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	<title>Blog do Vida</title>
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	<description>Notícias de saúde, pesquisas médicas e dicas de eventos</description>
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		<title>Sal: importante, mas perigoso</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 14:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[Justo Antero Leivas*


O sal, substância essencial a todos os  organismos animais por suas propriedades específicas, tem seu registro através  da história da humanidade, onde ilustrações e escritos evidenciaram sua  importância desde o início da civilização. Contam os documentos que após a  descoberta do fogo e, conseqüente, utilização para o cozimento da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Justo Antero Leivas*</strong></p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/saleiro-6567.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1334" title="Stock.Xchng" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/saleiro-6567-300x151.jpg" alt="" width="300" height="151" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O sal, substância essencial a todos os  organismos animais por suas propriedades específicas, tem seu registro através  da história da humanidade, onde ilustrações e escritos evidenciaram sua  importância desde o início da civilização. Contam os documentos que após a  descoberta do fogo e, conseqüente, utilização para o cozimento da carne, o sabor  da mesma mudou devido à perda do sal natural, tendo começado aí, a busca pelo  chamado sal adicional. Os povos costeiros é que podiam desfrutar desse  condimento, pois o mar o ofertava de acordo com os humores das condições  climáticas, sendo sua única fonte, muito antes da descoberta da tecnologia de  mineração. Seu valor inestimável é confirmado por percepções como a do senador  romano Cassiodoro, que ao comercializar o grama desse ingrediente, equivalendo-o  ao peso do ouro, concluiu: Alguns não precisam de ouro, mas qual é o homem que  não precisa de sal?  Nessa época da Roma antiga, a principal estrada que  viabilizava o transporte dos grandes carregamentos de tal produto chamava-se  “Via Salaria” e, ao final de suas jornadas, os soldados recebiam esse tempero  como parte de sua remuneração, originando a palavra salarium. Mas esse pó foi  motivo de discórdia entre os homens, pois o controle e o abuso nos impostos  pelos governos durante séculos precipitaram movimentos históricos, sendo uma das  causas da revolução Francesa em 1789 e, mais recente, liderado por Ghandi na  década de 30 do século passado, a Índia começou uma ação contra os ingleses  devido às taxas escorchantes praticadas.</p>
<p>Até o século 18, o saleiro de prata,  colocado numa mesa de banquete, balizava a importância dos comensais, estando  acima, o anfitrião, juntamente com os convidados mais nobres, e abaixo, os menos  ilustres, mas a genialidade de Leonardo de Vinci, demonstrada em sua  tela sobre A Última Ceia, em que o sal também simboliza cenários preocupantes,  na medida em que colocou Judas frente a um saleiro tombado, prenunciando  desfechos sombrios. Por sua capacidade em aumentar o sabor dos alimentos,  contribuindo até mesmo na confecção dos doces, sua participação tem crescido  através dos tempos, mas também tem aumentado muito a preocupação quanto a sua  contribuição em doenças tão prevalentes, como a Hipertensão Arterial Sistêmica e  em suas consequências, como o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e o Infarto do  Miocárdio, em especial no nosso estado, onde temos por hábito, abusar nesse  tempero em iguarias tão presentes em nossas confraternizações. Temos a  informação sobre o efeito prejudicial dessa substância; começamos timidamente um  movimento para mudar a concentração desse ingrediente no nosso pãozinho (pão  francês), mas alerto: é pouco! Os argentinos já transformaram em lei a proibição  dos saleiros nas mesas dos restaurantes, numa política acertada de diminuição da  oferta. O que estamos esperando para modificarmos nossa relação com esse pó  branco, que, apesar de ser legalizado, mata mais que outros, usados em lugares  recônditos? Pense sobre isso, ou poderá perder essa capacidade ao ter um  AVC!</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>* Presidente da  Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio Grande do Sul  (SOCERGS)</strong></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwp.clicrbs.com.br%2Fblogdovida%2F2012%2F02%2F08%2Fsal-importante-mas-perigoso%2F&amp;title=Sal%3A%20importante%2C%20mas%20perigoso" id="wpa2a_2"><img src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Combatendo as doenças negligenciadas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 20:27:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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Uma parceria entre a DNDi (sigla em inglês para Iniciativa para Medicamentos para Doenças Negligenciadas) e a indústria farmacêutica Abbott representa um grande avanço no combate a tais enfermidades.O acordo, assinado em 30 de janeiro, é válido por quatro anos e incentivará a pesquisa conjunta e o licenciamento não exclusivo para o desenvolvimento de novos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<div><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/doctor.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1330" title="doctor" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/doctor-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></div>
<p>Uma parceria entre a DNDi (sigla em inglês para Iniciativa para Medicamentos para Doenças Negligenciadas) e a indústria farmacêutica Abbott representa um grande avanço no combate a tais enfermidades.O acordo, assinado em 30 de janeiro, é válido por quatro anos e incentivará a pesquisa conjunta e o licenciamento não exclusivo para o desenvolvimento de novos tratamentos para várias das doenças tropicais mais negligenciadas do mundo, incluindo doença de Chagas, verminoses, leishmaniose e doença do sono.</p>
<p>Por este acordo de colaboração, os cientistas da DNDi e da Abbott irão concentrar seus esforços iniciais na descoberta e desenvolvimento de novos agentes antimicrobianos, que agem nessas doenças negligenciadas.</p>
<p id="_mcePaste">Desde 2009, a Abbott fornece compostos para a DNDi analisar sua ação contra doenças negligenciadas. Este novo acordo amplia este relacionamento e oferece acesso para a DNDi a determinadas classes de moléculas e acompanhamento de dados levantados pela Abbott, que são fundamentais para o desenvolvimento e acesso a novos tratamentos para as doenças negligenciadas.</p>
<p id="_mcePaste">– As parcerias para o desenvolvimento de produtos inovadores possibilitam suprir as necessidades das doenças negligenciadas – disse John Leonard, vice-presidente sênior da divisão de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Farmacêuticos da Abbott.</p>
<p>Segundo ele, com a combinação inédita da expertise cientifica e dos recursos da DNDi e da Abbott, "esperamos avançar a pesquisa para descoberta de novas opções de tratamentos úteis para as pessoas afetadas por essas doenças”.</p>
<p>– Não apenas compartilharemos seus compostos, mas também sua perícia científica e recursos. Para a DNDi, esta parceria significa uma nova massa crítica de conhecimento que nos permitirá sair em busca de atender as necessidades ainda não supridas de pacientes negligenciados nas áreas mais pobres do mundo – afirmou Bernard Pécoul, Diretor Executivo da DNDi.</p>
<p id="_mcePaste">O acesso adequado a tratamentos para doenças negligenciadas em todos os países endêmicos, não somente nos países menos desenvolvidos, é a parte central do acordo; como resultado do acordo, a DNDi tem o compromisso de garantir o menor preço sustentável para quaisquer produtos desenvolvidos e distribuídos. A propriedade intelectual relacionada a este acordo, sobre patentes já existentes e sobre futuras patentes resultantes deste acordo, estará sujeita ao principio de licenciamento não exclusivo para atender as necessidades de tratamento das doenças negligenciadas nos países endêmicos. Pelo acordo, a Abbott tem o direito à primeira negociação para se tornar parceiro no desenvolvimento da DNDi e na distribuição dos medicamentos. A DNDi é livre para incluir outros parceiros caso a Abbott não atue como um parceiro de desenvolvimento e de distribuição. Em resumo, o acordo inclui:</p>
<p id="_mcePaste">- Compartilhamento da DNDi e da Abbott da expertise e dos recursos para desenvolver medicamentos adaptados às necessidades dos pacientes</p>
<p id="_mcePaste">- Acesso da DNDi aos compostos, dados e informações da Abbott para apressar o desenvolvimento de medicamentos.</p>
<p id="_mcePaste">- Estrutura de licenciamento não exclusiva para patentes importantes no campo de doenças negligenciadas, o que oferece flexibilidade e amplia também as possibilidades do desenvolvimento de medicamentos.</p>
<p id="_mcePaste">- Fornecimento de quaisquer produtos resultantes deste acordo aos países endêmicos pelos menores preços sustentáveis para aumentar o acesso dos pacientes</p>
<p id="_mcePaste">Os compromissos anunciados pela DNDi fazem parte de um novo acordo de parcerias público-privadas para combater 10 doenças tropicais negligenciadas até 2020. Todos os parceiros deste acordo também assinaram a Declaração de Londres para Doenças Tropicais Negligenciadas, no qual concordam com novos níveis de colaboração.</p>
<p>O grupo também concorda em manter ou expandir programas de doações de medicamentos conforme as demandas até 2020; em compartilhar conhecimento e compostos para agilizar as pesquisas e o desenvolvimento de novos medicamentos; e contribuir com mais de US$ 785 milhões em apoio aos esforços de P&amp;D, além de fortalecer os programas de implantação e distribuição de medicamentos. Os novos acordos de investimento irão apoiar totalmente o trabalho de erradicação de verminoses, assim como cumprir as metas estabelecidas para até 2020: eliminação da filariose, da cegueira causada por tracoma, da doença do sono e da lepra; controle de vermes transmitidos pelo solo, esquitosomasiose, oncocercose (“cegueira dos rios”), Chagas e leishmaniose visceral.</p>
<h3 id="_mcePaste"><strong>Doenças negligenciadas</strong></h3>
<p>As doenças negligenciadas forma um grupo de doenças tropicais infecciosas que afetam as populações pobres e marginalizadas do mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 1 bilhão de pessoas, ou um sexto da população global, sofre de uma ou mais doenças tropicais infecciosas. O acordo entre a DNDi e a Abbott se concentra na descoberta de novos tratamentos para as seguintes doenças:</p>
<p id="_mcePaste"><strong>Doença de Chagas</strong>, endêmica em 21 países da America Latina, que mata mais pessoas na região do que qualquer outra doença parasitária, incluindo malária. No total são mais de 100 milhões de pessoas em risco no mundo todo e o número de pacientes cresce também em países não endêmicos, EUA, Austrália e países da Europa. A doença é transmitida pelo inseto “barbeiro” e, quando não tratada, pode ser fatal. Os tratamentos disponíveis não apresentam uma taxa de cura satisfatória e podem apresentar efeitos tóxicos.</p>
<p id="_mcePaste"><strong>Doenças causadas por vermes</strong>, incluindo-se filarioses, oncocercioses (cegueira de rio) e filariose linfática (elefantíase), causadas por vermes parasitários, e que representam o maior impacto socioeconômico entre todas as doenças tropicais negligenciadas e afetam milhões de pessoas em áreas devastadas pela pobreza. Os tratamentos atuais para estas doenças não podem ser usados por pacientes que são infectados por um verme nematódeo, o Loa loa, por causa dos graves efeitos adversos causados pela exterminação rápida de vermes loa loa juvenis. Há urgência para novos tratamentos para oncocerciose e filariose linfática nas regiões infestadas pelo loa loa.</p>
<p id="_mcePaste">A<strong> leishmaniose</strong> ocorre em 98 países, colocando cerca de 350 milhões de pessoas em risco em todo o mundo. O parasita que causa a infecção é chamado de leishamania e é transmitido por um tipo de mosquito. A leishmaniose é uma doença associada à pobreza e se manifesta de diferentes formas. A leishmaniose visceral, que é fatal se não tratada, e a leishmaniose cutânea são as mais comuns. Os tratamentos existentes são difíceis de serem administrados, tóxicos e caros. A resistência ao medicamento também é um problema crescente.</p>
<p id="_mcePaste"><strong>A doença do sono</strong>, ou tripanossomose Africana humana é endêmica em 36 países africanos e cerca de 60 milhões de pessoas estão em risco de serem infectadas. Esta doença é transmitida pela mosca tse-tse e é fatal, quando não tratada. Até 2009, os tratamentos existentes para o estágio 2 da doença eram tóxicos e difíceis de serem administradas. Nesse ano de 2009, a DNDi e seus parceiros lançaram o primeiro tratamento para a doença em 25 anos.</p>
<p id="_mcePaste"><strong>Sobre a DNDi</strong> - A “Iniciativa para Medicamentos para Doenças Negligenciadas” (DNDi) é uma organização de pesquisa e desenvolvimento sem fins lucrativos, cuja missão é oferecer novos tratamentos para doenças negligenciadas, especialmente para doença do sono, doença de Chagas, leishmaniose, infecções intestinais por vermes, HIV pediátrico e malária. A DNDi foi criada em 2003 pelas entidades Médicos sem Fronteira, Fundação Oswaldo Cruz (Brasil), Conselho Indiano para Pesquisa Médica (Índia), Instituto de Pesquisa Médica do Quênia, Ministério da Saúde da Malásia e Instituto Pasteur, da França. O programa especial para Pesquisa em Doença tropical atua como um observatório permanente. Desde sua criação, a DNDi já lançou seis novos tratamentos para pacientes negligenciados: medicamento antimalária de 2 doses fixas (ASAQ e ASMQ), terapia combinada de nurtimox-eflornitina para o último estagio da doença do sono, terapia combinada de estibogluconato de sódio e paromomicina para leishmaniose visceral na África; e um conjunto de terapias combinadas para leishmaniose na Ásia e benzimidazol para doença de Chagas em dosagem infantil. Mas informação em www.dndi.org</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwp.clicrbs.com.br%2Fblogdovida%2F2012%2F02%2F02%2Fcombatendo-as-doencas-negligenciadas%2F&amp;title=Combatendo%20as%20doen%C3%A7as%20negligenciadas" id="wpa2a_4"><img src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Os cuidados para quem caminha ou corre na praia</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 18:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[caminhar na praia]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nesta época do ano, é comum encontrar pessoas correndo ou fazendo caminhadas à beira-mar. O período de férias e a permanência da luz do sol por mais tempo ao entardecer motivam os veranistas a praticarem exercícios. Porém, alguns cuidados se fazem necessários para a prática de atividades físicas na areia da praia nos dias de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/01/caminhando_napraia.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1328" title="Stock.Xchng" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/01/caminhando_napraia-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Nesta época do ano, é comum encontrar pessoas correndo ou fazendo caminhadas à beira-mar. O período de férias e a permanência da luz do sol por mais tempo ao entardecer motivam os veranistas a praticarem exercícios. Porém, alguns cuidados se fazem necessários para a prática de atividades físicas na areia da praia nos dias de descanso.</p>
<p>Para todas as pessoas que queiram praticar atividades físicas na beira  da praia, o ideal é que iniciem nas primeiras horas da manhã, período em  que a radiação solar ainda é menos agressiva e o desgaste físico é  menor. Utilizar protetor solar é imprescindível em qualquer horário.</p>
<p>O médico ortopedista e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Renato Brufato Machado, relaciona as dicas em três grupos distintos:</p>
<p><strong>1° grupo: praticantes eventuais</strong></p>
<p>
São aquelas pessoas que praticam atividade física somente quando vão à praia e que trabalham o dia inteiro usando calçados fechados. Esses, devem apenas realizar caminhadas e poderão fazer o exercício de pés descalços e, de preferência, nas áreas de areia mais solta. Essas pessoas devem estar atentas para não cometerem exageros, mesmo que permaneçam por apenas alguns dias na praia. Mas atenção: normalmente, quando os músculos estão parados há bastante tempo podem aparecer dores indesejadas que impossibilitem a continuidade do exercício no dia seguinte. <br />
<strong><br />
2° grupo: aos praticantes regulares</strong></p>
<p>No caso do veranista habituado à prática esportiva (mais de 3 vezes por semana), é recomendado que sempre use tênis para correr ou caminhar mais próximo da água. Aqui, o cuidado especial é com o impacto provocado pelo piso mais duro, onde a areia da praia é seca. Por isso, o ideal é que procurem correr ou caminhar na areia levemente molhada, que é uma superfície mais macia.</p>
<p><strong>3° grupo: aos corredores habituais</strong></p>
<p>Estes devem correr sempre usando tênis com amortecimento, não sendo recomendado que usem um calçado novo para correr na areia da praia. Caso estejam utilizando o tênis pela primeira vez, é aconselhável que realizem a prática esportiva também na superfície levemente molhada. Mesmo correndo diariamente, devem ter cuidados com lesões por normalmente utilizarem o piso mais rígido, onde a areia é mais seca.  Para esses, o uso de palmilhas sob medida poderá trazer mais conforto e melhorar o desempenho da atividade física.<br />
Segundo Renato Machado, forçar o ritmo do exercício pode levar ao chamado estresse muscular ou até mesmo ao surgimento de distensões. É importante observar desníveis, como saliências na areia e pequenos buracos, para evitar problemas como entorse de tornozelo e até mesmo fraturas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwp.clicrbs.com.br%2Fblogdovida%2F2012%2F01%2F06%2Fos-cuidados-para-quem-caminha-ou-corre-na-praia%2F&amp;title=Os%20cuidados%20para%20quem%20caminha%20ou%20corre%20na%20praia" id="wpa2a_6"><img src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Para ler antes de beber</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2011 16:41:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
		<category><![CDATA[beber]]></category>

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		<description><![CDATA[
A comemoração da virada do ano sempre vem regada a muita champanhe, cerveja,  destilados e outras variações de bebidas alcoólicas. Antes de "encher o caneco", vale a pena prestar atenção para o alerta sobre os malefícios do álcool à saúde  e sobre os riscos de acidentes de trânsito que uma pessoa alcoolizada pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/12/7335cerveja.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1325" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/12/7335cerveja-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>A comemoração da virada do ano sempre vem regada a muita champanhe, cerveja,  destilados e outras variações de bebidas alcoólicas. Antes de "encher o caneco", vale a pena prestar atenção para o alerta sobre os malefícios do álcool à saúde  e sobre os riscos de acidentes de trânsito que uma pessoa alcoolizada pode  causar.</p>
<p>Os  efeitos do álcool variam de intensidade de acordo com as características  pessoais: cada um reage de um jeito à bebida. Tudo depende do peso do indivíduo  (uma estrutura física de grande porte terá uma maior resistência aos efeitos do  álcool) e da capacidade de processá-lo. No entanto, a seguradora enfatiza que,  independente destes fatores, a ingestão de bebida alcoólica deve ser feita com  moderação e responsabilidade.</p>
<p>– Acreditamos que  nunca é demais colocar esse assunto em discussão já que o consumo abusivo do  álcool é responsável por diversas doenças como esteatose hepática (acúmulo de  gordura no fígado), cirrose hepática (fibrose e formação de nódulos) e  pancreatite (inflamação no pâncreas), além de ser o responsável por grande parte  dos atos de violência e dos acidentes dos mais variados, desde trânsito até de  trabalho – afirma médico do trabalho e atuante no Programa Saúde Ativa na  SulAmérica,  Paulo Nadal.</p>
<p>Atenta  ao bem estar de seus segurados e da população em geral, a SulAmérica realiza há  oito anos o programa Saúde Ativa, que disponibiliza às empresas clientes um  conjunto de ações com foco em promoção à saúde e prevenção de doenças ou suas  complicações. O Saúde Ativa inicia com o levantamento do perfil de risco para o  desenvolvimento de doenças específicas, por meio de questionário, exames de  colesterol total e glicemia e medição de pressão arterial, peso e altura. Com  estes dados é feita a análise de risco e o participante recebe seu relatório com  orientações específicas de acordo com o resultado encontrado. A empresa recebe  os dados estatísticos do grupo auxiliando no desenvolvimento de ações em  promoção da saúde no ambiente de trabalho (alimentação saudável, estresse,  atividade física, consumo de álcool e cessação do  tabagismo).</p>
<p>De  acordo com os dados do Saúde Ativa,  o número de indivíduos com consumo elevado  de bebida alcoólica é de 3%.</p>
<p>– Mesmo sendo uma análise feita em um cenário  diferente e em épocas do ano cujo foco não é a comemoração, este é um dado que  deve ser considerado principalmente em um universo corporativo – destaca  Nadal.</p>
<p><strong>Afinal,  o que significa beber com moderação?</strong></p>
<p>O <em>National Institute of Alcohol Abuse and  Alcoholism</em> (NIAAA), utiliza o termo "beber moderado" para se referir  ao consumo com limites onde não há prejuízos ao indivíduo e  sociedade.</p>
<p>O  impacto do consumo de álcool sobre a doença e lesões é determinado por duas  dimensões: a primeira é o volume total de álcool consumido, cujos critérios da  Organização Mundial da Saúde (OMS) adotados como referências de beber seguro são  de uma dose ao dia para as mulheres e duas doses por dia para os homens, sendo  considerada uma dose 350 ml de cerveja, 90 ml de vinho ou 40 ml de destilados; a  segunda é o padrão de beber, cuja uma das principais características é o consumo  excessivo episódico, também conhecido como “binge”, particularmente danoso à  saúde física e mental.  É considerado “binge” a ingestão de 60g de álcool num  curto espaço de tempo (aproximadamente 5 doses para homens e 4 doses para  mulheres).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>A OMS  recomenda não ingerir bebidas alcoólicas pessoas nas seguintes  condições:</strong></p>
<p>-          Se  estiver grávida ou a amamentando.</p>
<p>-          Se for  dirigir ou trabalhar com uma máquina.</p>
<p>-          Pessoas em uso de  medicamentos.</p>
<p>-          Portadoras de doença do fígado ou  pressão alta.</p>
<p>-          Dependência  alcoólica.</p>
<p>-          Presença de tremores pela manhã  durante os períodos de ingestão excessiva de  álcool.</p>
<p>-          Menores de 18 anos de  idade.</p>
<p>-          História de dependência de álcool ou  outras drogas no passado.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Alguns  números reforçam esta preocupação. Dados apresentados no I Levantamento Nacional  sobre os Padrões de Consumo de Álcool na População Brasileira, desenvolvido pelo  Governo Federal, apontam que cerca de 45% dos brasileiros adultos que bebem  tiveram pelo menos um problema relacionado ao álcool, mais prevalente entre  homens (58% homens; 26% mulheres) e mais comuns na região  Centro-Oeste.</p>
<p>O mesmo  levantamento aponta que, dentre os indivíduos que consumiram álcool nos últimos  12 meses, 1.152 pessoas, sendo 599 homens e 553 mulheres, dirigiram em seguida.</p>
<p>– A ingestão de álcool, mesmo em pequenas quantidades, diminui a coordenação  motora e os reflexos, comprometendo a capacidade de dirigir veículos, ou operar  outras máquinas – conclui.</p>
<p>A  Organização Mundial da Saúde (OMS), no início de 2011, divulgou as informações  em um relatório global sobre saúde e consumo de álcool, com dados referentes até  o ano de 2005 e adverte que o uso abusivo de álcool provoca 2,5 milhões de  mortes todos os anos e, aproximadamente 320 mil jovens entre 15 e 29 anos de  idade morrem de causas relacionadas ao consumo de álcool, representando 9% da  mortalidade nessa faixa etária.</p>
<p>Mesmo  sem ser dependente do álcool, uma pessoa que o utiliza sem moderação pode ter  complicações tão ou mais sérias que os alcoólatras.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwp.clicrbs.com.br%2Fblogdovida%2F2011%2F12%2F28%2Fpara-ler-antes-de-beber%2F&amp;title=Para%20ler%20antes%20de%20beber" id="wpa2a_8"><img src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Um placebo para os mais necessitados</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/2011/12/22/um-placebo-para-os-mais-necessitados/</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Dec 2011 19:11:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[placebo]]></category>

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		<description><![CDATA[Pedro Piccaro de Oliveira*
Matias Kronfeld**




O governo tem feito uma grande divulgação de sua mais nova iniciativa para solucionar a assistência à saúde em áreas remotas do país. Em bem elaboradas peças publicitárias expostas em jornais, revistas, internet e canais de televisão, se faz referência de como esse novo programa, intitulado Provab (Programa de Valorização do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Pedro Piccaro de Oliveira*<br />
Matias Kronfeld**</strong></em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><em><strong><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/12/Exame-Médico-Concursos-Públicos.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1323" title="Stock.Xchng" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/12/Exame-Médico-Concursos-Públicos-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a><br />
</strong></em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O governo tem feito uma grande divulgação de sua mais nova iniciativa para solucionar a assistência à saúde em áreas remotas do país. Em bem elaboradas peças publicitárias expostas em jornais, revistas, internet e canais de televisão, se faz referência de como esse novo programa, intitulado Provab (Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica), irá trazer médicos para perto de todos os brasileiros.</p>
<p>A ideia é muito bonita e ninguém se opõe a ela. Porém, infelizmente, esse programa não passa de um arremedo demagógico planejado às pressas dentro do Ministério da Saúde, com pouca preocupação na sua real efetividade, a não ser para o programa eleitoral das próximas eleições. O grande “incentivo” para o médico que vai para os municípios participantes do programa seria um “bônus” (de até 20%) na prova de residência médica. <ins datetime="2011-12-19T21:26" cite="mailto:Pedro"></ins></p>
<p>Para quem não sabe, residência médica, nos dias de hoje, é uma etapa obrigatória na formação completa do médico. São mais de duas mil e seiscentas horas de treinamento, sob supervisão, por ano durante um período entre 2 e 5 anos, após os 6 anos da faculdade, que transformam o recém formando em um ginecologista, cardiologista, cirurgião e outras seis dezenas de especialidades, entre elas a medicina de família. Sim, após seis anos de faculdade, ainda são necessários mais de cinco mil horas de treinamento para proporcionar o melhor atendimento em um posto de saúde. A residência médica em medicina de família envolve o treinamento dentro da unidade básica de saúde, mas também dentro de unidades de emergência e de internação pediátricas e gerais, centros obstétricos, atendimento psiquiátrico inicial e pequenos procedimentos. Tudo isso ao longo de dois anos e sempre com orientação de médicos com experiência em cada uma das áreas.</p>
<p>Para o governo, todo esse treinamento é desnecessário para atender os brasileiros mais desassistidos pelo estado. Para eles um recém formado, que há um mês não poderia nem prescrever um simples analgésico, é a grande promessa de saúde. Além disso, será um recém formado coagido a prestar um atendimento para o qual ele não tem o devido preparo, visto que esse “bônus” desequilibra de tal forma a tão disputada vaga de residência médica, que a participação no programa se torna quase obrigatória. Para se ter uma idéia, no concurso para as vagas de residência médica para o ano de 2011 no Hospital de Clínicas de Porto Alegre, a diferença entre os 100 primeiros colocados foi de 10% do total de pontos. Centésimos fazem a diferença. Portanto, qualquer que seja o bônus, a participação no PROVAB será uma pausa obrigatória no já tão longo tempo de formação do médico e, infelizmente, para prestar o atendimento sem o devido treinamento e suporte.</p>
<p>No edital do Provab, é prometida supervisão à distância e presencial duas vezes ao mês para os dois mil participantes nas mais remotas áreas do país. Para se ter uma idéia, no Rio Grande do Sul, existe pouco mais de duas mil vagas para residência médica. Demorou 40 anos para atingir esse número e dezenas de instituições e centenas de médicos experientes são responsáveis por supervisionar diariamente esses dois mil médicos em treinamento. Qual a possibilidade de ser criado um corpo de supervisão adequado, recebendo, cada um desses supervisores, um salário de R$1.500,00 por mês, e para estar em pleno funcionamento em um prazo de três meses conforme planeja o Ministério da Saúde?</p>
<p>O Provab não passa de mais um engodo, um placebo, para os brasileiros mais abandonados pelo Estado, que terão que se contentar com uma solução barata e imediatista, cuja pressa para implantação só é justificada pelas eleições municipais no próximo ano. A ilusão criada por esse programa da melhora dos números da distribuição demográfica de médicos no país irá atrasar a implementação de medidas que realmente possam melhorar a assistência à saúde para todos os brasileiros. Obviamente essas medidas envolvem necessariamente gestão pública de qualidade e combate à corrupção. Para o Ministério da Saúde, hoje em dia, é mais fácil explorar um recém formado do que fazer o dever de casa.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>* <em>Presidente AMEREHCPA (Associação dos Médicos Residentes do Hospital de Clínicas de Porto Alegre - HCPA)</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><em>** Professor adjunto da Faculdade de Medicina (FAMED) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)</em></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwp.clicrbs.com.br%2Fblogdovida%2F2011%2F12%2F22%2Fum-placebo-para-os-mais-necessitados%2F&amp;title=Um%20placebo%20para%20os%20mais%20necessitados" id="wpa2a_10"><img src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>A nutrição do paciente com câncer</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 19:29:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Câncer]]></category>
		<category><![CDATA[nutrologia]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
 

No Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer  (INCA) 66,3% dos pacientes com câncer estão com o peso abaixo do ideal devido ao  tratamento quimioterápico. Pessoas  diagnosticadas com câncer apresentam quase  três vezes mais quadro de desnutrição do que aquelas que sofrem de doenças como  a tuberculose e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong> </strong></p>
<p><em> </em></p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/12/Alimentação-Saudável.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1321" title="Divulgação" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/12/Alimentação-Saudável-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>No Brasil, segundo o Instituto Nacional do Câncer  (INCA) 66,3% dos pacientes com câncer estão com o peso abaixo do ideal devido ao  tratamento quimioterápico. Pessoas  diagnosticadas com câncer apresentam quase  três vezes mais quadro de desnutrição do que aquelas que sofrem de doenças como  a tuberculose e o HIV. Segundo o nutrólogo do Hospital São Luiz, Celso Cukier,  além do comprometimento do estado nutricional causado pelo tumor, o tipo de  tratamento também influenciará em seu estado de saúde.</p>
<p>– Qualquer paciente tende  a ficar fraco durante o tratamento oncológico, por isso um especialista precisa  formular uma alimentação balanceada e que seja aliada a este tratamento – afirma Cukier.</p>
<p>No momento do diagnóstico, aproximadamente 80% dos  pacientes perdem peso substancialmente.  A ocorrência e a  severidade da desnutrição são maiores em portadores de tumores  gastrointestinais e pulmonares. Isso acontece porque as doenças ligadas à  respiração e à digestão os deixam mais sensíveis aos alimentos que ingerem e  causam alteração do paladar e dificuldade em sentir sabores, além de  sensibilidade ou de insensibilidade ao doce e de intolerância ao  amargo.</p>
<p>É comum que com o tratamento quimioterápico o  paciente tenha uma diminuição no apetite, por outro lado, ele apresenta um  aumento de suas necessidades de energia e de ingestão proteínas em virtude da  doença. A somatória destes fatores pode contribuir com a desnutrição. Com a  dificuldade na alimentação e a falta de alguns nutrientes, ele começa a perder  peso, por isso o tratamento nutricional deve ser simultâneo ao do câncer, segundo o nutrólogo.</p>
<p>Quando existe um desequilíbrio entre as  necessidades do organismo e a ingestão de nutrientes, o indivíduo pode entrar  neste estado de desnutrição. Um de seus sinais mais simples é a perda de peso.  Outros que podem ser citados são desânimo, cansaço, mal-estar, unhas quebradiças  e pele ressecada. Mesmo as pessoas com um histórico saudável antes de ter o  câncer podem ficar desnutridas após o diagnóstico, pois a doença afeta o  metabolismo.</p>
<p>Se não houver o acompanhamento nutricional, o  tratamento de câncer, apesar de combater o tumor, pode ter um impacto negativo  sobre o organismo. Os pacientes diagnosticados com câncer podem se alimentar  com que mais gostam, de forma balanceada e moderada, para que a perda de peso  não aconteça.</p>
<p>Segundo a nutricionista Serviço de Nutrição do Instituto do Câncer do Hospital Mãe de Deus, Maíra Pereira Perez, é indispensável o auxílio da nutricionista         para uma detalhada avaliação visando identificar mais precocemente         as alterações nutricionais para a adoção         de uma adequada terapia, objetivando não só manter ou recuperar     o estado nutricional, como proporcionar melhor qualidade de vida ao paciente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Dicas de alimentação no tratamento do paciente com  câncer:</strong></p>
<p>- Faça uma dieta fracionada, comendo pequenas  quantidades e frequentemente.</p>
<p>- Evite a ingestão de líquidos durante as  refeições, pois pode causar refluxo.</p>
<p>- Evite comer em locais abafados, quentes ou que  tenham cheiros vindos da cozinha que podem causar náuseas.</p>
<p>- Não tente ingerir seus alimentos preferidos  quando sentir náuseas. Isso pode criar repugnância permanente por esses  alimentos.</p>
<p>- Descanse após refeições, pois a atividade pode  retardar a digestão. É melhor descansar sentado durante cerca de uma hora após  as refeições.</p>
<p>- Se a náusea costuma aparecer durante o  tratamento, evite comer uma ou duas horas antes da quimioterapia ou da  radioterapia.</p>
<p>- Tente descobrir quando a náusea ocorre e qual sua  causa (determinados alimentos, situações, ambientes).</p>
<p>- Introduza mudanças no seu plano alimentar. Fale  com seu médico e/ou nutricionista.</p>
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		<title>Fitoterápico é promessa contra varizes</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/2011/12/09/fitoterapico-e-promessa-contra-varizes/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 18:22:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[pernas]]></category>
		<category><![CDATA[varizes]]></category>

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		<description><![CDATA[
A  chegada do verão traz, além da preocupação estética com os vasinhos e varizes,  os sintomas de aumento da sensação de peso e cansaço nas pernas, bem como  inchaço e dor. Estes sintomas são indicativos  de um problema chamado  Insuficiência Venosa Crônica, ou IVC, doença que  demonstrou atingir cerca de um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/12/dicas-para-prevencao-das-varizes-13-339.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1319" title="dicasStock.Xchng" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/12/dicas-para-prevencao-das-varizes-13-339-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>A  chegada do verão traz, além da preocupação estética com os vasinhos e varizes,  os sintomas de aumento da sensação de peso e cansaço nas pernas, bem como  inchaço e dor. Estes sintomas são indicativos  de um problema chamado  Insuficiência Venosa Crônica, ou IVC, doença que  demonstrou atingir cerca de um  terço da população estudada no país e que afeta, especialmente, mulheres e profissionais que  trabalham muito tempo em pé ou sentados, mais propensos a esta condição.</p>
<p>Para  ajudar a reduzir os sintomas de varizes, o laboratório alemão Boehringer  Ingelheim acaba de lançar um  fitoterápico produzido a partir das folhas da <em>Vitis Vinifera</em>. As pesquisas com a <em>Vitis Vinifera</em> para o tratamento da IVC começaram há alguns anos, quando médicos perceberam que  os vinicultores franceses quase nunca tinham problemas nas veias, apesar de  também trabalharem jornadas exaustivas em pé. Foi então que descobriram que os  fazendeiros faziam infusões e emplastros com as folhas de parreira para tratar a  sensação de peso, inchaço e dor nas pernas. O medicamento<sup></sup> é produzido com  as folhas da videira vermelha cuidadosamente selecionadas, lavadas e secas. Elas  ainda passam por um processo especial desenvolvido pela Boehringer Ingelheim  para obtenção e padronização do extrato seco de folhas de <em>Vitis  Vinifera</em>.</p>
<p>Segundo pesquisas realizadas, as folhas da  <em>Vitis Vinifera</em> possuem um flavonóide que tem ação antiinflamatória,  ajudando a reduzir o edema, fortalecendo as veias e melhorando a circulação  venosa<sup>2,3</sup>. O tratamento deve ser feito em conjunto com outros  cuidados, como manutenção do peso, uso de roupas e sapatos confortáveis e  atividades físicas além da utilização de meias compressivas elásticas, entre  outros conforme recomendação médica.</p>
<p>A IVC afeta, especialmente, as pessoas que  permanecem muito tempo sentadas ou em pé, em geral devido a sua atividade  profissional, o que dificulta o retorno do sangue para o coração. Com o tempo,  as válvulas venosas deixam de funcionar adequadamente e o sangue se acumula nas  pernas, gerando dor e desconforto. Não tratada, a IVC pode resultar em úlceras  nas pernas e flebite (inflamação nas veias), estágios bastante graves da  doença.</p>
<p>O extrato padronizado de <em>Vitis  vinifera</em> demonstrou eficácia para amenizar os sintomas das varizes em  portadores de IVC leve a moderada<sup></sup>. Um grande benefício é que  basta um comprimido por dia, o que melhora a aderência ao  tratamento. O fitoterápico está à disposição de médicos e pacientes em mais de  20 países <sup>5</sup> e agora chega ao Brasil, em apresentações com 18 ou 30  comprimidos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>O que são as varizes?</strong></p>
<p>Varizes, ou veias varicosas, são veias dilatadas, alongadas e  tortuosas.  Aparecendo geralmente nas pernas por motivos crônicos e/ou   hereditários, são o pesadelo de muitas pessoas, principalmente das   mulheres, pelo caráter prejudicial à estética. Entre os fatores que  contribuem para o surgimento de varizes estão o  uso de pílulas  anticoncepcionais e a reposição hormonal, o  envelhecimento, a  obesidade, o sedentarismo e o tabagismo.</p>
<p>Para prevenir o surgimento do problema, especialistas recomendam o  uso de meias elásticas, a  manutenção de peso ideal e prática de  exercícios aeróbicos</p>
<p>As meias irão agir desviando o sangue das veias superficiais, onde as   varizes se formam, para as veias mais profundas, onde as varizes não   existem. As pessoas com tendência hereditária e as que ficam muito tempo   em pé ou sentadas devem usar este tipo de meia.</p>
<p>Exercícios como a caminhada, o ciclismo, a natação e a hidroginástica   são recomendáveis. Eles ajudam a melhorar a circulação sanguínea   facilitando o retorno venoso e fortalecendo a panturrilha.  Ao praticar   atividades físicas, os músculos das pernas realizam o mecanismo de   contração e relaxamento ativando a circulação e consequentemente   prevenindo o surgimento de varizes.</p>
<p>Evite também o uso contínuo de sapatos com de salto alto, pois estes   forçam as pernas em posição desconfortante e dificultam o fluxo de   sangue nas veias. Não sente com as pernas cruzadas e evite o consumo   excessivo de sal, que favorece a retenção de líquidos e o inchaço nas   pernas.</p>
<p>Sol, sauna, banhos muito quentes e demorados provocam o aquecimento   da pele e a passagem de uma maior quantidade de sangue pelos vasos da   pele, por isso também precisam ser evitados.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Para mais informações, visite <a title="blocked::http://www.boehringer-ingelheim.com/" href="http://www.boehringer-ingelheim.com/">www.boehringer-ingelheim.com</a></p>
<p>e <a title="blocked::http://www.ajudareomelhorremedio.com.br/" href="http://www.ajudareomelhorremedio.com.br/">www.ajudareomelhorremedio.com.br</a>.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwp.clicrbs.com.br%2Fblogdovida%2F2011%2F12%2F09%2Ffitoterapico-e-promessa-contra-varizes%2F&amp;title=Fitoter%C3%A1pico%20%C3%A9%20promessa%20contra%20varizes" id="wpa2a_14"><img src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Todos os benefícios da cirurgia bariátrica</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/2011/12/06/todos-os-beneficios-da-cirurgia-bariatrica/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 17:06:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[estômago]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os resultados da cirugia bariátrica, popularmente conhecida como redução do estômago, vão muito além do controle da obesidade mórbida. A cirurgia, que é indicada no tratamento da obesidade mórbida também é eficaz no controle de outras comorbidades, como diabetes tipo 2, apnéia do sono, hipertensão arterial, infertilidade e o desenvolvimento de alguns tipos de câncer, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/12/obesidade.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1317" title="Stock.Xchng" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/12/obesidade-300x216.jpg" alt="" width="300" height="216" /></a></p>
<p>Os resultados da cirugia bariátrica, popularmente conhecida como redução do estômago, vão muito além do controle da obesidade mórbida. A cirurgia, que é indicada no tratamento da obesidade mórbida também é eficaz no controle de outras comorbidades, como diabetes tipo 2, apnéia do sono, hipertensão arterial, infertilidade e o desenvolvimento de alguns tipos de câncer, como o de útero e no pâncreas. A eficácia do procedimento para o controle geral de doenças metabólicas foi o grande destaque do 13° Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (realizado no início de novembro em Gramado), que contou com a presença dos mais renomados especialistas nacionais e internacionais.</p>
<p>– Nos últimos anos a cirurgia bariátrica teve um grande crescimento em todo o mundo e o Brasil é um país de destaque nesse procedimento. Hoje é de conhecimento público que a cirurgia bariátrica não é eficaz somente no controle da obesidade, mas de diversas doenças relacionadas e, por isso, ela está sendo tratada como cirurgia metabólica, devido às mudanças hormonais e os diversos benefícios que traz para o paciente – explica Roberto Rizzi, cirurgião bariátrico, certificado pela Surgical Review Corporation (SRC), que comandou um painel com vários especialistas internacionais sobre o tema.</p>
<p>Estudo da Sociedade Britânica de Cirurgia Bariátrica avaliou 8.710 pacientes, sendo que 7.045 foram operados entre abril de 2008 e março de 2010. Antes da cirurgia bariátrica, cerca de dois terços dos pacientes apresentavam três ou mais doenças associadas à obesidade. A hipertensão arterial afetava 32% dos pacientes, o colesterol 17% e a apnéia do sono 15%. Um ano após a cirugia, o número de pacientes com hipertensão caiu para 20%, com colesterol caiu para 8% e de apnéia de sono para 6%.Diabetes - Outro grande benefício da cirurgia bariátrica está no controle do diabetes tipo 2. O Brasil figura entre os 10 países com maior percentual de diabéticos. A doença atinge 6,4% da população geral e esse número não para de crescer. A estimativa é que a doença avance 65% nos próximos 20 anos, atingindo 438 milhões de diabéticos em todo mundo.</p>
<p><strong>Maior problema de saúde pública é o diabetes e a obesidade</strong></p>
<p>No mês de abril, a Federação Internacional do Diabetes apresentou durante o 2° Congresso Mundial do Tratamento do Diabetes uma nova diretriz para a aplicação da cirurgia bariátrica no tratamento do diabetes tipo 2. Anteriormente indicada apenas para pacientes obesos com IMC acima de 35, com comorbidades, o documento apresentado defende que a técnica seja liberada para pacientes com IMC entre 30 e 35 nos casos que os pacientes não tiveram respostas com o tratamento medicamentoso. A entidade reconhece a associação entre o diabetes e a obesidade como o maior problema de saúde pública da atualidade.</p>
<p>Três tipos de cirurgia se mostram eficientes no controle do diabetes e, por isso, são conhecidas como Cirurgia do Diabetes: o by-pass gastrojejunal e as derivações bilio-pancreáticas (scopinaro e "duodenal switch"). Com a cirurgia há a estimulação do hormônio GLP1, responsável pela produção da insulina. O hormônio é gerado no íleo (parte final do intestino delgado) quando este entra em contato com os alimentos.</p>
<p>– As três técnicas criam um atalho para o alimento, que é desviado do duodeno e chega antes à parte final do intestino. Esse desvio altera a secreção de alguns hormônios intestinais, como o GLP-1, cujo aumento estimula a produção de insulina, resultando na melhora ou até mesmo no controle do diabetes tipo 2 – diz Rizzi.</p>
<p><strong><br />
 Um terço das mortes por câncer  tem relação com obesidade</strong></p>
<p>Levantamento divulgado pela Sociedade Americana do Câncer diz que um terço das mortes por câncer são relacionadas à obesidade. Considerada uma epidemia mundial, a obesidade é o segundo maior fator de risco evitável para o câncer, ficando atrás apenas do tabagismo.<br />
 A obesidade está ligada ao desenvolvimento de diversos tipos de câncer. Publicação do Instituto Nacional do Câncer (Inca), órgão vinculado ao Ministério da Saúde, diz que a redução dos níveis de obesidade no país pode evitar 19% dos casos da doença. O controle da obesidade pode fazer com que o câncer de mama tenha sua incidência reduzida em 30%.</p>
<p>– Temos que repensar nossa alimentação, pois ela pode ser fator de proteção ou aumentar os riscos de desenvolvimento do câncer. Precisamos aumentar o consumo de frutas, fibras, verduras, legumes e peixes e deixar de lado alimentos ricos em açúcares e gorduras saturadas, como refrigerantes e alimentos industrializados – afirma Rizzi.</p>
<p><strong>Obesidade x Infertilidade</strong></p>
<p>Existe, ainda, uma relação entre a obesidade e a infertilidade. Ela causa na mulher alteração da produção de insulina, liberada pelo pâncreas, que pode levar a uma condição de infertilidade, conhecida como Síndrome do Ovário Policístico (SOP). Esse problema está associado a ciclos menstruais irregulares, anovulação (diminuição ou parada da ovulação) e níveis elevados de hormônios, diminuindo, dessa forma, as chances de gestação.</p>
<p>O excesso de gordura corporal influencia, ainda, a produção do hormônio liberador de gonadotropina (GnRH), essencial para regular a ovulação nas mulheres. Esse hormônio é responsável pela liberação do hormônio luteinizante (LH) e hormônio folículo estimulante (FSH), ambos fundamentais para o desenvolvimento de óvulos.</p>
<p>– Mulheres obesas que pensam em ser mãe precisam de um acompanhamento médico prévio, pois, além da dificuldade para conseguir engravidar, o risco de uma gestação complicada é muito alto. Quanto maior o grau de obesidade, maior o problema para a mulher e para o feto – destaca Rizzi.</p>
<p>Um estudo realizado nos Estados Unidos, na Brown University School of Medicine, avaliou 54 mulheres em idade sexualmente ativa com obesidade mórbida antes e depois de serem submetidas à cirurgia bariátrica, conhecida popularmente como cirurgia de redução de estômago. As mulheres tiveram um índice de massa corporal (IMC) de 45 antes da cirurgia, que significa que estavam com cerca de 100 quilos a mais que o peso recomendado.</p>
<p>Antes do procedimento cirúrgico, 63% das mulheres apresentaram algum problema de disfunção sexual. As pacientes que foram submetidas à cirurgia perderam em média 60% do peso em seis meses e, em uma nova avaliação, apenas 32% das mulheres ainda apresentavam alguma disfunção sexual. A cirurgia bariátrica é muito benéfica para mulheres com obesidade extrema, é uma ajuda rápida na função sexual. Há uma melhora hormonal e na auto-estima da mulher, que se sente mais bonita e atraente. A grande maioria das mulheres do estudo relatou melhoras em todos os aspectos da função sexual, incluindo o desejo, excitação e satisfação.</p>
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		<title>Iniciativa global luta contra a hipertensão</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 13:58:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[hipertensão]]></category>

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		<description><![CDATA[
Hoje, dia 29 de novembro, foi lançada no mundo todo uma campanha endossada pela Sociedade Europeia de  Hipertensão e pela Sociedade Americana de Hipertensão. A iniciativa, com  cunho educativo, é destinada a pacientes e médicos, com o objetivo de munir as  partes envolvidas no tratamento da hipertensão para melhor controle da doença.
Para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/11/Pressão-Arterial.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1314" title="Pressão-Arterial" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/11/Pressão-Arterial-300x277.jpg" alt="" width="300" height="277" /></a></p>
<p>Hoje, dia 29 de novembro, foi lançada no mundo todo uma campanha endossada pela Sociedade Europeia de  Hipertensão e pela Sociedade Americana de Hipertensão. A iniciativa, com  cunho educativo, é destinada a pacientes e médicos, com o objetivo de munir as  partes envolvidas no tratamento da hipertensão para melhor controle da doença.</p>
<p>Para o lançamento, está sendo lançadauma pesquisa que ouviu mais de  4.500 pacientes com hipertensão arterial resistente ao tratamento, a forma mais  grave da doença. Participaram cerca de 600 pacientes do Brasil. Essa pesquisa  trouxe algumas informações sobre o perfil comportamental desses pacientes, o que  pensam e como convivem com essa doença crônica.</p>
<p>Os números impressionam: apesar de cuidados médicos contínuos, 71% dos brasileiros com hipertensão resistente ao tratamento que participaram da pesquisa afirmam que a hipertensão continua a ser seu problema de saúde mais grave. E crca de nove em cada 10 entrevistados (87%) dizem que precisam de novas opções de tratamento para manter sua hipertensão sob controle.</p>
<p>A hipertensão resistente ao tratamento, definida como pressão arterial persistentemente elevada apesar do tratamento com três ou mais medicamentos de diferentes classes, representa uma séria ameaça à saúde para quase 100 milhões de pessoas em todo o mundo. Esse novo levantamento foi conduzido pela<em> Harris Interactive c</em>om mais de 4.500 pacientes com pressão arterial elevada ao redor do mundo, incluindo Brasil, França, Alemanha, Itália, Japão, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos. No Brasil, 589 pessoas responderam à pesquisa. O levantamento é o primeiro passo para uma campanha de saúde global chamada Power Over Pressure – Vencendo a Pressão, que conta com a chancela da Sociedade Europeia de Hipertensão e da Sociedade Americana de Hipertensão, e foi desenhada para educar e capacitar pacientes e médicos para finalmente assumirem o controle dessa doença desafiadora – visite <a href="http://www.poweroverpressure.com">www.poweroverpressure.com </a></p>
<p>A pesquisa, apoiada pela Medtronic, também aponta que as pessoas no Brasil com hipertensão resistente ao tratamento são extremamente preocupadas com a sua saúde em geral. Mais de dois terços (67%) dos entrevistados descrevem a sua saúde em geral como "regular ou ruim", apesar do fato de a maioria dos pacientes com hipertensão resistente ao tratamento afirmar que está sob os cuidados de um clínico geral (72 %) ou de um cardiologista (49%).</p>
<p>– Uma nova abordagem é necessária para melhorar o controle desta forma mais desafiadora de hipertensão – diz Suzanne Oparil, vice-presidente da campanha<strong> Power Over Pressure - Vencendo a Pressão</strong>, professora de Medicina, Fisiologia e Biofísica e diretora do Programa de Biologia Vascular e Hipertensão na Divisão de Doenças Cardiovasculares da Universidade do Alabama, em Birmingham, nos Estados Unidos.</p>
<p>– O número de pacientes resistentes ao tratamento aumentou em 62% nos últimos 20 anos. Os resultados da pesquisa ressaltam o impacto que a hipertensão resistente ao tratamento tem sobre os pacientes e a necessidade crítica de uma maior colaboração entre os pacientes e seus médicos, bem como encaminhamentos adequados para especialistas para auxiliar no gerenciamento desta doença – afirma a especialista.</p>
<p>Luiz Bortolotto, diretor da Unidade de Hipertensão do Instituto do Coração (Incor) e coordenador do Centro de Hipertensão Arterial do Hospital Alemão Oswaldo Cruz (HAOC), de São Paulo, acrescenta que "os resultados dessa pesquisa confirmam a necessidade de que esses pacientes e seus médicos melhorem os resultados gerais por meio de estratégias de tratamento novas ou mais eficazes. Estamos lançando a campanha para ajudar a enfrentar este desafio de saúde pública”.</p>
<p>A pesquisa revelou que os brasileiros com hipertensão resistente ao tratamento enfrentam mais desafios do que os pacientes com formas menos avançadas da doença. Eles são mais propensos a sofrer de doenças de risco como diabetes tipo 2 (11% contra 7%), doença cardíaca (21% contra 12%) e obesidade (38% contra 29%). Esses pacientes com a forma mais grave de hipertensão tomam diariamente uma média de quatro comprimidos de medicamentos prescritos para a pressão arterial (contra dois entre os adultos com hipertensão não controlada) e muitos têm se esforçado para controlar a pressão arterial elevada por um período médio de oito anos (contra três anos para adultos com hipertensão não controlada).</p>
<p>Pacientes com hipertensão resistente ao tratamento entrevistados indicam que a condição é seu problema de saúde mais significativo e tem profundo impacto na sua vida cotidiana. A maioria dessas pessoas (62%) admite estar muito preocupada em ter um acidente vascular cerebral (AVC), como resultado de sua pressão arterial elevada.  Oito em cada dez pacientes com hipertensão resistente ao tratamento dizem que sua pressão arterial alta tem um impacto negativo sobre sua tranquilidade (83%) e saúde em geral (90%)</p>
<p>Além disso, pacientes com hipertensão resistente ao tratamento querem mais opções para gerenciar sua condição. Mais de três em cada quatro pacientes (85%) com hipertensão resistente ao tratamento expressam preocupação sobre o número de medicamentos que estão tomando e mais de quatro entre cinco pacientes (85%) dizem que gostariam que fosse mais fácil manter sua pressão arterial sob controle. Três em cada quatro pacientes com hipertensão resistente ao tratamento (84%) disseram que sua qualidade de vida melhoraria muito se pudessem controlar sua pressão arterial com menos medicamentos.</p>
<p><strong>Sobre a hipertensão resistente ao  tratamento </strong></p>
<p>A hipertensão resistente ao  tratamento é uma doença crônica especialmente perigosa por causa de sua  associação com maior risco cardiovascular, incluindo derrame e ataque cardíaco,  bem como insuficiência cardíaca e doença renal. A pesquisa sugere que 28% dos  hipertensos tratados são considerados como resistentes ao  tratamento. Além disso, esses  pacientes têm três vezes mais risco de eventos cardiovasculares em  comparação com indivíduos com hipertensão controlada.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fwp.clicrbs.com.br%2Fblogdovida%2F2011%2F11%2F29%2Finiciativa-global-luta-contra-a-hipertensao%2F&amp;title=Iniciativa%20global%20luta%20contra%20a%20hipertens%C3%A3o" id="wpa2a_18"><img src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/wp-content/plugins/add-to-any/share_save_171_16.png" width="171" height="16" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Proteja sua pele nesse verão</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/2011/11/22/proteja-sua-pele-nesse-verao/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Nov 2011 14:09:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[bronzeamento]]></category>
		<category><![CDATA[proteção solar]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para boa parte dos gaúchos, a chegada do verão é sinônimo de mais dias ao ar livre, principalmente nos finais de semana. Depois de um inverno rigoroso, marcado por dias cinzentos e frios, praias, piscinas, parques e clubes lotam com quem disputa, literalmente, um lugar ao sol. A ideia pode ser animadora, mas essa é a época de alerta vermelho para um problema intimamente relacionado à exposição às radiações UVA e UVB, responsáveis pelo invejável bronzeado mas também por diversos cânceres de pele. Se formos levar em conta dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), que 66,3% dos brasileiros se expõe ao sol sem nenhuma proteção, estamos diante de um comportamento tão nocivo quanto abusar de gorduras, ser sedentário, fumar ou fazer sexo sem camisinha.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/11/bronzeamento.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1311" title="Stock.Xchng" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/11/bronzeamento-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a></p>
<p>
Para boa parte dos gaúchos, a chegada do verão é sinônimo de mais dias ao ar livre, principalmente nos finais de semana. Depois de um inverno rigoroso, marcado por dias cinzentos e frios, praias, piscinas, parques e clubes lotam com quem disputa, literalmente, um lugar ao sol. A ideia pode ser animadora, mas essa é a época de alerta vermelho para um problema intimamente relacionado à exposição às radiações UVA e UVB, responsáveis pelo invejável bronzeado mas também por diversos cânceres de pele. Se formos levar em conta dados da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), que 66,3% dos brasileiros se expõe ao sol sem nenhuma proteção, estamos diante de um comportamento tão nocivo quanto abusar de gorduras, ser sedentário, fumar ou fazer sexo sem camisinha.</p>
<p>Um dado estatístico coloca o Rio Grande do Sul num patamar preocupante: o câncer de pele não melanoma é o mais incidente em homens na maioria das regiões do país, com um índice estimado de 85 a cada 100 mil habitantes. Na Região Sul, este percentual é de 53 a cada 100 mil pessoas, e nas mulheres, maior ainda: 87 a cada 100 mil. Em Porto Alegre, 13,9% da população é diagnosticada com a doença, número considerado elevado em relação ao restante do Brasil (11,1%).                    </p>
<p>_ No Rio Grande do Sul, o risco é alto, especialmente porque parte da população tem pele clara, mais suscetível ao sol _ alerta o presidente da SBD-RS, Gustavo Pinto Corrêa.</p>
<p>Em estágio inicial, todos os tipos de câncer, incluindo o mais letal de todos os tumores de pele conhecidos pela medicina _ o melanoma _ tem alto índice de cura.  Embora represente 4% dos tipos de câncer de pele, mata em 75% das vezes que se manifesta, de acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde). Todo ano, são registrados cerca de 132 mil casos de melanoma no planeta, além de 2 milhões de outros tipos de câncer de pele. Felizmente, nos últimos anos, houve uma grande melhora na sobrevida dos pacientes com o melanoma, principalmente devido à detecção precoce. Nos países desenvolvidos, a sobrevida média estimada em cinco anos é de 73%, enquanto que, para os países em desenvolvimento, a sobrevida média é de 56%. A média mundial estimada é de 69%. A grande dificuldade é quando é descoberta a doença tardiamente, já que ela tem uma notável facilidade de dar origem a metástases, ou seja, se espalhar para outros órgãos, uma vez que uma célula cancerosa entre em contato com a corrente sanguínea ou linfática.</p>
<p>O outro tipo de câncer de pele, o carcinoma, é bem menos agressivo e raramente fatal. Na forma basocelular, surge em 70% dos casos, tem crescimento lento e raramente se dissemina. Na forma espinocelular ou de células escamosas (cerca de 25% das ocorrências), cresce mais rápido e as lesões maiores podem levar à metástase. </p>
<p>
Uma questão cultural</p>
<p>Para descobrir as raízes da expansão da doença, é possível retroceder no tempo. Mais precisamente há 50 anos, quando o bronzeado deixou de ser um estigma social para virar moda. Ser branco como uma folha de papel, durante séculos, era um traço nobre. Segundo o dermatologista David Horne, em entrevista à revista Men's Health, "a pele bronzeada era característica das classes baixas, que faziam o trabalho braçal sob o sol", lembra, citando que apenas mais recentemente é que as pessoas passaram a tomar sol para "melhorar" a aparência.</p>
<p>O grande problema é que, mais cedo ou mais tarde, o corpo vai pedir a conta do excesso de exposição ae sol sem proteção. E não significa que quem tem a pele mais escura está livre de desenvolver a doença. </p>
<p>_ A ideia de que a pessoa bronzeada não pode ter câncer de pele é fantasiosa. Até negros estão sujeitos _ afirma Corrêa.  </p>
<p>Para o dermatologista Erasmo Tokarski, as pessoas estão cientes dos danos que o sol pode causar, mas nunca acham que podem ser atingidas.</p>
<p>_ Os efeitos do sol são cumulativos. Uma queimadura hoje pode virar um câncer amanhã. As pessoas que tiveram melanoma são propensas a terem novamente. O protetor solar é indispensável e deve ser aplicado com generosidade de duas em duas horas, e a pele deve receber o produto meia hora antes da exposição solar.</p>
<p>Os cremes protetores, segundo os especialistas, deve ser aplicado todos os dias, mesmo quando está nublado. Segundo a dermatologista Simone Sotto Mayor, diretora de dermocosméticos da Biolab, são frequentes queimaduras quando as nuvens predominam.<br />
_ São muito comuns queimaduras em montanhas e estações de turismo com neve, por exemplo, locais muitas vezes não associados a esses riscos _ afirma Simone.<br />
Simone explica que, quando falamos em Fator de Proteção Solar (FPS), nos referimos à medição da proteção em relação à radiação UVB, que causa como efeito imediato queimaduras e, com o passar dos anos, lesões ligadas ao câncer. Já a radiação UVA é mais ligada ao envelhecimento cutâneo, e também ao surgimento de alguns tipos de cânceres de pele e melasmas.      </p>
<p><strong>POR DENTRO DA DOENÇA</strong></p>
<p>Basicamente, existem três tipos de câncer de pele:</p>
<p><strong>Carcinoma basocecular</strong><br />
É o tipo mais comum. Pode aparecer como uma área que parece uma cicatriz, com bordas mal definidas e superfície brilhante. Também pode ser um sinal avermelhado ou uma área que parece sempre irritada, ou uma superfície saliente e rosada, com uma crosta no centro.</p>
<p><strong>Carcinoma espinocelular</strong><br />
É o segundo câncer de pele mais frequente. Pode ser um ferimento aberto que sangra e cria casca, ou uma mancha vermelha escamosa, com borda irregular, que forma casca e sangra.<br />
<strong><br />
Melanoma</strong><br />
Tipo mais letal de câncer de pele, sobretudo se não detectado na fase inicial. Pode aparecer como um pequeno caroço, de cor uniforme, simétrico e muitas vezes firme ao toque. Também pode ser uma marca achatada, levemente levantada, com bordas irregulares, ou ter diferentes cores (castanho, preto, vermelho, azul ou branco).          </p>
<p><strong>FATORES DE RISCO</strong></p>
<p>Em ordem de importância, são: sensibilidade ao sol (queimadura pelo sol e não bronzeamento), pele clara, exposição excessiva ao sol, história prévia de câncer de pele, história familiar de melanoma, nevo congênito (pinta escura), maturidade (após 15 anos de idade a propensão para este tipo de câncer aumenta), xeroderma pigmentoso (doença congênita que se caracteriza pela intolerância total da pele ao sol, com queimaduras externas, lesões crônicas e tumores múltiplos) e nevo displásico (lesões escuras da pele com alterações celulares pré-cancerosas).</p>
<p>
<strong>PREVENÇÃO</strong><br />
Como os outros tipos de câncer de pele, o melanoma pode ser prevenido evitando-se a exposição ao sol no horário das 10h às 16h, quando os raios são mais intensos. Mesmo durante o período adequado é necessária a utilização de proteção como chapéu, guarda-sol, óculos escuro e filtros solares com fator de proteção 30 ou mais.</p>
<p>
<strong>TRATAMENTO</strong><br />
A cirurgia é o tratamento mais indicado. A radioterapia e a quimioterapia também podem ser utilizadas dependendo do estágio do câncer. Quando há metástase, o melanoma é de difícil cura, na maior parte dos casos. A estratégia de tratamento para a doença avançada deve ter então como objetivo aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/11/bronzeado-sol-praia-450x338ok.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1312" title="Stock.Xchng" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2011/11/bronzeado-sol-praia-450x338ok-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a><br />
<strong><br />
Há como me bronzear sem agredir a pele?</strong></p>
<p>O tom da pele e a capacidade de se bronzear dependem da genética de cada um. Quem tem pele morena tem facilidade de deixá-la ainda mais morena. Quem tem pele clara dificilmente se bronzeia, e fica vermelho quando exposto ao sol. Conforme o tom avermelhado melhora, a pele até ganha um bronzeado que logo passa. Em qualquer situação, o bronzeado é uma defesa do nosso corpo contra a agressão dos raios de sol. Para se defender, a pele produz melanina, um pigmento escuro. Assim, a produção de melanina é uma tentativa natural da pele de evitar queimaduras futuras, no caso de a exposição ao sol continuar.</p>
<p>Você só ficará bronzeado naturalmente se sua pele tiver necessidade de se defender continuamente contra o sol. Portanto, não há modo de você se bronzear naturalmente sem agredir sua pele. E lembre-se: essa agressão acelera o envelhecimento da pele, o aparecimento de manchas e rugas, e aumenta a predisposição a câncer de pele. Se mesmo assim você quiser se bronzear, evite horários de sol forte (entre 10h e 16h), período de maior concentração de raios ultravioleta tipo B (UVB), mais associados ao câncer de pele. Além disso, exponha sua pele pouco tempo a cada dia, e evite ficar vermelha.</p>
<p>Os bronzeamentos artificiais  _ mesmo que estejam liberados desde o início de 2010 _ são contraindicados pelos dermatologistas, devido à ausência de controle dos efeitos da radiação sobre a pele.  </p>
<p>
NOVIDADES</p>
<p>– Centros médicos de todo o Brasil começam a usar uma nova terapia contra o câncer de pele. O tratamento é gratuito e a tecnologia foi desenvolvida pela USP de São Carlos. A pomada é passada sobre a pele, que é exposta a radiação ultravioleta. As lesões provocadas pelo câncer são facilmente identificadas pelo equipamento. Se o diagnóstico é positivo, o tumor é tratado, na sequência, com outra luz. A interação do medicamento com a luz vermelha de alta potência provoca uma reação fotoquímica. As células cancerígenas morrem. Na hora, já é possível identificar o resultado da terapia. O procedimento não dura mais que quatro horas.</p>
<p>– Em abril deste ano, a conceituada revista British Journal of Dermatology publicou um estudo científico que promete revolucionar esse cenário. Trata-se de um método para detectar melanoma através de um teste genético. A ferramenta é uma fita adesiva especial, que é colada na lesão suspeita e puxada em seguida. A fita arranca células para serem usadas no teste genético.  Os pesquisadores concluíram que esse método _ que evita anestesia, cortes e cicatriz _ tem 100% de sensibilidade para detectar melanoma: todos os casos de melanoma que passarem por esse exame serão detectados. E nesse processo, só uma pequena porcentagem de lesões benignas será confundida com melanoma.</p>
<p><strong>Para saber mais sobre o assunto, entrevistamos Simone Sotto Mayor, diretora de dermocosméticos da  Biolab, especialista em proteção solar.</strong><br />
<strong><br />
– Quando falamos em câncer de pele, assim como outras doenças, a palavra-chave sempre é prevenção. Sendo assim, o que podemos indicar para cada tipo de pele no dia-a-dia? </strong></p>
<p>A radiação solar é aferida pela intensidade dos raios UVB e UVA. Quando falamos em FPS, nos referimos à medição da proteção em relação a radiação UVB, que causa como efeito imediato queimaduras e, com o passar dos anos, lesões ligadas ao câncer. Já a radiação UVA é  mais ligada ao envelhecimento cutâneo e também ao surgimento de alguns tipos cânceres de pele e melasmas. Estudos mais recentes tem abordado em maior profundidade os danos causados pela radiação UVA. Mas de maneira geral obtém-se boa proteção, atenuação dessas consequencias indesejáveis e da ocorrência de doenças mais graves como o câncer, quando se faz uso de fotoprotetores diariamente , e respeitando os intervalos de aplicação em cada situação de exposição.<br />
<strong><br />
 – É preciso passar protetor mesmo em dias nublados? Por que?</strong></p>
<p>Sim, claro. O protetor solar deve ser usado todos os dias tanto para colaborar na prevenção do câncer e até mesmo do envelhecimento. Porque os raios solares estão presentes também nos dias nublados, tendo a sua luminosidade muitas vezes aumentada pelo espectro  de luz. São comuns, por exemplo, queimaduras de sol em dias nublados em montanhas e estações de turismo com neve, locais muitas vezes não associados a esses riscos,  muito mais freqüentemente relacionados à ambientes de praia. </p>
<p><strong> – Um fator de proteção 100, como o desenvolvido para a Biolab, pode beneficiar que tipo de paciente? Qual a vantagem dele em relação a outros de fator elevado existentes no mercado? </strong></p>
<p>Com a nanotecnologia, tecnologia utilizada no desenvolvimento do Photoprot, permite-se uma liberação lenta dos ativos e uma agregação melhor dos componentes. Obtivemos fotoestabilidade excelente da formulação, o que garante a eficácia da proteção por mais tempo. Após 4h de exposição à radiação simulada do sol de meio-dia,  obtivemos mais de 97% da estabilidade do FPS e da proteção UVA intensa, enquanto a média atingida pelos protetores comuns  é de 80%.</p>
<p><strong><br />
– Sobre bronzeamento artificial: qual sua posição sobre este método?</strong></p>
<p>É contra-indicado  pelos dermatologistas, devido à ausência de controle dos efeitos da radiação sobre a pele.</p>
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