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Posts do dia 27 setembro 2009

Camisas de Grêmio e Inter que você nunca viu

27 de setembro de 2009 9

“A História das Camisas dos 12 Maiores Clubes do Brasil” é um dos livros que merece habitar a biblioteca dos que são loucos por futebol. Faz sentido. São quase 2 mil desenhos de camisas, dezenas delas envolvendo a Dupla Gre-Nal.

Há camisas de Grêmio e Inter que você nunca viu, que você não lembra, que você vai gostar de ver outra vez. Desde as primeiras e históricas, passando pelos exemplares dos anos 1940, por exemplo, que pouco mudavam, até os modelos dos nossos dias, desenhadas por estilistas e confecionadas com tecido especial.

A obra da Editora Panda, de São Paulo, pesquisa primorosa de Paulo Gini e Rodolfo Rodrigues, será lançado hoje, segunda-feira (28), às 20 horas, na Livraria Fnac, no Barra Shopping Sul, em Porto Alegre.

Será uma boa oportunidade de conversar sobre futebol, contar um pouco da história de algumas camisas, discutir o melhor modelo, recordar as dos grandes títulos. Eu vou estar lá. Apareça.

Convidados de Grêmio e Inter são esperados na Fnac, que promete o sorteio de duas camisetas oficiais, uma de cada clube.

Confira aqui um infográfico “Uma viagem no tempo pelas camisas da Dupla”

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Postado por Zini, POrto Alegre

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Três jogos sem vitória colocam Inter na parede

27 de setembro de 2009 24

Três jogos sem vitórias cobram seu preço. É caro. Vale euros. A conta salgada alcança o Inter na última posição do G-4.

Se antes lutava perto do líder isolado Palmeiras, hoje seis longos pontos os separam. Ao mesmo tempo, mostra o fim da poupança do time. Não há mais o que gastar. É preciso ganhar.

O 0 a 0 com o Flamengo no gramado do Beira Rio, neste último domingo de setembro, primeiro da primavera, lembrava um caudaloso afluente do Guaíba, foi um péssimo resultado. Só a vitória era caminho redentor.

Mas não tem como buscar futebol, jogar, passar, driblar e lançar, num gramado totalmente alagado. Quem viu, mesmo no zapping do controle remoto, assistiu uma partida de balões e bolas presas nas poças d’água.

Foi impossível jogar. Foi um não-jogo. Foi um crime liberar um gramado naquelas condições para abrigar um dos maiores clássicos da história do futebol brasileiro.

Agora, o Inter precisa buscar a sua permanência na zona da Libertadores em Curitiba, contra Marcelinho Paraíba, enquanto seu mais acelerado perseguidor, o Atlético MG, do goleador Tardelli, enfrenta o Barueri em Minas Gerais.

Depois, cruza dois filés em Porto Alegre, Náutico e Atlético PR (O Palmeiras tem Santos, na Vila, e Avaí, em São Paulo).

A luz do título some aos poucos na tabela. A realidade é o G-4. O futebol do Inter não permite sonhar com mais nada além da Libertadores doze jogos antes do final do Brasileirão.  

Postado por Zini, Porto Alegre

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Iarley lidera Goiás na virada contra frágil Grêmio

27 de setembro de 2009 58

A porta blindada do G-4 estava escancarada aos azuis no Planalto Central. O Grêmio vencia por 1 a 0. O melhor em campo, Iarley, disse “não” na tarde quente na qual Fernandão foi um modesto coadjuvante, substituído na segunda etapa.

Iarley comandou o Goiás, foi três em um, foi sangue, esforço e camisa na vitória de 2 a 1. Ajudou a virar o jogo. Postou seu time na vice-liderança do campeonato.

Os gaúchos se repetem na distância do Olímpico. Perdem quando encontram alguém que não seja o Náutico pela frente. O Serra Dourada é areia movediça. Afunda que não o conhece.

Falta vibração, pegada e determinação ao Grêmio fora do Olímpico. A derrota soa natural. Depois de tantas em 2009, mais uma é comum.

A derrota afasta outra vez o Tricolor (39 pontos) da zona da Libertadores, cinco pontos atrás do Inter (44), 11 do líder Palmeiras. Depois de duas boas partidas, elogiados seis pontos, outra queda num momento decisivo. Em 27 rodadas, o Grêmio nunca colocou o pé no estribo do G-4.

O Grêmio queixa-se do calor. Verdade, Goiânia mata o bom preparo físico. Assim como Hélio dos Anjos mostrou ao colega Paulo Autuori como dois alas de qualidade devem jogar, se posicionar, defender e atacar. Vitor e Júlio César navegaram pelas laterais gremistas com toda a liberdade que o esquema tático oferece, ao contrário de Tiego e Bruno que, presos na marcação, jamais cruzaram a linha média do campo. Jamis serviram os atacantes.

Ok, eles têm outras características, mas time sem bons laterais ou jogadores que façam a jogada pelas alas não funciona. Os atacantes morrem de fome, não são alimentados.

O Grêmio podia ter vencido o jogo ainda no primeiro tempo. Faltou ímpeto outra vez. Faltou a definição, a decisão.

No segundo tempo, o Grêmio caiu, foi envolvido, deixou de atacar e Autuori tirou um atacante, colocou um volante, depois tirou um volante e usou um lateral. Só fez piorar a realidade que já era um perigo.

Tcheco foi um nômade em campo, ao contrário do elétrico Souza, que marcou um golaço, mas depois abusou das jogadas individuais. Rochemback ainda busca a melhor forma física e uma maneira de acertar um passe, um lançamento. Por total falta de habilidade, o volante Adilson desperdiçou o gol da vitória na cara do goleiro. A inoperância de Herrera assusta. O isolamento do Maxi López preocupa.

O Palmeiras não tem mais time que o Grêmio, trocou de técnico no começo do Brasileirão, mas é líder. Por que? Porque é um time que se recusa a perder. É uma equipe determinada, corajosa, capaz de enfrentar qualquer adversário e qualquer situação. E conta ainda com o técnico mais competitivo do Brasil.

No Olímpico, em uma semana, o Grêmio espera o Sport, um dos piores times da competição. Jogo de três pontos, olho vivo no Atlético MG, que aguarda o Barueri, e no Inter, que viaja ao Paraná de Marcelinho Paraíba.

 

Postado por Zini, Porto Alegre

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Com chuva. chute de Adriano é ainda mais perigoso

27 de setembro de 2009 5

Chove em Porto Alegre. Chove desde às 21h de sábado. São Pedro abriu todas as suas torneiras, foi passear e esqueceu de avisar alguém para fechá-las. Podia mandar chover na Lua, onde nunca chove. 

O gramado do Beira-Rio, palco de Inter e Flamengo, um dos clássicos do futebol brasileiro, está encharcado, com muitas possas d`água. A grama é uma das melhores do país, a drenagem é boa, mas a chuva inclemente das últimas 12 horas fez do gramado um local pouco recomendável para uma partida de futebol.

A bola vai estancar nas poças, o passe vai sair errado, a grama molhada vai prejudicar o toque de bola. Perde o espetáculo, perde o Inter, perde o Flamengo, dois times que fazem do bom toque de bola uma das suas armas. O correto seria adiar o jogo, esperar mais 24h, o futebol agradeceria. Um jogo nestas condições perde a lógica. Se tranforma numa sequências de balões e cruzamentos, o drible e o bom passe naufragam.

O Flamengo treinou três esquemas sexta-feira no Rio. Um deles tem Adriano no comando do ataque, que saiu mais cedo do treino queixando-se de dores musculares. Gramado pesado é inimigo de músculos cansados. Chama a lesão. Talvez seja um risco usar Adriano, bom para o Inter.

Se jogar, Adriano é perigo dobrado. Pelo seu futebol, pelo seu tamanho, pois o gramado molhado favorece o jogador mais pesado.

O chute de Adriano, que ainda busca recuperar seus melhores momentos, também é um perigo. Ele é um jogador que precisa de atenção, o tempo inteiro, todos os 90 minutos. Ele é um dos goleadores do Brasileirão.

Postado por Zini, Porto Alegre

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