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Posts do dia 19 março 2010

Mundial no Japão é bola dentro da Fifa

19 de março de 2010 129

O Mundial de Clubes da Fifa volta em 2011 ao seu habitat natural, o Japão.

Em dezembro, pelo segundo ano consecutivo, os Emirados Árabes recebem a competição com sete clubes de diferentes confederações.

Eu acho que o Japão, onde os gaúchos conquistaram o planeta, é o lugar ideal porque a competição nasceu em Tóquio. Tem tradição, tem um público que adora futebol e lota os estádios em dias de jogos, ao contrário de Abu Dhabi. O que tirou a competição de Tóquio e de Yokohama foi o dinheiro. Os petrodólares pesaram mais que o dinheiro das montadoras.

Mas nem só com dinheiro se faz futebol. É preciso paixão.

O que você acha, leitor, Japão ou Emirados Árabes? Você tem outra sugestão de sede?

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Um dia histórico para o Xavante

19 de março de 2010 12

Cinco meses antes do desastre no Maracanã (Maracanazzo) na Copa do Mundo, no dia 19 de março de 1950, o Brasil, de Pelotas, venceu a seleção uruguaia no Estádio Centenário por 2 a 1.

A delegação xavante levou três horas de ônibus de Pelotas a Jaguarão, mais nove de carro-motor (trem) de Jaguarão a Montevidéu.

O histórico Brasil jogou assim: Arizábalo, Dario e Bedeu; Tibirica, Raul Rodrigues e Tavares; Mortoza, Galego, Darci,  Manuelzinho e Plínio (Bitati).

Na volta a Pelotas, os jogadores foram recebidos com desfile em carro aberto. A data é festejada ainda hoje.

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Um tour pelos estádios da Copa 2010

19 de março de 2010 13

Você já leu aqui no blog: 20 arquitetos das 12 cidades-sede da Copa de 2014 viajaram para a África do Sul para conhecer as casas que abrigarão o melhor do futebol mundial entre junho e julho deste ano. Entre eles, o arquiteto gaúcho Maurício Santos, um dos que assinam o novo projeto do Beira-Rio.

Na bagagem, além de referências e ideias, Maurício trouxe suas impressões e imagens dos estádios.

>>> Para visualizar as fotos em tamanho maior, você pode clicar sobre elas.

>>> Mais imagens aqui na GALERIA DE FOTOS.

O arquiteto visitou seis estádios, em cinco cidades diferentes. Destes, dois foram reformados recentemente (Ellis Park, em Joanesburgo; e Loftus Versfeld, em Pretoria) e os outros quatro foram construídos especialmente para a Copa (Soccer City, em Joanesburgo; Green Point, na Cidade do Cabo; Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth; Moses Mabhida, em Durban).


- Pude notar um contraste marcante: os estádios reformados receberam investimento relativamente baixo e certa flexibilidade na adequação aos quesitos da FIFA. Já os novos foram presenteados com vultuosos recursos e estão entre os mais modernos da atualidade - conta Maurício Santos.

Uma das principais preocupações estava no atraso das obras. Mas, segundo o arquiteto, houve um considerável avanço:

- Faltando cerca de 100 dias para começar a Copa, notavam-se poucas obras dentro dos estádios (principalmente de acabamentos) e algumas intervenções maiores ainda em andamento no entorno dos estádios, mas com prazo ainda adequado para as finalizações.

Assim como no Brasil, paira no ar uma desconfiança quando o assunto é o Pós-Copa, o aproveitamento da infraestrutura da competição no futuro. Mesmo com certo ceticismo, os africanos começam a ser fisgados pelas obras monumentais:

- É inegável que alguns dos estádios já se tornaram marcas reconhecidas em suas respectivas cidades, como o caso de Soccer City, em Joanesburgo, e do estádio de Durban.

Maurício teve a oportunidade de assistir a uma partida da África do Sul, em Durban. Uma experiência, segundo ele, inesquecível e que sintetiza a importância de uma Copa do Mundo:

- É impressionante a atmosfera criada por este novo espaço. A iluminação cênica, o sistema de som tocando músicas conhecidas por todos, a escala grandiosa do novo estádio, todos esses elementos contribuiram para a formação de um clima de confraternização e alegria em um lugar tão socialmente complicado como a África do Sul.

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