Se no Olímpico tudo é azul, longe de casa o cenário é de raios e trovões, pura tempestade. O Grêmio joga o seu futuro nos próximos cinco jogos, dois em casa (Fluminense e Vitória), três fora (Botafogo, Náutico e Goiás). O perigo mora na distância e na ausência do lar
São 15 pontos. Se somar menos do que 10, dependendo dos resultados, o G-4 pode estar na mesma distância da Lua. Não chega, nem montado num foguete.
Chegou a hora de jogar, apareceu o momento de mostrar quem é quem. Ninguém aceita mais desculpas. É o momento também de mostrar que o G-4 é seu lugar e não de passagem. Só uma sequência de boas vitórias solidifica o time de Paulo Autuori, que ainda não embalou.
A fotografia do Grêmio deve mudar em dias se a sorte e a organização estiverem ao seu lado. Há uma time mais competitivo, completo, experiente e determinado flutuando no papel.
Seria mais ou menos assim: Victor, Mário Fernandes, Léo, Réver e Lúcio; Adilson, William Magrão, Tcheco e Souza, Leandro e Maxi López.
Você acha que tem liga? Capacitado é, o problema é a engrenagem, que pode começar a funcionar tarde demais, quase no ocaso do Brasileirão, quando a Copa Sul-Americana estiver batendo nas portas tricolores.
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Postado por Zini, Porto Alegre



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