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Posts na categoria "Entrevista"

No Rio, Emma Stone fala sobre novo Homem Aranha

07 de fevereiro de 2012 0

Em parceria,  Sony e a Columbia Picures criaram uma ação para aguçar a curiosidade e bombar o lançamento donovo filme do Homem Aranha. Foi organizado um evento especial que reuniu a imprensa e alguns fãs sortudos do herói em salas de cinema do mundo todo, com transmissão simultânea do novo trailer em 3D e cenas da filmagem em duas dimensões, além de uma história humana sobre Peter Parker, o jovem estudante que, sem se dar conta, se transforma em Homem-Aranha.

Em Nova York, Garfield esteve presente, enquanto em Los Angeles aparecia o diretor Webb e, no Rio de Janeiro, Emma Stone e os produtores Avi Arad e Matt Tolmach, na foto abaixo.

A atriz falou como é ser o par romântico do protagonista. Emma comentou que sua Gwen Stacy difere da Mary Jane dos filmes anteriores por ter se apaixonado primeiro por Peter Parker e não pelo herói.

O Espetacular Homem-Aranha, dirigido por Marc Webb e com Andrew Garfield no papel de super-herói, será lançado em três dimensões e IMAX 3D em 3 de julho.

É o amor? Lars Ulrich conta que foi o maior fã de Iron

22 de novembro de 2011 4

Já rolou muito tititi em torno da rivalidade do Metallica e do Iron Maiden. Os fãs e até os próprios músicos (lembra quando Bruce Dickinson comentou que Iron era maior que Metallica?) fazem questão de alimentar ainda mais a disputa entre as duas bandas.

Mas parece que algo mudou, ao menos dentro do coração de Lars Ulrich. Recentemente, o baterista do Metallica concedeu uma entrevista para a Rhythm Magazine em que revela todo seu respeito e admiração pelo colega de bateria do Iron, Nicko McBrain. Confira alguns trechos:

Rhythm: Voltando ao EP Garage Days (1987), porque vocês não começaram tocando "Run To The Hills" do Iron Maiden?

Lars: Nós sempre estivemos rodeados de britânicos. Nesses anos todos os managers das nossas turnês, nossos guias, os caras da nossa equipe, todos eram ingleses e por isso havia sempre um senso muito forte de cinismo e sarcasmo inglês e um pouco de humor áspero. Nós todos somos incríveis fãs do Iron Maiden, obviamente, e eu não acho que o Metallica estaria onde o Metallica está hoje se não fosse o Iron Maiden, não só abrindo o caminho, mas também por me inspirarem em 1981 a formar uma banda. Estávamos sentados ali gravando coisas para o Garage Days em Los Angeles e foram sessões muito tranquilas, um dia começamos a fazer Run To The Hills, que é uma daquelas coisas que qualquer um poderia tentar a qualquer momento. Às vezes, aquelas harmonias podem ser um pouco complicadas para os caras da guitarra e acho que eles estavam um pouco chapados. Algumas pessoas pensaram que nós estávamos tomando o lugar de alguém, mas obviamente aquilo foi concebido como um tributo à nossa maneira...

Cerca de um ano depois, eu acho, quando nós terminamos o álbum And Justice for All (1988), eu estava em Nova York na masterização do disco, e o Iron Maiden estava tocando no Meadowlands, em Nova Jersey, provavelmente era julho de 1988. Então saí e fui para o show... Eles estavam fazendo a turnê do Seventh Son Of A Seventh Son, e eu estava ali em pé atrás do Nicko, olhando para ele.

Acho que Run To The Hills foi a primeira música do bis e ele me entregou as baquetas e apontou pra bateria. Eu estava tipo, 'Né?', então eu rastejei até as escadas e eu lembro de ouvir Bruce Dickinson me apresentar ao público, então eu comecei a tocar a 'Run To The Hills' na frente de 20.000 pessoas. Talvez eu tenha chegado quase tão longe como eu fiz na versão do Metallica que foi lançada. A coisa toda foi um desastre completo e eu acho que nem chegamos ao primeiro verso. Uma dica, nunca toque bateria em público quando estiver bêbado! Nós demos o melhor de nós, mas eu creio que não chegamos nem ao primeiro refrão."

Então tá.

Harry Potter: ator admite problemas com álcool

05 de julho de 2011 0

O ator Daniel Radcliffe, 21 anos, se tornou conhecido por interpretar o bruxinho Harry Potter no cinema, contou em entrevista à revista GQ que finalmente superou seus problemas com o alcoolismo:
Tornei-me tão dependente do álcool para me divertir. Desde os 18 anos estive muito apaixonado pela ideia viver o estilo de vida de uma pessoa famosa, coisa que não tem nada a ver comigo".
Mas o ator afirmou que já mudou os seus hábitos. Na entrevista, ele lamentou ter colocado sua vida e carreira em risco, pois perdeu o controle da situação e quase foi fotografado por paparazzi enquanto estava embriagado.
"Realmente me salvei disso, mas houve muitas vezes em que se poderia fazer uma foto", concluiu.

Harry Potter e os Talismãs da Morte: Parte 2 , o último filme da saga do feiticeiro, tem estreia mundial marcada para o dia 14 de julho.

Foo Fighters: leia entrevista com o diretor do documentário Back and Forth

24 de junho de 2011 1

Já se foram 17 anos desde a morte de Kurt Cobain e só agora que Dave Grohl fala abertamente sobre o assunto. Assim começa o documentário da banda Foo Fighters Back And Forth, dirigido por James Moll (Oscar de Melhor Documentário por The Last Days), que será exibido no Brasil nos dias hoje e amanhã (24 e 25)

James Mol falou com o Bloger Lerina sobre o documentário. Leia abaixo:

_ Qual sua música preferida do Foo Fighters?
Se eu tivesse que escolher uma canção favorita do álbum Wasting Light, provavelmente escolheria I Should’ve Known, pois você pode sentir a paixão intensa nas letras e nos vocais. Eu estava no quarto ( o disco foi gravado na casa de Dave Grohl), segurando uma câmera, quando Dave estava gravando os vocais. Era muito poderoso. Ficou claro que a canção significou muito para ele. Eu realmente gosto do álbum inteiro, mesmo que talvez, eu tenha sido influenciado por estar presente em grande parte do processo de gravação. White Limo é uma sonzeira também. É daquelas pra colocar no último volume no seu carro, depois de um dia stressante de trabalho. Daquelas que sempre faz você sentir-se bem

_No início do documentário, Dave fala sobre o fim do Nirvana e a morte de Kurt. Existe algum material acerca disso, alguma informação privilegiada fornecida por Dave, mas que não tenha entrado para a edição final do documentário?
Com certeza, sempre tem muito material de entrevista que não entra pra edição final de qualquer filme. Mas não há nada que eu tenha decidido cortar do documentário por ser muito "delicado" ou "confidencial" para publicar. Eu sei que tem muita gente que trata o Cobain como um mito, de um jeito que dá margem para teorias de conspiração e todo tipo de falsa especulação. Talvez, tanta especulação tenha surgido porque Dave e Pat nunca quiseram falar muito sobre o assunto, depois que Kurt morreu. Pessoalmente, eu compreendo completamente. Quando o Foo Fighters começou, Dave tinha que evitar as contantes enxurradas de perguntas sobre Kurt, para poder começar um novo capítulo de sua vida, fora do Nirvana. O mesmo aconteceu com Pat Smear, que era, talvez, ainda mais próximo de Kurt do que Dave. O fato de Dave e Pat terem decidido guardar seus sentimentos sobre tudo isso é algo que eu respeito. Quando chegou a hora de fazer este documentário, Dave estava pronto para falar de tudo isso. Ele estava à vontade falando sobre essa época dolorosa. Pat estava mais relutante no início, mas no final das contas, ele sentou e falou por duas ou três horas.

_Antes do documentário sair, o baterista Taylor Hawkins deu algumas declarações dizendo que ele não era a favor deste documentário, por expor muito a vida pessoal dos integrantes. Como foi o clima durante a gravação?
Qualquer bom documentário vai a fundo no seu assunto e na vida das pessoas envolvidas. E tenho certeza que Taylor sabia disso antes de fazer o filme, assim como Dave, Nate, Chris e Pat.
Enquanto eu fazia as entrevistas, cada membro da banda estava à vontade e comprometido com a ideia de fazer um filme que mostraria a verdade e iria ao coração de toda a longa jornada que fez do Foo Fighters a banda que é hoje. Quando a edição terminou, eu mostrei o filme ao Dave, só pra ele. Qdo ele acabou de assistir, ele disse " Uou, tem partes nesse filme que realmente me deixaram desconfortável. Mas... é tudo verdade... Então não mude nada". Então eu mostrei o filme pra banda inteira. Como Dave preveu, cada membro da banda ficou desconfortável com alguma parte do documentário. Taylor disse que ele admite ser o mais sensível da banda. E tem partes de sua vida sobre as quais ele nunca havia falado em público, pelo menos não com tanta ênfase. Eu tenho um pressentimento de que ele vai apreciar muito mais o filme quando estiver na estrada, em turnê.

_Na sua opinião, qual a importância da banda no cenário mundial?
Eles são grandes músicos, caras ótimos, administraram muito bem sua carreira, e se tornaram a que pode ser a banda mais respeitada do rock na atualidade. Não da pra tirar o mérito deles por isso.

Paul McCartney piadista

17 de junho de 2011 0

Muito descontraído este Paul McCartney. Em entrevista à rádio britânica Absolute Radio, o cantor e compositor foi questionado por que Ringo Starr ainda não ter o título de "Sir". Olha a resposta:

"Bom, não olhe pra mim. A última vez que fui visitar a rainha ela não estava. Senão eu teria aparecido e dito: 'veja bem, meu amor, que tal Sir Richard Starkey (nome verdadeiro de Ringo)?'", disse.

Macca ainda aproveitou para cutucar o apresentador Bruce Forsyth (foto acima), que recebeu a honraria recentemente.
"Acho que já está na hora (de Ringo ganhar o título de 'Sir'), mas a rainha provavelmente estava ocupado com o Sir Brucie", afirmando que ninguém esperava ver Forsyth virar Sir antes de Ringo.

Mas o encontro não foi só descontração. Na mesma entrevista, Paul comentou sobre os Beatles e afirmou que seu fim foi um desejo de John Lennon.

"Eu, George e Ringo basicamente dissemos: 'tem que ser mesmo o fim? Não podemos fazer alguns shows e pensar nisso depois?' Mas John estava indo embora com Yoko e dizendo: 'não, não, isso é ótimo. Me sinto livre'. Então esse foi o fim". afirmou o músico.