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Posts de julho 2007

Pato, Tuta e as diferenças

26 de julho de 2007 14

Tuta disse ontem, após fazer o primeiro gol desde maio passado, o que eu venho escrevendo desde antes. Se o meio-campo e os laterais/alas não criam situações de gol, não oferecem oportunidades de gol, o atacante não faz, não consegue uma boa média. Ainda mais um atacante pesado e lento como Tuta, superdependente das jogadas de grande área.

Num jogo, nos 90 minutos do fogo, Tuta precisa de garçons hábeis. Jogadores criativos que o coloquem na cara do gol. Ali, no seu chão, ele decide, ele mata, ele não precisa provar nada. Em jogadas pessoais fica mais difícil. Tuta não craque, não tem o drible.

Tuta não tem, claro, o talento de Pato, que o recomenda até ao Real Madrid, Chelsea ou Milan. O atacante colorado é exemplo claro de quem é capaz de resolver os problemas do time com jogadas pessoais. Pato está salvando o Inter, mantendo o técnico Galo no cargo e inflando um pouco o otimismo dos colorados.

O Brasileirão ainda nem pegou fogo. Não há mais nem favoritos, sejam para o título, seja para figurar entre os quatro da Libertadores. Só para quem vai de volta ao pântano da Série B, dois pelo menos, Náutico e América.

Postado por Zini, Porto Alegre

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O estádio de R$ 1 bilhão

26 de julho de 2007 1

Um estádio de R$ 1 bilhão a partir de 2010/Liverpool FC< AP
O Liverpool apresentou os primeiros desenhos do seu novo estádio de mais de R$ 1 bilhão, capaz de receber até 60 mil pessoas. A parte que recebe os fãs mais fiéis do clube inglês, a The Kop, vai ganhar 18 mil lugares.

O estádio deve estar pronto em 2010, talvez no segundo semestre.

Aliás, Lucas ainda não ganhou permissão da federação local para jogar no Liverpool. Seus treinos têm sido ótimos, surpreendendo que não o conhecida. o Técnico Rafa Benitez tem elogia do ex-gremista sempre que pode.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Dor e alegria no Iraque da bola

25 de julho de 2007 1

Torcedores festejam em Najaf, perto de Bagdá/ALAA AL-MARJANI, AP
O Iraque chegou à final da 14ª edição da Copa da Ásia. Bateu nos pênaltis (4 a 3) a Coréia do Sul, em Hanói, no Vietnã. O Iraque nunca havia chegado à final da competição. Milhares de pessoas comemoram nas ruas.

No meio da festa, carros-bomba explodiram em Bagdá matando e ferindo dezenas de pessoas.

A final da copa é contra a Arábia Saudita, que tem Hélio dos Anjos no banco, um antigo conhecido dos torcedores gaúchos. Os sauditas bateram os japoneses, favoritos ao título.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Zetti, Franco e Carpegianni

23 de julho de 2007 6

Zetti, ex-Atlético Mineiro (15º colocado), foi afastado hoje do comando técnico do Galo, depois de assistir o seu time ser batido sábado pelo Vasco do sempre polêmico, defensivista e criticado Celso Roth. Zetti foi demitido por telefone. Estava em São Paulo, os cartolas do Atlético MG acomodados em Belo Horizonte. A conversa foi rápida.

Agora, diga você, consumidor, torcedor, fã de futebol. Quem cai primeiro? Quem será o próximo?

1) o lanterna Ney Franco, do Flamengo (20º lugar)?

2) o integrante da zona do rebaixamento, Paulo César Carpegianni, do Corinthians (17º) ?

Eu vou na opção 2. Mesmo depois de ver o Flamengo contra o Grêmio, domingo passado, no Olímpico, e constatar que o time carioca é um dos piores do Brasileirão 2007.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Euros caem do céu

23 de julho de 2007 2

Time do ex-santista Elano, o Shakhtar Donetsk, da fria e inóspita Ucrânia, está oferecendo R$ 28 milhões pelo ala Ilsinho.

Inacreditável, milagre. Dinheiro caído do céu. Ilsinho não vale um quinto do valor oferecido pelos estrangeiros da Europa..

O São Paulo ri baixinho para que os ucranianos não desconfiem.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Jorge Luís e Chiquinho

23 de julho de 2007 1

Jorge Luís, 31 anos, atuou cinco anos pelo Fluminense, esteve no Guarani, jogou no Santa Cruz e foi tentar vencer na Europa. Vestiu a camisa do Braga (Portugal), mas seu passe é do Dínamo.

Lembro dele. Não é grande jogador. Nunca me impressionou. É um reserva, quando muito jogador de grupo.

Não joga mais que Chiquinho. Nem aqui, nem na Rússia.

O preconceito contra Chiquinho é oceânico na beira do rio.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Souza no Guinness Book

22 de julho de 2007 5

Futebol brasileiro ainda tem atitudes pré-históricas. Depois agredir Tcheco, receber o cartão vermelho, Souza aproveitou a saída de campo e ainda deu uns cascudos no adversário que estava caído na linha lateral do gramado do Estádio Olímpico.

Profissionalismo zero, seu Souza. Se pudesse, o temperamental Souza seria expulso duas vezes, receberia dois merecidos cartões vermelhos num mesmo jogo e iria para o Guinness Book.

Estou curioso para saber o que o árbitro Elvécio Zequetto (MS) vai colocar na súmula.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Futebol ruim, vitória perfeita

22 de julho de 2007 25

O jogo valeu pelos três pontos. Só. Nunca pelo futebol. O Grêmio jogou mal outra vez contra o Flamengo (1 a 0). Foi ajudado por um gol contra, pela expulsão justa de Souza, pela retranca do Flamengo. Fica a vitória, não a atuação ou a confiança. Resultado que deixa o Tricolor na cobiçada faixa da Copa Libertadores da América, em quarto lugar, olhando o título de perto, três pontos distantes do já nervoso líder Botafogo. 

Agora, falta encontrar uma regularidade no interior da irregularidade do Brasileirão 2007. Cada rodada é uma surpresa, os times sobem e descem, qualquer prognóstico futuro é chute.

O Grêmio que assisti na televisão na redação da ZH foi consistente na defesa, forte na marcação, mas sem criatividade no meio-campo e raquítico no ataque. O 0 a 0 não seria uma crime.

Os problemas são os mesmos de outras partidas. Nada mudou, apesar da importante vitória. Mano Menezes sabe, metade do Rio grande também desconfia:

1) Absoluta falta de qualidade ofensiva nas jogadas laterais. Ou o cruzamento sai errado, ou o passe toma o mesmo caminho.

2) O meio-campo marca, corre, se movimenta, mas não anda exibindo a criatividade que um time do porte do Grêmio precisa. Gavilán, então, erra todo os passes. Eu disse TODOS. Será que ele não faz treinos específicos?

3) O ataque não consegue fazer gol. É impressionante. Marcou apenas 11 em 12 jogos, levou 14. A falta de objetividade e de chutes assustam.

4) Os reservas quando entram, não muda nada. Os de ontem, Itaqui, Kelly e Adilson, não mudaram o time, não renovaram o time e erram a maioria dos passes.

5) É impressionante como o time do Grêmio erra passes.

 

Postado por Zini, Porto Alegre

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Soccer Popstar nos EUA

22 de julho de 2007 0

Mark J. Terrill, AP
Sobrou popstar na estréia de Beckham em Carson, na Califórnia. Num camarote de luxo, entre o choro de crianças e goles de champagne francês, Kathie Holmes, mulher de Tom Cruise, com a filha, Suri Cruise, no colo, Victoria Beckham (de óculos escuros) e a atriz Eva Langoria (D) assistiram a morna partida.

O Chelsea venceu o L.A. Galaxy por 1 a 0.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Pelé e Beckham na terra do beisebol

22 de julho de 2007 0

Mark J. Terrill, AP
Quase 30 mil pessoas aplaudiram David Beckham na sua estréia no Los Angeles Galaxy, sábado, na Califórnia. Com o tornozelo esquerdo dolorido, anda sem as melhores condições físicas, o inglês jogou apenas os 12 minutos finais da partida. Seu time foi derrotado pelo Chelsea (1 a 0) num jogo de exibição.

O jornal O Lance entrevistou Pelé na sua edição dominical e uma das perguntas foi sobre a aventura do ex-capitão do English Team no reino do beisebol. O Rei falou com a experiência de que já atuou na América do Norte nos anos 70:

–- Os jogadores correm muito, marcam muito forte e te obrigam a se entregar ao máximo. Não serão umas férias, e sim o contrário.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Robinho e Saviola

22 de julho de 2007 0

Ochoa del Alza, AP
O Real Madrid voltou aos treinos. Um dos jogadores mais festejados foi Saviola, ex-Barcelona. Ele briga diretamente com Robinho por uma posição no ainda indefinido time titular.

O brasileiro joga mais. O argentino faz mais gols.

Bernd Schuster, o novo técnico, já garantiu Robinho entre os titulares.

Ao menos no começo.

Postado por Zini, Porto Alegre

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A Serra fez mal ao Inter

22 de julho de 2007 4

Ao Inter falta quilo que sobra aos bons times, idéia de futebol. O Inter não sabe porque perde, não sabe porque ganha. Seu técnico usa um esquema diferente em cada jogo. A derrota em Caxias, Juventude 2 a 0, interrompe uma série de vitórias, não de bons jogos.

A partida serviriam para oferecer ao time de Galo um novo e perfeito status, o da regularidade. Ganha fora, ganha em casa. A regularidade dá asas aos títulos, coloca um time na ponta, faz a torcida voltar ao estádio e mete medo nos adversários.

Em Caxias, o Inter se comportou como time pequeno. Não matou o Ju no primeiro tempo, não foi decisivo no momento certo. Desta vez, a individualidade de Pato não resolveu.

O Inter possui o segundo melhor grupo de jogadores depois do São Paulo. Galo ainda não tem todos na sua mão. Faltam Magrão e Guiñazu. Agosto está chegado. Com todos ao seu dispor, Galo não terá novas desculpas, nem mesmo para as falhas de Clemer em quase todos os jogos. Nem poderá acusar dos repórteres de estar vendo coisas.

Está difícil encontrar hoje no Rio grande do Sul alguém que defenda o técnico do Inter com todas as palavras. Galo veio como promessa. O tempo está passado. Galo precisa resolver de uma vez por todas a regularidade colorada. Na Serra, contra um inimigo jurado, ele perdeu uma boa chance, como já havia perdido no Gre-Nal. Galo está virgem em clássicos regionais.

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Marcel, a nova esperança de gols

19 de julho de 2007 7

O São Paulo liberou, o Benfica aceitou e o Grêmio ganhou um novo centroavante. Chama-se Marcel, tem 25 anos e já atuou na Coréia do Sul e em Portugal. Ele é a nova esperança de gols num ataque que não balança a rede porque não chuta, porque a bola não chega, porque falta qualidade.

Marcel não fará milagre, nem gols, se a bola não chegar perto. Se alguém não abastecer o novo atacante.

Marcel fazia parte de um grupo de atacantes do São Paulo, ao lado de Aloísio, Dagoberto, Borges, Leandro e Diego Tardelli, que passou seis das 12 rodadas do Brasileirão sem marcar gols.

 

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Pelada na China

18 de julho de 2007 0

Ng Han Guan, AP
O calor passou os 30°C e os chineses fomes de bola não se abalaram. Foram correr atrás da bola, na capital Pequim. Improvisaram a sua pelada como bons brasileiros. O escore eu nem imagino, muito menos se tem chinês bom de bola correndo nas ruas poluídas das grandes cidades do país.

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O Bayern colorado

18 de julho de 2007 0

Christof Stache, AP
O clube mais vencedor da Alemanha e um dos mais populares da Europa, o Bayern de Munique apresentou nova camisa e alguns novos jogadores. Quer assim de volta o título alemão, pretende chegar nas finais da Copa dos Campeões. Veja o time e a nova camisa.

Em pé: (E) Luca Tony (Itália), Miroslav Klose Alemanha), Mark van Bommel (Holanda), Willy Sagnol (França), Lúcio (Brasil) e Oliver Kahn (Alemanha).

Agachados: (E) Philipp Lahm, Lukas Podolski (Alemanha), Franck Ribery (França), Zé Roberto (Brasil) e Bastian Schweinsteiger (Alemanha)

Postado por Zini, Porto Alegre

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Onze anos sem vitória

18 de julho de 2007 15

Saja; Patrício, Schiavi, William e William Thiego; Edmílson, Diego Souza, Tcheco e Anderson Pico; Everton e Carlos Eduardo.

Assim, com um time que nunca jogou junto, recheado de reservas, ainda com Everton no ataque, o Grêmio sonha em buscar três pontos no Estádio Serra Dourada, local onde não vence desde 1996.

Vencendo, algo improvável, chega na confortável faixa da Copa Libertadores da América 2008, aí somando 20 pontos.

A boa notícia é que Ramon não joga.

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Grêmio e os euros de Maicon

16 de julho de 2007 10

Pela formação de Maicon, campeão da Copa América pela Seleção, domingo, na Venezuela, o Grêmio recebeu 100 mil euros dias atrás da Inter de Milã – que foi buscar o jogador no futebol francês.

Atual campeão italiano pela Inter, Maicon foi lateral direito das categorias de base em 2004. Michel Bastos era o esquerdo. Foram embora durante a desastrosa e tumultada administração da época.

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O Brasil das Eliminatórias

16 de julho de 2007 3

Os 3 a 0 ainda batem na cabeça dos argentinos. Fazem barulho e provocam dores de cabeça. A Argentina teme o Brasil, independentemente dos jogadores que encontrarem pela frente. Jogando fora de Buenos Aires tem sido assim. A Argentina treme. O amarelo dá medo.

O Brasil que enfrentou a seleção argentina domingo podia perder. Jogava contra o melhor time, uma equipe recheada de astros. Uma vitória parecia impossível, uma derrota, algo normal. Poucos reclamariam, talvez uma goleada provocasse respostas mais iradas.

Mas, tranqüila, sabendo que podia perder, a Seleção jogou bem e ganhou. Foi Dunga o cérebro da vitória. Ele colocou em campo um time extremamente humilde, marcador, batalhador e isento de estrelismo.

Os 3 a 0 não podem colocar a Seleção no topo. Não. Sua campanha foi sofrível, ao contrário da Argentina. Robinho foi escolhido o melhor da Copa América, mas jogou apenas uma partida bem, contra o Chile. Na decisão, sumiu. Dunga leva consigo alguns ensinamentos e muitas certezas.

Sabe agora que não poderá contar com a grande maioria dos jogadores que estavam na Venezuela. De todos os convocados, apenas um é titular indiscutível, Juan, o zagueiro que vai jogar na Roma. Os outros ainda precisam lutar por uma vaga. Mas será a Seleção que venceu a Argentina, com a soma de Lúcio, Kaká, Ronaldinho e, talvez, Ronaldo, o time das Eliminatórias.

A Seleção não está forte. Foi forte numa tarde de julho. Ganhou. Levou a taça. Mas a seqüência de jogos motrou que o Brasil precisa jogar mais e melhor, necessita de mais qualidade e não apenas de um time onde marcar é tudo.

 A Seleção não é assim. Dunga sabe. Mais que todos nós, somados. 

Postado por Zini, Porto Alegre

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A vitória de Dunga

15 de julho de 2007 5

Enfim, alguém mandou marcar Riquelme de verdade/Marcelo Hernandez, AP
Sempre achei que Dunga seria o homem ideal para coordenar o futebol da CBF. Unir todas as Seleções, escolher os técnicos, tentar criar uma idéia de futebol. Não gostei da sua escolha para o cargo de técnico. Ele não tem a experiência necessária para o posto. Gostaria de ver Paulo Autuori no cargo.

Critiquei as escalações de Dunga na Copa América, mas na decisão a vitória foi de Dunga. Sua formação liquidou a Argentina. Sua decisão de trocar Elano, machucado, por Daniel Alves definiu a vitória e foi crucial na partida. Mais do que ninguém, mais do que o grupo, a vitória foi de Dunga. Ele cresce, assume outro status. Na CBF, no Brasil, no Planeta Bola. Eu achei que o melhor futebol venceria. Perdeu.

Dunga fez no seu time o que fazia em campo. Marcou, marcou e marcou. Não deixou o adversário olhar para o lado. Riquelme, o cérebro argentino, foi parado. A Argentina, então, parou junto. Completou 14 anos sem um título continental, 21 anos sem uma conquista mundial.

Dunga, por outro lado, recupera a vontade de ganhar da Seleção, a doação, a entrega, a luta por cada palmo do terreno.  

 

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O mistério de Douglas no Olímpico

15 de julho de 2007 9

Mano Menezes insiste com Everton, um atacante que não faz gol. Mas o técnico deixa solitário no banco de reservas um centroavante real, o mineiro Douglas. O real problema de Douglas no Olímpico foi uma briga, um desentendimento, com um dos auxiliares da preparação física semanas atrás.

Depois da confusão, Mano o afastou. Mas o atacante já foi punido o suficiente. Merece uma nova chances. Afinal, o Grêmio tem um ataque não faz gol.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Grêmio tenta Gustavo Nery

15 de julho de 2007 47


O substituto de Lúcio deve ser Gustavo Nery. O Grêmio já fez os contatos, conversou com o empresário e com o lateral de pé canhoto. Pequenos detalhes ainda atrapalham a negociação.

Nery foi formado no São Paulo. Jogou no Corinthians e só deixou o clube porque brigou com o instável técnico Leão. Na temporada passada, o lateral, que joga como ala também, atuou na Europa. Esteve no Zaragozza, mas não se deu bem.

Agora, ele quer voltar. O Olímpico pode ser o seu futuro. É uma boa contratação. Se jogar em Porto Alegre o que jogou em São Paulo, o grau de bom pula para muito bom. No seu auge, na sua melhor forma, um ano atrás, Gustavo Nery era jogador de Seleção.

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Grêmio empatou, mas perdeu

15 de julho de 2007 6

Fã, torcedor, observador distante e crítico devem ter pelo menos uma certeza: o Grêmio perdeu um ponto no Olímpico, sábado, contra o Palmeiras. Eu vou mais adiante. Perdeu três. O empate teve o sabor ocre da derrota. Eu viu o jogo, eu fui ao estádio e assisti uma das piores partidas do ano – um bom livro, um vinho, uns pinhões assados em volta da lareira teria sido a opção ideal.

Foi o jogo do balão, da bola perdida e dividida, dos passes errados e atrasados, dos erros coletivos e inidviduais. E olha que não é mau humor de quem tenta alinhavar duas dúzias de linhas num domingo de trabalho (eu sei lá fora tem um belo sol).

Mano Menezes, sempre tão elogiado, foi mal. Escalou o time errado, equivocado e fechado. Insistiu mais uma vez com Ramon (que até fez um gol, mas jogou mal outra vez) e Everton (que não jogou nada). Depois, com Nunes (envolvido por Valdívia e atrapalhado com a bola) e Edmilson (sem a mínima inspiração), o time afundou de tal maneira que a derrota quase bateu na porta do Tricolor.

O técnico gremista está precisando improvisar, mas sua improvisação continua medrosa. Em casa, ele ainda joga muito fechado, povoa o meio-campo de volantes sem qualidade técnica e abdica do ataque.

Mano é um técnico que evoluiu muito nos últimos três anos. É, assim, um dos mais elogiados (com razão) do Brasil. Ele pulou do interior para segunda divisão do futebol brasileiro, entrou na primeira pela porta da frente e já esteve na Taça Libertadores da América, onde foi vice campeão logo na estréia. Não falta qualidade ao técnico, que pode crescer mais, talvez falte amadurecimento.

Mano Menezes precisa rever alguns conceitos táticos, especialmente quando joga em casa, quando enfrenta adversários mais fechados e, às vezes, inferiores como foi o caso do Palmeiras no 1 a 1 melancólico.

Empatar em casa, é jogar a Libertadores pela janela. Título só aparece no horizonte quando a equipe começa ganhar em casa e fora, descartando os empates.

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Galo, Pato e a dúvida absurda

15 de julho de 2007 2

Alexandre Galo está pedindo um tempo para escalar o ataque. Suas dúvidas estão entre o veterano Christian, Iarley e Pato. Dos três sobram um, segundo o técnico colorado.

Opa! Opa! Pato não vai ficar de fora, lógico. O ataque do Inter começa por Pato. O que vem depois dele é possível discutirl. Ele não.

Quem briga por uma vaga são Christian (Christian, o artilheiro da equipe no Brasileiro com quatro gols) e Iarley. Você tem alguma dúvida? Eu não tenho nenhuma, a mínima.

Mas Galo tem. Ainda tem.

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Blatter quer quatro auxiliares em campo

13 de julho de 2007 0

Blatter quer mais dois para ajudar o juiz/Reinaldo D`Santiago, AP
Joseph Blatter está em Maracaibo, na Venezuela, onde será um espectador privilegiado da final da Copa América. E quando o presidente da FIFA chega em qualquer lugar, logo vira notícia. Com ele, desembarcam as novidades. Ele sempre diz alguma coisa nova e polêmica:

1) A FIFA pretende introduzir mais dois assistentes para ajudar o árbitro usando microfones, mas que não marcariam impedimentos. Uma das funções seria avisar o árbitro se a bola atravessou (ou não) a linha do gol. Em dezembro, no Japão, no Mundial de Clubes pode haver um teste, uma experiência dos quatro auxiliares. Ele não deu detalhes sobre o posicionamento dos dois novos integrantes.Talvez eles possam correr pela linha de fundo, talvez. O trio de arbitragem passa a ser um quinteto.

2) Blatter não quer que a tecnologia domine o futebol completamente. Disse aos jornais: %22o jogo é humano, todos podem cometer erros, devemos viver com estes erros%22.

3) Pediu também a profissionalização dos árbitros. Se há dinheiro para os jogadores, deve haver bom salário para os juízes de futebol.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Pato, Carlos Eduardo e Dunga

13 de julho de 2007 0

Um de cada lado, Pato e Carlos Eduardo podem fazer algo de bom neste sábado de inverno em Natal ou em Porto Alegre. Os dois, guardadas as diferenças de cada um, não são pontos de equilíbrio nas suas respectivas equipes, mas pode fazer a diferença – e cada um de uma maneira única no Grêmio e no Inter.

Pato marca os gols. Carlos prepara. Um define, outro serve. Se os dois jogassem juntos, creia, seria uma dupla de respeito. Pena que a Seleção, pessimamente organizada, isolou um do outro.

Pato, como Lucas, poderia ter sido aproveitado direto e sem escalas na Seleção de Dunga, que se conforta com Vagner Love e Afonso Alves no ataque. Carlos Eduardo nem devia ter deixado o Olímpico e viajado ao Canadá.

É bobagem gigantesca usar jogadores afirmados em times grandes em competições sub %22alguma coisa%22 da CBF. É tempo perdido, dinheiro jogado fora. Até o atleta perde a forma.

O Grrêmio precisa vencer em casa o Palmeiras. A vaga da Libertadores está ao alcance dos três pontos. O Inter também necessita da vitória, precisa embalar, somar pontos e, quem sabe, depois de uma sequência de boms jogos encostar na vaga.

Bons jogos. O sábado promete.

Postado por Zini, Porto Alegre

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