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A casa de Luciana

28 de julho de 2015 1

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A imagem aí em cima é uma das que ilustram a exposição Casa, da fotógrafa Luciana Mena Barreto. A mostra reúne fotografias e relatos da experiência de Luciana ao visitar uma casa abandonada – a ação foi realizada em 2010, em Porto Alegre. A inauguração ocorre amanhã (29/7), às 19h, na  Galeria Iberê Camargo da Usina do Gasômetro (João Goulart, 551), e a artista Andressa Cantergiani realiza a performance Inundação no evento. A visitação ocorre do dia 30 de julho a 30 de agosto, de segunda a sexta das 12h às 19h e aos sábados e domingos, das 14h às 19h.

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Fotos: Luciana Mena Barreto/Divulgação

Comentários (1)

  • Luciana Mena Barreto diz: 28 de julho de 2015

    “Cidadãos de todos os países, derivem! Dissolvam as fronteiras e destruam os muros de todos os tipos, das prisões e asilos aos condomínios residenciais fechados, dos shopping centers aos conjuntos habitacionais modernos!​” (Internacional Situacionista)

    ​​A atualidade das palavras de ordem ​aqui citadas é ​destaque no prefácio da obra de Paula B Jacques (​Apologia da Deriva​). Para Carlos de Andrade​, derivar e “psicogeografar” podem ser estratégias atuais para construção de novas territorialidades.

    Derivar para que? O mais apaixonante neste movimento da metade do século XX, a Internacional Situacionista, é o antídoto proposto contra a monotonia das cidades estáticas, resistentes à transformação, homogeneizadas, construídas para o espectador passivo, qual seja, o andar sem rumo sobre o terreno urbano, criando jogos dos quais se participa.

    Construir situações, ambiências momentâneas da vida, e transformá-la em uma qualidade passional!

    É sempre bom destacar as práticas desses maravilhosos derivantes psicogeógrafos dos anos 1950-1960 que tratavam de relacionar arte com a vida, vida cotidiana, basicamente urbana, propondo práticas para vivificar a experiência da cidade, ambiente propício a práticas de participação.

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