No Estádio Olímpico, ilhado entre os repórteres, Mano Menezes falou:
– Não vou tirar Tuta por decreto.
Centroavante sai do time por si só. Não precisa da assinatura de ninguém, nem do técnico, muito menos do presidente ou da torcida. Quando o centroavante começa a fazer um número menor de gols que o previsto, quase insignificante, a reserva o chama naturalmente. O banco o atrai como ímã.
É o caso de Tuta. Longe do gol, sem sacudir as redes, Tuta está definitivamente abrindo espaço para Marcel. Nem é o caso de avaliar quem é melhor ou pior no momento do Tricolor, que só piorou depois do trágico empate com 2 a 2 com o Atlético MG em Porto Alegre. É hora do gol e ponto final, já que o Náutico vem aí e a vitória é caso de sobrevivência.
Postado por Zini, Porto Alegre




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