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Palco Sunset mistura vários estilos de rock no sexto dia de Rock in Rio

01 de outubro de 2011 2

A tarde de shows no Palco Sunset começou com o gaúcho  Júpiter Maçã, que junto com os cearenses do Cidadão Instigado fizeram um show para uma plateia ainda tímida, talvez pelo sol forte, que parecia não abater Júpiter vestido com sua jaqueta de couro preta.  Depois de tocar Miss Lexotan e Beatle George, Júpiter chegou a disparar: “A gente vai ficar em silêncio aqui.”
Os primeiros sinais de interação apareceram na execução da psicodélica Marchinha Psicótica de Dr. Soup.
Depois de uma sequência de músicas do Cidadão Instigado, o músico portoalegrense voltou a cantar sozinho e emendou Modern Kid, Um Lugar do Caralho e Calma. Um ótimo show, prejudicado talvez pelo horário.


A energia continuou baixa na segunda apresentação. Foram poucos momentos em todo o Rock in Rio que se pode ouvir um silêncio quase total como nos intervalos entre as músicas tocadas pela cantora brasileira Tiê e o uruguaio Jorge Drexler. Os dois fizeram apresentação conjunta no Palco Sunset, e mesmo com um show rico, não conseguiram entusiasmar.
Tiê foi a primeira a subir no palco. Aparentando timidez, ela cantou sozinha por 15 minutos antes de chamar Jorge Drexler. Juntos, eles cantaram Perto e distante, que gravaram em parceria. Os aplausos apareceram em Al otro lado del rio, maior sucesso de Drexler. Mas tudo bem, o clima calmo e desplugado foi proposital. O próprio Drexler comentou “Vocês estão ouvindo de uma forma maravilhosa” disse.

Os primeiros sinais de empolgação apareceram durante o show do Zeca Baleiro, junto com o convidado congolês Lokua Kanza. Com um bom português, o africano apresentou as músicas Shadow Dancer e Wapi Yo, cantada no idioma lingala. Depois da canção, os dois se uniram no palco para tocar Babylon, do Zeca Baleiro. Entre outros sucessos, como Telegrama e Samba do Aproach, as pessoas que ocupavam o espaço despertaram e aplaudiram, enfim, entusiasmadas.

Porém o entusiasmo retornou com a próxima atração. Aos 70 anos, Erasmo Carlos ainda faz jus à fama de mau. Para quem não acreditava, o show no Rock in Rio foi mais que suficiente para provar a boa forma do Tremendão. Bem acompanhado por Arnaldo Antunes no palco Sunset, Erasmo fez um show de rock sujo,,a exemplo da versão quase heavy metal de Quero Que Tudo Vá Para o Inferno. Muita gente só reconheceu a música quando chegou a hora do refrão. A plateia aprovou e pediu bis. Pena que eles não atenderam os pedidos.

Acompanhe ao vivo a sexta noite de Rock in Rio

Comentários (2)

  • Marcelo diz: 2 de outubro de 2011

    Grande Flavio Basso!!! Cascavelletes no lombo deles!!! melhor show desse rock in rio fajuto!

  • Sylvana diz: 3 de outubro de 2011

    O show do Zeca Baleiro foi o melhor do palco Sunset no dia 01/10. A propósito, ele não cantou o Samba do Aprouch.
    Beijo.

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