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	<title>Blog do Vida</title>
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	<description>Notícias de saúde, pesquisas médicas e dicas de eventos</description>
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		<title>Ginecologista diz ter encontrado o ponto G</title>
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		<pubDate>Sat, 05 May 2012 16:43:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Laura Schenkel</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[ginecologia]]></category>
		<category><![CDATA[Journal of Sexual Medicine]]></category>
		<category><![CDATA[ponto G]]></category>

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		<description><![CDATA[Um ginecologista americano afirma ter encontrado o famoso ponto G, um suposto centro de extremo prazer feminino localizado na parede inferior frontal da vagina e cuja existência é alvo de controvérsia há décadas.
Adam Ostrzenski, do Instituto de Ginecologia de St. Petersburg, Flórida, diz ter confirmado a existência do ponto G depois de realizar uma dissecação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um ginecologista americano afirma ter encontrado o famoso ponto G, um suposto centro de extremo prazer feminino localizado na parede inferior frontal da vagina e cuja existência é alvo de controvérsia há décadas.<br />
Adam Ostrzenski, do Instituto de Ginecologia de St. Petersburg, Flórida, diz ter confirmado a existência do ponto G depois de realizar uma dissecação na parede interna da vagina do cadáver de uma mulher de 83 anos, indica o estudo publicado nesta quarta-feira pelo Journal of Sexual Medicine.<br />
O ponto G identificado se apresenta como uma pequena cavidade bem definida na parte posterior da membrana perineal, de 16,5 milímetros da parte superior do orifício da uretra, criando um ângulo de 35 graus na parte lateral da uretra, de acordo com Ostrzenski, principal autor do estudo.<br />
De acordo com o estudo, formado por três regiões distintas, o ponto G no cadáver analisado media 8,1 mm de comprimento e uma largura variável entre 3,6 mm e 1,5 mm e uma altura de 0,4 mm.<br />
Uma vez extraído do cadáver, o ponto G e todos os tecidos adjacentes variaram entre 8,1 a 33 mm.<br />
– Este estudo confirma a existência anatômica do ponto G, o que pode levar a uma melhor compreensão e melhoria da função sexual feminina – afirmou Ostrzenski.<br />
O editor-chefe da revista, Irwin Goldstein, destacou a descoberta por contribuir para o conhecimento da anatomia sexual da mulher e sua fisiologia.<br />
O ponto G, chamado assim pelo ginecologista alemão Ernst Graefenberg, o primeiro a mencionar sua existência em 1950, é um lugar muito sensível na vagina que, estimulado, concede à mulher grande excitação e um potente orgasmo. No entanto, a existência do ponto G foi questionada por quem afirma que é subjetivo, e alguns especialistas afirmam, inclusive, que não existe. Os críticos questionam também as descobertas mais recentes, destacando que o ponto G só parece excitar algumas mulheres e que sua importância pode ser exagerada pelos vendedores de produtos sexuais.<br />
– É um estudo de caso relativo à dissecação do corpo de uma mulher cujas experiências sexuais desconhecemos – escreveu a pesquisadora sexual Debby Herbenick na revista digital Daily Beast.<br />
– Ela desfrutava de penetração vaginal? Achava prazerosa ou erótica estimulação do ponto G? Não sabemos – assinalou.<br />
Em 2008, a mesma revista publicou um artigo de um pesquisador italiano que fez uma ecografia da área da vagina de nove mulheres que diziam experimentar orgasmos vaginais e 11 que diziam que não. Este estudo concluiu que a característica anatômica existe, mas só algumas mulheres a têm.<br />
Os críticos replicaram que não estava claro se o suposto ponto G é uma estrutura nova ou, simplesmente, uma extensão do clitóris. Debby insistiu que a última descoberta acrescenta pouco à pesquisa.<br />
– Não sabemos quantas mulheres (caso haja alguma) têm estruturas similares. E certamente não sabemos se a estrutura tem algo a ver com a estimulação do Ponto G, o prazer sexual, as sensações eróticas ou o orgasmo. Não é que as partes do corpo venham com etiquetas que indicam o que são, e chamar essa estrutura de “ponto G” não faz com que seja – escreveu.</p>
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		<title>A terceira idade sorri</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/2012/04/27/a-terceira-idade-sorri/</link>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 20:50:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caue_fonseca</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[
De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a expectativa de vida dos brasileiros saltou de 69 para 72 anos em 10 anos. Além de viver mais anos, a nova geração de idosos apresenta algo inédito para um país em desenvolvimento: será a primeira vez em que a maioria deles terá [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/04/sorriso_velhinha.jpg"><img src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/04/sorriso_velhinha-203x300.jpg" alt="" title="sorriso_velhinha" width="203" height="300" class="aligncenter size-medium wp-image-1356" /></a></p>
<p>De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) a expectativa de vida dos brasileiros saltou de 69 para 72 anos em 10 anos. Além de viver mais anos, a nova geração de idosos apresenta algo inédito para um país em desenvolvimento: será a primeira vez em que a maioria deles terá a dentição verdadeira, em vez de próteses em dentaduras.</p>
<p>Mas como ter saúde bucal e um sorriso em ordem na terceira idade?</p>
<p>De acordo com o cirurgião-dentista Gabriel Lembo, muitos idosos apresentam falhas na arcada dentária, infecções na gengiva, xerostomia (boca seca) e cáries.<br />
– Cada um destes problemas têm causas especificas. A ausência total ou parcial de dentes pode ocorrer devido a falta de cuidados bucais ou até mesmo ser um problema de causa cultural, já que antigamente era muito comum a extração de dentes cariados ou que apresentassem problemas – explica.</p>
<p>A boa notícia é que todos estes problemas têm solução. Veja as dicas do cirurgião dentista:</p>
<p><strong>Cáries</strong>: Para as cáries, a melhor prevenção é cuidar da higiene bucal: escovar os dentes após cada refeição utilizando creme dental com flúor e fio dental. Além disto, é importante visitar o dentista de seis em seis meses. Mas se você desconfia que o problema já existe, procure um profissional. E saiba que, hoje, existem tratamentos modernos e que dispensam a anestesia. Trata-se do laser de alta potência, que, neste caso, substitui o famoso motorzinho.</p>
<p><strong>Doenças gengivais:</strong> elas aparecem em decorrência do acúmulo de bactérias, que forma uma placa. Este quadro chama-se gengivite, que quando não tratada pode evoluir para um caso de periodontite, estágio mais grave e que pode ocasionar a queda do dente. Para tratar a gengivite é feita uma limpeza completa ou até uma 'raspagem' mais profunda e uso de antibióticos, quando necessário. As técnicas utilizadas podem ser: manual, ultrassom ou laser de alta potência (que permite esterilizar na hora mesmo da remoção da placa). </p>
<p><strong>Xerostomia:</strong> Com a chegada da idade é comum as glândulas salivares se atrofiarem o que diminui a quantidade de saliva na boca. Além disto, é comum nesta fase da vida o uso de medicamentos para o controle de doenças sistêmicas e que podem contribuir para a diminuição, alteração do PH e mudança em sua espessura. Com estas alterações aumentam a probabilidade de infecções causada pela proliferação de bactérias. Para combater a xerostomia é recomendável ingerir bastante água ao longo do dia e para alguns casos é recomendável a saliva artificial, que é um lubrificante oral sem sabor. </p>
<p><strong>Perda dos dentes:</strong> Hoje, existem duas opções para a reposição dos dentes: a prótese móvel e a fixa. A mais moderna é fixa, que consiste na inserção de pinos de titânio no lugar das raízes dos dentes perdidos. Por cima dos pinos são encaixadas as próteses. Esta opção é que mais se aproxima dos dentes naturais em relação a conforto e força na mastigação, limpeza e estética. Não tem contra-indicação e mesmo pacientes com doenças sistêmicas podem realizar o procedimento. </p>
<p>O cirurgião-dentista completa:<br />
– Todos os procedimentos acima só podem ser diagnosticados por meio de uma avaliação de um dentista. É importante dizer que cada caso é um caso e que, portanto, os tratamentos são individuai.</p>
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		<title>Reumatismo, um problema feminino</title>
		<link>http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/2012/04/05/reumatismo-um-problema-feminino/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Apr 2012 18:17:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>
		<category><![CDATA[artrite]]></category>
		<category><![CDATA[lúpus]]></category>
		<category><![CDATA[reumatismo]]></category>

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		<description><![CDATA[

A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) lançou, em março, uma campanha de esclarecimento e de conscientização sobre as doenças reumáticas. Apesar de afetar homens e mulheres, jovens e idosos, o público com maior prevalência é formado por mulheres entre 20 e 60 anos. Entre as mais de 120 doenças reumáticas catalogadas, as que mais incidem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/04/estenose.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1354" title="Stock.Xchng" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/04/estenose-300x240.jpg" alt="" width="300" height="240" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) lançou, em março, uma campanha de esclarecimento e de conscientização sobre as doenças reumáticas. Apesar de afetar homens e mulheres, jovens e idosos, o público com maior prevalência é formado por mulheres entre 20 e 60 anos. Entre as mais de 120 doenças reumáticas catalogadas, as que mais incidem em mulheres são lúpus, osteoporose, fibromialgia e artrite reumatoide.</p>
<p>A artrite reumatoide é o tipo mais comum de doença que provoca inflamação das juntas e segundo dados do Ministério da Saúde, somente entre 2010 e 2011, 33.852 pacientes foram internados em decorrência das doenças e suas complicações. Estima-se que as doenças reumáticas já afetam 6% da população ou aproximadamente 12 milhões de brasileiros.</p>
<p><strong>Campanha</strong></p>
<p>Para essa primeira fase da campanha, a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) confeccionou 10 cartilhas com informações sobre prevenção, causas, diagnósticos e tratamentos de doenças reumáticas, além de dicas importantes de exercícios indicados para o fortalecimento muscular e para a realização de atividades diárias pelos pacientes. A distribuição das cartilhas será gratuita, em todo território nacional, nos serviços públicos e privados de atendimentos a pacientes reumáticos como consultórios, postos do SUS e também nas associações e grupos de apoio a pacientes. Entre os temas da campanha estão: Lúpus, Osteoporose, Osteoartrite (artrose), Artrite Reumatoide, Fibromialgia, LER/DORT (Lesão por esforço repetitivo e Distúrbio Osteomuscular relacionado ao Trabalho), Coluna, Febre Reumática, Artrite Idiopática Juvenil e SAF (Síndrome do Anticorpo Antifosfolipídeo).</p>
<p>Para ampliar o alcance da campanha, a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) também disponibiliza as cartilhas na internet para download, no site da entidade no endereço<a href="http:// www.sbr.org.br."> www.sbr.org.br.</a> A mobilização também chamará a atenção para orientações dos pacientes na busca de especialistas para fazer o acompanhamento adequado.</p>
<p>– A colaboração de todos é essencial para a difusão de orientações de prevenção sobre essas doenças e para o acesso aos tratamentos adequados – alerta Geraldo Castelar, presidente da Sociedade Brasileira de Reumatologia.</p>
<p>Segundo ele, as mulheres devem ficar atentas a alguns fatores de riscos entre os quais história familiar de doença reumática, hormonais, ambientais, idade avançada, obesidade, tabagismo, traumatismos, atividades associadas com movimentos repetitivos, sedentarismo, estresse, ansiedade, depressão, consumo de bebidas alcoólicas em excesso e ingestão de fármacos que podem contribuir para o surgimento de algumas dessas doenças ou ainda agravar os seus sintomas.Ao contrário de algumas doenças consideradas silenciosas (hipertensão e diabetes), as doenças reumáticas podem ser sinalizadas pelo próprio paciente, que identifica os primeiros sinais como dor e rigidez ao fechar os dedos das mãos, elevar os braços ou levantar-se de uma cadeira. Se a doença for descoberta logo no início e o paciente tiver tratamento adequado, ele pode seguir com uma vida normal, diminuindo assim os riscos de incapacidade física.</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>O tratamento das doenças reumáticas é garantido no Sistema Único de Saúde (SUS). A assistência aos pacientes com doenças reumáticas inclui desde o fornecimento de medicamentos até a realização de terapias integrativas, associadas à realização de exercícios que devem ter indicação do médico. A recomendação é para que percebidos os primeiros sintomas de doenças reumáticas (dor, inchaço e rigidez nas juntas), o paciente procure o serviço médico mais próximo da sua residência.</p>
<p>– Esse grupo de doenças não é transmissível, não é contagioso, e, assim como a maioria das doenças crônicas, não tem cura, mas tem tratamento. Se a doença for descoberta no início e tratada de maneira adequada, o paciente pode levar uma vida normal e sem dores, minimizando o risco de incapacidade física – orienta Castelar.</p>
<p>Segundo ele, estatísticas apontam que as doenças reumáticas são a principal causa de afastamento do trabalho.A Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), ao longo de 2012, também atuará fortemente na divulgação do conteúdo das cartilhas em oportunidades de fomentar o tema nos meios de comunicação do País, bem como em eventos, a fim de sustentar a campanha e gerar conscientização à população brasileira para a prevenção e o acesso ao tratamento adequado das doenças.</p>
<p><strong>Doenças reumáticas de maior prevalência entre as mulheres</strong></p>
<p><strong>Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES o apenas Lúpus)</strong>:</p>
<p>Doença inflamatória crônica de origem autoimune, cujos sintomas podem surgir em diversos órgãos de forma lenta e progressiva (meses) ou mais rapidamente (em semanas) e variam com fases de atividade e de remissão. São reconhecidos dois tipos principais de lúpus: cutâneo, que se manifesta apenas com manchas na pele (geralmente avermelhadas ou eritematosas), principalmente nas áreas que ficam expostas à luz solar (rosto, orelhas, colo e braços) e o sistêmico, no qual um ou mais órgãos internos são acometidos. Por ser uma doença do sistema imunológico, que é responsável pela produção de anticorpos e organização dos mecanismos de inflamação em todos os órgãos, quando a pessoa tem LES ela pode ter diferentes sintomas em vários locais do corpo. Alguns sintomas são gerais como febre, emagrecimento, perda de apetite, fraqueza e desânimo. Outros, específicos de cada órgão como dor nas juntas, manchas na pele, inflamação na pleura, hipertensão e/ou problemas nos rins. O lúpus pode ocorrer em pessoas de qualquer idade, raça e sexo, porém as mulheres são muito mais acometidas. Ocorre principalmente entre 20 e 45 anos, sendo um pouco mais frequente em pessoas mestiças e nos afro-descentes. No Brasil, não dispomos de números exatos, as estimativas indicam que existem mais de 65 mil pessoas com lúpus, sendo a maioria mulheres. Acredita-se assim que uma a cada 1.700 brasileiras seja portadora da doença. O tratamento da pessoa com LES depende do tipo de manifestação apresentada e deve ser individualizado.</p>
<p><strong>Osteoporose</strong>:</p>
<p>É uma doença que pode atingir todos os ossos do corpo, fazendo com que fiquem fracos e com possibilidades de quebradura ao mínimo esforço. Os principais tipos são: osteoporose pós-menopausa, osteoporose senil, osteoporose secundária. Há um conjunto de fatores que influenciam e favorecem o desenvolvimento da osteoporose, que são: menopausa, envelhecimento, hereditariedade, dieta pobre em cálcio, excesso de fumo e álcool, imobilização prolongada e até medicamentos. O exame mais adequado para o diagnóstico da Osteoporose é a densitometria óssea, que permite avaliar o estágio da doença e serve como método de acompanhamento do tratamento. É um exame indolor que mede a massa óssea na coluna e no fêmur.</p>
<p><strong>Fibromialgia</strong>:</p>
<p>É uma síndrome clínica que se manifesta, principalmente, com dor no corpo todo. Muitas vezes fica difícil definir se a dor é nos músculos ou nas articulações. Junto com a dor surgem sintomas como fadiga (cansaço), sono não reparador e outras alterações como problemas de memória e concentração, ansiedade, formigamentos/dormências, depressão, dores de cabeça, tontura e alterações intestinais. Uma característica da pessoa com a doença é a grande sensibilidade ao toque e à compressão de pontos no corpo. No Brasil, a Fibromialgia é bastante frequente e está presente em cerca de 2% a 3% das pessoas. Acomete mais mulheres do que homens e costuma surgir entre os 30 e 55 anos. É uma condição médica crônica, que embora não exista cura, não é uma doença progressiva. O médico deve atuar mais como um guia do que somente um profissional que fornece medicamentos. Diferentemente de outras doenças reumáticas, como a Artrite Reumatoide e a Artrose, a Fibromialgia não causa deformidades ou incapacidades físicas graves.</p>
<p><strong>Artrite reumatoide</strong>:</p>
<p>É uma doença crônica inflamatória, cuja principal característica é a inflamação das articulações (juntas), embora outros órgãos também possam ser comprometidos. É uma doença autoimune, ou seja, é uma condição em que o sistema imunológico, que normalmente defende o corpo de infecções (vírus e bactérias), passa a atacar o próprio organismo (no caso, o tecido que envolve as articulações, conhecido como sinóvia). A inflamação persistente das articulações, se não tratada de forma adequada, pode levar à destruição das juntas, o que ocasiona deformidades e limitações para o trabalho e para as atividades da vida diária. O tratamento adequado e precoce pode prevenir a ocorrência de deformidades e melhorar a qualidade de vida de quem tem a doença. A Artrite Reumatoide acomete cerca de 1% da população. Qualquer pessoa, desde crianças até idosos, pode desenvolver a doença. No entanto, ela é mais comum em mulheres por volta dos 50 anos de idade. Pessoas com histórico familiar da doença têm mais risco de desenvolvê-la.</p>
<p><strong>Saiba mais:</strong></p>
<p><strong>O que é reumatologia?</strong></p>
<p>É a especialidade médica que estuda, diagnostica e trata uma série de doenças relacionadas ao comprometimento do sistema músculo-esquelético e dos tecidos conjuntivos podendo ser subdivida em outras áreas de atuação como: Doenças difusas do tecido conjuntivo, vasculites sistêmicas, espondiloartropatias, doenças osteometabólicas, doenças degenerativas, doenças articulares causadas por microcristais, artropatiasreativas, doenças reumáticas associadas a processos infecciosos, reumatismos extra-articulares, artrites intermitentes eartropatias secundárias a outras doenças não reumáticas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Coração frágil</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 17:32:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[

Em 8 de março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher, uma data instituída pela ONU para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, mas a saúde também não pode ser esquecida. Hoje, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte de mulheres no Brasil e no mundo. Apesar disso, ainda existe uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/03/saude-coraçao-mulher3.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1352" title="Morguefile" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/03/saude-coraçao-mulher3-300x200.jpg" alt="" width="300" height="200" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Em 8 de março, comemora-se o Dia Internacional da Mulher, uma data instituída pela ONU para lembrar as conquistas sociais, políticas e econômicas das mulheres, mas a saúde também não pode ser esquecida. Hoje, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte de mulheres no Brasil e no mundo. Apesar disso, ainda existe uma grande disparidade entre os sexos na hora de prevenir, diagnosticar e tratar essas doenças.</p>
<p>Dados do Ministério da Saúde apontam que por ano mais de 150 mil brasileiras morrem vítimas de doenças cardiovasculares. Entre elas, as principais são o AVC (acidente vascular cerebral), popularmente conhecido como derrame, e o infarto.</p>
<p>Uma pesquisa publicada recentemente no periódico científico JAMA (revista da Associação Médica Americana) mostra que, embora a incidência de infarto seja maior no grupo masculino, as mulheres morrem mais. De acordo com o levantamento feito nos Estado Unidos, do total de mulheres infartadas, 14,6% morreram, enquanto entre os homens o índice de mortalidade foi de 10,3%. Os especialistas acreditam que boa parte dessa diferença se deve ao fato de que o infarto sem dor é mais comum nas mulheres.</p>
<p>“Esse estudo reforça que os sintomas das mulheres não são típicos. Na prática, o desconhecimento geral sobre os sinais do infarto na mulher resulta em falha no socorro, o que é fatal para muitas,” explica Cátia Galvão, cardiologista, especialista clínica em estimulação cardíaca do Hospital Santa Isabel, em Salvador.</p>
<p>Quando o homem vai ter um infarto, costuma sentir uma forte dor no peito que irradia para os braços. Entretanto, para as mulheres é mais comum sentir náusea, fraqueza, dores gástricas, falta de ar, dor que irradia pelas costas, ombros e mandíbula – sintomas que podem ser confundidos com outras doenças.</p>
<p>“Existe uma percepção errada de que algumas doenças cardiovasculares não atingem as mulheres, a falta de prevenção e a demora em identificar o problema contribuem para o alto número de óbitos,” alerta a médica.</p>
<p>A incidência de eventos cardiovasculares na mulher tem aumentado com o passar dos anos, consequência do envelhecimento natural e do estilo de vida moderno. “A mulher geralmente acumula vários papéis. Ela trabalha fora, cuida da casa e da família. O ritmo acelerado a expõe a muito estresse e favorece hábitos pouco saudáveis, como sedentarismo e má alimentação”, diz Cátia. “Outra combinação perigosa, mas comum, é o cigarro e a pílula anticoncepcional, a dupla triplica os riscos cardiovasculares.”</p>
<p>Com o envelhecimento, a pressão arterial e o nível de colesterol tendem a aumentar. A falta de atividade física e a dieta inadequada levam ao sobrepeso e à obesidade, que também aumentam o risco cardiovascular.  Aliás, a obesidade é um dos fatores de risco mais preocupantes, já que o número de mulheres obesas no Brasil cresceu 64% em 10 anos.</p>
<p>“As mulheres geralmente assumem a função de gerenciar a saúde do marido e dos filhos. No cuidado com a própria saúde, costumam frequentar o médico ginecologista, mas poucas procuram um cardiologista,” ressalta.</p>
<p><strong> </strong>Campanha sobre os riscos das doenças cardiovasculares entre as brasileiras</p>
<p>Para alertar o público feminino sobre a importância de cuidar da saúde cardiovascular, a Medtronic, com o apoio da Sociedade Brasileira de Cirurgia Cardiovascular (SBCCV) e da Sociedade Brasileira de Hemodinâmica e Cardiologia Intervencionista (SBHCI), está promovendo no Brasil a campanha “O que mais existe por trás de um biquíni?”.</p>
<p>A intenção da campanha é lembrar à mulher que seu coração precisa de mais atenção, estimulá-la a fazer o check-up regularmente e a adotar um estilo de vida saudável, evitando complicações no futuro.</p>
<p>No site <a href="http://www.portrasdobiquini.com.br">www.portrasdobiquini.com.br</a> as pessoas encontram dados sobre a incidência das doenças cardiovasculares nas mulheres, os principais fatores de risco, dicas de como manter a saúde do coração e um guia para o check-up da saúde cardiovascular feminina, disponível para impressão. Assim, qualquer mulher pode imprimir os indicadores e levar na consulta médica para conhecer e entender os seus índices, e saber se tem algum risco de desenvolver um problema.</p>
<p>Todo o conteúdo pode ser compartilhado pelo Facebook, Twitter e Orkut. E as blogueiras atentas à saúde podem anexar o banner da campanha no próprio blog para compartilhar as informações com os seus leitores de uma forma descontraída.</p>
<p><strong>Fatores de risco cardiovascular</strong></p>
<p>Os fatores de risco cardiovascular são os mesmos para as mulheres e os homens. Mas, enquanto alguns desses fatores não podem ser controlados, tais como sexo, idade e histórico familiar, a maioria deles pode ser evitada por meio de mudanças de comportamento. Alguns fatores que podem ser modificados: o tabagismo, a obesidade, a má alimentação e o sedentarismo.</p>
<p>“Muitos fatores de risco podem ser controlados. Se a pessoa tiver uma alimentação adequada, praticar exercícios físicos regularmente e parar de fumar, reduzirá em uma proporção bastante significativa o risco de infarto agudo do miocárdio”, ressalta a cardiologista Cátia Galvão.</p>
<p><strong>As doenças cardiovasculares nas mulheres</strong></p>
<p>·         No mundo, as doenças cardiovasculares são a maior causa de mortes entre as mulheres, com mais de 8 milhões de mortes por ano. Este número é oito vezes maior do que o de mortes por câncer de mama.</p>
<p>·         O uso concomitante de pílula anticoncepcional e cigarro pode acarretar morte súbita.</p>
<p>·         O infarto em mulheres é mais fatal do que entre os homens.</p>
<p>·         No Brasil, as doenças cardiovasculares são a principal causa de morte entre as mulheres.</p>
<p>·         Entre as brasileiras, 1 em cada 5 mulheres adultas está em risco de desenvolver doenças cardiovasculares.</p>
<p>·         Os sintomas das doenças cardíacas nas mulheres podem ser diferentes dos sintomas nos homens.</p>
<p>·         Apesar do alto risco, poucas mulheres visitam o cardiologista regularmente.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><strong>Prevenção e Tratamento</strong></p>
<p>·         Observar o histórico familiar.</p>
<p>·         A partir dos 40 anos, as mulheres devem fazer uma avaliação anual com cardiologista para rastreamento e controle de risco cardiovascular.</p>
<p>·         Consultas periódicas com ginecologista para uso correto dos anticoncepcionais.</p>
<p>·         No climatério e após a menopausa, é preciso redobrar a atenção, pois os índices de infarto aumentam.</p>
<p>·         Prática regular de exercícios físicos – pelo menos 30 minutos de atividade física diária.</p>
<p>·         Dieta balanceada, consumo reduzido de sal, açúcar e gorduras saturadas.</p>
<p>·         Não fumar.</p>
<p>·         Circunferência abdominal da mulher brasileira deve ter no máximo 80 cm.</p>
<p>·         Não subestimar sintomas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Hipertensão afeta mais mulheres</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 20:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[
Com maior incidência em mulheres de 20 a 40 anos de idade, a hipertensão arterial pulmonar (HAP) costuma ter seus sintomas confundidos com outros problemas de saúde, o que torna mais difícil o diagnóstico, demorando cerca de sete anos. Se não tratada, a doença pode levar a morte em dois ou três anos.
A HAP caracteriza-se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/hipertensão1.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1344" title="Stock.Xcnhg" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/hipertensão1-300x198.jpg" alt="" width="300" height="198" /></a></p>
<p>Com maior incidência em mulheres de 20 a 40 anos de idade, a hipertensão arterial pulmonar (HAP) costuma ter seus sintomas confundidos com outros problemas de saúde, o que torna mais difícil o diagnóstico, demorando cerca de sete anos. Se não tratada, a doença pode levar a morte em dois ou três anos.</p>
<p>A HAP caracteriza-se pelo aumento da resistência vascular pulmonar levando à sobrecarga do ventrículo direito, e consequentemente, o sangue não consegue circular corretamente e se acumula, levando a falência do ventrículo e até a morte.</p>
<p>Havendo evolução da doença o paciente apresenta limitação até para a realização de atividades diárias comuns como caminhar, se vestir e pentear os cabelos, em virtude do quadro clínico que gera falta de ar, cansaço e nos casos mais graves desmaio, podendo evoluir para a morte.</p>
<p>A partir de agora, os portadores da hipertensão arterial pulmonar (HAP) tem nova opção para o tratamento. Acaba de chegar ao Brasil, a ambrisentana,  um medicamento que tem como diferenciais a administração em dose única diária, de rápida absorção por via oral e que apresenta menor custo que outro da mesma classe terapêutica (antagonistas dos inibidores da endotelina).</p>
<p>O medicamento age também na redução significativa de alterações no fígado e ainda permite a sua associação ao uso de outros fármacos sem que haja qualquer interação medicamentosa, como por exemplo, a ação dos contraceptivos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>Veja o exemplo de alguns pacientes que convivem com a doença: <a href="http://www.youtube.com/watch?v=4e-OgFkMxVU"> http://www.youtube.com/watch?v=4e-OgFkMxVU</a></p>
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		<title>Saiba mais sobre a artrite reumatoide</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Feb 2012 15:46:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dor]]></category>

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		<description><![CDATA[

Mãos, punhos, joelhos e pés. A artrite reumatoide (AR) atinge várias partes do corpo, impactando a vida do paciente de maneira bastante generalizada: pode prejudicar desde atividades simples como levantar-se da cama pela manhã, segurar um copo de água e até mesmo trabalhar. Estudos mostram que cerca de 66% dos pacientes perdem uma média de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/artrite.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1340" title="Stock.Xchng" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/artrite-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></p>
<p>Mãos, punhos, joelhos e pés. A artrite reumatoide (AR) atinge várias partes do corpo, impactando a vida do paciente de maneira bastante generalizada: pode prejudicar desde atividades simples como levantar-se da cama pela manhã, segurar um copo de água e até mesmo trabalhar. Estudos mostram que cerca de 66% dos pacientes perdem uma média de 39 dias por ano de trabalho devido a esta enfermidade. Outros estudos indicam que de 20% a 30% dos que sofrem com AR tornam-se incapacitados profissionalmente em até três anos desde o início da doença.</p>
<p>– Apesar de poder atingir articulações diferentes, é importante lembrar que a AR é uma doença sistêmica e, por isso, a inflamação acomete o corpo de maneira generalizada – enfatiza Boris Cruz, médico do Serviço de Reumatologia do Biocor Instituto, em Minas Gerais.</p>
<p>Assim, além de limitação funcional, quando não controlada, a enfermidade provoca com frequência fadiga e pode ainda causar o aumento de risco de problemas cardiovasculares, como infarto ou acidente vascular cerebral, o AVC. Não à toa, a perda de produtividade no trabalho, redução da qualidade de vida e convívio social são consequências importantes da AR. Quando se avalia as articulações do paciente, percebe-se que as das mãos e punhos são comumente acometidas, limitando atividades rotineiras, como se vestir, se alimentar ou cuidar da higiene pessoal.</p>
<p>– Quando atinge articulações das pernas, como joelhos, tornozelos ou pés, a doença pode prejudicar significativamente a locomoção – complementa Cruz. Na tabela abaixo, há detalhes que permitem entender melhor como a doença afeta cada parte do corpo e como isso impacta no cotidiano do paciente. Vale destacar que, independentemente de qual parte for acometida e da diferença nos sintomas, o processo inflamatório da doença é generalizado.</p>
<p><strong> Impacto da artrite reumatoide</strong></p>
<p><strong> Ombro</strong>: É a articulação de maior amplitude de movimento do corpo humano. Composto por três ossos, precisa ser flexível, pois dele depende a movimentação do braço e da mão. Além de ser flexível, o ombro deve ser forte o bastante para executar movimentos como puxar e empurrar, que não são possíveis para alguém que tem AR.</p>
<p><strong> Cotovelo</strong>: Também formado por três ossos, é ele que controla os movimentos de alongar e contrair dos braços. Tarefas simples, como escovar os dentes ou comer com talheres podem se tornar muito dolorosas se essa articulação for atingida pela AR.</p>
<p><strong> Mão</strong>: A mão é uma ferramenta valiosa: é por meio dela que o ser humano se expressa e executa atividades simples, porém de grande importância, como segurar objetos, digitar ou dirigir. Se a mão for atingida pela AR, o paciente terá grandes dificuldades em executar tarefas manuais, tornando-se dependente até mesmo para cuidar da higiene pessoal.</p>
<p><strong> Joelho</strong>: Essa é a maior articulação do corpo humano, formada por quatro ossos: fêmur, paleta, tíbia e fíbula. A dor e o inchaço, causados pela AR, dificultam o movimento de flexão e extensão. Sentar e levantar pode se tornar uma tarefa possível apenas com ajuda.</p>
<p><strong> Pé</strong>: Composto por uma complexa estrutura que equilibra, estabiliza, absorve impactos, suporta o peso e movimenta o corpo, o pé permite movimentos como a caminhada ou a corrida. Caso o pé seja atingido pela AR, movimentos relacionados à locomoção podem ser extremamente prejudicados ou até impossibilitados.</p>
<p><strong> Sobre a artrite reumatoide</strong></p>
<p>A artrite reumatoide é uma doença inflamatória crônica e progressiva que atinge articulações, resultado de uma disfunção do sistema imunológico. Normalmente, o surgimento dos sintomas é lento: uma ou várias articulações podem ser acometidas desde o início. Geralmente, a AR começa nas articulações das mãos e dos punhos, de forma simétrica, podendo atingir outras partes do corpo.</p>
<p>A doença gera dor persistente, inchaço e perda da mobilidade das articulações Outros sintomas que podemos destacar são a fadiga e rigidez matinal, ou seja, dificuldade para se movimentar pela manhã.</p>
<p><strong> Diagnóstico</strong></p>
<p>O diagnóstico da AR é baseado na avaliação dos sintomas pelo médico. É possível ainda que o especialista solicite exames complementares como de sangue, radiografias, ultrassom ou ressonância. A análise em conjunto dos exames clínico e complementares confirmam o diagnóstico. A doença pode ser classificada como leve, moderada, ou grave, de acordo com o grau de severidade que atinge o paciente:</p>
<p><strong> Classificação</strong>:</p>
<p><strong> Leve: </strong>pelo menos três articulações com sinais de inflamação</p>
<p><strong>Moderada:</strong> paciente com seis a 20 articulações acometidas</p>
<p><strong>Grave:</strong> Mais de 20 articulações persistentemente acometidas, perda de cartilagem e erosão óssea</p>
<p>Vale ressaltar que somente um médico pode fazer o diagnóstico correto e indicar o tratamento adequado, que geralmente inclui mudanças no estilo de vida, uso de medicamentos e até cirurgia para os casos mais graves. Não existe cura para a doença, mas hoje podemos controlá-la, acabando com a dor e limitação decorrentes da inflamação, além de impedir que complicações como deformidades ocorram. Quando a AR é controlada, há ainda um aumento na expectativa de vida – inclusive pela redução do risco de infarto do miocárdio e derrame cerebral.</p>
<p>Em relação aos medicamentos, existem diferentes abordagens farmacológicas, como analgésicos, anti-inflamatórios, corticoides e modificadores do curso da doença (DMCD). Um grande avanço no tratamento da artrite foi o desenvolvimento dos agentes biológicos. A primeira classe destes medicamentos foi a dos anti-TNF – que bloqueiam o Fator de Necrose Tumoral (ou TNF), uma molécula que estimula e perpetua a inflamação na artrite reumatoide. Outras formas de terapia biológica também estão disponíveis no nosso meio e incluem medicamentos que atuam em outros pontos da inflamação da artrite reumatoide como o linfócito B, o linfócito T e a interleucina 6. Com a variedade de opções, o médico reumatologista pode, hoje, controlar a doença e garantir a manutenção da qualidade de vida dos pacientes com artrite reumatoide.</p>
<p><strong> Impacto</strong></p>
<p>- A doença atinge mais mulheres do que homens e pode surgir em qualquer idade.</p>
<p>- A doença afeta aproximadamente 1% da população mundial.</p>
<p>- Dados da Organização Mundial da Saúde apontam que a prevalência e a incidência da artrite reumatoide são maiores nas mulheres do que nos homens.</p>
<p>- A doença pode surgir em qualquer idade, sendo mais comum entre os 40 e 70 anos.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Os mitos da dieta</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 17:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[Existem muitas crenças em torno dos alimentos, mas nem todas são verdadeiras. Embora algumas acabem até sendo úteis –como a do refrigerante que dá mais celulite do que qualquer outra coisa, sendo o  açúcar do refrigerante que dá celulite e não o gás – é preciso que estejamos sempre bem informados sobre o que colocar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Existem muitas crenças em torno dos alimentos, mas nem todas são verdadeiras. Embora algumas acabem até sendo úteis –como a do refrigerante que dá mais celulite do que qualquer outra coisa, sendo o  açúcar do refrigerante que dá celulite e não o gás – é preciso que estejamos sempre bem informados sobre o que colocar no prato e quais as opções mais saudáveis.Confira alguns mitos, desmantelados com a ajuda do Centro de Recuperação e Estudo da Obesidade (CREEO).</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/dieta1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-1338" title="Deposit Photos" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/dieta1.jpg" alt="" width="275" height="183" /></a></p>
<p><strong>Mito 1: Manteiga engorda mais que azeite de oliva</strong></p>
<p>O azeite pode ser até mais saudável, pois trata-se de gordura vegetal, e possui diversos componentes que fazem bem para a saúde. Mas o número de calorias é o mesmo, cerca de 40kcal em uma colher de chá. Achou muito?Então, se você está de dieta, é preciso ter cuidado não só com a manteiga, mas também com a quantidade de azeite.</p>
<p><strong>Mito 2: Vitaminas são energéticas</strong></p>
<p>A função das vitaminas é a de oferecer ao corpo substâncias que ajudam em suas defesas. O que dá energia ao organismo são as calorias presentes nas gorduras, nas proteínas e nos carboidratos. Não adianta, portanto, tomar suplementos vitamínicos com esse objetivo. O mito de que as vitaminas são energéticas provém da ação das vitaminas do complexo B, que desempenham um papel importante nas reações químicas fazem com que os alimentos liberem energia.</p>
<p><strong>Mito 3: O jejum elimina impurezas e toxinas</strong></p>
<p>Não existe evidência que justifique esta ideia. O corpo humano está desenhado para processar os alimentos, e isto inclui a remoção de toxinas naturais, através dos rins, como a amônia, que é gerada a partir da ruptura das proteínas. Para a maioria das pessoas, um dia de jejum não é perigoso, mas também não representa um hábito saudável. Mas jejuns prolongados são muito perigosos: produzem desidratação, diminuição da pressão arterial, desintegração dos músculos e órgãos, irregularidade nos batimentos cardíacos. Aliás, pessoas com doenças cardíacas, diabéticas ou com problemas renais jamais devem fazer jejum.</p>
<p><strong>Mito 4: Só se emagrece comendo menos</strong></p>
<p>O emagrecimento é um balanço energético negativo, ou seja, comer menos calorias do que se gasta no dia. Mas não necessariamente comer menos quantidade de comida ou passar fome. Muitas vezes uma grande restrição, sem orientação, acaba fazendo o efeito contrário. O metabolismo basal baixa muito sua carga e a pessoa acaba retendo energia, e não emagrecendo.Mito 5: Algumas pessoas nasceram para ser gordasÉ verdade que a herança genética influencia o tamanho e a forma do nosso corpo. Mas isto não significa que a pessoa que herda o gene da obesidade deva ser, necessariamente, gorda. A obesidade não é definitiva como a cor dos olhos ou da pele. Afinal, para aumentar de peso, você tem que ingerir mais calorias do que queima.</p>
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		<title>Sal: importante, mas perigoso</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 14:56:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[1]]></category>

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		<description><![CDATA[Justo Antero Leivas*


O sal, substância essencial a todos os  organismos animais por suas propriedades específicas, tem seu registro através  da história da humanidade, onde ilustrações e escritos evidenciaram sua  importância desde o início da civilização. Contam os documentos que após a  descoberta do fogo e, conseqüente, utilização para o cozimento da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Justo Antero Leivas*</strong></p>
<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/saleiro-6567.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1334" title="Stock.Xchng" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/saleiro-6567-300x151.jpg" alt="" width="300" height="151" /></a></p>
<p><br class="spacer_" /></p>
<p>O sal, substância essencial a todos os  organismos animais por suas propriedades específicas, tem seu registro através  da história da humanidade, onde ilustrações e escritos evidenciaram sua  importância desde o início da civilização. Contam os documentos que após a  descoberta do fogo e, conseqüente, utilização para o cozimento da carne, o sabor  da mesma mudou devido à perda do sal natural, tendo começado aí, a busca pelo  chamado sal adicional. Os povos costeiros é que podiam desfrutar desse  condimento, pois o mar o ofertava de acordo com os humores das condições  climáticas, sendo sua única fonte, muito antes da descoberta da tecnologia de  mineração. Seu valor inestimável é confirmado por percepções como a do senador  romano Cassiodoro, que ao comercializar o grama desse ingrediente, equivalendo-o  ao peso do ouro, concluiu: Alguns não precisam de ouro, mas qual é o homem que  não precisa de sal?  Nessa época da Roma antiga, a principal estrada que  viabilizava o transporte dos grandes carregamentos de tal produto chamava-se  “Via Salaria” e, ao final de suas jornadas, os soldados recebiam esse tempero  como parte de sua remuneração, originando a palavra salarium. Mas esse pó foi  motivo de discórdia entre os homens, pois o controle e o abuso nos impostos  pelos governos durante séculos precipitaram movimentos históricos, sendo uma das  causas da revolução Francesa em 1789 e, mais recente, liderado por Ghandi na  década de 30 do século passado, a Índia começou uma ação contra os ingleses  devido às taxas escorchantes praticadas.</p>
<p>Até o século 18, o saleiro de prata,  colocado numa mesa de banquete, balizava a importância dos comensais, estando  acima, o anfitrião, juntamente com os convidados mais nobres, e abaixo, os menos  ilustres, mas a genialidade de Leonardo de Vinci, demonstrada em sua  tela sobre A Última Ceia, em que o sal também simboliza cenários preocupantes,  na medida em que colocou Judas frente a um saleiro tombado, prenunciando  desfechos sombrios. Por sua capacidade em aumentar o sabor dos alimentos,  contribuindo até mesmo na confecção dos doces, sua participação tem crescido  através dos tempos, mas também tem aumentado muito a preocupação quanto a sua  contribuição em doenças tão prevalentes, como a Hipertensão Arterial Sistêmica e  em suas consequências, como o Acidente Vascular Cerebral (AVC) e o Infarto do  Miocárdio, em especial no nosso estado, onde temos por hábito, abusar nesse  tempero em iguarias tão presentes em nossas confraternizações. Temos a  informação sobre o efeito prejudicial dessa substância; começamos timidamente um  movimento para mudar a concentração desse ingrediente no nosso pãozinho (pão  francês), mas alerto: é pouco! Os argentinos já transformaram em lei a proibição  dos saleiros nas mesas dos restaurantes, numa política acertada de diminuição da  oferta. O que estamos esperando para modificarmos nossa relação com esse pó  branco, que, apesar de ser legalizado, mata mais que outros, usados em lugares  recônditos? Pense sobre isso, ou poderá perder essa capacidade ao ter um  AVC!</p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>* Presidente da  Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio Grande do Sul  (SOCERGS)</strong></p>
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		<title>Combatendo as doenças negligenciadas</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Feb 2012 20:27:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
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Uma parceria entre a DNDi (sigla em inglês para Iniciativa para Medicamentos para Doenças Negligenciadas) e a indústria farmacêutica Abbott representa um grande avanço no combate a tais enfermidades.O acordo, assinado em 30 de janeiro, é válido por quatro anos e incentivará a pesquisa conjunta e o licenciamento não exclusivo para o desenvolvimento de novos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><br class="spacer_" /></p>
<div><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/doctor.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1330" title="doctor" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/02/doctor-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" /></a></div>
<p>Uma parceria entre a DNDi (sigla em inglês para Iniciativa para Medicamentos para Doenças Negligenciadas) e a indústria farmacêutica Abbott representa um grande avanço no combate a tais enfermidades.O acordo, assinado em 30 de janeiro, é válido por quatro anos e incentivará a pesquisa conjunta e o licenciamento não exclusivo para o desenvolvimento de novos tratamentos para várias das doenças tropicais mais negligenciadas do mundo, incluindo doença de Chagas, verminoses, leishmaniose e doença do sono.</p>
<p>Por este acordo de colaboração, os cientistas da DNDi e da Abbott irão concentrar seus esforços iniciais na descoberta e desenvolvimento de novos agentes antimicrobianos, que agem nessas doenças negligenciadas.</p>
<p id="_mcePaste">Desde 2009, a Abbott fornece compostos para a DNDi analisar sua ação contra doenças negligenciadas. Este novo acordo amplia este relacionamento e oferece acesso para a DNDi a determinadas classes de moléculas e acompanhamento de dados levantados pela Abbott, que são fundamentais para o desenvolvimento e acesso a novos tratamentos para as doenças negligenciadas.</p>
<p id="_mcePaste">– As parcerias para o desenvolvimento de produtos inovadores possibilitam suprir as necessidades das doenças negligenciadas – disse John Leonard, vice-presidente sênior da divisão de Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos Farmacêuticos da Abbott.</p>
<p>Segundo ele, com a combinação inédita da expertise cientifica e dos recursos da DNDi e da Abbott, "esperamos avançar a pesquisa para descoberta de novas opções de tratamentos úteis para as pessoas afetadas por essas doenças”.</p>
<p>– Não apenas compartilharemos seus compostos, mas também sua perícia científica e recursos. Para a DNDi, esta parceria significa uma nova massa crítica de conhecimento que nos permitirá sair em busca de atender as necessidades ainda não supridas de pacientes negligenciados nas áreas mais pobres do mundo – afirmou Bernard Pécoul, Diretor Executivo da DNDi.</p>
<p id="_mcePaste">O acesso adequado a tratamentos para doenças negligenciadas em todos os países endêmicos, não somente nos países menos desenvolvidos, é a parte central do acordo; como resultado do acordo, a DNDi tem o compromisso de garantir o menor preço sustentável para quaisquer produtos desenvolvidos e distribuídos. A propriedade intelectual relacionada a este acordo, sobre patentes já existentes e sobre futuras patentes resultantes deste acordo, estará sujeita ao principio de licenciamento não exclusivo para atender as necessidades de tratamento das doenças negligenciadas nos países endêmicos. Pelo acordo, a Abbott tem o direito à primeira negociação para se tornar parceiro no desenvolvimento da DNDi e na distribuição dos medicamentos. A DNDi é livre para incluir outros parceiros caso a Abbott não atue como um parceiro de desenvolvimento e de distribuição. Em resumo, o acordo inclui:</p>
<p id="_mcePaste">- Compartilhamento da DNDi e da Abbott da expertise e dos recursos para desenvolver medicamentos adaptados às necessidades dos pacientes</p>
<p id="_mcePaste">- Acesso da DNDi aos compostos, dados e informações da Abbott para apressar o desenvolvimento de medicamentos.</p>
<p id="_mcePaste">- Estrutura de licenciamento não exclusiva para patentes importantes no campo de doenças negligenciadas, o que oferece flexibilidade e amplia também as possibilidades do desenvolvimento de medicamentos.</p>
<p id="_mcePaste">- Fornecimento de quaisquer produtos resultantes deste acordo aos países endêmicos pelos menores preços sustentáveis para aumentar o acesso dos pacientes</p>
<p id="_mcePaste">Os compromissos anunciados pela DNDi fazem parte de um novo acordo de parcerias público-privadas para combater 10 doenças tropicais negligenciadas até 2020. Todos os parceiros deste acordo também assinaram a Declaração de Londres para Doenças Tropicais Negligenciadas, no qual concordam com novos níveis de colaboração.</p>
<p>O grupo também concorda em manter ou expandir programas de doações de medicamentos conforme as demandas até 2020; em compartilhar conhecimento e compostos para agilizar as pesquisas e o desenvolvimento de novos medicamentos; e contribuir com mais de US$ 785 milhões em apoio aos esforços de P&amp;D, além de fortalecer os programas de implantação e distribuição de medicamentos. Os novos acordos de investimento irão apoiar totalmente o trabalho de erradicação de verminoses, assim como cumprir as metas estabelecidas para até 2020: eliminação da filariose, da cegueira causada por tracoma, da doença do sono e da lepra; controle de vermes transmitidos pelo solo, esquitosomasiose, oncocercose (“cegueira dos rios”), Chagas e leishmaniose visceral.</p>
<h3 id="_mcePaste"><strong>Doenças negligenciadas</strong></h3>
<p>As doenças negligenciadas forma um grupo de doenças tropicais infecciosas que afetam as populações pobres e marginalizadas do mundo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, mais de 1 bilhão de pessoas, ou um sexto da população global, sofre de uma ou mais doenças tropicais infecciosas. O acordo entre a DNDi e a Abbott se concentra na descoberta de novos tratamentos para as seguintes doenças:</p>
<p id="_mcePaste"><strong>Doença de Chagas</strong>, endêmica em 21 países da America Latina, que mata mais pessoas na região do que qualquer outra doença parasitária, incluindo malária. No total são mais de 100 milhões de pessoas em risco no mundo todo e o número de pacientes cresce também em países não endêmicos, EUA, Austrália e países da Europa. A doença é transmitida pelo inseto “barbeiro” e, quando não tratada, pode ser fatal. Os tratamentos disponíveis não apresentam uma taxa de cura satisfatória e podem apresentar efeitos tóxicos.</p>
<p id="_mcePaste"><strong>Doenças causadas por vermes</strong>, incluindo-se filarioses, oncocercioses (cegueira de rio) e filariose linfática (elefantíase), causadas por vermes parasitários, e que representam o maior impacto socioeconômico entre todas as doenças tropicais negligenciadas e afetam milhões de pessoas em áreas devastadas pela pobreza. Os tratamentos atuais para estas doenças não podem ser usados por pacientes que são infectados por um verme nematódeo, o Loa loa, por causa dos graves efeitos adversos causados pela exterminação rápida de vermes loa loa juvenis. Há urgência para novos tratamentos para oncocerciose e filariose linfática nas regiões infestadas pelo loa loa.</p>
<p id="_mcePaste">A<strong> leishmaniose</strong> ocorre em 98 países, colocando cerca de 350 milhões de pessoas em risco em todo o mundo. O parasita que causa a infecção é chamado de leishamania e é transmitido por um tipo de mosquito. A leishmaniose é uma doença associada à pobreza e se manifesta de diferentes formas. A leishmaniose visceral, que é fatal se não tratada, e a leishmaniose cutânea são as mais comuns. Os tratamentos existentes são difíceis de serem administrados, tóxicos e caros. A resistência ao medicamento também é um problema crescente.</p>
<p id="_mcePaste"><strong>A doença do sono</strong>, ou tripanossomose Africana humana é endêmica em 36 países africanos e cerca de 60 milhões de pessoas estão em risco de serem infectadas. Esta doença é transmitida pela mosca tse-tse e é fatal, quando não tratada. Até 2009, os tratamentos existentes para o estágio 2 da doença eram tóxicos e difíceis de serem administradas. Nesse ano de 2009, a DNDi e seus parceiros lançaram o primeiro tratamento para a doença em 25 anos.</p>
<p id="_mcePaste"><strong>Sobre a DNDi</strong> - A “Iniciativa para Medicamentos para Doenças Negligenciadas” (DNDi) é uma organização de pesquisa e desenvolvimento sem fins lucrativos, cuja missão é oferecer novos tratamentos para doenças negligenciadas, especialmente para doença do sono, doença de Chagas, leishmaniose, infecções intestinais por vermes, HIV pediátrico e malária. A DNDi foi criada em 2003 pelas entidades Médicos sem Fronteira, Fundação Oswaldo Cruz (Brasil), Conselho Indiano para Pesquisa Médica (Índia), Instituto de Pesquisa Médica do Quênia, Ministério da Saúde da Malásia e Instituto Pasteur, da França. O programa especial para Pesquisa em Doença tropical atua como um observatório permanente. Desde sua criação, a DNDi já lançou seis novos tratamentos para pacientes negligenciados: medicamento antimalária de 2 doses fixas (ASAQ e ASMQ), terapia combinada de nurtimox-eflornitina para o último estagio da doença do sono, terapia combinada de estibogluconato de sódio e paromomicina para leishmaniose visceral na África; e um conjunto de terapias combinadas para leishmaniose na Ásia e benzimidazol para doença de Chagas em dosagem infantil. Mas informação em www.dndi.org</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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		<title>Os cuidados para quem caminha ou corre na praia</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 18:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>daniela_santarosa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atividade física]]></category>
		<category><![CDATA[caminhar na praia]]></category>

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Nesta época do ano, é comum encontrar pessoas correndo ou fazendo caminhadas à beira-mar. O período de férias e a permanência da luz do sol por mais tempo ao entardecer motivam os veranistas a praticarem exercícios. Porém, alguns cuidados se fazem necessários para a prática de atividades físicas na areia da praia nos dias de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/01/caminhando_napraia.jpg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1328" title="Stock.Xchng" src="http://wp.clicrbs.com.br/blogdovida/files/2012/01/caminhando_napraia-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a></p>
<p>Nesta época do ano, é comum encontrar pessoas correndo ou fazendo caminhadas à beira-mar. O período de férias e a permanência da luz do sol por mais tempo ao entardecer motivam os veranistas a praticarem exercícios. Porém, alguns cuidados se fazem necessários para a prática de atividades físicas na areia da praia nos dias de descanso.</p>
<p>Para todas as pessoas que queiram praticar atividades físicas na beira  da praia, o ideal é que iniciem nas primeiras horas da manhã, período em  que a radiação solar ainda é menos agressiva e o desgaste físico é  menor. Utilizar protetor solar é imprescindível em qualquer horário.</p>
<p>O médico ortopedista e membro da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, Renato Brufato Machado, relaciona as dicas em três grupos distintos:</p>
<p><strong>1° grupo: praticantes eventuais</strong></p>
<p>
São aquelas pessoas que praticam atividade física somente quando vão à praia e que trabalham o dia inteiro usando calçados fechados. Esses, devem apenas realizar caminhadas e poderão fazer o exercício de pés descalços e, de preferência, nas áreas de areia mais solta. Essas pessoas devem estar atentas para não cometerem exageros, mesmo que permaneçam por apenas alguns dias na praia. Mas atenção: normalmente, quando os músculos estão parados há bastante tempo podem aparecer dores indesejadas que impossibilitem a continuidade do exercício no dia seguinte. <br />
<strong><br />
2° grupo: aos praticantes regulares</strong></p>
<p>No caso do veranista habituado à prática esportiva (mais de 3 vezes por semana), é recomendado que sempre use tênis para correr ou caminhar mais próximo da água. Aqui, o cuidado especial é com o impacto provocado pelo piso mais duro, onde a areia da praia é seca. Por isso, o ideal é que procurem correr ou caminhar na areia levemente molhada, que é uma superfície mais macia.</p>
<p><strong>3° grupo: aos corredores habituais</strong></p>
<p>Estes devem correr sempre usando tênis com amortecimento, não sendo recomendado que usem um calçado novo para correr na areia da praia. Caso estejam utilizando o tênis pela primeira vez, é aconselhável que realizem a prática esportiva também na superfície levemente molhada. Mesmo correndo diariamente, devem ter cuidados com lesões por normalmente utilizarem o piso mais rígido, onde a areia é mais seca.  Para esses, o uso de palmilhas sob medida poderá trazer mais conforto e melhorar o desempenho da atividade física.<br />
Segundo Renato Machado, forçar o ritmo do exercício pode levar ao chamado estresse muscular ou até mesmo ao surgimento de distensões. É importante observar desníveis, como saliências na areia e pequenos buracos, para evitar problemas como entorse de tornozelo e até mesmo fraturas.</p>
<p><br class="spacer_" /></p>
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