Craque, craque, ainda não dá afirmar que Pato Alexandre é. Ao craque é cobrando uma seqüência de jogos acima da média dos bons jogadores.
Domingo, em São Paulo, Pato jogou como o grande jogador que pode (e deve) ser. A maneira como ele dominou a bola no seu primeiro lance de ataque, olhou o goleiro do Palmeiras e o deslocou com um toque de luxo, sem piscar, mostra que ele é, no mínimo, diferente da maioria.
O tamanho da diferença é que precisamos aguardar. Os próximos jogos dirão. O Mundial do Japão é um excepcional campo de provas para os craques, consagrados ou futuros.
Postado por Zini, POrto Alegre




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