Messi é genial. Mas sua genialidade não estaciona em diferentes temporadas. Sobe como um prédio colossal de Abu Dhabi. No Camp Nou, com os vermelhos do Arsenal pela frente, Messi marcou quatro vezes, aos 21 minutos, 37, 42 e 88.
O Barcelona bebe sua euforia. A torcida do Barça é feliz. Já vestiram a sua camisa Cruyff, Maradona, Romário, Rivaldo, Ronaldo, Ronaldinho. Há uma fila enorme de craques. Messi é apenas o mais recente.
O troféu da Fifa para o número 1 do mundo será dele outra vez. Sem discussão. Sem um não. Ou você se levanta e é contra?
Quem joga tudo o que sabe na Liga dos Campeões é chamado à Suíça em jato particular. A Fifa reverencia seus príncipes. Messi é o grande jogador do novo século. O futebol está recomeçando com ele no terceiro milênio.
Nunca uma vitória foi tão anunciada. O pobre Arsenal, sem alguns titulares, sem o seu grande jogador, Fábregas, sentiu o poder do melhor time do planeta. Sentiu na sua macia carne inglesa toda o calibre do pé esquerdo de Messi. O nome Messi vai dominar os sonhos, pesadelos, dos fãs dos Gunners.
Aos 22 anos, Messi é definitivamente mais jogador que Maradona com os mesmos 22 anos. Messi não tem mais o que ganhar com o Barcelona, embora os desafios sejam semanais. Se ganhar a Copa da África do Sul, se aproximará mais ainda do 10 de Ouro de todos os argentinos. Se não ganhar, paciência, aos 22 anos ele terá mais dois Mundiais pela frente, talvez um terceiro, antes dos 35 anos.
José Mourinho é o técnico mais preocupado do mundo. Como o seu Inter vai parar o mágico argentino nas semifinais da Champions League? Se você souber, please, avise-me, Eu não sei. Vou ligar para o Mourinho. Saber se ele já sabe.







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