
Só no Brasil mesmo, reflexo da enorme parte que insiste em permanecer no Terceiro Mundo. Ícone dos estádios mundiais, símbolo de um futebol espetacular, o Maracanã completa sete anos sem ver a Seleção Brasileira.
O jejum será quebrado quarta-feira no jogo com Equador. São esperadas mais de 70 mil pessoas.
Em qualquer outra país, uma ausência tão longa seria inadmissível. No Brasil, não. O caso é tratado com absoluta naturalidade, afinal o país exporta jogadores, do craque ao jogadro comum.
Poucos ligariam se a Seleção fizesse todos os seus jogos na Europa. Somos uma nação povoada por conformistas.
Postado por Zini, Porto Alegre



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