O Atlético-MG acompanha estilo Celso Roth. Liderou o Brasileirão durante oito rápidas rodadas. Agora, despenca aos poucos, em câmera lenta. Foi vice, terceiro. Aparece na quinta posição, deve cair mais no Beira-Rio, em jogo atrasado pela 17ª rodada.
O Galo, de esporas limadas, não vence uma partida desde o dia 2 de agosto, Coritiba por 3 a 2, no Mineirão. São cinco jogos sem o sabor da vitória. Sua última aparição lembra um empate em um gol com o decadente Sport, vice-lanterna, em Minas Gerais.
O azar também ronda dos mineiros. O azar é companhia de Roth. Só pode ser, já que ele é o técnico mais elogiado pelos dirigentes brasileiros. Welton Felipe, Evandro, Jonílson, Márcio Araújo, Serginho, o goleiro Aranha e Marcos Rocha estão fora. Envolvidos com lesões ou cartões amarelos.
Bruno; Carlos Alberto, Werley, Alex Bruno e Thiago Feltri; Renan, Correa, Tchô (Felipe) e Renan Oliveira; Éder Luís (Rentería) e Diego Tardelli é o time. É fraco. Poucos se salvam, talvez Tardelli, os outros são coadjuvantes. Há muito reservas.
A vitória está na contas do Inter. Não sei se fácil, como a de domingo passado, ainda mais com o desatino de Fernandão, mas é uma partida perfeitamente sob controle na noite de Porto Alegre.
Vencer o Galo, ao menos no momento, é tarefa comum, como seria o mistão do Corinthias semanas atrás. Lembra o que aconteceu? Mas a diferença é que um tem Mano Menezes e o outro defende com Celso Roth.
Postado por Zini, POrto Alegre




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