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Posts do dia 22 junho 2009

Melhor jogador da LDU está fora da decisão

22 de junho de 2009 8

Texto da agência EFE sobre a decisão da Recopa, quinta, no Beira-Rio:

Quito, 22 jun (EFE).- A Liga Deportiva Universitária (LDU) de Quito não terá o meio-campo argentino Damián Manso, um dos destaques da equipe, para a ida da decisão da Recopa Sul-Americana, na próxima quinta, contra o Internacional, no Beira-Rio.

 

Os equatorianos, atuais campeões da Libertadores, embarcaram a Porto Alegre sem seu principal jogador, recentemente negociado com o Pachuca. O clube mexicano se interessou pelo jogador após enfrentá-lo no Mundial de Clubes do ano passado, vencido pelo Manchester United.

A diretoria da LDU tentou manter o jogador por mais uma semana para o primeiro jogo da Recopa, mas ele acabou não embarcando com o grupo.

"Não deixa de ser um problema a ida de Manso neste momento. Não nos resta tempo para reorganizar as coisas e será difícil substituí-lo dentro de suas características de jogo. Mas temos de buscar alternativas com os jogadores que temos", disse o uruguaio Jorge Fossati, técnico da equipe.

O treinador não descarta escalar os novos reforços da equipe no Beira-Rio caso estejam em condições. O clube de Quito contratou recentemente o atacante argentino Claudio Graf e o meio-campo paraguaio Enrique Vera, que participou da campanha vitoriosa da Libertadores.

Outros que chegaram são o meia Christian Lara, com passagem pelo clube em 2007; e o veterano zagueiro Ulises de la Cruz, que defendeu o Cruzeiro e participou das Copas de 2002 e 2006 com a camisa do Equador. EFE.

rm/dp

Postado por Zini, Porto Alegre

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Da série "As tenistas que nós amamos" (10)

22 de junho de 2009 6

Kirsty Wigglesworth, AP
Dominika Cibulkova fez o londrino de Wimbledon ficar louco para trocar a Inglaterra pela Eslováquia.

 

E nós também.

Agora.

Postado por Zini, Porto Alegre

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O jejum do novo esquema de Paulo Autuori

22 de junho de 2009 27

Paulo Autuori desembarcou na Capital como o novo messias do banco de reservas. Eu falei, eu escrevi, que o anunciado seria mais ou menos igual aos outros se não recebesse reforços consistentes, diferenciados, nomes qualificados para as duas laterais e para a primeira função do meio-campo, talvez um articulador, entre outros.

 

Autuori recebeu tudo, incenso, mirra, sorrisos, elogios, tapa nas costas, confiança absoluta, mas nada de reforços, zero de alternativas. Nem um só lateral, um volante que saiba passar a bola e lançar.

Óbvio que 30 dias de trabalho é quase nada para um técnico de futebol. É certo também que 30 dias são suficientes para que o time mostre algum aprendizado, nem que seja mínimo.

Com o novo e esperado e aplaudido e reconhecido 4-4-2, Autuori testou os azuis três vezes, em três empates, dois gols à favor, dois contra. Dois jogos em casa, um fora.

O desempenho é mínimo, é pouco. É carente como os sem-teto que inundam Porto Alegre. Pior que o futebol gremista é a confiança da torcida, que desaba como o futebol perdido de Ronaldinho Gaúcho.

O Cruzeiro se aproxima, com o Mineirão pulando e transbordando, como o grande teste dos primeiros seis meses do Grêmio. Na aldeia, a confiança é mínima, a certeza é que os mineiros têm mais qualidade.

Todos rezam, oram dia e noite, para que o Autuori e os seus voltem vivos de Belo Horizonte, que desembarquem caminhando, gozando de boa saúda, nuca de maca, abatido por mísseis de gols.

O Grêmio não tem mais a melhor campanha da Libertadores. Ela está com a marca do Cruzeiro. O Grêmio vai precisa jogar tudo o que jogou em 2009 e um pouco mais para conseguir um resultado satisfatório longe do Olímpico.

O jogo da volta depende dos primeiros 90 minutos. Qualquer vacilo, desatenção, condena o Grêmio.

Autuori é um profissional escolado em decisões. Mesmo que o seu time ande respondendo mal, ele sabe o que faz. Sabe o que tem nas mãos. Sabe que é a hora de fazer a diferençaça. Chegou o momento do técnico dizer quem ele é de verdade.

Postado por Zini, Porto Alegre

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VÍDEO: A semana decisiva da dupla Gre-Nal

22 de junho de 2009 8

Esta é uma semana decisiva para a Dulpa. Por isso, convidei  meu colega Lauro Quadros para falar sobre a Libertadores, a Recopa e a nova realidade de Grêmio e Inter.

Confira:

Postado por Zini

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Dunga, Seleção, ex-jogadores e atuais treinadores

22 de junho de 2009 9

O Brasil se repete pela lado do bem. Venceu a Itália pela segunda vez consecutiva em um semestre. Fez o mesmo que França, Espanha e Holanda.

 

A Itália perdeu sete vezes depois do Mundial da Alemanha, a sua Copa. Trocou de técnico, tentou uma renovação, que ainda não deu certo.

Os italianos não mostram mais um só grande jogador entre seus 11, os seus 22. Pode buscar a lupa e tentar encontrá-lo. A Itália vive no nome histórico. Está em decadência.

O Brasil venceu com autoridade, independentemente do momento do adversário, e ganhou uma vaga nas semifinais da Copa das Confederações, o torneio início da Copa do Mundo de 2010. Três a zero foi um placar justo, conquistado nos primeiros 45 minutos.

Dunga leva o Brasil ao seu melhor momento, atravessa o seu grande momento na Seleção. Seus críticos baixaram o tom. Sua condição de técnica do próxima Copa não será mais questionada.

Kaká foi o melhor em campo na África do Sul, Luís Fabiano chegou depois, Lúcio está entre eles. André Santos tomou o lugar de Kléber.

Dunga faz o seu time de 2010. Joga atrás, tem um meio-campo defensivo, gosta do contra-ataque. Mais do que uma Seleção, o Brasil é um time. Não joga em nome do espetáculo. Joga para vencer, garantir o resultado.

Quando vejo Dunga dando certo como técnico da Seleção, na América ou na África, fico pensando na importância que a imprensa, os dirigentes e os jogadores dão aos treinadores. É demasiada. É enorme. É incrível.

O que um técnico experiente e elogiado como Felipão, Luxemburgo ou Muricy teriam feito mais do que Dunga nas Eliminatórias ou na Copa das Confederações? Nada. Nada mesmo.

Óbvio que Luxemburgo não merece R$ 600 mil por mês. Todos os técnicos no Brasil, com honrosas exceções, Paulo Autuorii entre eles, são ex-jogadores. Poucos tem curso superior, dominam uma segunda língua, estudam, fazem cursos.

Eles raramente dão certo no Exterior porque não estão preparados. Aí, quando os europeus falam que qualquer treinador pode trabalhar na Seleção Brasileira, porque os jogadores são tão bons que os técnicos são apenas enfeites, nós ficamos bracos.

 

Postado por Zini, Porto Alegre

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