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Brechó do dia: gostosas passadas

25 de junho de 2011 5

Quem nunca dedicou boa parte dos seus domingos  para ver se escapava um peitinho da Luiza Ambiel enquanto ela atacava de zagueira da Banheira do Gugu? Atire a primeira pedra quem não passou uma tarde esperando o quadro da Tiazinha, enquanto tomava um Nescau depois da aula. Essas e outras gostosas estiveram presentes no nosso cotidiano durante as décadas de 80 e 90, mas por onde elas andam agora?


Tiazinha
Pioneira na arte de aparecer na TV usando apenas calcinha e sutiã, Tiazinha arrebatou corações do macharedo quando ganhou um quadro no finado programa H, apresentado por Luciano Huck  nos anos 90. A mascarada rebolava enquanto fazia depilação nos rapazes sortudos. De acordo com a Abril, sua Playboy foi recorde, com 1.223.000 exemplares vendidos. Por vontade própria, abandonou o personagem depois de tentar emplacar (sem sucesso) o seriado Aventuras de Tiazinha. Afastou-se da imprensa, entrou para um grupo de pesquisa teatral na USP, mudou a maneira de se vestir, e este ano (2011) vai estrear um monólogo, escrito por ela mesma,  além de um longa. Casada com o tenista Flávio Saretta, o último empreendimento que se tem notícia de Suzana Alves é a compra de um estúdio de Pilates.

Feiticeira
Mais uma da safra de gostosas lançadas pelo Luciano Huck no Programa H, Joana Prado estourou com o personagem Feiticeira, exibindo um corpão trabalhado pela malhação pesada, usando apenas biquininhos ínfimos e um véu para cobrir o rosto. Outra que abandonou o personagem e tentou (só tentou) alavancar a carreira, primeiro participando da segunda edição do programa Casa dos Artistas  e depois como repórter de  programas para donas de casa .
Hoje em dia, Joana se converteu, é evangélica praticante, mãe de três filhos com o lutador Vitor Belford, e nem de longe lembra a dançarina descolada. Atual apresentadora do  WTN Absoluta – um programa voltado para gestantes- a loirosa foi às lágrimas em um programa do Ceará, demonstrando arrependimento por ter posado nua três vezes. Joaninha, a gente prefere o seu passado, ok?!

Luiza Ambiel
Uba-umba-umba-ê. A prova da banheira foi a competição trash mais famosa do Programa do Gugu, onde “celebridades” buscavam sabonetes em uma banheira. A representante do time feminino, trajando apenas biquini, tentava impedir o cara de pegar os sabonetes.
Luiza Ambiel foi a defensora de sabonetes durante vários anos. O quadro foi extinto pela censura imposta pela justiça.
Depois disso, Luiza ainda participou da terceira edição da Casa dos Artistas, do SBT, e hoje dedica-se ao teatro e,  bem de vez em quando, aparece como musa em escolas de samba. Em uma entrevista para o Terra, Luiza Ambiel disse que pretende se tornar jornalista para desvincular sua imagem de garota da banheira. Para isso está fazendo curso de inglês e quer cobrir a Copa do Mundo e as Olimpíadas que acontecerão no Brasil. Não quer mais nada, né, Lulu?

Luciana Vendramini
A loirinha causou um sururu quando posou para a Playboy pela primeira vez, em 1987, quando ainda era menor de idade. A edição foi um sucesso, o que não se repetiu na carreira da atriz. Ela fez algumas participações em novelas e seriados da Globo, atuou em alguns filmes e se afastou da mídia por ser portadora de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC). Em 2003 fez seu segundo ensaio para a edição de aniversário da revista Playboy. Hoje em dia, bem diferente, ela pode ser vista na novela do SBT  Amor e Revolução, em que vive uma advogada lésbica.

Regininha Poltergeist
Ícone pornô dos anos 90, começou a carreira interpretando uma santa que tinha o poder de curar as pessoas através do sexo, no espetáculo Santa Clara Poltergeist, de Fausto Fawcett. Depois de acrescentar inúmeros ensaios sensuais e alguns filmes pornôs no currículo, o início da carreira falou mais alto e regininha liberou a santa que existia dentro dela. Convertida à igreja evangélica Bola de Neve (mesma do Rodolfo ex-Raimundos e Marinara Costa) há mais de dois anos, a mudança foi da água para o vinho (ou ao contrário).
“Não saio sem top por debaixo do vestido porque sinto a presença do Espírito Santo e parece que estou nua”, revela a Regininha, atual vendedora de uma popular loja de eletrodomésticos no Rio de Janeiro.

Doris Giesse
Um dos símbolos sexys dos anos 80, a bonitona habitou o coração de nove entre dez rapazes brasileiros nessa época.
Doris apresentou diversos programas na Rede Globo, entre eles o Fantástico e o Casseta e Planeta, além de, já nos anos 90, apresentar seu próprio show – o Doris para Maiores.
Depois de ficar menos de um ano no SBT (entre 94 e 95), Doris virou mãe de gêmeos em 1997 e logo em seguida foi para a Record, onde em 1998 apresentou o Fala Brasil. Com a chegada dos anos 2000, Doris sumiu do mapa – e só veio a aparecer na mídia depois de sofrer um acidente em 2007, caindo da janela de seu prédio ao tentar salvar um gato. Na mesma época, ela admitiu abertamente sofrer de depressão e admitiu que tentou suicídio.
Atualmente escreve textos e poemas em diversos blogs e estuda uma volta em um programa de tv para internautas.

Magda Cotrofe
Famosa nos anos 80 pela semelhança com Luiza Brunet, a modelo foi a primeira mulher a sair por três anos seguidos na capa da revista Playboy: em maio de 1985, dezembro de 1986 e outubro de 1987.
Nos anos 90, Magda se afastou do meio artístico e atualmente mantém um blog e cuida da sua linha de joias.

Comentários (5)

  • Marcos diz: 25 de junho de 2011

    Elas continuam gostosas,só as revistas q estão passadas né vovô?

  • valdir diz: 25 de junho de 2011

    A Tiazinha e a Joana Prado foram as melhores!!!!!

  • Ronaldo Costa diz: 25 de junho de 2011

    Um homem que sente saudade de belas mulheres, merece todo o meu respeito. Entretanto o final religioso da carreira de tais moças coloca em questão a difundida crença da sensualidade da mulher brasileira pois parecem confundir tal característica com algum tipo de pecado. Sinceramente, tentando ser respeitoso com a postura evangélica, não posso negar o serviço prestado por alguns desses credos na tentativa de recuperar ou mesmo salvar a vida de marginais e drogados, entretanto fico de queixo caido com o conceito de “ato pecaminoso” que algumas pessoas desenvolveram, sem o menor respaldo teológico ocidental ou filosófico. Entenderia tanto arrependimento se tivessem se convertido à religião mulcumana cuja escala de valores difere de qualquer religião ocidental, mas se tal não aconteceu fico me perguntando porque de tanta vergonha do próprio corpo? Será que era tudo silicone ou Photoshop e o arrependimento deve-se ao fato de haverem ludibriado os leitores das revistas? Ou será ainda um problema de pura hipocrisia para montar junto ao atual companheiro a imagem de “madalena arrependida” visando dar segurança ao geralmente inseguro marido de mulher bonita? Enfim, lembro-me muito bem das belas mulheres do passado e confesso que suas versões atuais não deixarão em mim nem ao menos frágeis lembranças. É fácil cuspir no prato em que comeu!!!

  • Silvia Kuchta diz: 25 de junho de 2011

    Caro Roger
    Assisto o seu Programa do Roger todos os sábados e adoro, não perco um. Hoje 25/06 gostei muito das entrevistas com o pessoal do Transformers. O programa encerrou com uma Banda ou Cantor cantando uma música que eu gostei muito. Poderia postar ou me responder por e-mail o nome da Banda e da música. Agradeço esse pequeno favor, obrigada Silvia

  • Fernando diz: 31 de julho de 2012

    Deixa pra lá. Do jeito que algumas delas se encontram, é melhor mesmo que se recolham a uma religião. Não sabia que a Regininha Poltergeist tinha feito filmes pornô. Lembras do título de algum?

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