
Os europeus mais recomendados estão assim:
Inglaterra: Dois jogos, três gols e o primeiro lugar do Grupo B. Não jogou bem nenhuma das partidas, mas contra Trinidad & Tobago, depois da entrada de Rooney, foi outro time. Mais ofensivo, mais determinada. Deve crescer.
Alemanha: Dois jogos, cinco gols e o segundo lugar no Grupo A. Perde para o Equador no saldo de gols. A Alemanha é um time limitado, mas decidido. É a vitória ou nada. Passa os 90 minutos martelando o adversário. Seu cartão postal é o chute de fora da área. Pode mais.
Espanha: Fez 4 a 0 na Ucrânia e deu show de bola estréia. Reuniu um grupo de jogadores de grande qualidade, experiente em decisões, e talvez os melhores da história da Espanha. Tem tudo para crescer na Copa. Despachou a Ucrânia, antes elogiada e temida.
Holanda: Exibiu um futebol ofensivo, mas não tem a mesma qualidade de anos atrás. Apenas Robben parece fazer a diferença numa seleção que prometia mais, bem mais. Mas, às vezes, a estréia abala alguns jogadores. É uma incógnita.
França: A maior decepção entre os grandes europeus. Ofereceu um futebol burocrático, dependente do talento de Zidane, que pouco brilhou no empate com a valente Suíça. Henry jogou pouco. Falta companhia. O reserva Trezeguet pode acabar com o jejum de gols. Ninguém sabe o que esperar dos franceses.
Portugal: Figo apareceu pouco, Cristiano Ronaldo não brilhou e Deco ficou de fora na estréia. Venceu Angola com naturalidade, mas sem consistência, sem o brilhantismo dos seus grandes jogadores – apesar da jogada de Figo no único gol. Portugal pode mais, Felipão sabe demais, mas poucos acreditam.
República Checa: Começou enfiando 3 a 0 no sempre valente Estados Unidos. Ofereceu um esquema tático, onde Nedved e Rosicky se movimentam por todo o campo. Defendem, armam e marcam. O ótimo Rosicky, recém contratado pelo Arsenal, marcou duas vezes. Vai crescer muito.
Postado por Zini, Porto Alegre
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