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Planta símbolo de Antônio Carlos

11 de julho de 2013 0

Vriesea incurvata (bromélia) eleita por votação a planta símbolo do município de Antônio Carlos, na XII Semana do Meio Ambiente

Foto: Gilberto Hoffmann

"Floripa nas Ruas", por Ismênia Nunes

03 de julho de 2013 1

Fim da corrupção, saúde, educação, não aos investimentos para a Copa, não para a PEC 37, e o que tinha motivado tudo isto: a Tarifa Zero. Reuniram-se em frente ao Ticen os manifestantes. O movimento saiu em direção a Assembleia, seguiu pela Mauro Ramos e Beira-Mar. Mesmo com chuva e frio, o povo permaneceu firme. Depois de cinco horas, a Polícia Militar já prestes a liberar a ponte, um grupo de vândalos atirou pedras na PM e um policial foi ferido.
Nos últimos dias o Brasil pôde presenciar o povo nas ruas. Em todo canto ouvia-se “Vem pra rua, vem”. Florianópolis não ficou alheia a este pedido do povo e mais uma vez foi para as ruas. No dia 17 de junho a cidade respondeu o chamado. Mas foi no dia 20 que o movimento tomou corpo reunindo cerca de 30 mil pessoas. Florianópolis não foi a primeira cidade a se manifestar, mas deu um exemplo de cidadania quando mostrou um movimento pacífico. Apenas ao final um grupo que não representava o movimento causou confusão.
Florianópolis já havia participado de movimentos importantes como foi a Novembrada em 1979; onde estudantes da Universidade Federal de Santa Catarina protestaram contra o Regime Militar repudiando o Presidente Figueiredo em plena Praça XV de Novembro. A data ficou marcada.

Outros movimentos marcaram a cidade. No dia 31 de maio de 2004 o Movimento Passe Livre (MPL) fez uma grande manifestação na cidade. Houve confronto com a polícia. Os jovens pediam Tarifa Zero. A cidade parou por uma semana, era a Revolta das Catracas. O MPL conseguiu a revogação do aumento das passagens. E no dia 26 de outubro de 2004 seria votada na Câmara de Vereadores o Projeto de Lei do Passe Livre Estudantil. Os estudantes cercaram a Câmara, alguns entraram. Os vereadores saíram pelos fundos escoltados pela polícia.
No dia 16 de setembro de 2010 o documentário IMPASSE foi lançado na Reitoria da Universidade Federal de Santa Catarina. O documentário dirigido pelos jornalistas catarinenses Juliana Kroeger e Fernando Evangelista, apresentaria as cenas gravadas em maio e junho de 2004. Apesar de dizer que mostraria a opinião do povo e dos trabalhadores, apenas o lado dos manifestantes ficou evidente. Não apresentou o lado do povo, o sofrimento das mães que precisavam pegar ônibus com crianças pequenas. Pessoas que necessitavam pegar os mesmos ônibus para consultas médicas ou mesmo para voltar do trabalho.

Em 2013, tudo foi diferente em Floripa. As manifestações aconteceram na maior parte do tempo com tranquilidade, sem violência. Gerações que haviam participado da Novembrada, acompanharam os filhos. A Polícia Militar auxiliou para que o grupo de manifestantes pudessem realizar a passeata exercendo assim o direito a protestar. Os policiais seguiram abrindo as ruas e cuidando da segurança do povo e dos manifestantes. O governo federal já tinha dado o primeiro passo baixando o PIS e o CONFIS das empresas de transporte. A tarifa de diversas cidades foi reduzida, basta que Florianópolis siga o mesmo caminho. Muitos foram os movimentos que Floripa acompanhou. Mas o dia 20 de junho de 2013 com certeza marcará a história da cidade.

Festa alemã em Rancho Queimado

08 de maio de 2013 0

O grupo de danças folclóricas Sonnenschein  promove neste sábado, dia 11 de maio, o Stammtisch de Rancho Queimado.

A mais alemã de todas as festas, acontece na Praça Coberta Leonardo Sell, a partir das 11h da manhã e vai até às 22h.
Danças folclóricas, gastronomia típica, chopp e muita música. Aproveite o frio para subir a serra e venha prestigiar mais este belo evento de Rancho Queimado.
Texto enviado por Letícia Weigert

Amanhecer em Biguaçu

08 de maio de 2013 0

Gotas de orvalho ao nascer do dia em Biguaçu - enviada por Evandro Badin

"Meu nome é Martin Bugreiro", por Letícia Weigert

19 de abril de 2013 1

“Meu nome, Martim Bugreiro, assim me chamam os da terra. Nascido de Bom Retiro, vivente de mar e serra. Ciência tenho de tiro e minha arma não emperra”.

Índios Xokleng ladeados por visitantes alemães.

Assim a literatura descreve Martim Bugreiro, o maior e mais famoso exterminador de índios da região. Na segunda metade do século XIX, matar índios era uma profissão de respeito, pois garantia a paz dos colonizadores. E foi assim que as comunidades de índios Xokleng (ou botocudos), que viviam em terras entre os municípios de Lages, Rio do Sul e Blumenau foram completamente dizimadas no mais sangrento e brutal processo de colonização.

São muitas as histórias de confrontos entre índios e brancos. Em Taquaras, viveu a índia Sophia. Conta a história que Martim Bugreiro teria matado seus pais, trazendo para a colônia a indiazinha e seu irmão mais velho. O menino, não se adaptara à vida entre os brancos e acabou sendo morto.

A menina, muito pequena, recebeu o nome de Sophia. Aprendeu a comer a comida dos brancos, tomava banho e até foi batizada. Ela sobreviveu ao massacre dos índios, mas acabou assistindo de longe o extermínio do último bando que se tem notícia na região. Sophia morreu há pouco mais de quarenta anos e está enterrada no cemitério da Igreja Evangélica Luterana em Taquaras.

Sou uma apaixonada pelas histórias dos índios contadas pelos mais velhos. Duas grutas onde os bandos passavam a noite para proteger-se da chuva e do frio ficam pertinho da minha casa.

De vez em quando, encontramos aqui no sítio mesmo ferramentas feitas de pedras. Meus filhos gostam de andar pelo cemitério (que criança não gosta disso?) e eu me emociono quando eles reconhecem o túmulo da índia Sophia e pedem para contar as histórias dos “bugres”.

Caverna da trilha ecológica do Lachares em Taquaras- Rancho Queimado: antigo paradeiro protegido dos bugres.

Hoje é dia do índio. Hoje é dia de reflexão. Não dá pra mudar a história e transformar o triste fim dos índios Xokleng. O que podemos fazer é mudar o começo da nova história.

Situação dos terminais urbanos, por Evandro Badin

19 de abril de 2013 0

É lamentável, depois de tanto tempo, nada ser feito pelo poder público nas áreas onde foram construídos, de forma mal planejada, os três terminais de ônibus de Capoeiras, Jardim Atlântico e o do Saco dos Limões. Num momento onde a polêmica é a Ponta do Coral e outros espaços públicos, vemos estas obras, construídas há mais de 7 anos e que custaram milhões, não são utilizadas pela população.

O que se pode ver é um total abandono, sem seguranças no local e, principalmente sem projetos para estes espaços. Uma total falta de compromisso e preocupação com a população e com o dinheiro público gasto.

Os espaços são usados para depósito de lixo e “casa” para moradores de rua, sem contar sua utilização para práticas ilícitas como o consumo de drogas. Onde estão os projetos para ocupação destes espaços públicos?

Leia o depoimento do aposentado aposentado Hilton Luiz Silva, 55 anos, morador na região:

“Isso aqui virou um inferno, uma esculhambação. As pessoas não podem mais nem passar pela calçada, porque não é seguro, devido à movimentação que tem lá dentro. Com vigilantes, não era assim. Não tinha conversa, ninguém entrava lá. E os moradores todos sentiam-se protegidos”.

Quais seriam as alternativas de solução e aproveitamento deste espaço público? Ora, em primeiro lugar será necessário estabelecer a ordem nestes locais, com a vigilância necessária, sua limpeza e os reparos necessários, posteriormente, na minha opinião, buscar na comunidade as necessidades daquela região, criar um espaço para a apresentação de projetos para utilização da estrutura, que pode ser para feiras livres, como espaço artístico e cultural, etc.

Onde cobrar: Secretaria de Transportes, Mobilidade e Terminais de Florianópolis — Rua Conselheiro Mafra, 656, 10º andar, sala 1.001, Centro, Florianópolis. Telefone: (48) 3251-6931. Atendimento de segunda a sexta, das 13h às 19h.

Preparativos para os 50 anos de Antônio Carlos, por Gilberto Hoffmann

17 de abril de 2013 0

O município de Antônio Carlos é integrante da região da Grande Florianópolis, distante 32 quilômetros da Capital do Estado. Neste ano, comemora seu cinquentenário.

Vários eventos estão programados para o período que antecede a data oficial de emancipação – 6 de novembro de 1963, conforme Lei Estadual nº 928.

O município de Antônio Carlos foi criado em 06 de novembro de 1963, desmembrado de Biguaçu. Seu nome foi uma homenagem ao estadista brasileiro Antônio Carlos Ribeiro de Andrade, político mineiro com grande atuação na Revolução de 1930.

Apesar do contato antigo com Florianópolis, Antônio Carlos ainda mantém características marcantes da colonização como fé e cultura familiar, culinária, dialeto ainda hoje falado e a arquitetura preservada que dá charme à cidade.

Durante todo esse ano de 2013, serão realizados eventos relativos ao CINQUENTENÁRIO do Município de Antônio Carlos. O primeiro deles ocorrerá nos dias 6 e 7 de maio na Assembleia Legislativa e será a abertura dos eventos e lançamento das comemorações.

Alguns eventos programados:
- Concurso Fotográfico;
- Semana do meio ambiente;
- Passeio ciclístico;
- Exposições: fotos e numismática;
- Noite da canção;
- Festa na praça (rua de lazer, teatro…);
- Homenagens e condecorações a pessoas ilustres;
- Sessão solene da Câmara municipal.

Confira as imagens que alguns lugares tradicionais da cidade:

Produtos orgânicos na merenda escolar de Rancho Queimado, por Letícia Weigert

16 de abril de 2013 0

O morango in natura é o preferido dos pequenos.

Pelo quarto ano consecutivo a merenda escolar do município de Rancho Queimado oferece produtos orgânicos aos alunos da Educação Infantil (0 a 5 anos) e Séries Iniciais (6 a 11 anos) matriculados na rede municipal de ensino.

Atendendo às recomendações do PNAE – Programa Nacional de Alimentação Escolar – a prefeitura adquire alguns itens de produtos hortifrutícolas da agricultura familiar da região, sempre dando preferência aos produtos orgânicos. Este ano a proporção de produtos orgânicos aumentou consideravelmente em relação ao ano passado.

Segundo a coordenadora da alimentação escolar municipal, Maristela Beretta Sell, o PNAE estabelece que o número ideal de produtos adquiridos da agricultura familiar seja em torno de 30% do total. Valor plenamente alcançado ao longo dos últimos quatro anos de trabalho, e ultrapassado em 2013, resultado de um esforço conjunto entre a Secretaria Municipal de Educação, a Epagri e agricultores do município.

A merenda escolar do município conta ainda com a orientação da nutricionista Jaquelyne Marian. Jaquelyne elabora um cardápio nutricionalmente equilibrado e adequado à sazonalidade produtiva da região. Além disso, a nutricionista orienta as merendeiras diretamente na cozinha das escolas, informando sobre a maneira correta de se preparar os alimentos, sem perdas de nutrientes.

Os produtos orgânicos, além de mais saudáveis, tem sabor mais agradável ao sensível paladar das crianças. Rancho Queimado tem uma merenda escolar de qualidade garantindo a saúde e a alegria dos pequenos na hora do recreio.

Dia de Campo: produtores de chuchu de Antônio Carlos conhecem novas técnicas, por Gilberto Hoffmann

01 de abril de 2013 0

Garantir maior produtividade com redução de custos e de utilização de produtos químicos. Este o objetivo do Dia de Campo, promovido pela Epagri de Antônio Carlos com o apoio da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais, realizado nesta quarta-feira, dia 27, e que reuniu produtores de chuchu e interessados em desenvolver a cultura em suas propriedades.

O prefeito Antônio Paulo Remor, e a secretária de Agricultura e Meio Ambiente, Marlise Sonntag Mayer, acompanharam as atividades que foram desenvolvidas na propriedade de Edésio e Lúcia Schmitt. As novas técnicas repassadas aos produtores referem-se à utilização de plantas de cobertura que mantém o solo protegido da ação do sol e, quando as parreiras estão cobertas, viram adubo orgânico.

As engenheiras agrônomas do escritório da Epagri de Antônio Carlos, Rosilda Feltrin e Cassiele Lusa Mendes Bley, explicaram como o processo vem sendo desenvolvido e a boa aceitação que tem recebido por parte dos produtores. Um dos incentivadores deste trabalho é o engenheiro agrônomo Jamil Abdalla Fayad, da Epagri regional, que também participou do evento.

Combate ao ácaro

O Dia de Campo para os produtores de chuchu de Antônio Carlos contou, ainda, com a participação do pesquisador da Epagri de Caçador, Ildebrando Nora, especialista em controle biológico. O especialista falou sobre o combate às principais pragas e sobre os estudos em desenvolvimento para a produção do ácaro predator, chamado científicamente de Neoseiulus spp. Os produtores tiveram a oportunidade de conhecer o ácaro que ataca as lavouras de chuchu. Foram disponibilizados equipamentos, como microscópios, para a observação.

A secretária Marlise Mayer disse que, ainda este ano, a secretaria da agricultura com o apoio dos técnicos da Epagri, vai cultivar no viveiro municipal o feijão ideal para a criação dos ácaros predadores e, posteriormente, fornecê-los para experimento.

—O consumo de chuchu é cada vez maior e Antônio Carlos tem todas as condições para ampliar sua produção—, destacou a secretária.

Propriedades medicinais do chuchu

O chuchu é rico em fibras, o que faz com que desempenhe um importante papel no funcionamento dos intestinos e é uma fonte significativa de ferro, magnésio, potássio, fósforo e cálcio.

Caminhada por Angelina é atração na Semana Santa, por Irene Rios

29 de março de 2013 0


Tradicionalmente na Semana Santa, mais especificamente na quinta e sexta feira, muitas pessoas se deslocam a pé e de bicicleta para o município de Angelina. Alguns para pagar promessa, outros apenas por uma questão de fé ou por esporte.

Transitar de automóvel nas rodovias que levam ao município de Angelina, na madrugada de quinta para sexta feira, é um desafio, devido a grande quantidade de ciclistas e de pessoas caminhando nestas rodovias. É preciso muita atenção, pois a qualquer momento é necessário parar o veículo, para dar espaço aos pedestres e ciclistas.

O trajeto, que inicia na Igreja Matriz de São Pedro de Alcântara a Angelina, é conhecido como Caminhos da Fé. Possui uma extensão de 27 km. Uma estrada de terra, margeada em grande parte pelo Rio Maruim, repleta de belezas naturais.

Conforme dados disponíveis no site da Prefeitura de São Pedro de Alcântara, a caminhada tem um público de onze mil pessoas na Semana Santa.