
Alguns passaram dos 30 anos, outros estão em busca da terceira década de vida, entre 12 e 15 verões de futebol profissional. São veteranos.
Não exibem mais a elasticidade de outras decisões. O fôlego encurtou, assim como o ritmo acelerado que os 90 minutos exigem. Mas a garra ficou intacta, preservada, à vista.
Os guerreiros franceses estão de volta: Barthez, Thuran, Gallas, Vieira, Makelele, Zidane, Henry e Wiltord. São determinados. Palmilham cada pedaço de grama. A França eliminou a Espanha, 3 a 1. A jovem Espanha patinou na experiência adversária.
Os velhos podem ser brilhantes, às vezes. O gol de Zidane foi espetacular. Lembrou seus momentos de melhor do mundo anos atrás. A força de Makelele reforça os companheiros. A vibração de Vieira contagia o time. A velocidade de Henry pode liquidar uma defesa.
O Brasil ainda não experimentou nada igual nesta Copa. Talvez não tenha visto nada parecido nem na frágil Copa da Ásia, em 2002. Mas viu e sentiu a França oito anos atrás.
A França está mais velha, mas muito mais guerreira. O Brasil está mais jovem e com melhor jogadores. Não há quem arrisque uma previsão.
Nem mesmo os fãs da fantástica individualidade brasileira ousam uma aposta. É um jogo de gente grande.
Postado por Zini, Porto Alegre



A hora da revanche chegou. A França fez sua primeira boa partida na Copa contra a Espanha que repetiu a tradicional amarelada. Contra o Henry, sobe a cotação pro Gilberto Silva jogar como pára-brisa. O Juninho tem que entrar pra povoar o meio de campo, o Vieira tá jogando muito e o Ribery é uma boa surpresa, compensando o ocaso do Zidane. Fosse ousado, o Parreira tirava R.Carlos e Adriano e metia Juninho e Robinho. Como não é, vamos torcer pro Ronaldinho Gaúcho entrar em campo dessa vez.
se o ronaldinho entrar em campo... é brasil na cabeça
Zini,
O que Parreira tem contra o futebol bonito de Ronaldinho? Hoje pela primeira vez senti a insatisfação de Ronaldinho com o esquema, ele realmente não está a vontade e isso ficou bem claro quando Cafu ao entrar na área preferiu chutar a gol ao invés de passar para ele que entrava livre. Ele chegou a reclamar de Cafu. Durante a partida, em algumas ocasiões, já com Juninho em campo ví algumas vezes Ronaldinho solto pela esquerda e quem estava com a bola dava-lhe as costas e procurava Cafu .