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Posts do dia 7 novembro 2007

STJD exagera e pune Pelaipe

07 de novembro de 2007 14

Ouvi a dura e injusta punição de Paulo Pelaipe imposta pelo imprevisível STJD no rádio ligado no interior de um táxi, preso no nervoso engarrafamento das 20h em Porto Alegre. O motorista desacelerou, o carro quase parou e eu fiquei pensando em injustiça.

Ele aproveitou o silêncio e disse:

- Marcaram o Grêmio na paleta, tchê…

Sacudi a cabeça, aprovei e fiquei voltei aos pensamentos, enquanto o carro rodava outra vez, engatando no fluxo. O competente assessor de futebol gremista criticou o STJD, está certo. Merecia uma punição? Óbvio que sim, quem trabalha com futebol não pode falar o que passa pela sua cabeça. Deve medir as palavras antes de tudo. Precisa pensar um pouco, soltar o ar três vezes, olhar para os lados e aí, sim, começar a falar.

Penalizar um dirigente com um ano de suspensão por meia dúzia de frases fortes é um ato ditatorial. Pegaram Pelaipe como exemplo. Usaram o dirigente gaúcho como referência.

Tipo:

- Olha o que acontece com quem ataca o STDJ nos microfones.

Se pegasse 30, 40 dias, não seria um exagero. O tribunal é injusto. Joel Santana, que, da beira do campo, mandou seus jogadores baterem nos colegas santistas, meses atrás, está treinando seu time com toda a tranqüilidade. Claro, ele é carioca, é da terra da corte e o Flamengo é amigo íntimo dos reis.

A vontade de colocar o Flamengo outra vez na Libertadores tem o tamanho do Rio e dos Estados do Nordeste, berços dos fãs do clube mais popular do país. Obina, que agrediu Índio covardemente, pegou 120 dias, mas a pena foi diminuída e Obina já entra em campo.

O palmeirense Valdívia, que atacou dois jogadores diferentes num mesmo jogo, em duas atitudes covardes, foi suspenso por cinco jogo. É, cinco, 450 minutos. Só cinco.

Enquanto o STJD continuar com as reuniões no Rio de Janeiro, os times de outros Estados sempre sofrerão mais. O STJD tem uma queda por paulistas e cariocas.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Rival de Pato no Milan sabe tudo de gol

07 de novembro de 2007 1

Inzaghi abraça Kaká e festeja outro gol/Serguei Grits, AP
Um dos milanistas que briga por um lugar ao sol no norte frio da Itália é o veterano atacante italiano Filippo Inzaghi. Ele é adversário de Pato, ele deseja o mesmo lugar, a idêntica camisa 9, os mesmos beijos, abraços e elogios dos fãs do Milan.

Inzaghi alcançou terça-feira uma marca fantástica e todos os jornais da Itália de hoje tentam saudá-lo. O atacante italiano, com dois gols no Shakthar Donetsk, alcançou invejável marca de 62 gols em competições européias. Encostou no aposentado alemão Gerd Müller, um terrível matador, que, pelo Bayern de Munique, marcou 365 gols – fora os 15 em Copa do Mundo com a camisa da Seleção da Alemanha.

Atrás de Inzaghi estão o ucraniano Andrei Shevchenko (Chelsea), e o espanhol Raúl González, (Real Madrid), ambos com 60.

Um dos rivais de Pato no ataque do Milan 2007/2008 tem 34 anos e não tem o brilho do ex-colorado. Jamais teve, mas é um estufador de rede. Jogador útil, um reserva capaz de mudar um jogo com gols.

Imagino que você concorde comigo. Pato tem credencial para ser, no futuro, um dos melhores do mundo. Inzaghi nunca foi o melhor nem do Milan.

Postado por Zini, Porto Alegre

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Fifa quer apenas cinco estrangeiros por clube

07 de novembro de 2007 7

Ferguson não quer limite aos estrageiros/STEVEN GOVERNO, AP
O presidente da Fifa, o suíço Joseph Blatter, quer mudanças no futebol europeu e, por tabela, mundial. Uma delas terá reflexos imediatos no futebol brasileiro, com a importação de um número menor de jogadores.

O cartola-mor planetário deseja estabelecer um número máximo de cinco estrangeiros por clube a partir da temporada 2010-2011. Ele está um tanto irritado com alguns times ingleses, por exemplo, que jogam uma partida sem ostentar um só inglês entre os 11 ou mesmo no banco de reservas.

Claro, a Fifa pensa nas seleções nacionais. O enfraquecimento delas é quase natural partir da falta de espaço aos jogadores locais nos grandes clubes. Os estrangeiros se apossam dos lugares do locais, que não conseguem evoluir no futebol. A questão é delicada.

O técnico do Arsenal, Arsene Wenger está contra a opinião de Blatter. Seu colega do Manchester United, Alex Ferguson, fechou com o número 1 da Fifa. Aos jornais ingleses, Wenger falou:

– … não se melhora um estudante ruim diminuindo o nível da turma. Isto a torna pior. Apenas competindo com os melhores do mundo se pode melhorar o nível. O público quer ver o melhor.

Não sei qual a sua opinião, caro leitor, navegador. Mas eu fecho com o técnico do Arsenal. E não abro.

Postado por Zini, Porto Alegre

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O medo do goleiro na hora do gol

07 de novembro de 2007 0

Dave Thompson, AP
Goleiro do Besiktas turco, Hakan Arikan, cansou de buscar a bola no fundo das redes terça feira no Estádio de Anfield. Seu time levou oito gols do Liverpool pelo Grupo A da Champions League. Foi a maior goleada da história da competição no seu novo formato.

Arikan sofreu oito. Poderia ter levado mais uns quatro. Não foi a pior atuação de um goleiro que eu já vi. Ele não teve culpa em nenhum dos oito gols.

A zaga, sim.

Postado por Zini, Porto Alegre

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