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ISSO VALE MAIS QUE TÍTULO!

15 de maio de 2012 0

Aqui vai o link para a matéria que está no site do Internacional onde se aborda a campanha do lindo garotinho João Francisco.


Foto: Assessoria de Imprensa do Internacional


Uma campanha que todos devem se engajar! O Blog Tricolor (http://wp.kzuka.com.br/blogtricolor/2012/05/14/quando-nao-existe-rivalidade/?topo=52,1,1,,179,77) demonstrou grandeza e se engajou à campanha colocando uma linda foto do coloradinho com os jogadores do seu time do coraçãozinho! Só não precisava a flautinha, né? hehehe

Agora é com você, torcedor colorado!

VAMOS COLABORAR E MOSTRAR NOSSA FORÇA!!!!

Um pequeno colorado precisa de nós!!!

Veja aqui como ajudar!!

http://www.internacional.com.br/pagina.php?modulo=2&setor=18&codigo=17607

TÍTULO É TÍTULO!

14 de maio de 2012 8

Os últimos tempos não tem sido fáceis para o colorado. Pensando bem, e sendo sincero, acho que nunca foram.

As conquistas coloradas sempre foram suada, depois de muita luta e emoção. O ano de 2012 tem enfileirado episódios que colocam o coração colorado em estado de aflição. As obras, Oscar, D'alessandro lesionado, Libertadores, punições... Ufa!

Tendo tudo isso em perspectiva, é mais do que justo que se valorize devidamente a conquista do Gaúchão 2012.

Eu mesmo, aqui no blog, já afirmei que o campeonato estadual tem menor importância que a Libertadores da América. Isso é uma obviedade. Acontece que, por razões bastante debatidas aqui, nós ficamos fora da competição continental...

Levando-se em conta a amarga desclassificação e o primeiro semestre que vem "carregado", acho que vale MUITO comemorar o títutlo estadual. Se fosse outro time qualquer do estado estampado nas capas dos jornais gaúchos, tenho certeza que estaríamos abatidos e tristes. Sendo o Internacional, acho que devemos SIM valorizar a conquista. É uma questão de perspectiva. Não vejo, portanto, contradição com minhas colocações privilegiando a Libertadores.

A partida, em si, foi digna de decisão. Alguns apostavam naqueles placares elásticos (8 a zero...por exemplo). Eu não enxergava assim. O Caxias estava totalmente focado nessa decisão e levando-se em conta o desempenho do time da serra no jogo em casa, me parecia que seria um osso duro de roer. Foi exatamente assim!

Não fosse as boas - e quase óbvias - alterações que Dorival fez para o segundo tempo, não sei se o colorado teria forças para reverter o placar.

Pretendo comentar o jogo amanhã. Por hoje, quero apenas comemorar! Acho que todo o colorado deve E MERECE isso.

Essa torcida, que tem tido comportamento exemplar e que merece todo respeito por parte de seus atletas, tem mesmo que comemorar!

Falei em respeito por que a questão do jogador Jô está, extra-oficialmente, resolvida: ele vai embora!

VAleu a pressão da torcida!!!

FORA JÔ!

13 de maio de 2012 126

Estou começando a campanha!!!!

Vamos subir a tag #FORAJO  no twitter!

Poste aqui seu comentário e escreva APENAS : FORA JÔ!

Farei com que o número de manifestações chegue em quem deve chegar!


BASTA!!!!!!!!!!

NÃO DEU...

11 de maio de 2012 110

Não há muito o que acrescentar... Jogamos melhor as duas partidas contra o Fluminense mas - como disse Damião - não tivemos competência para classificar.

Entramos bem no segundo jogo. Tivemos a iniciativa todo tempo. Faltaram organização, qualidade na articulação, uma zaga melhor e, por último, sorte. Mas faltando os primeiros, nem sei se merecíamos o último.

Levamos dois gols de bola parada - sendo que o primeiro foi em impedimento claro - e perdemos mis um tanto de gols.

No final, no desespero, amontoamos atacantes e meias e nos transformamos em um bando em campo.

A desclassificação foi um pouco o retrato da campanha: dolorosa.

Podemos encontrar muitos culpados. Se Dátolo tivesse marcado o penalti estaríamos classificados. Se tivéssemos tratado o nosso problema CRÔNICO da bola aérea, não levaríamos dois gols idênticos.

Se estivéssemos melhor organizados e entrosados, teríamos tido mais oportunidades...

Se... Se... Se....

No meio desses "SEs" faço uma avaliação não muito positiva do trabalho de Dorival Júnior, mas dou o benefício da dúvida em função de tantas questÕes ligadas a desfalques.

Não creio que ele vá deixar o comando do Inter. Não sei quem poderia substituí-lo. Sei, apenas, que terminamos a semana de forma melancólica e vamos para uma final de Gaúchão na obrigação de vencer. Perigoso isso.

Mesmo vencendo, garanto que a comemoração será morna. Um título de campeonato Gaúcho pode não ter força suficiente para fazer esquecer o desapontamento da desclassificação....

OSCAR VALE A BRIGA!

08 de maio de 2012 9

O Inter larga em vantagem na decisão do Gaúchão! O empate na serra tem quase um gostinho de vitória, mas NADA está decidido.

O certo mesmo é que o garoto Oscar vale cada gota de suor derramado nessa novela para que ele jogue no Inter! Ele sofreu um pouco com a falta de ritmo logo no início do jogo, mas no final das contas deixou muito mais que uma marca no placar, deixou emocionado o coração dos colorados!

As lágrimas do jovem jogador, inquestionavelmente sinceras, deixaram pasmos e emocionados os torcedores colorados. Foi uma cena rara e que apenas corroborou o que ele já havia afirmado para quem quisesse ouvir (ouvir? bem, não foi o caso do SPFC): o seu lugar é no Inter!

O Caxias foi um adversário valoroso e até saiu na frente no placar. Um time de garra e muito bem organizado por Mauro Ovelha.

Já o Inter, recheado de desfalques e reservas, e que tem - na teoria - um plantel de maior qualidade, sofreu para arrancar um empate.

O esquema montado por Dorival funcionou de forma relativa. Logo no início da partida as ações eram todas coloradas, mas o Caxias acertou sua marcação e encontrou um equilíbrio. Nossa defesa foi eficiente mas dava sustos na torcida. Muriel continua sendo o porto seguro. Sua segurança tem contagiado o sistema defensivo, mas nem por isso deveriam deixar que o jovem goleiro segurasse as pontas sozinho.

No meio, Guiñazú e o gigante Sandro Silva foram quase perfeitos. Fabrício foi bem, mas não teve o mesmo brilho do GreNal.

Nei também já teve jornadas mais inspiradas... Tinga - um leão - ainda compensa suas dificuldades na articulação com uma dedicação impressionante. Jajá esteve bem e já fez com que muitos esquecessem que ele é "reserva" de Dagoberto.

Jô até participou de duas das principais jogadas de ataque do Inter no primeiro tempo, mas no segundo ficou apagado... Não fosse o cabelo novo, não chamaria atenção...

E Oscar foi fantástico! Fez a diferença!

Agora, o Inter leva para o Beira-Rio uma vantagem. Se jogar um pouco mais do que na serra, deve conseguir uma vitória e o título. Digo isso porque conto com a volta dos titulares Damião, Moledo e Dátolo... Dátolo é titular? Por enquanto, creio que sim!

A dúvida é quem sairá? Jajá? Tinga? Duvido. Dúvidas difíceis para Dorival...

Qual seria a melhor opção?

@@@@@@@@@

Causa nobre: o Instituto da Criança com Diabetes precisa da Nação Colorada!

Participem!!!

http://www.facebook.com/icdrs/app_165291680259742


TREINO FECHADO

04 de maio de 2012 22

Dorival Júnior está respeitando o Caxias, tanto que o treino dessa quinta-feira foi à portas fechadas.

OK, alguns poderão dizer que não se pode respeitar demais. Olha o Santos!!! Mas não poderia ser diferente.Engana-se quem pensa que se trata de jogo jogado. O Caxias está de técnico novo, motivado e seus jogadores darão a vida pelo título. Enquanto isso, do lado colorado, a seqüência de desfalques parece não ter fim.  Dátolo foi o último da lista... Eu fico, sinceramente, na dúvida. Quero o título gaúcho mas não tanto a ponto de perder jogadores importantes para o jogo de volta contra o Fluminense pela Libertadores da América. No caso de Oscar, é óbvio que o garoto precisa de ritmo de jogo. Mas o medo de uma lesão - tendo em vista que o jogo na serra será bastante "disputado" - pode levar parte da torcida a querer que a novela de sua liberação ainda demore um pouco mais, evitando assim a dúvida em sua escalação.

Vamos jogar improvisados e como ninguém tem certeza de que maneira Dorival armou o time "misto", o treino fechado mais que se justifica.

Imagino que iremos de Muriel, Bolívar - pois Moledo está suspenso - e Índio. Mais uma chance para Bolívar...

Fabrício está deixando um gosto de titularidade na torcida pois Kleber vem sendo contestado não é de hoje. Nei deve voltar. O meio já está praticamente certo com Sandro Silva - que vem jogando muito -, Guiñazú e Tinga (esse já como um meia, como vem atuando). Tinga tem sido, com competência, o cérebro do time do Inter. Pode não ser tão criativo quanto D'Alessandro, mas organiza a equipe em campo como nenhum outro jogador. Caso Oscar não jogue mesmo... A vaga deve ficar com João Paulo.

Gilberto tem funcionado como segundo atacante e não como meia... Na verdade, acho que jogaremos no 4-2-3-1, com Jajá completando a articulação e Jô - sim, ele mesmo - como a referência de ataque.

Acho que esse time tem plenas condições de vencer o Caxias. Poderá faltar entrosamento ou ritmo para alguns, caso de Oscar ou João Paulo, mas se essa equipe jogar com a mesma atitude e organização do GreNal, as chances aumentam muito.

Mas segue a pergunta: Você acha que, mesmo liberado pela CBF, Oscar deve encarar o Caxias? Ou é arriscado?

CBF do SP ZOMBA DA JUSTIÇA

03 de maio de 2012 82

Ouvi ontem a longa entrevista, pela Rádio Gaúcha, do ministro do TST, Guilherme Caputo Bastos, que concedeu o habeas corpus a Oscar. Ele demonstrou surpresa com a atitude da CBF, a Confederação Brasileira de Futebol "do São Paulo".

Perguntado por Nando Gross se ele sabia o motivo das "dúvidas" da CBF quanto a sua decisão, Caputo foi claro: está tudo na LEI. Até agora ele desconhecia essas "dúvidas" claramente inventadas para postergar a decisão da justiça superior.

A decisão que concedeu o habeas corpus a Oscar tinha como principal fundamentação a necessidade de restabelecer o direito UNIVERSAL de um trabalhador de não ser obrigado a colocar sua força de trabalho a serviço de quem não deseja. Isso se chama escravidão e não condiz com o estado de direito que se vive hoje no país.

Mas daí é bom lembrar alguns fatos que atestam que o comando atual da CBF - assim como o anterior - não enxergam a lei e o direito de uma forma "peculiar", para dizer o mínimo.

José Maria Marin - presidente da CBF - protagonizou uma das cenas mais bizarras do esporte no país. O então Vice-presidente da região sudeste da CBF, simplesmente surrupiou uma medalha na frente das câmeras!!!! Deixou um dos jogadores que conquistaram o título da Copinha a ver navios. Não acredita? Veja aqui...  http://espn.estadao.com.br/copasaopaulo/noticia/237273_VIDEO+DIRIGENTE+DA+CBF+EMBOLSA+MEDALHA+E+ROUBA+A+CENA+NA+PREMIACAO+DA+COPINHA

José Maria Marin tem seu passado político ligado à ditadura militar e era homem de confiança de Paulo Maluf. Foi o último governador paulista da ditadura - era vice biônico de Maluf - e os poucos meses que ficou no cargo renderam acusações de violência e abuso de poder contra a população que se manifestava contrária ao governo.

Não é por nada que a presidente Dilma se negou, até agora, a receber Marin no Planalto. Pois essa figura é o comandante da CBF nesse momento. É sob sua orientação que a CBF se julga no direito de desobedecer - ou ignorar - decisão do Tribunal SUPERIOR do Trabalho. Isso é a cara da ditadura!

É notória e reconhecida a enorme influência (esse termo soa mínimo frente aos fatos) dos dirigentes do São Paulo sobre a atual gestão da CBF. Isso é confirmado pela própria imprensa paulista. O comportamento da entidade no caso de Oscar não deixa margem à dúvida. Quando um juiz DE SÃO PAULO deu ganho de causa ao clube paulista - contrariando um direito constitucional do jogador e obrigando que ele se apresentasse ao antigo clube - em menos de duas horas o nome de Oscar já constava no BID. Ele já era novamente jogador do São Paulo. Não havia dúvida, nem espaço para prudentes e óbvios questionamentos. A CBF atestou e ratificou a absurda (qualificada assim pelo Ministro do TST) decisão da justiça do trabalho paulista. Nem pestanejou. Não seria demais imaginar que brindes foram feitos em alguma masmorra da CBF...

A justiça foi então restabelecida, com uma manifestação onde o ministro deixa evidente o absurdo da decisão anterior ( http://www.tst.jus.br/home/-/asset_publisher/nD3Q/content/tst-concede-hc-ao-jogador-oscar-que-podera-trabalhar-onde-desejar-atualizada-?redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.jus.br%2Fhome%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_nD3Q%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-3%26p_p_col_count%3D4 ). Mas a CBF encheu-se de "dúvidas" sobre essa decisão e até ontem - passada quase uma semana - ainda não havia publicado no BID o nome de Oscar vinculado ao Inter.

Então, para fechar com chave de ouro o teatro do absurdo, vem o diretor jurídico do São Paulo e afirma, sem nem ficar vermelho,  que "a CBF não vai inscrever Oscar no BID"! Bem, então o SPFC agora RESPONDE PELA CBF!

E mais, ele ainda disse: "Se a CBF mantiver a posição atual (de não publicar o nome do jogador no BID), o São Paulo não fará nada. Se a CBF acatar a decisão do TST, daí a coisa muda de figura." Prestem atenção: SE a CBF acatar a decisão do TST...

Bem, então a CBF e o São Paulo estão acima da lei!!! Até que ponto vai a arrogância e a prepotência???

O presidente do São Paulo, Juvenal Juvêncio, ainda afirmou que "ou acerta e paga a multa ou ele (Oscar) não terá nada"!

Acho que ele acredita que a lei só se aplica quando é de seu interesse, caso contrário, ele DECIDE por ela.

É profundamente revoltante o que ocorre com o comando do futebol no país. Não bastasse a mácula na história do Campeonato Brasileiro proporcionada por Sveiter em 2005, agora outro clube paulista (coincidência?) toma em suas mãos o "poder da lei" e dos destinos do futebol no Brasil. Tenho absoluta certeza que a torcida do tricolor paulista - que tem na memória os desmandos da ditadura e suas práticas abomináveis - não deve concordar com essa postura de sua direção.

Triste e lamentável. E o pior é saber que esta novela está longe de acabar... Alguém tem alguma dúvida de quem é o vilão?

DORIVAL RESPONDE - PARTE 2

17 de abril de 2012 26

Os leitores perguntaram muito sobre o posicionamento do Dagoberto. Que a expectativa de rendimento dele ainda não se cumpriu...

Outro dia eu ouvi um comentarista de jogo - ao assistir a reprise de uma partida - dizer que eu havia alterado o posicionamento do Dagoberto. Eu gostaria que ele perguntasse para o próprio jogador se eu fiz isso. Ou, poderia perguntar até mesmo para mim depois do jogo. Só assim ele poderia fazer uma afirmação dessas. Em momento nenhum eu alterei o posicionamento do Dagoberto. Nunca pedi que se preocupasse com marcação, a não ser com o psicionamento inicial. A única coisa que pedi até hoje é que ele sempre chegue de frente para a jogada. Nunca de costas para o adversário. Dessa maneira a produtividade dele aumenta sobremaneira. Em algumas situações como o Dátolo ou o Oscar jogam, de entrar muito, o Dagoberto se sente na obrigação de tentar vir ajudar na armação. Isso é uma postura dele. Um posicionamento dele. Em momento nenhum eu peço isso. Ainda que eu reconheça que ele tenha inteligência e qualidades técnicas para executar essa função. Ele é o segundo atacante. Tem "obrigação" de estar mais próximo do Damião. Então um comentário como esse a gente lamenta, porque as pessoas não sabem o que acontece nos treinamentos, dentro de campo e não tem a capacidade nem de vir perguntar: escuta, você alterou....ou não...

Mas você concorda que ele ainda tem mais o que crescer e render?

Acho que isso vai acontecer com o tempo. Ele ficou muito tempo parado no ano passado...  Ele agora estava começando a ter uma seqüencia e teve uma lesão. Acho que a adaptação dele já é boa, mas será ainda melhor. Tenho certeza.

Mas é certo dizer que o Dagoberto é o segundo atacante, se o Inter joga com freqüência no 4-2-3-1?

Depende muito do momento. A postura que eu gostaria que o Inter tivesse é justamente essa. Apenas um jogador mais enfiado e os demais movimentando com essa posse de bola, buscando a aproximação e chegando sempre de frente. O Oscar tem essa característica. Mete muito bem a bola, entra muito bem. Ele tem uma dinâmica muito boa. Aproximação de área e tem uma consciência de marcação. Já o Dagoberto tem tudo isso mas a consciência de marcação no Oscar é um pouco maior. Ainda tem o D'alessandro que arma, participa da maioria das jogadas e "pifa" a todo momento alguém na frente. Essa alternância, essa mobilidade é que vinha sendo o forte do time e nós acabamos perdendo isso pro problemas com um ou outro.

Isso foi perceptível na segunda partida contra o Santos. Mesmo jogando em casa os desfalques pesaram.

Os desfalques foram importantes por que eram no meio-de-campo, que é o coração e o cérebro da equipe. É o que determina o bom andamento da equipe.  Tanto é que depois de uns quinze ou vinte minutos do segundo tempo onde começa a bater o cansaço, é onde você mais precisa do conjunto. Da posse de bola, do aparecimento do espaço, de jogadores que já se conheçam e estejam adaptados... E isso nos faltou, daí o Santos começou a ter um volume de jogo maior. O Santos estava com sua equipe principal. Uma equipe montada. Qualquer time que jogue contra o Santos nessas condições terá dificuldades.

Existia no Inter, no início do ano, a busca por um novo zagueiro que acabou não vindo. Você ainda acha que seria bom que ele viesse? Ele seriam bem vindo nesse momento?

Serei bem sincero com você: todo grande jogador tem que interessar aos grandes clubes. Independente da posição que joga. Um grande clube, com grandes objetivos, tem que ter sempre em mente a vontade de ter o melhor. Se nós olharmos os grandes elencos, eles sempre estão a procura de uma coisa a mais. O Inter tem que pensar dessa forma.  Se, em algum momento de uma competição, não conseguimos chegar nos objetivos - em algum momento, eu repito - pode ter sido por falta de um outro atleta que pudesse nos dar uma sustenção ainda maior. Meu pensamento sempre será esse. Não quero trinta jogadores. Quero ter, no mínimo, duas equipes em condições equivalentes e, ao mesmo tempo, buscar jogadores na base que possam ir buscando seu espaço - como tem acontecido.

Bom falar no aproveitamento da base. Um garoto como Diogo, por exemplo, foi muito citado.

Eu sempre priorizei base. Eu fiquei um ano e meio no Figuerense e nós revelamos 13 jogadores ali. No Vasco da Gama, eu cheguei num momento do campeonato da série B que eu vinha jogando com Felipe Coutinho, Alan - que é um garoto que ainda está lá -, o Souza , atual volante do Grêmio, e o menino Alex Teixeira. Esse era o meio-campo do Vasco. Todos eles jogadores lançados naquele ano. Todos com uma média de idade de 18 pra 19 anos. Então, é o que nós mais gostamos de fazer, pode ter certeza. Buscar na base é o que eu quero. Agora, eu preciso ter material pra isso. Um ou outro nome, aquele A ou B ou C? Bem, nós estamos em contato direto com os treinadores da base para que possamos ter cada dia mais e mais material. Eu procuro evitar que o clube gaste. Se nesse ano trouxessemos 3 ou 4 jogadores, para o próximo ano, se a base corresponder, serão apenas um ou dois.

Qual a situação do Bollati no grupo? Alguns leitores acreditam que ele tem melhores condições de titularidade do que o Elton, e ainda agora, o seu aproveitamento na zaga.

Me perguntaram sobre a falta de um zagueiro. E eu respondi que, desde que quisesse, havia a possibilidade de colocarmos o Bollati. Por isso não houve nenhuma outra inscrição para a Libertadores por que, caso viesse a acontecer, tanto o Fransérgio que já atuou - e o próprio Bollati - poderiam suprir para uma necessidade curta. Foi nesse sentido. Se o Bollati vem tendo merecimento para atuar no lugar do Elton? Eu estou dando oportunidade para todo mundo e não estou vendo as coisas dessa forma. Eu procuro ser muito correto em relação a isso e é justamente uma função que eu joguei alguns anos. Talvez eu possa não conhecer profundamente qualquer outra função em campo, mas essa, um pouquinho de discerninmento eu tenho. Eu já conversei isso com o Bollati e espero um rendimento um pouco diferente dele. Tecnicamente ele é superior a um outro jogador? Acredito que sim. Um jogador, principalmente nessa função, precisa um algo mais além da técnica. Aí é que entram os treinamentos, o dia-a-dia... Ninguém vai a campo por um acaso não. É porque alguma coisa no treinamento justifica.  O Bollati teve várias oportunidades. Pedi que ele melhorasse em alguns quesitos que eu via necessário, principalmente o combate frontal. O combate mais direto, com encurtamento de espaço e isso não vinha acontecendo. Agora, tecnicamente ele é um ótimo jogador e é claro que não está descartado, só quero que ele mude um pouco sua postura.

E pelo desempenho recente do Sandro Silva? Você fica "tentado" a encontrar um espaço para ele no time?

Olha isso acontece de forma natural. Daqui a pouco tem a volta do Guiñazú que, por merecimento, vai voltar no momento adeqüado. Vai sair o Sandro Silva? Ñao sei. De repente não sai ele, sai um outro... Quem vai responder? O dia-a-dia.

E a questão do Jô? Em primeiro a atitude de "desapego" dele ao clube ao não viajar. Agora ele voltou. Muitos acharam cedo - eu incluído. Aí ele volta e dá uma entrevista infeliz, que tem impacto na torcida e no grupo. Como você vê tudo isso? Ele ainda precisa ser "enquadrado"?

São casos e casos. Concordo com você em boa parte do que você colocou. Foram 17 dias, o que é uma punição considerável. Se é suficiente? A gente nunca sabe. Agora, entre a volta e o efetivo retorno para a equipe existe uma distância grande. Ele vai ter que me mostrar que durante esse período todo ele esteve buscando uma recuperação - interna e externa - para que possa voltar a atuar. Esse foi apenas um primeiro estágio.

Ele cumpriu bem esse primeiro estágio?

Ele treinou dioturnamente, em todos os períodos, dia sim e o outro também, de segunda a segunda. Cedo e à tarde. Nós observamos a postura dele. Horários, entrega em treinamento, se estaria falando alguma coisa pelos cantos, com o professor... Em momento nenhum.  Primeiro estágio cumprido.

Tinha gente que não acreditava que ele cumpriria este primeiro estágio...

Pode ser. A posição da punição partiu da diretoria. Eu não participei nem da reunião. Quando chegamos a conclusão  de que ele deveria voltar, primeiro ouvimos o vice de futebol, ouvimos o Cuca Lima, ouvimos o Fernandão... "O que acham?" "É o momento." Então ok. A partir de segunda ele se reapresenta. Agora ele tem que mostrar  a todos nós, aos seus companheiros, à torcida, que ele quer se recuperar. Foi um erro grave que tem um peso muito grande. Em primeiro lugar, a mudança comportamental dele tem que ser consolidada. Segundo, ele tem que resgatar a confiança do torcedor.

Aí é que me parece que a entrevista dele leva o torcedor a acreditar que a punição não teve o impacto que se esperava.

Foi uma frase mal colocada. Não podemos julgar por uma frase. Fomos pegar todo a linha de pensamento dele, desde a primeira pergunta. Já foi uma linha de pensamento diferente. Infelizmente, aquela frase jogou por terra tudo que ele havia dito. Nós olhamos a entrevista toda e a postura dele foi diferente, mas ele realmente foi muito infeliz naquela frase. Eu só espero que, caso ele venha entrar em campo novamente, vestindo a camisa do Internacional, que pelo menos o torcedor saiba que ali ele vai ter um cara que vai se doar de corpo e alma para tentar resgatar a confiança e mostrar o arrependimento.

Agora um assunto um pouco mais ameno. Como está sua vida em Porto Alegre?

Eu sempre gostei muito do sul, de um modo geral. Morei em Curitiba em duas oportunidades. Resido em Florianópolis. É minha segunda vez em Porto Alegre além de duas em Caxias. Eu gosto muito das tradições gaúchas. Sinto uma afinidade muito grande com o povo na rua. Podem ter certeza que estou muito feliz, fazendo o meu melhor e pode escrever, se tivermos tempo para trabalhar no Inter, coisas muito boas ainda vão acontecer. Pode me cobrar isso!!!!

DORIVAL RESPONDE - PARTE 1

16 de abril de 2012 11

Aqui a primeira parte do bate-papo que o Blog Gigante teve com o treinador do Inter, Dorival Júnior.

Em cerca de uma hora (!) coloquei as questões que nossos leitores enviaram. Claro que não todas!!! Selecionei as questões que mais apareceram. Basta ver nos comentários do post "Pergunte ao Dorival"... Falamos de sua chegada ao Inter, das partidas contra o Santos, punições, Dagoberto, Jô e muito mais. O mais positivo de tudo foi poder aprofundar questões que afligiam a torcida colorada. A salientar e agradecer, a boa vontade de Dorival em se reportar à torcida através do Blog Gigante. Agradecimentos especiais ao Cuca Lima que fez o meio-campo para que esse contato único entre torcida e treinador fosse possível.

Primeira parte hoje! Santos, respeito e a verdade sobre as punições.

Blog Gigante: Quando você chegou ao Inter já encontrou um formado, com um perfil característico...

Dorival: Aliás, foi o primeiro grupo formado que eu peguei nas mãos. Todos os outros eu tive que trabalhar e refazer.

Justamente. Você chegou e encontrou esse grupo tão qualificado. Existia, então, a necessidade de adaptação desse grupo com o estilo do treinador. Na sua percepção, quais as necessidades de complementação desse grupo para que ele se encaixasse no seu estilo?

Sempre tive por objetivo um time que atacasse. Sempre foi uma característica minha. Mesmo com equipes menores sempre brigamos por artilharia. Quando cheguei no Inter eu vi que esse processo já estava bem adiantado. Não adianta eu chegar dizendo que implementei isso e aquilo. Mentira. Eu apenas dei a seqüência ao trabalho que vinha sendo desenvolvido nesse sentido. Já era uma equipe estabilizada, que tinha uma estrutura. Lógico que uma ou outra alteração acabou acontecendo. Mas basicamente eu já tinha uma equipe composta. Tínhamos alguns problemas, como o desgaste do Oscar voltando da seleção.

E voltou cansado...

Extamente. Não conseguia manter uma regularidade dentro de uma partida. No período de seleção o jogador fica destreinado. Fica apenas voltado para a competição, que são jogos sempre importantes e decisivos e ele acaba perdendo a treinabilidade. Isso comprometeu sobremaneira. Tinham outros voltando de lesões... Mesmo assim. Quando o time se encontrou foi no momento que trouxemos o Tinga como volante. Quando fixamos nessa posição o time deu uma arrancada. Se tivéssemos conseguido isso antes ou mantido em umas 5 ou 6 partidas, teríamos brigado por melhores posições.

Principalmente quando da perda do Damião... Até o time encontrar a maneira de jogar sem ele, perdemos muito tempo.

Sim. Ele vinham sempre fazendo participações importantes nas partidas. Vinha sendo fundamental! Marcando gols. A bola vinha procurando o Damião. Mas é assim...

Tua característica ofensiva foi saudada pela torcida quando você chegou. Até pelo histórico recente do time. Daí quando tivemos esse ano uma partida traumática para a torcida - e para o time - que foi contra o Santos na Vila, você disse que havia aberto mão dessa convicção. Disse que se arrependeu de ter feito isso. Por que?

Isso é verdade. Eu me arrependo pelo seguinte: primeiro nós tivemos um problema. Em todos os clubes que estive eu primei por regras. Regras que devriam ser cumpridas. Isso independe da qualificação dos atletas. Independe do momento ou se são titulares ou reservas. Eu trabalho com um grupo, então é fundamental que se respeite o que é determinado. Se houver a necessidade de punição, ela tem que acontecer. Independente de quem seja. Eu sempre procurei ser muito justo com tudo isso por que eu sei que o grupo vai te cobrar em algum momento. Eles serão os primeiros a cobrar que as punições sejam aplicadas de forma igual para todos.  A disciplina faz parte de qualquer tipo de trabalho. Nosso país sofre com um problema social em virtude da falta de disciplina e de um tratamento igual para todos.   A impunidade é um grande problema.

Esse problema disciplinar teve impacto antes da partida.

Sim. Na definição da equipe. Eu tinha dois jogadores que estavam voltando naquela partida depois de 40 e poucos dias afastados, que eram Nei e Guiñazú.  Optamos pela volta dos dois mesmo que não tivéssemos tido o tempo ideal de trabalho de recuperação por que sabíamos que - mesmo sendo a segunda partida da competição - ela seria decisiva pra desenhar a classificação.  Eu vinha tendo problemas no meio-campo a partir da saída do Guiñazú e do próprio D'alessandro que vinha sentindo uma lesão. Etávamos alternando muito por ali ao longo das partidas. Como aconteceu a questão disciplinar e eu respeitei tudo o que foi determinado - diga-se de passagem, não apenas por mim, mas em conjunto com a diretoria.  Chegamos a decisão que a punição deveria ser cumprida. As regras estavam estabelecidas e assim deveria ser. Apenas isso. E elas continuaram sendo cumpridas. Foi tomada uma posição contra o Tinga e o Dagoberto.

Para entendermos a questão da montagem da equipe... Essa posição foi tomada na véspera?

Não. Essa regra já existia dentro do nosso elenco e inclusive três jogadores já haviam sido punidos da mesma forma. Só que não saiu de dentro do nosso meio. Não chegou a vazar. Nós aplicamos a mesma punição. Então como agora tomaríamos outra posição?  A gente evita que certas coisas saiam daqui de dentro  tomem uma proporção desnecessária ou gerem um grande desgaste. Cria-se fatos que superam aquilo que é básico do futebol. Ou seja, o dia-a-dia, a preparação da equipe, os trabalhos de campo. Então quando acontece um fato como esse você acaba tendo um problema e para que você minimize esse problema, de repente, você não coloca ele pra mídia. São fatos que são gerados aqui dentro e resolvidos aqui dentro e que às vezes não tem necessidade. Como todos nós chegamos a essa conclusão nós tínhamos que tomar a posição. A partir daí, como estávamos com dois jogadores voltando e aquela instabilidade natural  de uma equipe que - naquele momento, pela perda desses  dois jogadores - gerando essa instabilidade na equipe nós pensamos o seguinte: vamos tentar uma equipe um pouco mais fechada. Até porque o próprio Dátolo estava apenas começando a atuar. Era uma incógnita... Eu estava voltando com dois, entraria com mais um... Então tudo isso aí passa pela cabeça do treinador. O que que eu pensei:vou em entrar com uma equipe mais segura num primeiro tempo, tentando a marcação mais forte por que no segundo tempo entraríamos com jogadores com característica de velocidade a gente pode surpreender o Santos lá dentro. Mas aconteceu tudo ao contrário. Um primeiro tempo bem abaixo dda nossa melhor condição. Mas pela escalação eu te digo, que aqueles que falam que nós entramos com três volantes e por isso as coisas não deram certo. Quantas equipes tem jogado com três volantes, jogos inclusive com adversários tecnicamente bem mais fracos, e mantendo estes três volantes e eles jogam, articulam, marcam. O que aconteceu é que aquele não era um grande dia nosso. Nós estávamos bem abaixo. Emocionalmente, nem se fala.

Mas esse "emocionalmente" tinha relação com as punições?

Não porque o grupo sabia das punições. Sabia que três jogadores anteriormente haviam tmbém tomado a mesma punição, então aquilo era um fato natural. "Ah, mas assim nós penalizamos o clube!" Bem, então significa que nós só vamos punir quando for adeqüado ou pudermos tirar vantagem? Então quando não tira vantagem você pode punir!

Mas foi o que se falou. Que a punição poderia ter sido aplicada depois desse momento crucial e complicado.

Então eu te falo uma outra situação... Nós damos uma tolerância de 15 minutos para atraso. O Dagoberto chegou com vinte e o Tinga com trinta e dois - alguma coisa desse tipo. Quando eles chegam atrasados assim eles nem se trocam. Voltam pro departamento de futebol porque o treino já está em andamento. E foi último treino mais coletivo, de posicionamento. Então imagine se eu treino na segunda com uma equipe, um posicionamento, e vou pro jogo na quarta com outra? A primeira cobrança seria em função disso. Nós, por isso, chegamos à conclusão que eles não jogariam. Essa é uma regra interna do Internacional. Não fui eu quem determinei. A apenas a regra foi respeitada.

Então não houve impacto anímico?

De maneira nenhuma. Com os outros três jogadores nós tivemos o mesmo problema e eles voltaram. Isso é muito complicado para quem comanda um grupo. Tem que ter coerência. Por isso eu sempre abro toda e qualquer situação que aconteça dentro do clube para que todos participem, principalmente o Fernandão. Todas as atitudes são tomadas em consenso. A maioria vence. Logicamente que a última palavra é minha. Tem um peso um pouco maior, mas  eu ouço muito para depois tomar uma posição. Acho que não fizemos errado. Se você quer um mínimo de disciplina dentro de seu trabalho, pode ter certeza de que os erros tem que ser penalizados.

Mas, no caso, houve um problema de comunicação no pós-jogo. E tudo isso, segundo a lógica que você colocou, pode ter ficado mais complicado de entender com a entrada dos dois no decorrer da partida, concorda?

Pode ser...

Não fica justamente aquele "punir quando é conveniente"?

Exatamente. Bom, fatalmente eles jogariam. Independente do que acontecesse na partida. Nós poderíamos ter feito uma partida brilhante no primeiro tempo que no segundo eu entraria um pouco modificado para tentar matar o jogo ou ganhar de uma vez por todas. O problema maior é que o primeiro tempo não foi bom. Mesmo com uma equipe teoricamente mais segura, nós não encaixamos a marcação em momento algum e pouco criamos.

Abrindo um parentese: o primeiro gol do Santos veio de uma penalidade inexistente.

Também teve isso! Com tudo que aconteceu no primeiro tempo, não fosse essa pressão desmedida na arbitragem, aquele penalti não teria sido anotado.  Com todos os nossos erros, o Santos só saiu na frente com um gol irregular. Nós voltamos melhor pro segundo tempo, melhor posicionado e o jogo foi decidido em duas jogadas indivuduais de um grande jogador. Essa é a verdade. Quando também eu tive que ouvir que "o Neymar não teve marcação"... Ora, nós tínhamos 3 pra 1 nas duas jogadas. Será que não tinha marcação?

Muitos leitores perguntaram se não respeitamos demais o Santos?!

É justamente o que falei. Se temos dois jogadores voltando, o Dátolo chegando, eu não poderia colocar três jogadores na mesma situação. Seria um risco. Eu tive que fazer uma opção. Tive que dar um pouco mais de liberdade a um volante pra que pudesse jogar. Uma outra situação é que o próprio Sandro Silva, que vinha crescendo de produção, poderia ter jogado. Então eu tinha alguns problemas e tudo calhou aquela tomada de posição. Tenho oito anos como treinador. Já joguei com equipes de menor poderio técnico contra equipes muito bem estrururadas  e nem por isso tomei essa posição. Nunca na minha vida! Não seria essa a primeira vez, principalmente estando a frente de uma equipe como a do Internacional. Tive a necessidade por tudo que aconteceu. Me arrependo? Sim, me arrependo. Agora, o erro tomou tamanha proporção...

Mas você se arrepende, exatamente, da equipe que formou ou da maneira que foi conduzida a questão das punições?

A história das punições não! Eu segui o que estava determinado e foi elaborado pela própria diretoria do Internacional. Respeitei o que é um critério do clube. Eu me arrependo da montagem. Eu poderia ter trazido um jogador um pouco mais atrás ou colocado outro atacante... Poderia ter tomado outra decisão. Assim como, no ano passado, eu coloquei o Tinga no time como volante, eu ouvi um monte de coisa, mas foi justamente quando o time começou a se estabilizar.

***** CONTINUA AMANHÃ.....

FOI BACANA

14 de abril de 2012 7

O papo com o treinador do Inter, Dorival Júnior foi muito bom.

Abordei grande parte das perguntas dos leitores. Não foi possível perguntar TUDO em função do enorme volume de perguntas.

Procurei sintetizar os temas que mais se repetiram. Na segunda e na terça a conversa será postada já que a uma hora de conversa precisa ser transcrita com cuidado para não se perder nenhum detalhe.

Os assuntos mais "complicados" foram abordados sem problemas. Das partidas contra o Santos até a atitude de Jô.

Espero que todos curtam!!!



Conversa foi franca e direta. Bem ao estilo do treinador.