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Próxima parada, Paris

26 de abril de 2006 1

A força do grupo se nota na festa do Barcelona/Manu Fernandez, AP
Ronaldinho está na final da Copa dos Campeões. É justo. Injusto seria o Milan ocupar o lugar do Barcelona, o time mais regular da competição.

O empate (0 a 0) foi normal, os 95 mil torcedores espanhóis do Camp Nou nem precisaram suar, roer as unhas ou levantar as mãos para os céus. A vitória mínima em Milão, na semana passada, deu toda a tranqüilidade ao Barcelona e aos seus torcedores.

O time jogou sem pressão, tocou a bola, tentou o gol, mas não venceu a dura defesa italiana. Ronaldinho nem precisou brilhar. Kaká, machucado, foi uma sombra. Edmilson, recuperado, garantiu seu lugar entre os 22 de Parreira. Cafu, fora de forma, entrou no final e não jogou o que sabe. E, entre os brasileiros, Dida foi o melhor. Fez duas fantásticas defesas no chão. De irregular somente o gol do ucraniano Shevchenko, injustamente anulado.

A final será no dia 17 de maio em Paris, cinco dias antes do início dos treinos da Seleção Brasileira. O Arsenal jamais venceu a competição. O Barcelona vê apenas uma taça no seu armário, erguida em 1992.

O Barcelona segue favorito, Segue em frente em busca do doblete, o título da Liga Espanhola e o da Liga dos Campeões.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Comentários (1)

  • Schevchenko diz: 27 de abril de 2006

    Peraí, não entendi, Zini. Tu diz que foi justo o resultado, que o Barcelona não merecia perder porque foi o time mais regular etc., mas ao mesmo tempo afirma que foi injusta a anulação do gol do Schevchenko? Como isso? Me explica? Nã, nã, nã, não, explica. Como?

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