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Posts de outubro 2011

Alerta no Dia Mundial do AVC

28 de outubro de 2011 0

Uma em cada seis pessoas no mundo irá sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) em algum momento da vida. Nos Estados Unidos, há um registro a cada 40 segundos, e um indivíduo morre a cada três ou quatro minutos. Na Europa, são mais de um milhão todos os anos. Os números fazem parte de um alerta da World Stroke Organization em função do dia mundial do AVC, que acontece neste sábado, 29.

Segundo especialistas, a maioria dos casos poderia ser evitada com simples mudanças de estilo de vida e sabendo reconhecer os sinais de alerta. De acordo com dados da organização, 85% das vítimas possuem fatores de risco que podem ser identificados, o que ajudaria a reduzir a chance de um evento.

O AVC acontece quando  há uma obstrução em algum vaso sanguíneo do cérebro ou quando ele se rompe, causando uma hemorragia. Sem receber sangue rico em nutrientes, células do cérebro acabam morrendo. O atendimento imediato é essencial para reduzir a chance de sequelas.


Mudança de hábitos ajuda a diminuir a chance de um AVC, segundo a American Stroke Association

1. Conheça os fatores de risco, como pressão alta, diabetes, obesidade e altos níveis de colesterol no sangue _ e consulte o médico periodicamente para saber a quantas anda sua saúde.

2. Pratique atividade física

3. Mantenha uma dieta saudável, rica em frutas e vegetais e pobre em gorduras

4. Reduza o consumo de álcool

5. Evite fumar

Fique atento a estes sinais de alerta

Fraqueza nos braços, pernas ou rosto, especialmente quando é de um lado só do corpo

Dificuldade repentina de enxergar com um ou com os dois olhos

Dificuldade repentina de falar ou de compreender

Perda de equilíbrio, tontura, dificuldade de caminhar

Forte dor de cabeça sem motivo aparente

Uma vitamina esquecida

18 de outubro de 2011 0


Um dos nutrientes essenciais para o bom funcionamento do organismo tem sido esquecido pelos brasileiros. A Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2008-2009, divulgada esse ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que a população brasileira consome quantidades extremamente inadequadas de vitamina E. O estudo constatou uma inadequação de 99,9% entre os homens, de 19 a 59 anos, e de 100% entre as mulheres da mesma idade. Em indivíduos com mais de 60 anos, a inadequação atinge 100% para ambos os sexos.

A análise da ingestão de vitamina E entre crianças e adolescentes não foi mais otimista: meninas e meninos entre 10 e 18 anos apresentaram acima de 99% de inadequação.

Maria Fernanda Elias, nutricionista e mestre em Saúde Pública e Doutoranda em Nutrição Humana Aplicada pela Universidade de São Paulo, explica que a vitamina E é um nutriente essencial reconhecido por sua ação antioxidante, capaz de combater a ação dos radicais livres. O desequilíbrio no fenômeno homeostático entre oxidantes e antioxidantes no organismo leva ao estresse oxidativo, sugerido como causa de diversas patologias, dentre elas, as cardiovasculares. Nesse sentido, os antioxidantes tem ação protetora em tecidos, células, DNA, proteínas e outros componentes importantes do nosso corpo.

As principais fontes alimentares de vitamina E são os óleos e as gorduras de origem vegetal, embora o nutriente seja parcialmente removido no processo de refinação. As sementes de oleaginosas, como amendoim, castanha e amêndoa, também contem quantidades significativas de vitamina E.

O ideal é consumir a vitamina E no mesmo horário, todos os dias, e junto com as refeições que contenham uma certa quantidade de gordura para melhorar a absorção e evitar irritações estomacais. Os efeitos antioxidantes da vitamina E parecem ser potencializados quando ela é ingerida junto a outros antioxidantes, como a vitamina C, por exemplo.

Fisioterapia é aliada contra distúrbios dermatológicos

13 de outubro de 2011 0


A fisioterapia dermato-funcional é uma especialidade que utiliza recursos fisioterapêuticos e no tratamento estético, embasado cientificamente. Os fisioterapeutas dermato-funcionais são profissionais especializados que promovem estudos científicos de todas as aplicações e ações terapêuticas. De acordo com a fisioterapeuta e professora do Curso de  Fisioterapia Dermato-funcional da Interfisio, Claudia Carpes, especializada na área, a análise da pele é um dos passos mais importantes para se definir a forma de tratamento após o reconhecimento das alterações que ocorrem nos tecidos que compõe sua estrutura.

– Qualquer alteração presente na estrutura da pele seja qual for a causa que provocou, caracteriza a formação de lesões elementares. Os mecanismos indutores de lesões elementares podem ser de natureza circulatória, inflamatória, metabólica, degenerativa ou hiperplásica – explica.

Tipos de lesões

Dependendo dos tipos de lesões e das causas, pode-se classificar as lesões da pele quanto a modificação da cor, eflorescências elementares de conteúdo (sólida ou líquida, eflorescências por solução de continuidade, eflorescências elementares caducas (escamas, crostas ou escaras) e as seqüelas.

As manchas pigmentares estão relacionadas à melanina e podem ser classificadas em hipercrômicas, hipocrômicas e acrômicas. As manchas hipercrômicas apresentam um tom escuro por excesso de melanina no local onde estão presentes; as manchas hipocrômicas são claras por apresentarem menor quantidade de pigmento e por fim as manchas acrômicas são desprovidas de melanina, como vemos no vitiligo.

As seqüelas são as cicatrizes e as atrofias. Cicatrizes são seqüelas provenientes de uma lesão da pele e as atrofias são cicatrizes caracterizadas pela diminuição de espessura da pele. As lesões comuns da pele são abscessos, cistos, cicatrizes, comedões ou cravos, nódulos, pápulas, pústulas e vesículas.

O envelhecimento causado pelo sol é chamado de fotoenvelhecimento, as reações na pele são acumulativas ao longo da vida. A pele jovem é uniformemente pigmentada e sem manchas, a pele envelhecida e exposta ao ser manchada fica amarelada, frouxa, áspera com rugas e poderemos ter mutações gerais nas células que poderão levar ao câncer de pele.

Texto: Paula Oliveira de Sá.