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Paolla Oliveira: "Não se pode falar o que bem entende"

30 de outubro de 2013 3
Paolla Oliveira - crédito: Revista RG

Paolla Oliveira – crédito: Revista RG

“Não se pode falar o que bem entende para vender revista.”

PAOLLA OLIVEIRA

atriz, falando à revista RG sobre fofocas envolvendo a vida pessoal das celebridades. A bela Paloma da novela Amor à Vida disse ainda que, por causa disso, às vezes tem vontade de ”mandar tudo à merda” e também posicionou-se sobre as biografias não autorizadas: “Talvez eu seja contra, porque o autor pode contar a história do jeito que ele bem entender”.

Comentários (3)

  • Colorado diz: 31 de outubro de 2013

    Incrível, que quando o “artista” vai para a mídia e “fala o que bem entende” para se promover e vender revista, isso pode?
    Incrível, que a “incrível” atriz só está aparecendo nos blogs da vida porque falou o que bem entende.
    Incrível também que essa história das biografias tenha retomado, pois os agora contrários as mesmas (ou se não contrários, que seja com restrição – até parece piada), em outras épocas falavam e cantavam o que bem entendiam.
    Me parece, que um senado (uma câmara, uma assembleia…) deveriam (e tem) assuntos mais importantes e relevantes do que esse, mas como todo mundo faz o que bem entende não é de se espantar que esse seja o assunto da moda nessa República.

  • vera machado diz: 31 de outubro de 2013

    Concordo com a Paola, com a Paula Lavigne, com o Roberto Carlos. A mídia coloca o carro na frente dos bois com essa estória de biografia não autorizada. Como posso concordar que o direito a privacidade seja menos importante que o direito de divulgação, se a razão de se estar fazendo uma biografia é por que aquele artista existe? Quem já foi alvo de fofocas, de comentários sobre sua vida explorados sob a ótica mais sensacionalista, sabe o quão indefeso fica e como isso incomoda. Achar que a minha curiosidade é mais importante que a preservação da intimidade de alguém é um absurdo.

  • Colorado diz: 31 de outubro de 2013

    Vera, entendo sua colocação, mas cá entre nós, os pobres mortais não estão muito preocupados se em determinada biografia conta que o artista, ator, escritor, político foi um bom pai/mãe de família, que nas suas mais de 500 páginas existe toda uma vida, mas sim no quão sensacionalista é aquela parte da biografia, que as vezes está escrita em meio parágrafo. Volto a dizer, todos tem direito a privacidade, mas acredito que de coração não irão escrever uma biografia minha (ou sua), mas quem se expõe no seu dia a dia (é só olhar alguns casos recentes) se torna foco desse emaranhado. O autor conta, como disse a bela moça acima, da sua forma, pois é da sua forma que entende a vida de determinada pessoa. E, é óbvio que se for uma inverdade, se lute na justiça pela verdade absoluta, mas mais uma vez cá entre nós, todos esses que reclamam que tem suas vidas iluminadas pelos holofotes da mídia, procuram isso incansavelmente, aparecendo em programas sensacionalistas e de nível muito discutido (vide assistir TV aos domingos), para depois como bons seres humanos simplesmente adotarem a postura que possuem uma vida normalzinha…

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