Eu ainda não descobri quem foi pior, se Grêmio ou Inter. O Fluminense passeou no Beira-Rio. Fez quatro. O Sport detonou o Grêmio em Recife. Fez dois.
A torcida colorada vaiou com vontade. A gremista, se pudesse, vaiaria também. Se gritasse de Porto Alegre, o barulho seria ouvido em Pernambuco, tamanha a indignação.
A Libertadores foge rapidamente do estreito campo de visão dos gaúchos. A realidade é a faixa da Copa Sul-Americana e os três saborosos pontos do Juventude numa quarta-feira que foi de cinzas para a maioria dos gaúchos.
O lento e apático Grêmio ficou em sétimo (32 pontos). O Inter caiu rumo ao décimo lugar (31 pontos), superado por Atlético MG e Goiás.
A falta de jogadores qualificados no ataques de Grêmio e Inter assusta, faz pensar e perguntar. Ao vender seus dois melhores atacantes, Pato e Carlos Eduardo, a dupla não se coçou, não foi atrás, não trouxe ninguém capaz de jogar um mínimo de bola. Aposta em Ramon, algo inacreditável, insiste com Christian, algo fora de propósito.
O futuro próximo da dupla é uma grande incógnita. Abel precisa refazer um time. Mano, suspenso, precisa fazer outro. Domingo é o Inter que viaja ao Nordeste, em busca do Náutico. O Grêmio fica em casa esperando o Botafogo. Três pontos é uma bóia de salva-vidas. Quem fizer menos, perde o primeiro final de semana de setembro.
Postado por Zini, Porto Alegre











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