
Azul é a cor da vitória na primavera de Londres. O Chelsea venceu o Liverpool na prorrogação (3 a 2), num jogo elétrico, empolgante e garantiu uma vaga na final da Champions League pela primeira vez na sua história.
O vizinho de Manchester, que superou o Barcelona, quarta-feira, será o seu adversário dia 21 de maio, em Moscou. O troféu ficará em boas mãos.
O favorito é a maior incógnita do ano. Domingo passado, no clássico inglês, o Chelsea fez 2 a 1 num United tomado por alguns reservas.
Em Stanford Bridge, Drogba marcou dois gols, deu fôlego ofensivo ao Chelsea e foi um dos melhores em campo. Os 90 minutos foram divididos em dois tempos distintos. O primeiro foi do Chelsea, o segundo do visitante.
A prorrogação chegou com o resultado final completamente indefinido. O 1 a 1 deixava o jogo aberto. O atrapalhado Hyypia fez um pênalti desnecessário, derrubou Ballack. Lampard cobrou, marcou e ofereceu o gol a mãe, morta dias atrás. Drogba fez o terceiro e o Liverpool não conseguiu fôlego para chegar ao empate, apesar do gol de Babel.
O 1 a 1 da semana passada, no Estádio Anfield, custou a classificação ao Liverpool. Um gol contra, marcado nos descontos. O Liverpool perde sua grande arma, o contra-ataque. Precisou sair para ganhar o jogo. Perdeu. O ex-gremista Lucas ficou o tempo inteiro no banco. Seria a terceira final do Liverpool em três temporadas.
Postado por Zini, Porto Alegre





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