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Donos do banco, Kaká e Ronaldinho

21 de agosto de 2007 3

Dunga colocou os dois rebeldes na reserva/Claude Paris, AP
Os argentinos pegam os noruegueses. Os alemães enfrentam os ingleses. Os brasileiros medem a força dos argelinos. Parece piada. Não é, é verdade, o jogo de amanhã marca a quarta partida entre ambos.

A Argélia nunca fez um gol sequer na Seleção Brasileira e é a 77ª no ranking da Fifa. O jogo é na França, já que a grande maioria dos jogadores brasileiros vive na Europa.

Kaká é banco, Ronaldinho também. Ronaldinho nunca conseguiu exibir seu talento atuando com a camisa amarela da Seleção.

Dunga deixa os dois no banco como castigo. A dupla pediu dispensa da Copa América. A Seleção ganha. Agora, pelo menos, Dunga faz o que quer. Depois, contra adversários mais qualificados, Kaká entra. Ronaldinho será uma constante dúvida.

Não fosse o dinheiro envolvido no amistoso, uns dias de treinos táticos, mais um coletivo, seria melhor do que enfrentar a modesta e desinteressante  Argélia.

 

Postado por Zini, Porto Alegre

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Comentários (3)

  • João Renato Alves diz: 21 de agosto de 2007

    Prefiro ver a seleção com Elano e Júlio Baptista mostrando vontade e determinação do que com Ronaldinho e Kaká dando toquezinhos pro lado e se escondendo do jogo. Ponto pro Dunga.

  • Gremistão diz: 21 de agosto de 2007

    Certas coisas são difíceis de entender. Pois então agora Kaká e Ronaldinho são “rebeldes”? Por acaso fugiram da concentração? Não, apenas *pediram* dispensa! A Seleção ganha deixando dois de seus melhores jogadores no banco? Que absurdo! Só prá fazer um paralelo: o Botafogo ganhou deixando o seu craque no banco? Agora, Dunga faz o que quer. E será que isso é bom? Enquanto Dunga continuar “fazendo o que quer”, teremos que conviver com o Quadrado Trágico: Mineiro, Josué, Elano e Julio Batista.

  • Paulo Roberto T. Sanchotene diz: 21 de agosto de 2007

    O jogo é na França pois o mando, digamos, é da Argélia. Poderia ser disputado em Argel, capital do país, banhada pelo Mediterrâneo, sem qualquer problema de “horas de viagem”. Preferiram o Stade de France, em Saint Denis, por questões financeiras e para homenagear a gigantesca colônia argelina – ex-possessão francesa – naquele país.

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