desde cedo – combinando a fórmula básica mas eficiente alimentação + exercícios físicos –, segue sendo a única maneira de ficar longe deste problema. E, claro, consultar um médico regularmente para medir os níveis de pressão arterial.

O que não mata, engorda?

21 de abril de 2011 0

Para quem junta aquele pedaço de bolo que cai no chão e assopra para "tirar a sujeira", ou acredita que "o que não mata, engorda" poderá mudar de ideia após ler este texto. Baseado na falsa afirmação de que cinco segundos seriam insuficientes para contaminar alimentos, o chefe da divisão de doenças infecciosas do Weill Cornell Medical College de Nova York, Roy Gulick, afirma que "esta regra deveria passar a ser a do zero segundo". Segundo ele, ingerir comidas que tiverem contato com o chão representa um risco de ingestão de bactérias e subsequente doenças gastrointestinais. "O tempo que a comida fica caída não muda em nada o perigo", alerta.

Vamos para uma premissa básica: se existem bactérias no chão, elas se unem ao alimento quase imediatamente com o contato. Os fatores que influenciam o risco e o índice de transferência bacteriana incluem o tipo de chão, o tipo de alimento, o tipo de bactéria e, ainda, há quanto tempo a bactéria está no chão.

Num estudo publicado em 2006 no The Journal of Applied Microbiology, pesquisadores da Clemson University testaram salmonelas colocadas sobre madeira, azulejo e carpete, e deixaram cair bolonhesa nessas superfícies por 5, 30 e 60 segundos. Os resultados foram surpreendentes: no caso da madeira e do azulejo, mais de 99% das bactérias foram transferidas quase que imediatamente, e não houve diferença com o tempo de contato. O carpete transferiu um número menor de bactérias, também sem diferença devido ao tempo de contato.

A quantidade de bactérias transferidas aumentou ao longo das horas, mas ainda houve milhares de bactérias por centímetro quadrado nas superfícies depois de 24 horas, e centenas sobreviveram nas superfícies por até quatro semanas.

Se pensarmos que poucas bactérias de salmonela já podem causar gastroenterite, devemos analisar seriamente se vale a pena correr o risco ou, como é certo e indicado por especialistas, descartar o alimento no lixo – mesmo que seja aquele suculento pedaço de carne que há pouco fumegava no seu prato. 

Fique atento ao olho seco

16 de abril de 2011 0

Basta a temperatura cair para um número maior de pessoas sentir coceira nos olhos, ardência, irritação, visão embaçada e dificuldade para trabalhar no computador. É a síndrome do olho seco que se agrava no outono por conta da queda na temperatura e vento, afirma o oftalmologista do Instituto Penido Burnier, Leôncio Queiroz Neto.
Só para se ter uma ideia, ele diz que enquanto no verão a incidência do olho seco é de 10%, no inverno atinge 20%. Resultado: os olhos ficam mais vulneráveis às contaminações. Isso porque, explica, antes até do sistema imunológico, a primeira linha de defesa ocular é a lágrima. Ele diz que a lubrificação deficiente provoca a irritação da conjuntiva, membrana que recobre a córnea e a parte interna da pálpebra. Por isso, pode agravar o surto de conjuntivite, inflamação da conjuntiva, que vem se alastrando no país desde fevereiro e aumentou em 40% o número de consultas no hospital neste período.
Queiroz Neto diz que, independentemente da idade e sexo, toda pessoa pode ter a síndrome do olho seco, que aumenta a predisposição à conjuntivite, mas as mulheres na menopausa formam o grupo de maior risco. Mesmo quem produz uma quantidade normal de lágrima pode ter deficiência lacrimal neste período do ano. Isso porque, explica, a queda de temperatura abaixo de 32 graus pode solidificar a camada oleosa da lágrima que fecha os dutos das glândulas sebáceas das pálpebras.

O que fazer

Confira recomendações para evitar a contaminação viral ou bacteriana:

_ Lave as mãos frequentemente
_ Evite aglomerações e locais fechados
_ Não compartilhe maquiagem, fronhas, toalhas e colírios
_ Evite levar as mãos aos olhos

Mantenha seu coração saudável

16 de abril de 2011 0

A partir dos 40 anos, as doenças do coração se tornam mais frequentes na maioria da população. Fazer consultas periódicas com um cardiologista e seguir as recomendações médicas é uma maneira de prevenir essas enfermidades e manter a qualidade de vida.
A cada ano, são registrados milhares de novos casos de portadores de insuficiência cardíaca, doença caracterizada pela dificuldade de o coração bombear sangue para o corpo, o que pode levar à dificuldade em exercer atividades físicas habituais e a perda da qualidade de vida.
Segundo o cardiologista Rubens Darwich, do Hospital Santa Cruz, em Curitiba, as principais causas dessa enfermidade são decorrentes de outros problemas que atingem direta ou indiretamente o coração, como pressão arterial mal tratada ou não controlada, sequelas de infarto do miocárdio, alterações nas válvulas cardíacas e doenças virais do músculo do coração.
_ Esses fatores são os mais comuns que podem levar à insuficiência cardíaca e por isso é preciso adotar medidas preventivas para evitar o aparecimento dessa enfermidade do coração _ afirma Darwich.

Siga as dicas
_ Faça check up anualmente, caso você esteja no grupo de risco (diabéticos, hipertensos, tabagistas, mulheres pós-menopausa, colesterol elevado)
_ Controle a pressão arterial
_ Faça dietas balanceadas e reduza a quantidade de sal nos alimentos
_ Pratique exercícios físicos regularmente
_ Perca peso
_ Evite bebidas alcoólicas
_ Não fume
_ Tenha uma vida saudável, evitando o estresse

Faça o exame das mamas

09 de abril de 2011 0

Nesta semana, em que se comemorou o Dia Mundial da Saúde, vale lembrar a importância da prevenção do câncer de mama. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), em 2010, foram diagnosticados mais de 49 mil casos da doença no Brasil. Além disso, esse tipo de câncer é o que mais mata mulheres no país. Todas as mulheres a partir dos 40 anos devem procurar, anualmente, um profissional para realizar o exame clínico das mamas. O auto-exame realizado pela própria mulher também é importante, porém, isolado, não é eficiente para uma detecção precoce do tumor e não substitui o exame feito por um profissional.
Todas as mulheres a partir dos 40 anos devem procurar, anualmente, um profissional para realizar o exame clínico das mamas. O auto-exame realizado pela própria mulher também é importante, porém, isolado, não é eficiente para uma detecção precoce do tumor e não substitui o exame feito por um profissional.
Mulheres entre 50 e 69 anos devem fazer uma mamografia em um intervalo máximo de dois anos. Manter uma alimentação uma saudável, não fumar, praticar exercícios, amamentar, controlar o peso corporal e não ingerir bebidas alcoólicas também podem prevenir o câncer. O Inca recomenda que toda mulher que for se submeter à reposição hormonal procure um médico para conversar sobre os riscos dessa prática.

Sintomas
_ Podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como abaulamentos ou retrações, inclusive no mamilo, ou aspecto semelhante a casca de laranja.
_ Secreção no mamilo também é um sinal de alerta.
_ O sintoma do câncer palpável é o nódulo (caroço) no seio, acompanhado ou não de dor mamária. Podem também surgir nódulos palpáveis na axila.

Fatores de risco
_ Hereditariedade: mulheres com histórico da doença na família têm mais chance de desenvolver câncer de mama antes dos 50 anos.
_ Primeira menstruação precoce
_ Menopausa tardia (após os 50 anos)
_ Primeira gravidez após os 35 anos
_ Não ter tido filhos
_ Ingestão de álcool, mesmo em quantidades pequenas

Baixa adesão para tratar diabetes

09 de abril de 2011 0

O diabetes é uma doença de alta incidência que atinge proporções de uma epidemia. No Brasil são 12 milhões de paciente segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes. Uma vez diagnosticada, a doença pode ser controlada. Não controlar essa doença silenciosa significa estar mais exposto às suas graves consequências, que podem surgir em médio e longo prazos. A retinopatia diabética é um exemplo de consequência do diabetes e atinge cerca de 50% dos pacientes no Brasil, podendo causar cegueira. Além disso, 70% das amputações no país estão relacionadas ao diabetes.
Algumas das barreiras enfrentadas pelos diabéticos, que contribuem para a menor adesão ao tratamento, estão relacionadas a fatores demográficos, psicológicos e sociais. Entre elas estão: baixo nível de educação, pouca conscientização sobre a doença e suas complicações, falta de comprometimento com o tratamento, ausência de sintomas e consequências imediatas, ansiedade, depressão, estresse e conflitos familiares.
O tratamento deve ser realizado de forma integrada.
_ Muitos pacientes têm dificuldades em adotar hábitos de vida saudáveis, seja na alimentação ou prática de atividades físicas. Há pacientes que consideram o seu diabetes controlado devido à falta de sintomas e param de seguir o tratamento medicamentoso prescrito pelo médico. Mas por ser crônico, o diabetes precisa estar sempre controlado, para que o paciente previna as enfermidades associadas e preserve sua qualidade de vida _ ressalta o endocrinologista João Eduardo Nunes Salles.

Controle seu colesterol desde cedo

02 de abril de 2011 0

Médicos são unânimes ao afirmar que os jovens que cultivam hábitos saudáveis e controlam as taxas de colesterol e triglicérides desde cedo já estão se prevenindo de doenças cardiovasculares no futuro. Pesquisa recentemente publicada no jornal da American Heart Association (Circulation) revela que dois terços da população dos Estados Unidos desconhecem que os fatores de risco de infarto e derrame (AVC) podem surgir bem antes da fase adulta.
De acordo com a biomédica Clélia Machado, do Centro de Diagnósticos Brasil (CDB) , mesmo quem apresenta taxa de colesterol total menor de 200 e de triglicérides abaixo de 150 _ consideradas normais _ não está livre de complicações futuras. Tudo depende de um conjunto de fatores que leva em conta, por exemplo, se o paciente tem hipertensão arterial, diabetes, histórico familiar e doenças ateroscleróticas _ ou ainda se é fumante.
_ A partir dos 20 anos de idade, é importante procurar um médico de confiança e realizar as dosagens de colesterol e triglicérides periodicamente. Diante de qualquer alteração, é necessário repetir a análise mais frequentemente e buscar orientação médica para iniciar um tratamento apropriado _ diz Clélia.
O consumo exagerado de alimentos ricos em colesterol, como carnes gordas, leite integral, queijos amarelos, bacon, manteiga e banha, por exemplo, pode elevar os níveis de colesterol. Ao mesmo tempo, o excesso de álcool e o consumo de carboidratos e açúcar em grandes quantidades também podem fazer os níveis de triglicérides subir.
Mude o cardápio
_ Opte por alimentos com menos gordura, incluindo carnes magras. Além disso, é recomendável que se retire a gordura visível da carne, frango e peixe antes de cozinhar, evitando fritar os alimentos. Grelhar, assar, cozinhar ou refogar é sempre melhor do que fritar. Prefira os desnatados e reduza o uso de maionese, margarina, manteiga, molhos cremosos e temperos oleosos. Inclua muitas frutas e vegetais frescos em seu cardápio diário e encontre uma forma prazerosa de combater o sedentarismo.

Alerta para as superbactérias

02 de abril de 2011 0

A resistência microbiana foi o tema escolhido este ano pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para alertar a população e a classe médica no Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril. O surgimento de microorganismos _ bactérias, vírus, fungos e parasitas _ resistentes é um problema crescente e que põe em risco principalmente a saúde de pacientes internados em hospitais.
Em 2010 foram registradas cerca de 11 milhões de internações em hospitais brasileiros, de acordo com dados do Datasus. Embora não existam estatísticas oficiais, estima-se que 5% a 15% dos pacientes internados contraiam algum tipo de infecção hospitalar durante o período de internação. As mais comuns costumam ser infecções urinárias, pneumonias ou infecções decorrentes de procedimentos invasivos como cirurgias ou uso de cateteres.
O tempo de hospitalização e a quantidade de procedimentos aumentam as chances de infecção. Para evitar que as contaminações aconteçam, cuidados com a higiene das mãos e rigor na esterilização de materiais são fundamentais. Fora do hospital, o uso racional de antibióticos é uma medida fundamental para reduzir os casos de infecção.
_ O uso incorreto desses medicamentos leva ao surgimento de bactérias resistentes e que não respondem aos tratamentos _ diz a médica infectologista Maria Claudia Stockler Medeiros, do Hospital São Luís Morumbi.
No ambiente hospitalar, medidas simples acabam tendo um impacto significativo. Estima-se que apenas a higiene adequada das mãos, entre o atendimento de um paciente e outro e antes da realização de qualquer procedimento invasivo, seria capaz de reduzir em 70% os casos de infecção.
Pacientes que sofreram queimaduras graves, passaram por cirurgias ou que estão em Unidades de Terapia Intensiva são os que têm mais risco. Uso de sondas, cateteres, ventilação mecânica, punção de veia para instalação de soro ou coleta de sangue são todos procedimentos que acabam servindo de porta de entrada para bactérias.

Como evitar
_ Cuidados com a higiene das mãos e rigor na esterilização de materiais são fundamentais.
_ Fora do hospital, o uso racional de antibióticos é uma medida fundamental para reduzir os casos de infecção.