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Posts do dia 29 janeiro 2009

Os deveres de cada um numa Copa do Mundo

29 de janeiro de 2009 8

O poderoso comandante da FIFA, Joseph Blatter, veio ao Brasil pedir garantias, se aproximar ainda mais do governo e tentar mobilizar e motivar o país para a Copa do Mundo de 2014/Eraldo Peres, AP
Ser cidade-candidata em Copa do Mundo é um negócio. Bom ou ruim depende das autoridades, eleitas por nós, e dos empresários, que independem de nós. Porto Alegre é uma delas. Pode ganhar dinheiro. Perder seria incompetência. Os emissários da FIFA que descem no Salgado Filho neste final de semana devem ouvir muitas promessas, devem ver pouco. Mas devem sair esperançosos.

A Copa do Mundo é o grande negócio da FIFA e a sua missão num Mundial é ganhar dinheiro. Dinheiro para financiar o futebol em volta do mundo.

Reza a lenda que o governo de um país ajuda na infra-estrutura das cidades, melhora aeroportos, estradas, metrô, etc. O dinheiro privado se encarrega do resto, da construção ou reforma dos estádios ao aumento do número de quartos de hotel disponíveis. A união dos dois é ideal, melhora a cidade, cria, por exemplo, estádios para mais meio século de vida útil.

Uma das certezas que a FIFA carrega antes de um Mundial é que o país-sede vai melhorar a sua estrutura de estádios de futebol.

As cidades precisam abrigar, além dos jogos, o multiculturalismo, a música, a diversão, as festas, o perfeito entrosamento com o turista, independentemente da cor da sua seleção. Quem estiver visitando a cidade, qualquer uma, viverá uma festa, com ou sem ingressos para as competições.

 A convocação de milhares de voluntários, sem receber nada, quando muito almoços e lanches, é sempre uma exigência da FIFA. Eles são os embaixadores de rua, que ajudam jornalistas, dirigem carros, servem como intépretes, guias e até recolhem bolas em treinos.

O jogo acolhe 40, 50 mil pessoas. Vários telões espalhados abrigammuito mais. O estádio é o centro de um Mundial, mas não é tudo. Uma Copa é vida na ruas com a mesma intensidade de um estádio. A segurança, assim, é decisiva. Sem segurança, uma Copa trinca, se esfarela. Dar segurança os estrangeiros é mais difícil do que construir 10 arenas iguais a que o Grêmio dia e noite.

Postado por Zini, Porto Alegre

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