
Robinho jogou duas vezes na Copa. Ocupou o lugar de Ronaldo. Atuou como manda o melhor figurino dos atacantes.
Fez tabelas, correu, passou, ousou, driblou, criou situações de gol e, contra a Austrália, chegou a concluir três vezes em menos de seis minutos. Como segundo homem do ataque, deu mais mobilidade à Seleção.
Só não está no time porque Parreira acha que Ronaldo ainda é o que era. Mais: que ele pode ser o que foi nos próximos jogos.
Robinho anda pedindo passagem, Ele é o 12º jogador da Seleção. É o substituto natural dos dois atacantes, apesar do gol de Fred.
Mas quando Parreira fala em Juninho, ele o coloca como reserva imediato de Kaká. Vai ser difícil vê-lo em outro lugar. Os que desejam o fim do quadrado, a entrada de Juninho no lugar de um dos dois grandalhões da frente, podem esperar sentados.
Juninho está triste e aborrecido. Sabe, como boa parte do Brasil, que pode entrar e acertar o time.
Imagine Émerson, Zé Roberto e Juninho juntos no meio. Pense na liberdade de Kaká e de Ronaldinho. Fica fácil sonhar com gols. O centroavante seria o goleador da Copa. Fácil. Seja Adriano, Ronaldo ou Fred.
Parreira não acena com medidas tão radicais assim. Afinal, a sua Seleção já está nas oitavas de final. O quadrado fica, no máximo, sem Ronaldo e com Robinho. No máximo.
Postado por Zini, Porto Alegre








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